História Numb - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, CL (Chaelin Lee), G-Dragon, Got7, IU, Red Velvet
Personagens BamBam, Irene, Jackson, JB, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Joy, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Seulgi, Suga, V, Wendy
Tags Abo, Blackpink, Bts, Iukook, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jinsoo, Jirose, Jisoo, Jkook, Lisa, Namjoon, Rose, Suga, Taelisa, Taetae, Universo A/b/o, Yoonnie
Visualizações 93
Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Policial, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeira fic ABO, então pega na mão do GD e ler. ♡

Capítulo 1 - Y


Fanfic / Fanfiction Numb - Capítulo 1 - Y

— Ele tenta se matar e você trás ele para uma clínica de reabilitação?

Sem dúvidas "minha mãe" estava louca, e tudo isso apenas para salvar seu nono casamento. Taehyung tinha lá seus problemas, mas não era caso de emergências médicas e sim por atenção de mãe, uma coisa que nos falta.

— Jennie... eu não tive outras opções, tente me entender...

— Eu não quero entender a senhora... apenas deixe que ele venha morar em meu apartamento sob meus cuidados.

Suplico. Eu amo ao meu irmão mais do que qualquer ser existente, não poderia o abandonar assim.

— Tenho uma coisa muito importante para contar... — a mulher em minha frente praticamente espreme os lábios vermelhos pelo batom chamativo. — O Kim Taehyung e você vão voltar a morar na casa dos seus avós em Busan na Coréia.

Não! Aquele inferno, não.

[...]

E assim foi, pera, o correto a se dizer é fui. Neste momento da minha vida estou na classe econômica de um avião no qual eu poderia pagar perfeitamente por uma primeira classe, e ao meu lado um beta gorducho que só sabe roncar e babar espalhando seu terrível bafo para que todos deste avião morrar com o oxigênio poluído com o odor de sua boca - respira - MERDA.

KimTaehyung o meu querido maninho está ao lado oposto do meu, seus olhos fechados segurando as lágrimas de ódio, o alfa não queria estar ali, o que era compreensível a Coréia não trás boas lembranças a mim e principalmente a ele.

[...]

Bom, tirando o fato que quase matei o beta obeso que estava sentado ao meu lado com uma bolinha de papel que joguei dentro da sua boa por pura diversão, a viagem foi tranquila.

— Olha só, como meus pequenos cresceram!

Minha vó falava animada ao nos ver saindo do aeroporto, a senhora ômega esbanjava juventude, por mais que tenha quatro netos, a Senhora Kim nem de longe aparenta uma mulher de 52 anos, talvez as vantagem de ser uma chaebol tenha trazido boas cirurgias plásticas, certo?

— Eu voltei para casa... mas não pense que vai ocorrer tudo da forma que planejou desde dos meus 10 anos.

Taehyung esclareceu um detalhe antes de passar pela mulher mais velha e adentrou no carro, o alfa era meu irmão porém apenas o DNA do meu pai é o que ambos compartilhamos e que nos uni de tal forma parentesca, o nosso progenitor tinha uma amante beta a qual ele dizia amar, e a mãe do Tae sua oficial esposa uma ômega, ambas mulheres estavam grávidas ao mesmo tempo e PÁ! Minha mãe morreu no parto... sabe por que? POR QUE ELA PARIU UMA ALFA, QUANDO ERA APENAS UMA BETA DE SAÚDE FRÁGIL! Ta aí uma de milhares das teorias que bagunça minha cabeça, acredito eu, que os "humanos cientistas" estavam bem drogados quando resolveram salvar nossa espécie com essa mistura, sim mistura... que leva ômegas a serem estuprados, alfas delinqüentes e pra fechar o pacote, betas como peso na terra.

[...]

Dentro do automóvel o silêncio reinava, Tae estava com os ouvidos tampados com os fones, minha vó concentrada em um livro em suas mãos e eu...ansiosa para o que poderia ocorrer com minha volta para Busan.

— Não esqueça de parar em nosso destino.

Finalmente o silêncio foi cortado com minha vó alertando o motorista sobre nossa próxima parada... ué, não estamos indo para nossa casa?!

— Para onde estamos indo? 

O jovem alfa perguntou olhando através do vidro da janela do carro o local por onde passavamos. 

— Não reconhece? 

Perguntei assim que avistei a enorme construção que parecia um castelo da escola que estudavamos quando era mais novo.

— Não vou estudar aqui...

— Vai, e vai, não tente se achar o próprio dono. 

Minha vó fez o máximo para opor autoridade no alfa mais novo... mais merda Kim Taehyung era um alfa.

— Certo vovó.

O tom do garoto foi puro deboche, o mesmo olhou para mim e abaixou a cabeça, sim, eu de alguma forma tinha autoridade sobre alguns alfas... mas eu sei que o Tae é apenas respeito. O carro estacionou em frente a escola que agora em meu ponto de vista parecia mais com um instituto citados na saga Os instrumentos mortais, sai do carro estava nervosa, aquele lugar era sinônimo de passado, e eu odeio relembrar tais cenas.

— Vovó querida, eu também sou obrigado a entrar nesse possível... tártaro? 

E mais uma vez Kim Taehyung ataca.

— Não meu querido, pode esperar aqui mesmo...

Ela falou um tanto normal a ômega mais velha não ligava para os netos rebeldes que a mesma tinha, sorri para a mulher e comecei a caminhar junto a ela para adentrar no local. Nada mudava, era assustador como estava tudo exatamente como oito anos atrás... tava tão perdida em meus pensamentos que nem vi o momento em que minha vó sumiu e eu... fui hipnotizada... por aquele cheiro... onde está? Tem algum ômega na escola? Em plano dia de sábado? 

Subi as escadas apenas louca... muito louca pelo cheiro fortemente doce de menta, o aroma é totalmente diferente... e eu quero, eu quero apenas pra mim. Nem sabia em qual andar da escola estava, já que o mesmo havia 15 andares, respirei com mais força e sorri, estava tão perto... meu celular começou a tocar e eu ignorei, aish, agora o/a ômega estava ainda mais ciente da minha presença, quando parei em frente a porta de uma das salas notei medo... mais olha que feliz coincidência... o cheiro ficou mais gostoso... o medo é sempre um elemento perfeito ao meu ponto de vista. Tentei abrir a porta mas estava trancada... então vamos do jeito rude.

— Abre. Essa. Maldita. Porta!

Ordenei com minha alfa interior que estava louca para tomar o dono do cheiro... daquele maldito e perfeito cheiro doce de menta.

E olha... funcinou, palminhas para meu submisso... ou submissa, tô nem aí.

— Ah...

Isso foi um gemido... de dor... uma dor que foi insuportável até para minha pessoa ao olhar nos olhos daquele ômega.



Notas Finais


A Jennie fica meio psicopata quando sente o cheiro de um ômega no cio, tipo ela para de ser ela literalmente.


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