História O acordo - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Seikon no Qwaser
Personagens Alexander "Sasha" Nikolaevich Hell, Ekaterina "Katja" Kurae, Mafuyu Oribe, Personagens Originais, Tomo Yamanobe
Tags Romance, Sasha X Mafuyu
Exibições 115
Palavras 2.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente desculpe a demora mais acho que todo mundo sabe que dia 5 e 6 de novembro é Enem então tô falando pra caramba e ainda trabalhando ... Se eu demorar um tempo saibam que eu não abandonei a fic, só fiquei ocupada muito obrigada por tudo amo vocês lindos.
Beijos intergalácticos

Capítulo 12 - Consumidos pelo pecado


Fanfic / Fanfiction O acordo - Capítulo 12 - Consumidos pelo pecado

Eu estava triste demais, Sasha me desculpe... Queria ficar com ele mais não dava mais, Era como uma criança que insiste em brincar com fogo para se queimar novamente.
  Eu queria chorar... E doía demais, Mais era hora de mudanças, Engoli meu sofrimento e encarei o padre, Ele encarava a janela.
 - Padre o senhor já amou alguém?- Digo e vejo ele cutucar o elástico do tapa olho.
 - O amor é uma ferida que não se fecha... Posso somente assentir que ninguém nesse mundo é feliz tendo amado uma vez.- Ele diz e logo me encara e começa a sorri.
 - Mais já amou?- O encaro e ele morde o lábio.
 - Estaria mentindo se dissesse que não... Mais o amor é assim, Machuca.- Ele diz e cruza as longas pernas e me encara.- O ferro cometeu um erro grave Mafuyu.
 - E qual seria?- Digo temerosa a punição.
 - Amou... Ele agora está sujeito a ser um alvo fácil.
 - Está dizendo que vão matar Sasha?- Pergunto e o olho temerosa.
 - Não... Estou dizendo que vão te matar.
 - Eu não quero que o matem... Nem que pra isso perca minha vida.
 - Você é preciosa para a Athos... E o ferro preferia perder a vida a te deixar morrer.- Ele diz e dedilha o estofado do carro.
 - Eu jamais o deixaria morrer.- Digo e o olho em desafio.
 - Sabe porque você é tão preciosa?- O padre me olha e eu nego.- Seu soma tem grande poder... A espada de Maria é importante, Mais o mais importante Mafuyu... Você é a encarnação de Maria, Seu soma tem o poder do amor.
 - Está dizendo que?- O olho intrigada com a situação.
 - Você é Maria, E a espada só poderia pertencer a você... E se a profecia se cumprir, Logo chegará ao mundo O Arcanjo de Deus.
 - Não estou te entendendo padre.
 - Você será a mãe do ultimo item do sagrado.- Ele diz e me olha.
 - Um qwaser?- Digo temerosa.
 - Sim... Mais Mafuyu... Este qwaser pode acabar sendo o Sódio... Ou pior... O Ouro.- Me espantei e cobri a boca.
 - Como isso pode acontecer?- O padre engole seco.
 - Gregory quer voltar a vida... E o sódio vai impedir.
 - Não tem chances de estar grávida.
 - Acha que não?- O padre me olha inquisidor.- Sua relação com o ferro parecia bem mais intima.
 - Padre eu não estou indo para ser Maria?- O olho muito confusa.
 - Não... Você está indo ter esse bebê.- Ele diz e cruza os braços.
 - E se eu não estiver grávida?- Precisava me agarrar as minhas ultimas esperanças.
 - A profecia já está acontecendo e não tem nada que possa impedir.- Ele diz e acende um cigarro.- Reze para que essa criança morra no parto.
 - Padre como pode dizer isso?- Digo horrorizada com sua confissão.
 - Mafuyu se o Ouro voltar a vida pela espada de Maria, Sasha ira mata-lo.- O padre diz e solta a fumaça.
 - Ele jamais matará o próprio filho.- Falei com convicção.
 - Sasha é um assassino, Ele não hesitou em matar os pais... Matar um filho não é tão diferente.

 O albino já sentia a falta da ruiva, Dois meses se passaram e seu fígado já estava em miséria, Bebia em todo o horário possível... Já via sua psicose por ela refletida em suas ações.
 As gravações das ligações, Ligava para ela mais não dizia absolutamente nada... Só gravava a voz dela ao dizer... Alô, Quem é?
 Suas fotos todas recortadas e coladas no closet do seu quarto.
 A quanto tempo não ia nem pra cama com uma mulher, Seu corpo doía... Seu coração mais ainda, Magoa e ódio lhe invadiam... Iria se encher de pecados.
 Já não fazia a barba a tempos decidiu que não iria fazer-lhe, Colocou seu terno preto, Calçou seus sapatos lustrosos... Iria esquecer ela.
 Seu carro preto coberto com neve se estacionou em um prédio de fachada de mármore, Deixou que o manobrista estacionasse o carro enquanto entrava no edifício, Entrou no elevador e subiu ao 33° andar, Estava de volta ao seu antigo inferno.
 - Quem é vivo sempre aparece.- O homem de cabelos negros diz e o avalia.- Está péssimo Nikolaevich.
 - Me arrume uma garota assim.- O albino retira uma foto da ruiva.
 - Acho que não temos uma garota assim... Ela é bem bonita.- O homem diz e olha o mais novo.
 - Arrume... Quero uma garota assim.- O albino diz e o homem assentiu.
 O mais novo foi em direção ao bar se sentou na banqueta e pediu um martini, Ele teria ela de novo em seus braços.
 O homem o chamou e ele deixou a taça sobre o balcão do bar e o seguiu pelo grande corredor, Chegou a porta preta... A ala vip, Sempre gostou de luxo e esbanjar era o que gostava depois de uma pequena parte da vida na miséria.
 O homem abriu a porta e o albino entrou, Sasha fechou a porta atrás de si, E estava ele sozinho no quarto com a ruiva sentada sobre a cama, Por mais que quisesse ela jamais seria como Mafuyu.
 Os cabelos vermelhos curtos como os dela, A pele clara como a dela, Os seios quase como os dela... Mais não tinha a pureza dela... Ele não se parecia com a Maria de ferro.
 - Meu nome é Valeska.- A mulher diz, E tinha uma diferença enorme entre ela e Mafuyu, Seus olhos eram castanhos enquanto os olhos de Mafuyu eram azul-violeta... Os olhos raros dela.
 - Fique quieta.- A mulher assentiu e se levantou e foi de encontro a ele, O mais novo a segurou pela cintura e a forçou de encontro ao seu corpo, Colocou a mão em meio aos fios vermelhos e selou os lábios de ambos, Pediu passagem com a língua habilidosa e explorou o lugar, Não era doce como ela... Ele  a beijava como se sua Maria o visse.
 " Olhe pra isso Mafuyu, Olhe como a toco, Olhe como ela me deseja"
 Logo ele a pressionou contra o corpo e incentivou para que ela enlaça-se suas pernas sobre seu quadril. Ela gemeu ao toque dele e sem cerimônia ele a jogou na cama com seu corpo sobre o da jovem.
 - Você me paga Mafuyu.
 Foi o que disse antes de tirar o vestido bordô da jovem e começar a desabotoar a camisa branca de botões, Ele se despiu em pé, Com ajuda da jovem que o comia com os olhos, Quando estava completamente nu a jovem se ajoelhou a sua frente e o olhou com desejo e malícia... Jamais seria o olhar que Mafuyu o daria.
 Ela segurou no seu membro latejante e o abocanhou, Chupou com vontade, De um jeito totalmente oposto a sua Maria, Era como tomar um vinho envelhecido e ter de se contentar agora com água de batata.
 Ele suspirou... Não era hora de lembrar dela, Era hora de ser homem, Agir como homem... Parar de chorar por uma mulher que o abandonou e foder qualquer uma.
 Enquanto ela o chupava o rapaz não sentia o mesmo prazer que um dia já sentiu, Ela o olhou e ele a levantou para que pudesse a encarar... A bebida já o afetava e conseguia ver o rosto da sua amada, Sua tristeza era evidente.
 - Mafuyu.- Ele diz em um sussurro, A mulher o acaricia o rosto.
 - Eu serei quem você quiser... - Ela diz e ele a beija mais o que mais o deixava mal era saber, Que sua amada estava nos braços de outro.
 Ele colocou um preservativo e logo a deitou sem qualquer vestígio de delicadeza ele a penetrou, Sentiu a mulher arranhar suas costas, Queria que aquele corpo fosse o de Mafuyu para que a punisse. Ele se movimentava sem pressa e com estocadas fortes, Lembrou da vez que foi como um animal com ela... A vez que mostrou que era totalmente descontrolado, Como a machucou... Quando se deu por si viu seus músculos rígidos e o modo que se movimentava com intensidade, Ela gemia loucamente enquanto gritava seu nome.
 Era isso que ele era perverso... Sentiu o corpo da jovem fraquejar, Ele não iria gozar, Não ainda... A virou de costas e segurou firmemente seus cabelos curtos e a penetrou por trás, Nem ao menos era apertada... Ele a violentava forte, No entra e sai sentia o corpo dela ceder e seus gemidos se tornarem gritos... Gritos agudos de tesão.
 - Ele te fode como eu Mafuyu? Ele é melhor que eu?- O albino diz com a voz carregada de ódio.- Responda!
 - Não... Jamais.- A mulher diz em meio aos gemidos, Sua visão distorcida não o deixava pensar direito... Ela não estava em seus braços.
 Ele a largou brutalmente na cama e começou a vestir as roupas, A jovem o olhou pasma.
 - Não quer terminar?- Ela diz e coloca uma mecha de cabelo atrás da orelha.
 - O que queria fazer já fiz.- Ele diz e calça os sapatos.- Não tô afim de mais nada.
 - Sr Nikolaevich... Quem é Mafuyu?- A moça pergunta tímida.
 - Você é paga pra abrir as pernas e calar a boca... Então não se meta.- Ele diz e deixa uma grande quantia em dinheiro e sai do quarto.
 Passou pelo corredor e desceu até o Hall, Ele foi ao bar e bebeu mais doses de uísque cowboy... O líquido lhe queimava a garganta mais não aplacava seu sofrimento, Ele não queria mais ela, Mais quando via os cabelos vermelhos de qualquer mulher sua mente distorcia tudo... Ele a queria.
 " Mafuyu, Mafuyu, Mafuyu"
 Seus cabelos claros entravam em contraste com as luzes no local mais escuro do bar, O cheiro de sexo estava impregnado no seu corpo... Sou tão canalha quanto Sousuke.
 Ele queria despejar seu ódio pelo abandono, E sua tristeza pela perda, O poderoso Alexander Nikolaevich Hell já não era mais o mesmo... Iria dormir com quantas fosse preciso pra esquecer o corpo dela, Olhou a fita de seda no seu pulso e sorriu amargamente.
 - Porque me deixou?- Ele diz e engole a última dose de uísque, Logo algumas das prostitutas do bar se juntam perto do corpo do jovem, Se esfregando e lhe beijando pescoço e ombros... Ele era Dante em seu inferno, Pecados... Luxúria e orgulho.
 Ele suspirou e deixou que seus pecados o consumisse.

 A ruiva suspirou, Sousuke havia sido um rapaz maravilhoso, Cuidando dela e do bebê... Sua barriga pequena de quatro meses nem era visível, Aprendendo a controlar sua espada... Ele era muito atencioso, Mais não era Sasha.
 Logo ela não poderia mais treinar, Acariciou a barriga e nem notou quando Sousuke havia entrado.
 - Ei moça porque está tão cabisbaixa?- Ele diz e acaricia meu ombro.
 - Oh nada Suke.- Digo e o olho, Os cabelos pretos dele lhe caiam encaracolados na testa, Aquele cabelo ondulado.
 - E como está meu meninão?- Ele diz e se curva beijando minha barriga.
 A moça se ajeitou na espreguiçadeira o rapaz lhe abraçou o torso, A jovem lhe sorriu gentilmente.
 - Mafuyu você não vai voltar pro ferro, Vai?- Ele perguntou um tanto tenso.
 - Penso em voltar quando o bebê nascer.- Digo e lhe olho nos olhos.
 - Ele vai matar essa criança.
 - Ele jamais faria isso.
 - Mafuyu eu convivi um tempo com o ferro para saber que ele é louco.
 - O que quer dizer com isso?- Ele me acaricia a mão.
 - Ele te torturou tanto que você não enxerga o monstro que ele é... Sasha é o próprio diabo.- Ele diz e morde o lábio apreensivo.
 - Ele não me torturou... Ele jamais fez algo que não quisesse.- Digo mais logo me lembro da noite em que ele me violou, Mordi o lábio e o olhei com um pouco de receio.
 - Ele te estuprou?- Suke me olha.- Essa gravidez é fruto de um estupro?
 - Jamais!- Digo exasperada e logo lhe toco a mão com calma.- Ele cuidou de mim... E me apaixonei por ele.
 - Você é uma pessoa muito bondosa.- Ele diz e acaricia meu rosto.
 - Só acho que a gentileza é uma boa moeda para o sofrimento.- Digo e lhe olho.- Você tem de aprender que as vezes nossa vida e como o mar... As ondas as vezes nos derrubam, Só que você escolhe se afunda e morre ou nada e sobrevive.
 - Quer dizer que?- Ele me olha intrigado.
 - Que se o Sasha é assim foi porque o sofrimento o moldou.- Digo e suspiro.
 - Vai contar sobre o menino?
 - Ainda não é o momento.
 - Quando será?- Ele escora a cabeça na minha barriga.
 - Quando ele nascer.
 - Você não precisa contar a verdade...- Ele diz  e dedilha minha canela.
 - E o que faria?- Digo e acaricio os cabelos cacheados dele.
 - Eu assumo o bebê... Eu posso ser... Eu quero ser o pai dele.- Sousuke diz com firmeza.
 - Ele não é seu filho... - Digo e suspiro.
 - Eu já o amo como se fosse.
 - Eu não quero te dar um fardo para carregar.
 - Eu quero essa criança... Eu sempre quis um filho.
 - E porque não teve?
 - Porque não posso...
 - Oh... Me desculpe... Eu não...
 - Tudo bem... Mafuyu eu posso ser um pai pra essa criança.
 - Suke... Eu agradeço, Mais não posso.
 Dito isso me levantei e fui para meu quarto deixando Sousuke sentado no chão com a cabeça na espreguiçadeira, Me doía a situação... Sasha eu não poderia lhe negar conhecer o próprio filho... Ou poderia.



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