História Nunca um sem o outro. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, eai?

Capítulo 2 - Caro lobo


Fanfic / Fanfiction Nunca um sem o outro. - Capítulo 2 - Caro lobo

As cigarras zumbiam alto nos troncos grossos das arvores ao redor, o calor de verão fazia os animais agirem de forma preguiçosa e despreocupada pelos vastos  campos verdes da clareira em  meio a densa selva. Tudo era tão harmônico que fazia parecer que tudo fosse apenas um, desda terra fertilizada por folhar mortas até a copas das arvores mais altas. Entretanto ele acordou de extremo mal humor, seus longos cabelos negros grudavam-lhe o rosto suado e apesar do clima veranico, ele sentia forte calafrios da nuca até a espinha (ele tivera outro pesadelo que, apesar de saber ter sido horrível não se recordara de nada). Seus olhos se abriram lentamente como se com medo da forte claridade que batia pelas frestas entre as folhas das arvores, se encolheu entre as dezenas de peles de lobo que adquirirá após caçar uma matilha inteira e se demorou longos minutos até por fim acordar de vez. 

Apesar de nem uma vaga lembrança de seus antigos tempos ele só precisava  ceder aos seus instintos para se manter bem, apenas sentia tédio, fome e raiva o que poderia ser cessado por algumas horas depois de uma longa caçada.  Noite após noite, incessantemente caçando e matando muito mais do que poderia comer, se divertia quando uma presa tentava lhe escapar e se divertia ainda mais quando essa presa era um caçador ou andarilho desavisado. Aos poucos, com tantos desaparecimentos dos que normalmente seguiam "A trilha do caçador" como era chamada a rota entre a floresta onde se podia chegar muito mais rápido até outras vilas em Valoran,  as pessoas começaram a evitar a densa floresta  tendo de seguir um caminho muito mais longo serpenteando os "Campos de Marte" onde eventualmente existia torneios entre times, a vitória era recompensada por ouro e glória aos campeões. Com o novo trajeto, a boca grande e imaginação fértil  dos aldeões, começou-se  a se espalhar boatos e histórias que chegavam até o outro lado do continente perto das montanhas de Targon. Com mais historias mais tolos começaram a se atrever na floresta em busca do "Lobo".

"Era enorme, gigantesco! tinha 6 metros de altura e era feio como um javali, ele tentou me pegar mas eu me livrei dele com as minhas próprias mãos" ou "Um lobisomem vampiro zumbi, garanto a você, foi a coisa mais terrível que vi na  vida, se não tivesse aprendido lutar com um general de Demacia eu teria realmente morrido ali". Era o que diziam, a maioria  bêbados demais em tabernas, esbravejando  uma coragem que não existia. Os poucos que contavam essas historias que realmente estiveram naquela floresta, provavelmente se assustaram com o som dos galhos se movendo ao vento ou com algum coelho se movendo entre os arbustos de framboesa.

Ovelha.

A  coisa mais dolorosa que fizera foi deixar as montanhas gélidas do reino de Freljord, Braum insistirá em ir com ela no entanto a Ovelha recusou gentilmente mas, mesmo assim, com a maior atenção do mundo foi lhe preparado uma mochila de couro grande, onde fora colocado roupas limpas e comida seca, que duraria muito tempo sem se estragar e uma mapa grande com todos os caminhos desde Freljord até o deserto de Shurima, no entanto ela não iria para tão longe, carregava um arco de madeira simples com uma aljava cheia de flechas afiadas também trazia o arco de aparência estranha e a mascara negra em forma de face de lobo que foram encontrados no celeiro no dia em que fora encontrada.

Demorou semanas até  a neve branca e fria ser trocada pelo calor e o verde das terras dos sul, o sol brilhava de maneira cativante  e o solo já fervia desda alvorada ao anoitecer, o que a fez ter de enfiar as roubas de lã na mochila e trocar por tecidos mais leves o que não adiantava muito pois continuava amolecida e lerda pelo calor. Ela já havia passado por algumas poucas casas por seu caminho, no entanto muito velhas e abandonadas por seus antigos moradores, ela não encontrara uma pessoa se quer até ali, então foi uma feliz surpresa quando chegou até um pequeno vilarejo cheio de pequenas casas de maneira, pessoas indo e vindo com carroças puxadas por burros e risos altos vindo de uma taberna.  

Sem ouro para pagar uma hospedaria  passou  algumas boas horas descansando na sombra de uma grande arvore perto de um lago de águas claras, sabia que em breve devera recomeçar a andar, a caminho de um lugar sem nome longe do continente. Olhou uma ultima vez o mapa, procurando o caminho mais curto para além daquele lugar, passaria por um caminho por dentro de uma floresta e então tentaria  arranjar um barco quando chegasse ao mar. Se levantou, os pés nus eram acariciados gentilmente pela grama verde enquanto seguia para a entrada da trilha entre as arvores, quando parou quando um senhor lhe chamou a atenção.

-A senhorita não é nessas terras, não é? - disse o senhor muito velho de aparência cansada - Não é mais seguro este caminho.

-Por que não senhor? - olhou a trilha mais uma vez, para ela não parecia ter nada de perigoso.

-Existe um lobo maligno naquela floresta.

-Um lobo? -ela o olhou intrigada, já vira muitos lobos brancos das montanhas e nem um fora tão violento quanto uma cabra.

-Um terrível lobo, ele devora tudo que entra naquela floresta... levou meu pobre neto, ho Brian... -ele soltou um gemido infeliz e  limpou o canto dos olhos antes que as lacrimas pensassem em brotar.

-S-sinto muito... - ela tocou o ombro do velho que empalideceu - não chore, o senhor deve aceitar a morte e... - ela parou quando o corpo do velha se tornou gélido sobre seus dedos e ele caiu inerte no chão - senhor? senhor? - ela elevou um tanto a voz e olhou para os lados algumas pessoas olhavam de forma estranha em sua direção, com medo que pensassem que tivesse feito algo com o triste velhinho, não pensou duas vezes e entrou na floresta escura e úmida.

Ela andou pelo que pareceu horas, se sentia estranha e suas pernas estavam cansadas. Tentar se orientar em meio a relva o que era difícil e mais complicado foi quando a noite caiu, a única luz vinha da lua que era coberta pelas centenas de galhos altos e grandes folhas, ela não enxergava nada mais que um metro a sua frente. A Ovelha cansada demais para seguir andando se sentou sobre um grande tronco caído no chão, estava quase dormindo ali mesmo quando ouviu o barulho alto de algo andando sobre galhos secos o que a fez ficar alerta na mesma hora, se levantou com o arco de madeira na mão e posicionou a flecha esticando o fio do arco, ela pensou ser apenas um veado perdido de seu grupo quando foi se aproximando no local do qual vinha o barulho. Quando algo grande pulou encima dela rápido demais para conseguir reagir.

Ela caiu no chão quase sendo esmagada pelo animal de pelo negro, suas patas seguravam seus ombros firmemente rasgando sua pele pálida, seu arco acabou perdido entre os arbustos. Ela abriu os olhos  para encarar seu predador  que ao cruzarem os olhos, o fez parar de atacar, o animal tinha olhos tão luminosos e coloridos que lembravam uma galáxia cheia de estralas, assim como seus próprios olhos, ele tinha o rosto como de uma ovelha mas ela tinha certeza que era um animal que ela não conhecia, afinal, ovelhas não tinham o pelo tão espeço e nem chegavam naquele tamanho. O tempo em que ele a encarava de volta foi o suficiente para a Ovelha casar uma pedra no chão escuro e acerta-lo com firmeza na cabeça o fazendo soltar um gemido de dor, ela bateu com a pedra mais uma vez quando ele jogou todo o peso em cima dela desmaiado, foi então que ela notou com a proximidade que não era um bicho, era uma pessoa.

-A não, dois em um dia já é demais! - ela tentou empurrar o corpo do homem de mascara para o lado com toda a força, respirando pesado quando finalmente não tinha mais o peso em cima de seus pulmões, correu ver se ele ainda respirava, para seu alivio, sim.

 


Notas Finais


to sem sono, falta do que fazer e tals.
ficou muito bosta?
preciso de um vilão... to pensando em usar o rei destruido mas sei la.
comentem.


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