História Nowhere, Now Here - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Lana Parrilla
Personagens Lana Parrilla
Tags Família, Flana, Fred Di Blasio, Lana Parrilla, Once Upon A Time
Visualizações 147
Palavras 4.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!!

Desculpem pela demora, eu espero não demorar tanto assim de novo!!
Muito obrigada pelos comentários, favoritos e visualizações!!
Me desculpem os erros, não revisei este capítulo, sorry!!

E vamos ao capítulo

Capítulo 10 - O dia seguinte


Acordo com Lana se mexendo na cama, mas o quarto está escuro, provavelmente ainda é noite. Fico observando-a, ela se vira para o meu lado encosta a cabeça no meu peito, abraça minha cintura com o braço e entrelaça nossas pernas, respira fundo e no segundo seguinte está dormindo. Sorrio com o ato e a envolvo em meus braços, deixo um beijo no topo de sua cabeça e também volto a dormir.

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Abro os olhos novamente, mas dessa vez já amanheceu, pois, a luz do sol começa a invadir o quarto. Lana dorme serena em meus braços e eu não quero despertá-la, mas quero levantar para preparar um café da manhã gostoso para nós. Tento me desvencilhar dela, muito lentamente desenlaço nossas pernas e movo seu braço, mas quando tento me mexer ela volta a me abraçar, ainda mais forte que antes. Pego o travesseiro que está ao meu lado, coloco em cima da minha barriga e vou me levantando muito devagar, faço com ela abrace o travesseiro ao invés de mim, e missão cumprida. Fico em pé ao lado da cama, olhando Lana dormir, ela parece ainda mais linda assim, quase sem maquiagem, cabelo bagunçado, boca levemente aberta. Ela carrega uma expressão satisfeita no rosto e eu fico satisfeito por isso.

Vou até a cozinha ver o que posso fazer, quando passo perto de um relógio vejo que são 11:15 h da manhã, os meninos devem estar se perguntando o que aconteceu e resolvo mandar uma mensagem para Olga avisando que estou vivo e bem.

Abro os armários e encontro pão e bolachas. Na geladeira tem leite, suco, manteiga, geleia, frios, frutas. Sem comida congelada, Lana deve gostar de cozinhar. Pego dois pães e faço dois sanduíches com frios, coloco na sanduicheira para esquentar e derreter o queijo. Pego outro e corto em fatias e coloco no forno para ficarem como torradas. Faço café e encho duas xícaras com café com leite, dois copos de suco, pego algumas bolachas doces e algumas fatias de mamão. Arrumo tudo na bandeja que encontrei e vou para o quarto. Lana ainda dorme, então coloco a bandeja no criado mudo e subo na cama para acordá-la.

- Bom dia, linda! - falo dando beijinhos por todo seu rosto. Ela resmunga, e afunda mais a cabeça no travesseiro, como uma gatinha manhosa com muita preguiça - Vamos acordar, gatinha - agora deixo beijos pelos seus ombros e costas, mas ela só respira fundo e não abre os olhos - Que pena, parece que eu vou ter que comer todo esse café da manhã sozinho - eu falo e ela dá um leve sorriso - Hey, baby - acaricio suas costas nuas - bom dia! - Ela abre os olhos com muita preguiça.

- Humm, bom dia - ela fala com a voz rouca de sono e envolve meu pescoço com os braços me puxando para me beijar - eu ouvi café da manhã? - ela pergunta e eu rio.

- Ouviu sim - me viro para pegar a bandeja e colocar na cama entre nós dois. Lana se senta usando o lençol para se cobrir - eu dei uma improvisada, não sei do que você gosta, mas... - eu começo meio envergonhado de ter invadido sua cozinha, mas Lana me corta.

- Está lindo e aposto que delicioso também - ela me olha sorrindo - e eu tô morrendo de fome. Obrigada! - ela me dá mais um selinho e pega uma das xícaras e leva até a boca - hummm - ela fecha os olhos quando sente o café descendo pela garganta - que delícia.

Ela pega uma torrada, passa geleia e leva até a minha boca e eu tiro uma mordida e percebo que também estou faminto. Depois ela leva a torrada a própria boca e come um pedaço também.

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- Acho que eu consigo ser acordada assim sempre - falo com a boca cheia, me deliciando com o café da manhã que Fred preparou para nós dois. E só depois de alguns segundos percebo o que acabei de dizer, não é estranho que Fred tenha ficado em silêncio, devo ter assustado ele. Olho para ele e está me encarando com um sorriso bobo no rosto.

- Eu poderia te acordar assim sempre - ele fala olhando em meus olhos e, por mais que pareça um momento corriqueiro, isso significou muito para nós dois, tenho certeza.

Continuamos tomando café da manhã juntos, conversando, brincando e namorando. Comemos quase tudo o que estava na bandeja e não era pouca coisa. Quando terminamos, Fred coloca a badeja no criado mudo e se deita na cama me convidando para acompanhá-lo. Me deito em seu peito e recebo um carinho delicioso nas costas, ficamos em silêncio por alguns minutos, mas não é estranho, estamos apenas aproveitando o momento juntos. Até que começo a sentir carinhos mais intensos e não somente nas costas, mas pelos ombros também. Não demora sinto a outra mão de Fred passeando perigosamente pela minha coxa e logo depois pela minha bunda, onde deixa um apertão. Depois desce os dedos por entre as bandas do meu bumbum até chegar muito perto da minha intimidade nua, depois sobe e acaricia meus seios muito vagarosamente. Nesse ponto minha respiração já começa a ficar irregular e soltos gemidos baixos com o estímulo que recebo. Levanto minha cabeça e recebo sua boca na minha, Fred logo nos vira e fica por cima de mim, sem interromper o beijo. Subo minhas mãos pelas suas costas e sinto cada músculo presente ali, desço arranhando e chego até sua bunda, espalmo minhas mãos e o puxo para mim, que entende o que eu quero e começa investir contra mim para me provocar. Ele está de cueca, mas posso senti-lo duro, levanto minha pernas até sua cintura e começo a empurrar a boxer para baixo, Fred me ajuda e logo a peça é esquecida. Eu pego seu membro com a minha mão e o massageio para enrijecê-lo ainda mais, quando o sinto muito duro me estico para pegar a camisinha, mas não a alcanço, então me levanto e fico de costas para Fred, que não perde tempo e se encaixa atrás de mim me permitindo sentir sua ereção contra minha bunda, leva suas mãos até meus seios e beija me pescoço. Eu pego o pacote e tento me virar para abrir e colocar o preservativo nele, mas Fred me impede, pega o pacote da minha mão, abre e coloca a camisinha, depois volta a me acariciar, mas desta vez sua mão vai até minha vagina e me estimula.

- Tão molhada - ele fala em meu ouvido e eu me arrepio. Ele continua massageando meu clitóris e eu me excito ainda mais - Vamos bem devagar, Lana - ele sussurra e sinto seu membro pincelando em minha entrada. Logo ele faz pressão e começa a penetrar. Eu o sinto indo fundo dentro de mim e é maravilhoso. Viro meu rosto e ele avança em minha boca sem parar os movimentos de vai e vem.

- Ohh, Fred - eu gemo diante do prazer que aquela posição me proporciona.

- Está gostando? - ele me pergunta enquanto crava as mãos em minha cintura para poder se mover mais rápido - Está bom, L-Lana?

Eu nada respondo, pois não consigo me concentrar para formar nenhuma frase. Fred intensifica os movimentos e depois os diminui, até parar. Ele me vira de frente para ele e eu me sento em seu colo, desta vez posso olhar em seus olhos. Ele rapidamente volta para dentro de mim e eu tomo o controle da situação. Subindo, descendo, rebolando. Ele abocanha um de meus seios, enquanto aperta minha bunda, me deixando com mais tesão. 

- Você é tão gostosa! - ele fala, subindo uma trilha de beijos até meu pescoço - tão apertada e tão gostosa, ahh! - Eu me movo cada vez mais rápido em seu colo e posso sentir meu orgasmo se formando dentro de mim. Fred percebe também e segura muito firme em minhas coxas para me suspender e nos deitar, ficando em cima de mim, para poder estocar mais rápido e mais fundo. Eu o enlaço com as pernas e o puxo para mim com urgência. Ele aumenta a velocidade mais e mais.

- AHH!! FREEED! - Eu gozo deliciosamente em seus braços e me sinto explodir em milhões de pedaços, segundos depois Fred também se liberta chamando meu nome. E lá estamos nos, novamente devastados pós orgasmo e completamente entregues um ao outro. Fred solta seu corpo em cima do meu, me deixando sentir seu peso, seu cheiro, sua respiração, por alguns minutos até se recuperar. Nesse tempo eu levo minha mão aos seus cabelos e deixo um carinho ali. 

- Ah, Lana! - ele fala  ainda com o rosto enterrado em meu pescoço.

- O que foi? - eu pergunto deixando um beijo em seu ombro.

- Eu preciso ir para casa - dessa vez ganho um beijinho também - mas eu não quero - ele fala e ri, sua gargalhada baixa perto do meu ouvido me arrepia.

- Então não vá- eu falo tentando olhar para ele - aposto que conseguimos encontrar o que fazer aqui - ele ri de novo e dessa vez levanta a cabeça para me olhar.

- Eu aposto que sim - me dá um selinho demorado - mas eu preciso voltar, os meninos devem estar estranhando - ele fala e eu concordo com ele - quer vir comigo?

- Ah, Fred - eu sou pega de surpresa - eu quero sim, mas não hoje, não assim - eu falo e ele meneia a cabeça em sinal de entendimento - converse com eles primeiro, aí marcamos um dia para que eu possa conhece-los. Porque eu quero muito conhecê-los. - Ele fica me olhando sério e eu penso se não o magoei com a recusa - tudo bem assim?

- Tudo - ele fala e me dá um breve sorriso - é só que - ele se senta na cama - você me surpreende a cada dia mais - ele se inclina e me beija profundamente - eu posso tomar um banho?

- Claro que pode - eu falo e sorrio sugestiva - você pode ter companhia, se quiser.

- Claro que eu quero - ele fala se levantando e me estendendo a mão. Eu aceito prontamente e seguimos juntos até o banheiro, onde eu ligo o chuveiro e entramos no box. Eu entro de cabeça e minha pele agradece a água quente que desliza por ela. Sinto as mãos de Fred nos meus ombros, depois em meus cabelos, ele me massageia delicadamente, mas com certa quantidade de pressão, é muito relaxante. Me viro de frente para ele, mas pela diferença de altura não consigo fazer o mesmo satisfatoriamente.

- Precisa que eu me abaixe? - ele fala rindo de mim.

- Engraçadinho - ele falo dando um leve tapa em seu peito - Talvez seja melhor você me levantar - digo erguendo uma sobrancelha sugestivamente para ele, que não demora dois segundos para fazê-los. Ele me levanta e me leva até a parede.

- Aiin, está gelada - eu falo, e está mesmo muito fria

- Perdão, baby - ele fala e ataca meu pescoço - vai esquentar já, já!

Ele segue dando beijos e chupadas em meu pescoço, colo e seios, eu só sei gemer e pedir por mais, enquanto me agarro a ele com pernas e braços. Logo o sinto brincando com sua ereção em minha entrada, ele para os beijos e me olha, pedindo permissão. Eu sorrio e me inclino deixando um leve beijo em sua boca, depois outro em seu rosto e por fim uma mordidinha no lóbulo de sua orelha. Fred entende a resposta e se afunda em mim, mais uma vez. Mas não importa, me sinto completa da mesma maneira, como se fosse a primeira vez. Ele faz movimentos mais rápidos e me corpo sobe e desce deslizando pela parede, que já não está mais tão fria.

- Ohh, Lana, o que faço com você - ele fala muito baixo, como se estivesse falando consigo mesmo.

- Pode continuar o que está fazendo - eu respondo - só que mais rápido.

Ele faz o que peço e aumenta o ritmo das estocadas cada vez mais e mais. Num determinado ponto, somos só gemidos e beijos dentro do box cheio de vapor com os vidros embaçados. Alguns minutos depois me sinto desmoronar pela quarta vez nos braços de Fred chamando seu nome e o ouço atingir seu ponto máximo de prazer chamando o meu. Ele me beija ternamente, e nos leva de novo pra baixo do chuveiro. Terminamos o banho da mesma forma que começamos, trocando carinhos e brincadeiras. Depois de nos vestirmos, acompanho Fred até o carro e o observo ir embora. Mesmo sabendo que ele está indo para casa ficar com os filhos, não gosto nem um pouco de vê-lo se afastar. 

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Dirijo pra casa com um sorriso de orelha a orelha, cantando alto sozinho no carro e batucando com as mãos no volante. Foi uma noite inesquecível, e uma manhã também. Não me sinto assim há muito tempo. Estaciono o carro na garagem e quando entro, tenha linda imagem dos meus garotos jogados no sofá, quase dormindo, assistindo TV. 

- Boa tarde! - eu falo alto assustando os três.

- Shiii!! Silêncio por favor! - Pat fala e se vira para o canto não querendo ser incomodado. Matt apenas acena com a mão e volta a prestar atenção no filme.

- Hey pai! - Jack me cumprimenta - onde estava?

- Eu estava... - penso em inventar qualquer coisa, mas decido abrir o jogo com eles de uma vez - Eu quero falar com vocês, podem dar uma pausa no filme, por favor? - Matt pega o controle e faz o que eu peço, ele era o único que estava assistindo, os outros dois estavam mais dormindo que acordados. - Pat, olha pra mim - eu falo e Pat se vira e se senta no sofá, esfregando os olhos. - É o seguinte, eu conheci uma pessoa alguns dias atrás e eu gosto muito dela - eles vão me acompanhando sérios e eu começo a ficar nervoso, pois nunca falo com eles sobre isso, eu demoro a apresentar namoradas, pois me importo demais com a opinião dos três e, além disso, a maioria das mulheres sai correndo quando fica sabendo que tenho filhos - e eu gostaria muito que vocês a conhecessem.

- É a aquela mulher que me falou? - Jack pergunta direto.

- Sim - eu respondo - o nome dela é Lana e ela também quer conhecer vocês. O que me dizem?

- Ela é sua namorada? - Jack continua questionando, enquanto Pat e Matt apenas observam.

- Não, ela... - eu fico confuso, pois ainda não conversei com Lana sobre isso - Ela é uma pessoa querida.

- Querida como é a vovó? - Jack não se dá por vencido - ou querida como a mamãe era?

- Ela vai morar com a gente? - Patrick pergunta em choque por Jack ter falado da mãe deles.

- Não - eu passo a mão no cabelo - calma! Não é como nenhuma das duas, Jack! E, não Pat, Lana não vai morar com a gente.

- Mas talvez um dia ela more - Jack toma a palavra novamente - se vocês estão namorando, talvez se casem e...

- O papai falou que não é namorada dele - Pat o interrompe.

- Ele só não falou porque não quer nos assustar - Jack fala para ele - mas se ele vai trazer a moça aqui, ela não é da família e não vai trabalhar para ele, é óbvio que estão namorando.

- Ok, chega - eu intervenho na discussão - Me escutem. Lana e eu não estamos namorando, ok? Mas eu gosto muito dela e pode ser que ela se torne minha namorada, entenderam?

- Você quer que ela seja sua namorada? - Jack pergunta e os três me olham muito atentos esperando uma resposta.

- Sim - respondo sincero - mas ela também tem que querer e eu ainda não sei se ela quer, por isso...

- E por que você não pergunta para ela? - Pat fala óbvio.

- Por que não é assim que funciona, Pat - eu falo, mas nem sei como e nem quero entrar nesse assunto agora - Mas isso não vem ao caso agora. A questão aqui é que Lana quer conhece-los e eu quero que vocês a conheçam, tudo bem?

- Por mim sim - Jack fala - papai falou que ela é bonita, quero ver se é mesmo.

- Ok, tudo bem para mim - Pat fala acenando com a cabeça.

- Ela tomar o lugar da mamãe? - Matt fala pela primeira vez e, mesmo ele não tendo convivido com a mãe tanto quanto os outros, ele é o mais novo e sempre que estão juntos Shannon o mima o máximo possível.

- Não, Matt, ela não vai - eu falo olhando muito sério para ele - ninguém vai tomar o lugar da sua mãe, nem na sua vida e nem no seu coração. Entendeu? A Lana quer ser amiga de vocês - ele balança a cabeça afirmativamente - Você pode dar uma chance a ela?

- Mas ela vai vir morar aqui? - ele continua perguntando confuso.

- Matt, ela vai nos visitar, vamos jantar todos juntos, vamos conversar e pronto, ok? - eu não posso responder nem sim e nem não, pois eu quero que um dia ela venha, mas não estamos nesse ponto ainda.

-  ok - ele fala simplesmente.

- ok - estou aliviado, não foi assim tão ruim - já comeram? - eles respondem que não, pois acordaram muito tarde, então vamos todos almoçar juntos e mudamos de assunto durante a refeição.

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Eu resolvi cozinhar e ficar em casa no resto do domingo para poder descansar bem para a semana intensa de gravações que terei. Depois que comi, me joguei no sofá assistindo qualquer coisa na TV e mexendo no notebook, com Lola deitada nas minhas pernas. Eu já estava quase dormindo quando escuto o toque do celular e fico muito feliz com nome que aparece na tela.

- Oi mãe - atendo com a voz meio rouca de tanta preguiça.

- Oi, filha, como está? - ela responde e sua voz é música para meus ouvidos.

- Estou muito bem e a você? - falo dando ênfase ao muito sem nem perceber.

- Estou bem, talvez não tanto quanto você - ela fala e eu rio - pode me dizer o motivo?

- Ah - começo, pensando no que falar - o trabalho está ótimo, a série está sendo um sucesso, tenho esperanças de que teremos mais de uma temporada dessa vez.

- E o que mais? - ela pergunta - eu sei que não é só isso.

- Não, não é - eu digo - eu conheci um cara e nós estamos nos dando bem.

- Humm arrumou um namorado? - ela brinca.

- Não sei o que nós somos - eu falo sincera com ela - estamos nos conhecendo ainda.

- Mas você quer mais? - eu e ela sempre tivemos um relacionamento totalmente transparente.

- Sim, eu quero - respondo e ouço uma risadinha dela.

- Que bom, Lana - ela fala retomando o tom de mãe - eu espero que dê certo, você merece ser feliz, filha!

- Obrigada, mãe! - respondo - E como estão as coisas aí?

- Estão bem - ela responde - eu e Deena estamos querendo ir te visitar. Tem algum dia que seja melhor para você?

- Finais de semana são melhores, pois tenho mais tempo - respondo - mas qualquer dia que vierem vai ser ótimo.

- Ok, então vamos marcar e te avisamos - ela fala - mas se você está bem, eu vou desligar e deixar você aproveitar seu domingo.

- Não precisa desligar - eu respondo - meu domingo está ótimo falando com você.

- Eu sei, querida - ela fala docemente - mas eu tenho que ir. Se cuide meu amor, que Deus a proteja.

- Você também, mãe - falo - um beijo. - Desligo o celular e vejo uma notificação de e-mail piscar na telado notebook. Clico sobre ela e quando minha mente registra o que está escrito fico em choque. Era um e-mail de Shannon:

" Olá, Lana,

Eu disse que descobriria, não disse? E preciso dizer que foi muito fácil, já sua cara está espalhada por todos os lugares. E se você está se perguntando, eu também sou atriz, portanto conseguir seu contato não foi um problema para mim, eu conheço muitas pessoas. Mas enfim, o motivo deste e-mail é simples: FIQUE LONGE DOS MEUS FILHOS! Você pode fazer o que quiser com Alfredo, até ele se cansar de você, porque acredite em mim, ele irá. Mas, não chegue perto dos meus filhos, ele são meus e você não vai tomá-los de mim com essa "fama". Eu vou avisar apenas uma vez.

Beijos, querida"

Leio e releio as palavras da maluca e não acredito nisso. Quem ela pensa que é para fazer isso? E quem ela pensa que eu sou? Me controlo o máximo que consigo para não escrever uma resposta a altura, mas decido não fazer, pois eu iria perder a razão. Penso um pouco e decido contar para Fred, não quero que ele pense que estou escondendo coisas ou que isso pode atrapalhar nossa história. 

"Olá, Fred, tudo bem com você e com os meninos? Eu quero te contar uma coisa, mas também quero que fique calmo e saiba que estou calma também. Vou ta mandar um print do e-mail que recebi de Shannon."

Colo o print e envio a mensagem. Com certeza, ele irá querer conversar sobre isso e estará abalado, mas ele precisa saber que está tudo bem, que nada disso me assusta ou me faz duvidar. Alguns minutos depois Fred me liga.

- Oi, Fred - falo num tom normal.

- Lana, eu nem sei o que dizer - ele começa todo nervoso - não acredito que ela fez isso.

- Você pode dizer 'Oi, Lana, tudo bem?' ou 'Oi, baby, como está seu domingo?' ou ainda 'oi, gata' - falo e rio - são muitas possibilidades. Vou deixar você começar de novo.

- Desculpe - ele respira fundo do outro lado - Boa tarde, rainha, como está? - eu rio e ele também.

- Estou muito bem - respondo - tive uma noite e uma manhã absolutamente maravilhosas.

- Que coincidência - ele fala engraçado - eu também tive - rimos juntos - Lana - e volta o tom sério - escute, isso é ridículo, ela não pode te falar isso. Você respondeu?

- Não, achei que não era boa ideia - respondo.

- É, você está certa - ele fala e tenho certeza que está passando a mão nos cabelos - isso é completamente absurdo e desconfortável, o que quer fazer?

- Eu não sei - falo sincera - ignorar, por enquanto. Quer dizer, o que ela pode fazer além de tentar me assustar?

- Eu acredito que nada - ele fica em silêncio,deve estar pensando - acha que ela pode ter acesso ao sua vida profissional e te prejudicar?

- Pouco provável - respondo - ela conseguiu informações sobre mim, meu nome, e-mail, mas acho que isso é o máximo. Telefone, endereço e outras coisas não sigilosas, somente minha agente tem e a produção da série, mas eles não passariam sem a minha autorização.

- Que bom - ele diz - Ela tem ataques infundados de ciúmes as vezes, mas nada assim. Deve ser por você ser famosa, claro que nada justifica, mas deve ser isso. Medo de você ganhar os meninos por causa do seu trabalho, ou medo deles se afeiçoarem a você por ter a mesma profissão que ela, ou o que seria pior, medo deles perceberem que o que a afastou de nós não foi a carreira, mas sim a vontade dela.

Ficamos ambos em silêncio, sem saber o que dizer. Até que eu decido mudar de assunto e trazer um tom leve para a conversa.

- O que estava fazendo? - e mesmo não podendo vê-lo, sei que está com a testa enrugada em sinal de dúvida.

- Nada, na verdade - e da uma risada - estava assistindo TV com três meninos dorminhocos.

- Awnn - respondo brincando com ele - como você pode chamar isso de nada?

- Modo de falar - ele fala e pigarreia - mas, falando neles, nós conversamos e eles toparam te conhecer. Podemos marcar uma data?

- Claro - digo animada - que tal um almoço no sábado?

- Humm - ele pensa um pouco - sábado eles vão sair com a mãe, tem uma festa de aniversário de um primo - ele diz claramente sem graça por voltar a falar em Shannon.

- Então, sexta? - pergunto a ele - um jantar?

- Por mim está ótimo - ele concorda comigo - as 19:00 h? Sei que é cedo, mas assim você tem mais tempo com os meninos.

- Não, não - o tranquilizo - o horário está perfeito. Me passa o endereço?

- Eu posso te buscar - ele propõe - posso ir direto do trabalho te pegar em casa.

- Eu prefiro ir com meu carro - falo e logo em seguida explico - fica mais natural, para os meninos, eu quero dizer. Pode ser?

- Claro - ele responde - como você preferir. Eu te passo o endereço por mensagem.

- Ok - concordo com ele - até sexta, então.

- Até sexta, Lana - ele diz meu nome de um jeito que me atiça, mesmo sem querer - um beijo.

- Beijo, Fred - desligo o celular e me aconchego mais com Lola no sofá, ansiosa para que sexta chegue logo.


Notas Finais


Muito obrigada e desculpem pelos erros... E aí o que acharam?
Lana vai conhecer os di blasinhos!!
E a Shannon? Devemos ter medo dela? O que acham?
Me contem tudo!! Bjos


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