História Nunca diga Nunca - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Rap Monster, V
Tags Bangtan Boys, Lemon, Romance, Vkook
Visualizações 65
Palavras 1.614
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oioi, gente!
Desculpem demorar. Toda hora a internet caía.
Pelo menos aqui estou, depois de começar a já escrever o capítulo 6.
Espero que gostem
Boa leitura

Capítulo 4 - Nunca Provoque Taehyung


♡Jungkook P.o.v♡

Acordei em algo macio e algumas partes duras. Percebi que não era a minha cama.

Abri meus olhos e vi o rosto de Taehyung a centímetros do meu. Acabei caindo do sofá quando tentei me levantar - tal ato que acabou acordando o mais velho.

-O que houve? Te empurrei?- perguntou, ainda sonolento.

-Não... Eu que me virei e caí.- minhas bochechas estavam queimando.

-Ah ta...- tampou os olhos com seu braço, voltando a dormir.

Dei de ombros e me levantei do chão, ajeitando meus cabelos.

Quando olhei para a mesinha de centro, o celular de Taehyung vibrava, aparecendo "Omma Jeon" na tela. Eu não podia acordar Taehyung, mas podia atender e saber se tinha acontecido algo.

Peguei cuidadosamente o celular e caminhei até a cozinha, logo atendendo.

-Alô?- perguntei, confuso e nervoso por ter atendido. Meio que me arrependi, pois poderia levar um grande fora de quem quer que estivesse do outro lado da chamada.

-Quem é?- reconheci a voz imediatamente.

-Mãe, sou eu, Jungkook.- sorri, sentindo bastante falta dela.

Eu costumava acordar e vê-la na cozinha preparando algo. Ela me dava um beijo exagerado na bochecha sempre antes de eu sair para a escola. Eram esses momentos melosos - antes chatos e exagerados - no qual sentia bastante falta. Se pudesse, voltava para casa, mas quero continuar morando "sozinho".

Já sou um adulto. Viver em casa de mãe depois dos 18 é um grande mico.

-Ai, que saudade estou de você, filho. Como vão as coisas?- sua voz ficara agitada, me dando um aperto no peito.

-Estão ótimas. Foi difícil eu e Taehyung nos tornarmos amigos, mas conseguimos. Ele... mostrou ser alguém legal.- minhas bochechas agora possuíam uma coloração rosada, e eu agradecia por minha mãe nem Taehyung estarem me olhando.

-Eu sabia que você ia gostar dele. E... já rolou algo entre vocês?- sua voz soara maliciosa.

-Mãe! Você nos colocou morando juntos para nos tornar um casal?

-Mas é claro. A mãe dele e eu sempre achávamos que se juntássemos vocês dois, acabariam namorando.

-M-mas isso nunca vai acontecer.

-Certeza? Sua voz não diz isso. Deve ser porque já aconteceu algo entre vocês, certo?

O silêncio apareceu, tornando o momento constrangedor. Queria me enfiar num buraco naquela hora.

-Bom, não liguei para isso. Taehyung está aí?- agradeci mentalmente por ela ter mudado de assunto.

-Ele ainda não acordou.- me recostei na bancada, de costas para a sala, fitando a geladeira.

-É que eu queria dizer que a mãe dele ficou doente. Ela já estava mal alguns dias atrás, mas piorou, tendo que ir para o hospital. Você avisa isso pra ele? A mãe dele quer que ele venha visitá-la.

-Tudo bem. Ele deve acordar daqui a pouco. Darei o recado.- logo depois fiz beiço, tendo coragem e dizendo:- Sinto sua falta, mãe.

-Ain, meu filho... Eu também sinto muito sua falta. Ver seu quarto vazio me dá um aperto no peito.

Levo a mão até o peito, segurando o choro.

-Sei muito bem como é esse aperto.

-Mas assim que puder, irei te visitar. Espero que não estejam bagunçando o apartamento, viu?

-Está tudo arrumadinho, mãe. Fique tranquila. Taehyung odeia bagunça.- ri, olhando fotos coladas na geladeira - algumas minhas quando criança e outras de Taehyung com sua mãe.

-Eu tenho que desligar, filho. Estou no hospital.

-Tudo bem. Beijos.- sorri, logo encerrando a chamada.

-Está tudo arrumadinho, mãe.- me assustei ao ouvir Taehyung se aproximando, com a voz fina.

-Aish, para.- faço bico, devolvendo seu celular.

-Pera, por que você está com o meu celular?- arqueou uma sobrancelha, com o rosto todo amassado. Estava tão fofinho.

-Minha mãe ligou para avisar que... sua mãe está doente e teve que ir para o hospital.

-Deve ser resfriado. Minha mãe nunca fica doente. Só resfriado e gripe.- falou, abrindo a geladeira.

-Você não se preocupa com a sua mãe?- não pude deixar de perguntar.

-Claro que me preocupo. Mas ela nunca fica doente, entende? Ela é forte, e logo sairá do hospital assim que derem um remédio.- me olhou, e pude ver que estava confiante.

-Entendo. Desculpe achar que você fosse sem coração.- fiquei encarando-o, e por um momento, ele achou que fosse brincadeira.

-Me ajude a preparar isso.- mudou de assunto, emburrado.

É, eu fiz muito mal em abrir a boca para dizer aquilo. Sou um grande idiota.

Depois de alguns minutos, nos sentamos à mesa e começamos a comer.

-Você acordou cedo demais.- Taehyung falou, dando uma garfada em sua panqueca.

-Verdade. Esqueci que não tenho aula hoje.- terminei de engolir, levantando minha cabeça e o olhando curioso.- Você tem trabalho?

-Só trabalho em dia de semana.

-Ah...- continuei comendo, tentando achar algum assunto.- O que vai fazer depois de comer?

-Sei lá. Por quê?- terminou de comer, tomando seu suco, depois me olhando confuso.

-Por nada.- dei de ombros.

-O que você vai fazer?- apontou para mim, colocando com sua outra mão o copo sobre a mesa.

-Ficar te enchendo e provocando.

-Provocando como?- se aproximou, sorrindo de forma maliciosa.

-Como você quiser.- retribuí o sorriso, me levantando e pegando os pratos e copos, logo os lavando.

Em meio à essa ação, estremeci ao sentir a boca de Taehyung muito próxima de minha orelha.

-Talvez você não consiga fazer nada se eu fizer antes.- mordeu o lóbulo de minha orelha, e me segurei bastante para não gemer.

Ele pareceu satisfeito, então se afastou, rindo. Aquilo me fez fechar a cara e fazer bico, terminando de lavar a louça com aquela expressão.

Meus sapatos estavam me pinicando, então fui até a sala batendo o pé, fazendo Taehyung se aproximar, me encarando como se eu fosse estranho - de fato eu era mesmo.

Tirei os sapatos e os joguei no chão. Taehyung se aproximou mais, os pegando e os jogando longe, se virando de costas para sair do cômodo.

-Cê tá loko? Vai pegar.- puxei sua camiseta, apontando para os sapatos.

-Os sapatos são seus. Pega você.- tentava sair da sala, rindo.

-Você quem jogou. Pega.- o sacudi.

-Eu não.- Taehyung correu para o seu quarto, rindo.

Nem estava acreditando na forma na qual Taehyung estava agindo. A criança agora parecia ele. Pelo menos ele não agia como um adulto sério que era todo certinho. Adorava o modo como ele agia como eu.

-Ei, volta aqui agora. Vou te bater.- o segui, vendo o maior se jogar na cama, cansado.

-Me obrigue.- falou, olhando para o teto.

Me aproximei e ficou por cima do maior.

-Obrigo sim.- sorri malicioso, encarando sua boca.

-Sai de cima de mim, pedófilo.-falou, rindo.

-Como sou pedófilo se você é mais velho que eu, ô retardado?-ri alto, junto com o moreno.

-Pode sair de cima de mim?- tentava se sentar, mas eu o forçava a continuar deitado.

-Acho que não. Gostei daqui.- ajeitei-me e sentei-me em seu colo, sorrindo de forma inocente.

-Vamos fazer um acordo? Antes que eu precise de você em meu colo.- se sentou, com seu rosto próximo ao meu, me fazendo corar minimamente.

-Que acordo?- suspirei, tentando me manter calmo.

-Tiro algo de você e você sai de cima de mim, ok?- sorriu malicioso, me olhando de uma forma sexy - olhar que me deixava mais vermelho.

Eu sou muito bobo. Eu faço certa coisa e quando ele concorda ou retribui, eu fico todo envergonhado.

-T-tirar que tipo de coisa?- engoli em seco, me imaginando fazendo coisas nada decentes com ele naquela cama.

-Antes de eu te beijar, você já tinha beijado alguém?

Neguei com a cabeça, abaixando a mesma. Ele foi a primeira pessoa com quem perdi meu primeiro beijo.

-Então significa que nunca beijou de língua, certo?

-Você está fazendo esse acordo só porque está louco para me beijar, né?- levantei minha cabeça, por algum motivo, rindo.

-Talvez.- deu outro sorriso malicioso, segurando meu queixo.- Topado?

-Mas e se eu não quiser sair do seu colo depois do beijo?- ousei perguntar, talvez já sabendo a resposta.

-Terá consequências dolorosas e prazerosas.- sorriu mais, se aproximando, o que fazia meu coração acelerar.

-T-ta...- não conseguia parar de fitar sua boca, que logo foi colada a minha.

Primeiro fora um beijo normal, no qual me fazia sentir algo no estômago, e meu coração batia mais rápido. Depois entrelacei meus braços em volta de seu pescoço, aprofundando-o.

Estremeci ao sentir sua língua, e arfei quando ele chupou minha língua.

Então era assim um beijo? Era tão... não sei como dizer, mas nunca imaginei que fosse daquele jeito. Era tão... bom. Os lábios de Kim Taehyung viciavam.

Precisei de ar, então me afastei, bastante ofegante.

-Meu beijo te mata, é?- Taehyung perguntou rindo.

Ignorei sua pergunta, tentando tranquilizar minha respiração.

-Você tem que treinar mais os movimentos, mas foi bom demais para uma primeira vez.- deu tapinhas eu meu traseiro, me fazendo acidentalmente ficar empinado.- P-pode sair?

Me levantei de seu colo, vendo-o ir para o banheiro. Dei de ombros e fui para a cozinha beber água. Aquele beijo havia me deixado com sede.

Enquanto tomava a mesma, pensava em minha linda cabecinha; Taehyung foi correndo para o banheiro assim que saí de seu colo. Significa que.. Quase cuspi a água quando concluí que Taehyung havia ficado duro por eu ter sentado em seu colo.

Minutos depois ele apareceu, com as bochechas rosadas, se sentando no sofá. Uma pergunta invadiu minha cabeça, e não pude evitar perguntá-la em voz alta.

-O que está acontecendo com a gente?

-Quê?- ele levantou sua cabeça, confuso.

-Nós estamos desde jeito... beijos e tal. O que está acontecendo?

Ele se levantou do sofá e caminhou até mim, me olhando fixamente.

-Quer que sejamos algo?- seu sorriso tinha um pouco de malícia, mas também fofura.- Tive uma ideia.

-Qual?- me virei para ele, completamente curioso.

-Quer ir ao parque comigo amanhã? Já que é domingo, não queremos ficar no tédio, né?

-É uma ótima ideia. Mas você ainda não me respondeu.

Vi ele se aproximar e dar um beijo em minha bochecha, me fazendo corar violentamente.

-O tempo te dirá a resposta.- falou e saiu do cômodo, rindo.

-Ei, não é hora de filosofar agora. Quero a resposta.- o segui, com um sorriso no rosto, pulando em suas costas.


Notas Finais


Foi pequeno, mas é isso.
O próximo será maior.
Boa tarde >~<


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