História Nu ABO {Monsta X} - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Tags 2won, Abo, Hyungwonho, Jikook, Kaisoo, Lobisomens, Vampiros
Visualizações 132
Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii ^-^

Capítulo 14 - Eu Quero Guerra!


Fanfic / Fanfiction Nu ABO {Monsta X} - Capítulo 14 - Eu Quero Guerra!

A tempestade havia parado quando Jooheon foi ao quarto de Changkyun ver como ele estava. Encontrou-o dormindo no chão, parecia exausto e tinha os cabelos molhados de suor. Analisou-o bem e entendeu o que havia se passado. Agachou e passou a mão pelos cabelos do garoto.

— Se você fez isso, acredito que pela primeira vez, seu cio está bem perto de acontecer… — sussurrou pegando-o no colo.

Caminhou até a janela e subiu, olhando para baixo. Estavam a uns bons metros do chão, mas vampiros são ótimos em saltos, então Jooheon deu um passo à frente e pulou com Changkyun nos braços. Sorriu satisfeito consigo mesmo pela perfeição do salto e caminhou em direção ao lago que havia no pântano.

O sangue de Kihyun tem poder, tem poder, tem poder... 🎵 — cantarolou baixinho.

O ômega, que estava praticamente desmaiado, começou a acordar com o baque da aterrissagem e lentamente abriu os olhos, mas não pôde enxergar nada, só sabia que estava sendo carregado em algum lugar ao ar livre, pois o vento gelado que batia em sua pele suada lhe fazia arrepiar.

Não demoraram a chegar em seu destino. Jooheon foi até a beira do laguinho e sem nenhum remorso atirou o garoto lá dentro.

— Aaaaahhhhhh!!!

O grito de Changkyun o fez rir. Riu ainda mais ao ver o garoto se debater e tremer de frio. Logo seus olhos se encontraram.

— O que você fez?! — a voz do garoto, raivosa, soava engraçada por seus dentes estarem rangendo.

— Isso é pra você parar de assanhamento pra cima do Kihyun! — o servo estava sorrindo, mas sua expressão parecia ressentida.

Changkyun não podia acreditar nisso.

— O quê?! Eu não tava…

— Tava sim! — Jooheon o cortou e começou a imitar seus gemidos com zoação. — Oh… Hm… Ahn…

O ômega corou e sua vergonha era tamanha que por um segundo deixou de sentir frio, já que seu corpo se esquentara devido a aceleração cardíaca.

— Eu nem sei por que fiz aquilo.

— Eu sei. — Jooheon estava inatingível. — É porque você é assanhado!

— Foi ele quem começou! — o garoto acusou o vampiro.

— E daí? Precisava dar corda pras ações dele? — dizendo isso o servo se agachou e estendeu a mão para Changkyun, que imediatamente a pegou e o tentou puxar. — Sabia que você ia fazer isso, bobão! — Jooheon, que não havia se mexido sequer um centímetro com a puxada do garoto, riu da expressão zangada dele.

Ao sair da água o ômega deu um belo tapa no rosto do servo.

— Você não tinha o direito de fazer isso só porque me julgou assanhado! — disse ríspido enquanto caminhava em direção ao castelo.

Jooheon o seguiu.

— Você precisava de um banho também.

— Eu podia esperar até amanhã. — o jovem híbrido, irritado, continuava caminhando sem olhar para o servo, que de repente o puxou pelo braço.

— Deixa de ser carrancudo e pula aí. — indicou as costas.

E assim o garoto fez, pulou em Jooheon, passou as pernas por sua cintura e segurou em seu pescoço enquanto ele corria rápido. Logo chegaram ao castelo e o servo começou a escalar a parede para entrarem pela janela. Changkyun estava fascinado.

— Você faz isso tão bem.

— Todo vampiro faz, e eu não sou diferente.

O ômega observou as mãos dele e teve a impressão de ver garras ali.

— Suas mãos…

— Xiu.

Já estavam na janela e entraram juntos. O ômega se soltou e correu para a cama, pois tudo que queria naquele momento era se enfiar embaixo daquelas grossas cobertas, porém foi impedido por Jooheon, que o segurou.

— Não vai deitar com essa roupa molhada.

Sem cerimônia o servo levou as mãos à camisa do garoto e a arrancou rapidamente. Agachou-se e abriu o fecho de sua calça. Olhou nos olhos do jovem híbrido e este assentiu para que continuasse, e foi o que ele fez. Percebeu que Changkyun não tinha malícia e detestou ainda mais Kihyun por abusar de sua inocência. Levantou-se e abraçou o garoto para transmitir-lhe o calor de seu corpo, mas foi surpreendido por bruscamente ter sua própria camisa arrancada por ele. Nenhum dos dois disse nada, apenas voltaram a se abraçar. Com suas peles coladas uma na outra, o ômega deitou a cabeça no ombro de Jooheon e este passou a acariciar seus cabelos molhados até que ele não tremesse mais, o que não demorou.

Changkyun então desfez o abraço quentinho e deitou em sua cama. O servo ia pegar sua camisa para vestir quando o ouviu pigarrear.

— Deita comigo. — o garoto pediu, batendo no colchão.

Jooheon pensou por um momento se atendia ou não aquele pedido, sabia que poderia ser um tanto perigoso deitar-se com um belo ômega nu, sobretudo um que estava no início do primeiro cio. Ia dizer “não” quando o viu fazer beicinho.

— É sua culpa que eu tô congelado, então pode vir me esquentar. — o tom do garoto era fofamente acusador.

O servo sorriu sem querer.

— Tá bom. — concordou e foi até lá. — Você me dá muito trabalho, sabia?

O ômega respondeu com um risinho enquanto se colava no corpo de Jooheon, aconchegando-se na conchinha formada por ele.

— Você é mais quente que esses cobertores. — o garoto disse saboreando a sensação de sentir seu corpo colado naquela pele quente.

— Vou começar a achar que você tá apaixonado por mim. — Jooheon sussurrou em seu ouvido de forma provocativa.

— Não disse que não tô. — o ômega devolveu a provocação.

— E não disse que tá.

Ambos riram e o servo entrelaçou seus dedos nos dedos de Changkyun, apertando-o contra si. Começou a saborear o cheiro que ele emanava, cheiro esse que adentrava seu corpo e mexia com seus hormônios, fazendo-o se arrepiar de leve.

O garoto, por sua vez, não fazia ideia disso e se mexia inocentemente, mesmo que todas as partes de seus corpos estivessem em contato.

Todas mesmo.

— Chang… — a respiração de Jooheon estava um tanto irregular. — Para de se mexer.

— Por quê?

— Sabe o que é um cio?

O garoto não entendeu o motivo daquela pergunta.

— O professor explicou mas eu esqueci… — respondeu meio envergonhado por ser um péssimo aluno.

— Está acontecendo com você. — o servo disse em uma voz levemente arfada, se levantando em seguida, mesmo com o jovem ômega tentando impedi-lo. — Acho que precisamos ficar um tempo sem nos ver. — pegou sua camisa jogada no chão.

— Por quê? — Changkyun não estava entendendo. — Você não gosta mais de mim?

Jooheon, que já estava vestido, ia responder por instinto, mas em vez disso deixou a razão falar por si.

— Não. — tentou fazer uma expressão fria. — Eu não tenho coração, sou oco.

Virou-se e ia abrir a porta do quarto quando sentiu que o garoto o abraçou por trás.

— Você não é oco, tem o coração mais lindo que eu já vi.

Essas palavras, juntamente com o abraço carinhoso, aqueceram o coração que Jooheon dizia não ter e ele se virou para Changkyun.

— Volta pra cama, não quer pegar um resfriado, quer? — sorriu enquanto acariciava o rosto do garoto, que olhou fundo em seus olhos e então voltou a se deitar.

O servo saiu do quarto, fechou a porta atrás de si e segurou forte a lágrima que teimava a brotar em seus olhos.

***

No dia seguinte Minhyuk estava preparando um buquê com as melhores flores do jardim do castelo, as quais tinha acabado de colher. Fez e refez o laço com a fita rosa umas trinta vezes até ficar do jeito que queria e então pegou um pedaço de papel que surrupiou do quarto de Hyungwon e molhou a pena no tinteiro. Pensou em sua amada para se inspirar a escrever:

De Minhyuk

Para esta adorável dama das flores

Suspirou de amor e saiu de fininho do castelo para que ninguém o visse. Saltou com cuidado nos galhos das árvores e não escorregou nenhuma vez, o que era um milagre. Ao avistar a tal moça o buquê ainda estava intacto.

Como todos os dias ela estava ali regando as flores e cuidando dos brotinhos. O vampiro suspirou baixinho e pensou em como entregar o buquê a ela. Com certeza ela saberia que ele fazia parte da espécie inimiga se ambos ficassem perto um do outro e isso poderia fazer com que ela não o quisesse. Sentiu um aperto no peito e então pulou da árvore, chegando ao chão sem fazer barulho. Sorrateiramente deixou o buquê com o bilhete em meio às flores do lado oposto onde a garota regava e rapidamente voltou a se sentar no galho. Ficou observando até ela encontrar o presente e isso demorou um pouco, mas ele sentiu que valeu esperar ao ver a felicidade dela com o buquê em mãos. Não tinha como errar, a única pessoa que cuidava daquele jardim em específico era ela, então ela saberia que o presente era para ela.

Minhyuk quis muito descer e falar com a moça, mas novamente teve medo de ser rejeitado por ser vampiro.

***

Enquanto isso em um dos quartos mais afastados do castelo Hoseok, de 4, sentia o suor pingar de seu rosto.

— Ahm… Eu tô quase… — custou dizer devido aos gemidos que saíam de sua garganta, visto que atrás de si Taehyung estocava com força.

— Vai, goza pra mim… — o vampiro também teve dificuldade em soltar as palavras.

Não saberiam dizer quem dos dois se desfez primeiro, mas o importante é que foi gostoso para ambos. Deitaram-se no chão mesmo e se abraçaram em silêncio.

***

De todas as tentativas de sedução que Wonho direcionou a Hyungwon, zero deram certo e isso o deixou muito frustrado, pois no bar que costumava ir era conhecido como “o grande sedutor”. Por isso caminhava cabisbaixo e sem rumo, nem ao menos se deu conta de que tinha saído do castelo e ia em direção ao cemitério escondido no pântano.

Apalpou o abs, estava ok, apalpou os músculos, estavam ok, apalpou o bumbum, durinho como sempre. Até suas coxas continuavam gostosas e nada daquele vampiro se interessar.

Sentou-se em um túmulo e suspirou desolado. Tudo que lhe restava era soltar a voz.

Say nighty-night and kiss me

Ouviu alguém completar a letra…

Just hold me tight and tell me you'll miss me

...e só então se deu conta de que Hyungwon estava vindo para perto de si.Continuou:

While I’m alone, blue as can be

E Hyungwon completou:

Dream a little dream of me

O vampiro agora estava a apenas alguns centímetros de Wonho.

— Essa é minha canção favorita. — disse a ele com um brilho no olhar.

— É a minha também. — o alfa respondeu olhando em seus olhos. — Canto-a há anos.

Hyungwon sentou-se a seu lado e ambos olharam para o céu, onde se via fracamente o brilho das estrelas.

— Não pensei que você fosse assim tão profundo… — o vampiro disse ao encarar o lobo, o qual sorriu.

— É a primeira impressão que todos têm de mim, que sou um belo abs e nada mais. — encarou-o. — Mas e você, o que acha de mim?

O vampiro acariciou-lhe o rosto com sua mão fria.

— Eu amo seu sorriso. — desceu a mão. — Mas também gosto do abs. — deu um pequeno riso e o beijou.

Wonho correspondeu ao beijo e, ao esquentar o clima, Hyungwon se jogou para cima dele, fazendo-o se deitar sobre o túmulo.

Mas era agora que o alfa iria se vingar.

Afastou as mãos do vampiro de seu abdômen e lhe sussurrou:

— Você está sendo muito fácil.

Afastou-o de cima de si e começou a andar em direção ao castelo, deixando-o com cara de tacho.

— Eu nem gosto de lobos! — o vampiro gritou a ele, que não se virou. — E mesmo que eu gostasse, você não faz o meu tipo!

Wonho, já longe, se virou e mandou um beijinho, juntamente com uma piscadela marota, o que fez Hyungwon estremecer e sorrir.

— Seu ordinário… — sussurrou a si mesmo mantendo um sorriso bobo.

***

Kihyun havia rondado a cidade de Fantagio, que mais parecia uma cidade fantasma, e agora se encontrava no mesmo lugar onde havia oferecido Yugyeom em sacrifício à Satansoo. Levou seus pensamentos até sua falecida família vampírica e começou a entoar cânticos em homenagem a ela.

Cantou e cantou…

Lágrimas começaram a percorrer seu rosto ao pensar que sua família estava toda morta, com exceção de seus irmãos, e que nem mil guerras a traria de volta.

Nem mil vinganças os fariam respirar novamente…

Kihyun se sentia só. Era um vampiro de alma vendida que vagava por aí e que intentava vencer uma guerra a qual demorava mais do que ele esperava para acontecer. Havia se preparado para a rápida e brutal resposta dos híbridos, pois com certeza assim teria sido quando os lobos eram puros, mas até agora não haviam se manifestado.

Era isso? Haviam se rendido assim tão facilmente, sem luta nem nada?

— Não… — o vampiro sussurrou se ajoelhando. — Eu não quero assim… — a ira começava a se transformar em choques elétricos dentro de seu corpo. — Eu não vendi minha alma à toa… — sussurrou entredentes. — Eu quero gueeerraaaaa!! — gritou enfurecido enquanto esmurrava o chão. — Eu quero ver sangue!! Eu quero ver corpos dilacerados espalhados pelo chão! Quero ver o medo estampado nessas suas caras de lobos idiotas! Eu quero… — começou a chorar desesperadamente e afundou a cara no chão. — Eu quero meus pais de volta…

Deixou que as lágrimas caíssem, pois sabia que jamais poderia chorar novamente. Levantou-se e olhou para o céu, direcionando as palavras a seus ancestrais.

— Eu não estou pronto, eu nunca estive, mas por vocês eu vou até o fim!

Fechou os olhos e fez um minuto de silêncio em honra aos vampiros.


Notas Finais


Não reparem os erros, please.

Kissus :-*


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