História Nunca Durma - SasuHina - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Kurenai Yuuhi, Madara Uchiha, Mei, Obito Uchiha (Tobi), Samui, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Escrava, Hinata, Madara, Naruto, Romance, Sasuhina, Sasuke
Visualizações 532
Palavras 1.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


LEIAM AQUI, É IMPORTANTE!!!

Pessoal, esse capítulo contém cenas um pouco fortes. Eu tentei aliviar o máximo que pude, mas mesmo assim algumas pessoas acabam se sentindo desconfortáveis.
Então peço por favor que se não se sentirem bem em ler esse capítulo parem de ler. Não quero ninguém passando mal aqui. Esse é o primeiro e último capítulo assim. Beijinhos.

Capítulo 10 - IX - Morta


Fanfic / Fanfiction Nunca Durma - SasuHina - Capítulo 10 - IX - Morta

Ela acordou em uma sala escura, ainda se sentia um pouco atordoada devido à substância estranha que havia inalado. Estava de joelhos em um chão frio, suas mãos estavam amarradas por algo desconfortável logo acima de sua cabeça, certamente estavam amarradas a algo no teto do lugar. Ela sabia que estava nua, sua única veste era a calcinha de algodão branca, estava assustada e com frio. Tremia sem saber se era pelo frio ou pelo medo.

Ela ainda se lembrava de ter visto Sasuke sendo levado para longe por Shisui enquanto inalava algo que Obito forçou contra seu rosto, lembrava de ter apagado em poucos segundos antes de acordar naquele lugar. Rezava para que tudo fosse apenas um pesadelo e para acordar na rodoviária ao lado de Sasuke. Mas ela sabia que aquilo era real.

Onde ela estava? Onde estava Sasuke? Ela temia que algo de ruim houvesse acontecido com ele, ela jamais se perdoaria, jamais viveria bem consigo mesma sabendo que alguém se feriu ou pior por ela. O choro que segurava rasgava sua garganta, mas ela tinha que se manter forte. Ela sabia que chorar não iria adiantar nada.

Seus pulsos estavam ardendo, ela sabia que o que a amarrava era uma especie de corrente devido ao tamanho desconforto que sentia, tentou se mexer, mas a dor apenas se agravou antes que ela sentisse uma lágrima escorrendo involuntariamente pelo seu rosto.

A luz amarela no teto da sala fria acendeu, anunciando que ela não estava mais sozinha. Seu coração acelerou de uma forma que ela sentia que ele estava prestes a pular para fora de sua boca, ela sabia que algo muito ruim estava por vir dado ao fato de estar em uma sala daquela.

Com a luz acesa ela pôde observar o lugar em que estava e também pôde ter a certeza de que o objeto que prendia suas mãos eram grossas correntes de aço que deixavam sua pele alva marcada por roxo e vermelho. A dor era insuportável.

A sala era perturbadora, parecia como uma sala de torturas que ela vira em filmes. A única porta do lugar era uma porta de ferro que ficava acima de uma pequena escada de madeira, haviam vários chicotes diferentes pendurados em uma das paredes, haviam também vários objetos que ela deduziu serem especialmente para imobilizar uma pessoa: uma cama com um colchão de madeira cercada por cordas, duas tábuas de madeira pregadas em forma de X e em pé, também com amarras em cima e em baixo e vários outros objetos do tipo que ela não fez questão de observar. Havia também um armário enorme, mas estava fechado, tornando o conteúdo de dentro desconhecido. No centro da sala, havia uma mesa quadrada da qual Hinata não conseguiu ver se continha algo em cima, pois ela estava de joelhos e a mesa era um tanto alta.

Sentia agonia em olhar em volta, jamais se imaginou em um lugar tão horrendo e perturbador, temia pelo que estava por vir, pois ela sabia que não era nada bom.

Ouviu a o ranger da porta de ferro antes de ver aquele homem entrando por ali. Seus olhos negros como uma noite sem estrelas estavam ainda mais sombrios, sua áurea estava mais escura que de costume e um largo sorriso sádico estava no rosto do mesmo. Hinata sentiu sua alma estremecer naquele instante.

– Olha só. – ele fechou a porta barulhenta de ferro e desceu as escadas de madeira lentamente. – Minha bonequinha fujona acordou.

Ela estava assustada, mas lutava para não demonstrar. Seus braços estavam doloridos por estarem elevados acima de sua cabeça por tanto tempo, os pulsos latejavam, mas a dor maior era por dentro. Era imaginar que Sasuke poderia estar morto, e tudo por culpa dela.

– O que você fez... – sua voz saiu mais rouca e seca do que esperava. – O que você fez com o Sasuke-kun?

Madara sorriu se aproximando e ficando de joelhos em frente dela, para que ambos ficassem na mesma altura. Ele olhou no fundo dos olhos dela, fazendo-a se sentir como se ele estivesse olhando para dentro de sua alma amedrontada.

– Gosto tanto dessa pele clarinha e sem marcas. – ele passou o dedo polegar pela bochecha dela, fazendo com que a mesma sentisse nojo e repúdio ao toque. – É uma pena eu ter que marcá-la.

Ele havia ignorado completamente a pergunta que ela fizera se afastando até a mesa no centro da sala, para em seguida pegar de cima da mesa, uma régua escolar flexível azul.

– Mas sabe minha boneca. – ele bateu a régua na própria mão, causando um estalo alto. – Meninas fujonas e desobedientes devem ser punidas.

Hinata sentiu seu sangue gelar por dentro. Estava calada, mas por dentro implorava e gritava para que ele não fizesse aquilo, já estava com os braços doloridos e com os pulsos quase em carne viva, estava passando frio e sede. Aquilo já não era tortura o suficiente?

Ele passou lentamente a régua pelo seio nu da menor, fazendo-a ofegar já imaginando o que aconteceria. A aflição da garota o deixava louco, ele adorava aquilo. Menos de três segundos depois o estalo da régua ao chocar-se com a pele alva de Hinata e a ardência imediata por ser em uma região sensível. Involuntariamente ela soltou um grito agudo e alto.

Ela queria imediatamente colocar a mão sobre o local que agora estava com uma marca vermelha e ardida. Esquecendo-se das correntes que prendiam seus pulsos para cima, ela tentou puxar uma das mãos abaixo sentindo as correntes machucarem seus pulsos ainda mais. Urrou de dor.

– Por que está gritando? – ele caminhou até ficar atrás da garota. – Eu ainda nem comecei a te castigar.

– Você é doente. – ela sussurrou sentindo ele passar lentamente a régua pela pele de suas costas desta vez.

Mais um estalo, desta vez mais alto. Hinata curvou as costas ao sentir uma ardência mais intensa desta vez, o grito escapou de seus lábios mais rápido que ela imaginava.

– Talvez eu seja um doente, ou quem sabe um louco. – ele voltou a caminhar até ficar de frente para a menor outra vez. – E esses seus gritos são o que estão me deixando louco. – beliscou o mamilo dela fazendo a mesma morder o lábio inferior para conter o gemido de dor.

Um estalo alto, desta vez em sua coxa e sem aviso. Urrou de dor mais uma vez, deixando com que uma lágrima escorresse. Quanto tempo aquilo iria durar?

 

 

Hinata contou em torno de 30 reguadas no total, suas costas, suas coxas, seus seios estavam marcados de vermelho e ardiam como brasa. Sua garganta doía pelos inúmeros gritos que soltou e seu rosto estava inundado por lágrimas de dor.

Madara soltou as correntes que prendiam e machucavam seus pulsos. Assim que sentiu os pulsos ardidos livres, ela rapidamente tratou de assopra-los na tentativa de diminuir a dor.

– Te ver desse jeito é tão excitante sabia? – ele a agarrou pelos cabelos a fazendo olhar para ele. – Eu te comeria aqui e agora, mas não estou aqui para que sinta prazer. Eu estou aqui para lhe punir e te ensinar quem é que manda nessa porra.

Ele lhe desferiu uma bofetada no rosto, deixando a marca de sua mão no rosto da menor que já estava praticamente sem forças, as dores físicas e emocionais que sentia eram fortes demais para que conseguisse reagir. Se estivesse em seus estado normal, ela correria, gritaria por socorro, o socaria... Mas ela estava dolorida, cansada, angustiada... Morta.

Morta...

Era exatamente assim que se sentia por dentro, aquele homem lhe tirou sua liberdade, sua vontade de viver, seus sonhos... lhe tirou praticamente sua vida.

E pensar que em menos de 12 horas estava com Sasuke prestes a dar um fim em todo aquele sofrimento, prestes a dar para Madara o destino que ele merecia. Sua vontade de viver e sua esperança de ser feliz novamente havia retornado por meio de Sasuke, e em menos de poucas horas fora arrancada por Madara novamente.

Imaginava se um dia tudo aquilo iria acabar.

Madara a arrastou até o outro lado da sala antes de a amarrar novamente, desta vez prendendo seus pés juntos por uma corrente como a que feriu seus pulsos, e suas mãos por uma corda presa à parede. Estava sentada no chão frio desta vez, era menos desconfortável que ficar de joelhos, mas isso não importava, ela apenas queria que acabasse.

Ele então pegou um chicote feito por várias tiras de couro, e voltou a torturar a garota que já estava com o corpo todo ardendo em dor. A cada chibatada as dores e as marcas se intensificavam, fazendo a menor gritar e urrar de dor e desespero. As súplicas da menor para que ele parasse pareciam não causar efeito nenhum em Madara que apenas sorria e se deliciava com os gritos da menor.

 

 

Quando a tortura finalmente acabou, ela sentia-se fraca, sentia-se humilhada, triste, incapaz... Morta.

Morta.

– Espero que tenha aprendido a lição. – ele se afastou subindo as escadas. – Tenha uma boa noite de sono minha bonequinha. – sorriu sádico antes de sair pela porta de ferro.

Ela não aguentava mais, queria apenas acabar com tudo, já estava morta. Seu corpo ainda estava vivo mas sua alma estava morrendo, se ela ao menos pudesse dar um fim em seu sofrimento ela daria. Sentia falta de seu diário, o único no qual ela podia desabafar livremente.

Se aquilo não parasse logo, ela poderia acabar ficando louca.

 


Notas Finais


Essa história é fictícia mas acontece todos os dias na vida real. Violência contra a mulher, abuso sexual e cárcere privado é crime. A vítima não tem culpa. Não se omita. Denuncie!


Comentários serão todos respondidos no dia em que eu for postar o próximo. Beijos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...