História Nunca olhe para trás - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Beth Greene, Carol Peletier, Daryl Dixon, Michonne
Tags Drama, Suspence, Terror, Twd
Exibições 7
Palavras 821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Leia a minha nova história ORIGINAL: https://spiritfanfics.com/historia/kills-7076422

Capítulo 7 - Capítulo Seis


Fanfic / Fanfiction Nunca olhe para trás - Capítulo 7 - Capítulo Seis

Nunca Olhe Para Trás

[*]       Capítulo 6

  Eu nunca fui uma garota experta. Sempre fui mas uma adolescente mimada e popular na escola. Nunca pensei que seria a cura de um apocalipse zumbi. Eu realmente não estava pronta, e agora entendo por que estavam escondendo isso de mim. É como se eu fosse uma mesa, uma mesa cheia de joias, e seu eu quebrar, todas essas joias quebrem. Nunca tive uma responsabilidade tão grande para lidar.

 Já faz um tempo que fui mordida e nunca me transformei. Eu não entendo, mas eu acho que talvez possa virar um zumbi. Mas só saberei isso com o tempo. Vou precisar de tempo para digerir essa informação, e com certeza irei ter dificuldades para aprender a me virar sozinha. Eu só queria que isso tudo fosse um sonho, eu queria que alguém me beliscasse e aí eu iria acordar. Eu iria acordar de um terrível pesadelo e aquilo seria só um sonho, continuaria minha vida normal. Mas acho que isso não vai acontecer.

 Olhando de longe, não dá pra se perceber que naquela cidade existem várias pessoas morando lá. Parece mais uma cidade zumbi, mas depois de observar tanto ela está escondida numa parte onde não dá pra se ver de longe, e aquela comunidade acaba sendo o lugar perfeito. Me levantei e andei à procura de voltar para lá. Ao mesmo tempo que vi zumbis se aproximarem me vi sendo uma deles. Senti-me como seria se já fosse um deles, como seria mais fácil morrer logo. Mas uma coisa que não irei fazer é me matar, não só por mim, mas por todas as pessoas que acreditam que eu irei mudar o mundo, ou seria mais uma ilusão. Isso era muito confuso, e me recusei a me perguntar mais sobre isso.

 Já estava dentro da cidade e procurei por alguém. Aquele lugar que mais cedo estava cheio de gente, pessoas vivendo como se não existisse mais zumbis, agora era um lugar morto, abandonado e em vez de pessoas, haviam zumbis que vinham em minha direção. Não me importei e segui o caminho, me conformando de que teria que morrer algum dia.

 Parecia impossível parar de pensar sobre o que tinha acontecido. Esquecer que eu talvez fosse a “cura” era algo muito difícil. Logo me perguntei onde estaria Matt, e o que ele pretendia saber. Será que ele sabia que eu era a cura? Com certeza ele sabia, aliás, ele ameaçou Jason por isso. Mas por outro lado ele apontou uma arma em minha cabeço. Muito, muito confuso. Era muito difícil tentar raciocinar tudo o que estava acontecendo com o barulho incomodante que os zumbis fazia. Me dei conta de que haviam muitos. Eles estavam por toda parte. Não tinha mais saída.

 Esperei imobilizado por pessoas atirando neles como havia acontecido antes. Por que não acontecia de novo? Droga! Droga! Droga! Por que as coisas eram tão difíceis?! Me ajoelhei ao chão e comecei a ficar nervosa e a me perguntar por que aquilo estava acontecendo. Eu era apenas uma adolescente por que aquelas coisas estavam acontecendo comigo? Chega de perguntas.

 Puxei uma faca de me cinto e corri para a floresta. Enfiei a faca na cabeça de alguns zumbis que apareciam. A adrenalina era algo que não me faltava. Finalmente depois de tanto correr os zumbis pararam de me acompanhar, e finalmente eu encontrei novamente aquele lugar. As pessoas olhavam para mim como se eu fosse uma estranha. Estava com uma faca na mão suja de sangue assim como minha mão direita. Comecei a andar procurando por Jason, e eles continuavam a me olhar. De repente eles pararam 

de prestar atenção em mim, estavam olhando para cima imobilizados, não resisti e fui ver o que estava acontecendo.

 As pessoas corriam para se esconder. Um helicóptero se abaixava cada vez mais na comunidade, fiquei parada e observei o helicóptero se aproximas. Fechei meus olhos e senti o vento que me levava para trás fortemente. Ele parou, e Matt saiu de lá. Me puxou pelo braço e me levou para dentro do helicóptero, não falei nada e entrei lá.

 Não me faziam perguntas por alguns minutos. Me recusei a falar e tentei digerir o que estava acontecendo, aquela situação fazia minha cabeça doer, e eu mais uma vez não fazia ideia do que estava acontecendo. Não queria falar com ninguém, eu não queria fazer nada, eu queria estar morta.

 - E aí... - Ignorei. - Não vai me dizer seu nome? -Tudo bem. Você deve estar se perguntando por quê está aqui não é mesmo?! - Disse ele ironicamente. Fitei-o. - Bom, como já deve saber eu quero um coisa de vocês. Eu quero ser o homem mais amado do mundo, e para isso preciso fazer uma coisa. Livrar o mundo do apocalipse zumbi, e o seu irmão, é a cura.

 Ele saiu da sala e eu continuei na sala tentando digerir o que ouvi.


Notas Finais


Leia a minha nova história ORIGINAL: https://spiritfanfics.com/historia/kills-7076422.


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