História Numbers x Monsters - Capítulo 3


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Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Eleven, Love, Shipp
Visualizações 20
Palavras 1.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Chapter two - 006


Fanfic / Fanfiction Numbers x Monsters - Capítulo 3 - Chapter two - 006

Narrador P.O.V:

Hawkins, Indiana

Os seis adolescentes haviam ido até a delegacia para falar com Jim Hopper, o “pai” de Eleven. A situação foi explicada e em seguida perguntas foram despejadas rapidamente e ao mesmo tempo, perguntas ao quais ela não poderia nem pensar me responder. Não tinha resposta.

 

Jim Hopper, mesmo contrariado, ligou para Joyce a avisando sobre o acontecido. Assustada era a palavra que descrevia aquela mãe, parecia só se meter em confusão. As coisas não poderiam voltar a serem normais? Não, por isso depois de toda a história ser explicada ela ligou para seu filho mais velho, que chamou Nancy, que levou o ex-namorado junto. Todos reunidos na delegacia, pensavam na melhor maneira de resolver seu novo problema, mas todos tinham plena consciência da melhor opção.

 

- O que fazemos?

 

Todos os olhares viraram-se para ela a, agora adulta, que estudava direito em uma faculdade perto de Hawkins. Foi o bastante para suspiros presos serem soltos, aquele silencio não incomodava apenas a paixão de Mike, mas a todos.

 

- O mais correto e seguro seria esquecer. E só um sonho, certo?

 

Mesmo sabendo que não era o melhor, a ideia foi proposta pela apavorada mulher que queria apenas ser feliz com seus filhos e uma vida normal, sem monstros, mundos invertidos, mortes, ou qualquer outra coisa ligada a estes monstros.

 

- Mas não o mais inteligente. Deveríamos ir até lá para dar uma olhada. Além disso já sabemos que nem tudo é só um sonho com a Eleven.

 

A resposta foi certa, a opção de Jonathan foi apoiada pela maioria e seria executada, porém eram necessárias mais informações. Jim virou-se para sua filha adotiva indicando para ela que poderia explicar.

 

- Enquanto vocês não apareciam, Jim e eu, procuramos mais sobre as cidades e sua localização. Descobrimos que foram fundadas por um casal, Mare B. Jacos e Calore Jacos VIII , os moradores afirmavam que eles possuíam poderes, a eletrocinese e a pirocinese, a manipulação da eletricidade e do fogo, porém nada foi comprovado.

 

 

- E qual a importância disso?

 

- Um dos moradores disse que eles possuíam marcas na perna esquerda. IX e XII. Estes símbolos são....

 

- De novo, no que isso importa?

 

Novamente interrompida, Eleven, olhou Steve irritada. Ele poderia ver o fogo dançando nos olhos da garota e logo se calou. Não queria ser jogado na parede.

 

- Acontece que estes símbolos são números romanos e significam 9 e 12, ou seja, o laboratório fazia experimentos a muito tempo, eu só não entendo como tinham tecnologia o bastante naquela época.

 

-Significa que podem existir mais do que um de vocês?

 

- Sim, mas não foi a única coisa que eu encontrei. Antes de acordar a garota falou números estranhos, no começo eu não entendi, pesquisei e descobri que eram coordenadas. E nos levam a uma cabana na divisa entre as duas cidades.

 

- Temos o nosso destino traçado então!

 

- Vocês não vão!

 

A alegria deles foi cortada pela mãe super protetora. Ela não queria que seus filhos e amigos se machucassem novamente, Já bastava a situação de 1984 e do ano anterior, estarem mais uma vez em perigo era algo fora de questão.

 

- Na verdade, senhora Byers. Sim nós vamos, sabe o porquê? A senhora e Jim tem de trabalhar, Nancy e Steve precisam estudar para os próximos exames. Nós estudamos para as provas durante três semanas, não temos o que fazer e não estaremos em perigo.

 

Proferiu Eleven, esse era um problema, ela sempre sabia o que dizer para convence-los. Poderia se dar bem como advogada, mas ainda era um tanto cedo para pensar nisso. Era até irônico pensar que aquela garota de poucas palavras, agora não falava pra caramba. Eles poderiam não saber, mas ela só falava muito pois tinha medo de esquecer as palavras e não conseguir se comunicar novamente.  

 

A contragosto todos concordaram, dês de que Jonathan vá junto. Ele havia ganhado um ano de férias pois acabou ultrapassando um ano na faculdade e, para aproveitar este tempo, ele propôs que utilizasse como férias para ter a chance de sair de New York e ir visitar sua família.

 

- Certo, vamos até lá!

 

 

Olhavam para a enorme cabana de madeira negra, era quase o tamanho da casa do Mike. Temerosos entraram na moradia devagar, a porta fazia um leve rangido enquanto era aberta. A sala era diferente no sonho de Eleven. Não tinha um retrato e na parede tinha um mapa mundial enorme. Nele tinham várias fotos com nomes de cidades em diversos e diferentes países.

 

Detroit – Michigan, Springfield – Missouri, Pequim – China, Osaka – Japão, Nuuk – Groelândia, Moscou – Rússia, Roma – Itália, National City -  Califórnia, Paris – França, Mystic Falls – Virginia, Berlim – Alemanha, Hill Valley – Califórnia, Dublin – Irlanda, Atenas – Grécia, Coast City – Califórnia, Camberra- Austrália, Madrid – Espanha, Amazonas - Brasil....

 

- PESSOAL,ACHEI!

 

O grito de Dustin a fez acordar para a realidade, caminhou junto aos outros em direção ao, que parecia, ser o sótão. Dustin estava sentado na frente de baú de metal e pintado de preto, com alguns desenhos como flores, sóis, luas... pintados de branco.

 

- Abre!

- Tem senha

Após a fala de Dustin, Eleven lembrou-se das palavras entrecortadas que a garota havia dito em seu sonho. “  Porão.... preta.... canto.... KAZ...K....2Y....AZ.... 2Y5....Consegue....Sorte....Adeus”. Era isso, KAZ 2Y5, essa era a senha.

 

- Dustin? Tente KAZ 2Y5

Ao colocar os dígitos no baú, que mais parecia um cofre, ele se abriu revelando o conteúdo escondido ali por alguém completamente desconhecido que dizia querer ajudar, mas nem seu nome foi capaz de dizer. Era uma pergunta simples, correto?

 

“What’s my name?”

"What's your name?"

 

Não, era difícil. Se aquela garota não souber seu nome, como Eleven não sabia e, praticamente, não possuía um antes de Mike decidir seu nome e um apelido como brinde. Apenas por causa de sua “tatuagem”. Será que aquela garota estava perdida? Sozinha? Confusa? Em perigo? Perguntas que ela esperava saber responder, mas agora isso parecia impossível.

 

Não era hora para isso!

 

Precisava se concentrar em ajudar seus amigos a descobrirem mais sobre a garota, o demogorgon e o mistério por trás desta “ mini missão “. Qual seria o objetivo da ruiva e quem ela era?

 

 

Paris, França

 

O garoto corria assustado pela rua escura, podia ouvir as sirenes dos carros longes e os passos pesados dos policiais que o persigam. Era tão errado assim roubar uma maça? Parece que sim

 

Virou à esquerda e deparou-se com um muro de, quase, três metros. Nunca conseguiria pular, era grande demais, ele tinha apenas uma saída. Usá-lo!

 

Ao virarem à esquerda, sabendo que era um beco sem saída, os policiais suspiraram felizes pela perseguição ter, finalmente, chegado ao final. A decepção foi grande quando se depararam com um beco com pichações sem sentido e vazio. Onde o garoto loiro havia ido?

 

No outro lado da cidade caminhava o garoto loiro de, no máximo dezesseis anos, enquanto mordia devagar a maça incrivelmente vermelha em sua mão. Ele tinha músculos por causa da corrida que fazia diariamente para fugir dos policiais idiotas. Seus olhos eram verdes meio-escuros, bonito. Enquanto saboreava sua recompensa a manga do casaco azul escuro “caiu” um pouco para baixo revelando seu pulso com três dígitos completamente expostos.

 

006

 

 

Cada passo que você pisar
Eu estarei te observando

Todo santo dia
Cada palavra que você disser
Cada jogo que você jogar
Cada noite que você ficar
Eu estarei te observando

Oh, você não enxerga?
Você pertence a mim
Como o meu pobre coração sofre
Com cada passo que você dá

Cada movimento que você fizer
Cada promessa que você quebrar
Cada sorriso que você fingir
Cada reivindicação que você fizer
Eu estarei te observando

Desde que você se foi, eu tenho estado perdido, sem um rumo
Eu sonho à noite e só consigo ver o seu rosto
Eu olho em volta, mas é você que eu não consigo substituir
Eu sinto tanto frio e anseio pelo seu abraço
Eu continuo chorando, querida, querida, por favor

Oh, você não enxerga?
Você pertence a mim

 

Every Breath You Take

The Police



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