História O acordo - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seikon no Qwaser
Personagens Alexander "Sasha" Nikolaevich Hell, Ekaterina "Katja" Kurae, Mafuyu Oribe, Personagens Originais, Tomo Yamanobe
Tags Romance, Sasha X Mafuyu
Exibições 61
Palavras 3.518
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiiieeeeee gente voltei perdão a demora mais eu preciso continuar minha fic de Hellsing que está em andamento.
muito obrigada pelo apoio boa leitura amo vocês

Capítulo 17 - O acordo com inimigo


Fanfic / Fanfiction O acordo - Capítulo 17 - O acordo com inimigo

Um canalha era isso que ele era, Um fodido de um canalha... A ruiva estava a tremer de raiva, Como ele pode usar Edward para isso, O seu coração doía imensamente... Perder seu filho era insuportável.
 - Temos um acordo Mafuyu.- Ele diz e se senta na sua cadeira, O formigamento no corpo da jovem era persistente demais.
 - Que tipo de acordo?- A garota diz séria e ele sorri.
 - Você é minha... Ele é seu.- Ele diz a garota se vira e o encara.
 - Não tem vergonha de usar uma criança ao seu favor?- A jovem diz incrédula com a situação.
 - No mundo dos negócios sempre tenha o maior número de armas possível.- Ele diz e pega um outro cigarro colocando na boca e acendendo, Ele tragou e logo retirou da boca soltando a fumaça mentolada.- Como você me chamou mesmo? Crápula ganancioso?Eu sou pior que isso Mafuyu.
 - Você é um filho da puta.- Ela diz com a raiva visível e palpável.
 - Deskraykovich Mafuyu... Que linguajar!- Ele diz parecendo está ofendido, Ele tragou o cigarro mais uma vez.- Temos um acordo?
 - Um acordo... Ta brincando né?- A ruiva riu alto, E logo bate palmas.- Nem ferrando.
 - Só quem sai perdendo é você... Não sou eu a perder a guarda de meu filho.- O homem diz dando sua cartada final, A ruiva estava a morrer de raiva, Os nos dos dedos se encontravam já brancos de tanto que ela apertava a mão,Ela o encarou furiosamente.
 - Ele jamais te dariam a guarda do "meu" filho.- Ela diz e bate no peito.
 - Se toca Mafuyu... Olhe a sua volta, O mundo gira em torno do dinheiro.- Ele sorri e joga a bituca de cigarro no cinzeiro e se levantou abrindo os braços.- E eu tenho dinheiro suficiente para comprar a opinião de qualquer um... Ter uma guarda não é diferente.
 - Se tem tanto dinheiro assim porque não compra uma prostituta, Porque não come as mulheres que se rastejam aos seus pés?- A mulher diz e logo sorriu.- Você não é tão poderoso assim?
 - Tenho dinheiro de sobra... Mais não foram essas mulheres que me deixaram por outro cara.- Ele diz e logo se aproximou dela.- Eu quero ver você chorar e implorar para que eu pare... Você será minha cadela querendo ou não, Eu tenho você em minhas mãos.
 - Eu me recuso.- A garota diz rispidamente.- Prefiro trepar com um bordel inteiro a ter você encostando em mim novamente.
 - Acho que você já leu os papéis do processo e tem idéia de que uma vez comigo, Você nunca mais o verá.- Ele sorriu e logo se sentou na cadeira, Com um cotovelo no braço da cadeira com a mão no queixo.
 - Seu miserável filho da puta.- A garota diz e logo o encara com raiva, Passando as mãos nos cabelos vermelhos fogo.- A verdade Alexander é que você não suporta um não, Eu ir embora da sua vida foi um não... Seu narcisista, Sabe porque você está tão rancoroso? porque não suporta a idéia de que eu tenha transado com outro, Que ele tenha me feito implorar por mais... Que ele seja melhor que você.
 - CALA A BOCA!- Ele disse se levantando com brusquidão, Ele se aproximou dela com os olhos em chamas.- POUCO ME IMPORTA PRA QUEM VOCÊ ABRIU AS PERNAS.
 - Deskraykovich Alexander... Que linguajar.- A garota se aproximou dele lhe colocando a mão sobre o peito dele o rodeando.- É verdade... E você sabe disso, Eu não sou uma vadia, Eu não sou você que se satisfez com qualquer uma.
 Ela tocou as costas do homem que estava sério, Ele apertava as próprias mãos, As luvas negras estavam se amassando, O pulso branco começou a ficar a mostra, A garota sussurrou contra o ouvido do mais novo.
 - A verdade é que você é apaixonado por mim.- Ela diz e se afastou dele se sentando na mesa, Ela cruzou as pernas e pois os braços atrás de si usando como um apoio.
 - A verdade Mafuyu é que você não trepou com ninguém porque me ama.- O rapaz diz se virando e a encarando.
 - Amar você? Se enxerga.- A garota diz e colocou cada braço ao lado do próprio corpo.
 - De qualquer jeito você é minha.- Ele diz e se aproximou da mesa vendo a jovem tremer.- Eu lhe disse Mafuyu... Eu sou muito pior que isso.
 Ele logo se põe a frente dela, Ele lhe abriu as pernas com brutalidade vendo a jovem gemer de dor e o olhar espantada, Ela não recuou... Ele lhe segurou o queixo e mordeu o próprio lábio, Naquele momento eles perceberam que amor e ódio andam lado a lado.
 - Você não pode mentir... Me deseja.- Ele diz e vê a jovem com um olhar fulminante.
 - Prefiro passar de mão em mão a ficar com você.- A garota disse decidida, Aquilo doeu no peito do rapaz, Ela o repudiava tanto assim? A raiva do abandono dela o tinha afetado... Ela estava ali em suas mãos, Entregue ao seu jogo.
 Ele não pensou duas vezes ele lhe puxou as costas do vestido lhe estourando os botões que foram ao chão, Ela segurou a parte frontal do vestido e se debateu em seus braços.
 - Me larga.- Ela dizia aos berros que logo eram cobertos por gemido agudo de dor, Ele lhe apertava a carne das coxas, Ele iria a estuprar? Não na concepção dele, Ele iria apenas tomar algo que sempre fora seu.
 Ela já não tentava mais segurar o vestido mais sim afastar o corpo dele do seu, Ele com uma das mãos segurou o pulso dela, A jovem já se encontrava deitada sobre a mesa com os papéis espalhados no chão, Ele colocou um dos pulsos da jovem sobre a cabeça dela e com a outra mão abriu as pernas dela o suficiente para se encaixar ali.
 A jovem libertou um dos pulsos e segurou a gravata do rapaz na tentativa de sufoca-lo, Aquilo o excitava, Não eram aquelas prostitutas, Não era Paulina era só ela que o deixava com tanta fome... Uma fome por luxúria.
 Ele lhe arrancou a parte de cima do vestido, As mangas do vestidos na altura dos cotovelos lhe privava de muitos movimentos, A jovem se debatia muito lhe acertava o rosto muitas vezes, Mais ele estava no controle, Ele desafivelou rapidamente o próprio cinto, O rosto da jovem estava corado e medroso ao mesmo tempo, Lhe subiu a saia vendo a pequena calcinha azul marinho. Ele com precisão se afastou dela o suficiente para retirar a calcinha dela rapidamente que jogou em um canto qualquer da sala, A jovem se esquivou dele e cobriu a nudez com as mãos, Tentou descer da mesa, Mais ele lhe segurou a cintura e a puxou novamente para seu corpo, Ela tentou manter os joelhos juntos, Não queria dar o braço a torcer... Ela o desejava.
 Ele lhe abriu as pernas novamente se encaixando entre elas, A jovem se encontrava deitada novamente na mesa, Ele aproximou a mão da boca da jovem que virava o rosto freneticamente, Lhe enfiou dois dedos na boca, Ele debruçou um pouco o corpo sobre o dela.
 - Chupe.- Ele falou em tom de ordem, Uma lágrima escorreu no rosto da jovem e ela o fez, Chupou os dedos do rapaz que retirou de sua boca que se encontrava cheia de saliva.
 - Pare... Pare.- Ela dizia com a voz embargada, Ele não iria parar... Ela estava em seus braços, Ele precisava dela com urgência, Lhe tocou a intimidade com os dedos úmidos e sorriu.
 - Você já estava bem lubrificada... Não há necessidade disso.- Ele diz e lhe penetrou o primeiro dedo que entrou sem dificuldade, A jovem arqueou o corpo e gemeu sofregamente lhe segurou os ombros com força e virando o rosto.
 - Pare.- Ela dizia com dificuldade, Ele não se importou a penetrou o segundo dedo, Ela estava com a aparência mais adulta mais ainda era a Mafuyu que ele conhecera. A jovem o segurava os ombros e gemia, Ele retirou os dedos, A jovem aproximou as mãos da intimidade na tentativa de o afastar qualquer toque dele.
  Ele lhe segurou com apenas uma das mãos os pulsos magros dela acima da cabeça, O vestido se embolava sobre os seios da jovem, Ele com uma das mãos retirou o membro ereto da boxer e lhe aproximou da intimidade da jovem.
 - Não, Não... - Ela gritava e se debatia, Ele a olhou nos olhos e sorriu, Lhe penetrou sem cerimônia, A garota lhe afundou as mãos nos ombros, Ela estava apertada, Ele sorriu ela não havia tido relações sexuais com ninguém, Além dele.
 - Por favor pare... Pare.- Ela dizia já sem muito fôlego, Ele lhe segurou uma das coxas a pressionou contra o quadril, Ela segurou na mesa onde pode, Seu corpo contra o vidro frio, O barulho de papeis caindo no chão, O notebook que caiu no chão se partindo a tela.
 As janelas que iam do chão ao teto como as de seu quarto, Ele via a expressão desesperada da jovem, O rosto corado e ofegante a boca entreaberta que gemia devagar, Os cabelos vermelhos fogo espalhados no vidro... Nunca se sentiu tão poderoso quanto agora.
 - Implora mais.- Ele disse e viu as lágrimas dela escorrerem lhe na face, Ele a machucava... Ele desacelerou o ritmo vendo a jovem o olhar em suplica.
 Ele iria broxar? Ele saiu de dentro dela e viu a menina... Sim a menina, Porque era o que ela parecia no momento, Ele se sentou na cadeira de couro giratória e viu a jovem o encarar segurando o vestido contra o corpo.
 - Você perdeu o dom de me excitar.- Ele diz, A mulher abre a boca em sinal de indignação, Ela deu um breve sorriso... Ele iria desistir de Edward.- Sabe o que isso significa? Exato... Eu não saiu perdendo, A criança é minha.
 - Você não pode... - A garota diz e saindo de cima da mesa, Ela o encarou.
 -Eu posso... Tanto que se usar a argumentação de que você me privou de conhecer a criança eles te tiram o direito de vê-lo.- O rapaz disse e coloca o membro dentro da cueca, Ele a olhou e afrouxou a gravata.
 - Seu ordinário você me estuprou e ainda quer tomar meu filho.-Ela diz e esmurrou a mesa.
 - Nada que você faça ira mudar minha cabeça.- Ele diz e logo desfaz o nó da gravata, A garota caminhou até a cadeira giratória e soltou o vestido que lhe desceu o corpo esculpido, Ela levou as mãos as costas e abriu o feixe do sutiã azul de rendinhas.
 Ela caminhou até ele com os saltos 12 também pretos e se ajoelhou de frente para o rapaz que mantinha o olhar fixo nos passos da jovem, Ele a olhou desafiador.
 - Eu juro que um dia te mato.- Ela diz e segura o cos da calça dele.
 - Estarei esperando.- Ele diz, A garota se levantou desabotoando a camisa do rapaz, Quando o peitoral pálido ficou exposto ele a olhou, Ele lhe acompanhou com os olhos, Ela lhe segurou os cabelos da nuca lhe puxando a cabeça para trás lhe beijando o pescoço e chupando devagar, A pele dele se avermelhava... Era quente, Apetitosa... Irresistível.
 Mais isso não tinha nada a ver com desejo e sim com ter Edward, Ela faria qualquer coisa para ter seu filho sempre consigo... Se isso significava ser a prostituta do Nikolaevich, Ela faria.
 - Temos um acordo.- Ela diz sussurrando contra o pescoço dele, Vendo o corpo do mais novo se arrepiar aos poucos, Ela deslizou as mãos para calça do homem.- O que quer que faça?
 - Não quero mais um acordo... Eu fico com o menino.- Ele diz sério, E logo mordeu o lábio.
 - Sua boca mente seu corpo jamais.- Ela disse calma lhe descendo a camisa pelos ombro e dedilhando a carne com doçura.
 - Temos um acordo então.- Ele diz e a olha.- Ajoelhe-se...
 Ela se ajoelhou a frente dele, Ele lhe segurou o queixo e logo se curvou um pouco lhe tomando os lábios com selvageria e brutalidade, Os lábios bem desenhados da jovem se encontravam avermelhados... Ele se separou daquele beijo e olhou a jovem que estava com os olhos avioletados de desejo.
 - Chupe...- Foi o que ele disse e se sentou relaxadamente na cadeira de couro, As pernas longas do rapaz estavam abertas...  O suficiente para que ela fizesse o que ele mandou, Ela olhou a calça já aberta dele, Levantou o olhar e viu a pose imponente dele.
 - Faça...- Foi o que ele disse e a jovem logo puxou sua calça com delicadeza, Ele não mostrou expressão, Ela dedilhou o elástico da boxer branca e lhe puxou vagarosamente, Não era mais a sensação de quando eram mais jovens... Não havia qualquer vestígio de amor no olhar dele.
 Aquilo era uma vingança... Ele iria humilha-la, Porque o Nikolaevich era extremamente vingativo. O problema da jovem é que algo em seu peito aquecia por ele, Algo em seu corpo que só que só entrava em combustão pelo toque dele.
 - Que a sanidade vá para o Inferno.- Ela diz e lhe segura o membro, Duro pulsante e latejante... Ele poderia dizer o que quisesse mais não poderia mentir que não a desejava.
 - Era o que esperava... Bem obediente.- Ele diz e logo sorriu lhe segurando os cabelos, A jovem começou a massage-lo devagar queria tortura-lo mais, bem mais... Ela sorriu ao ver ele olha-la com certa pressa.
 - Está com pressa Nikolaevich?- Ela diz divertida com a situação,Ela usou o polegar para massagear sua glande.
 - Nem um pouco... Posso passar a noite inteira assim.- Ele diz um pouco mais rouco que o normal, Ela lhe olhou travessa... O albino viu o olhar inocente da jovem se transformar em pura luxúria e pecado.
 Ela mordeu o lábio devagar soltando-o já avermelhado e úmido, Ela aproximou a boca de seu membro, Quando foi a última vez que fez isso?
 Os lábios dela se envolveram no membro do rapaz, O homem jogou a cabeça para trás em um gemido rouco e perverso. Sem querer admitir ela sabia a verdade, Ele de algum jeito era seu dono. Ela chupava vagarosamente e sem pudor, Aquela cena não censurada... Ela fazia o ritmo com a boca com lentidão, Enquanto sua mão direita lhe massageava a base, Ela retirou a boca escutando o barulho do estalo da saliva, Ele estava lambuzado no próprio pré gozo e a saliva da jovem, Ele lhe segurou o queixo e acariciou o lábio avermelhado da jovem que em resposta lhe mordeu o dedo carinhosamente.
 Ela o olhou com ternura... Algo em Sasha o deixou inquieto, Ela não parecia ter envelhecido... Pelo contrário parecia mais jovem ainda, Ele levantou se despindo, O corpo magro e alto com a leve marca de nascença no pescoço lhe dava um ar todo a ser explorado... Era misterioso, Era elegantemente sexy.
 Ele a ajudou a levantar, Logo os dois corpos se abraçaram em um beijo pecaminoso, Ele segurou no quadril da jovem a erguendo para que suas pernas lhe enlaçarem o quadril, Os saltos agulha se apoiavam sobre a bunda do homem.
 - Deixe-me retirar os sapatos.- Ela dizia entrecortada por beijos, Ele lhe colou contra a parede a pressionando.
 - Não há necessidade... Fique com eles.- Ele disse sem se preocupar se aquilo doía, Era sexy.
 Não havia pudor, Era algo natural certo? Era da natureza do jovem amar aquela mulher, Se o pecado tivesse forma humana seria com toda certeza a forma do  corpo esculpido da jovem.
 Mais a mente do rapaz era um verdadeiro inferno, Os toques da pele nua e um tanto fria da jovem lhe tiravam a sanidade aos poucos, Ele lhe deitou na mesa, As pernas da ruiva ainda o enlaçavam... A respiração descompassada lhe erguia o peito, A barriga lisa dela foi percorrida pela mão do homem, As veias nos antebraços começavam a ressaltar.
 - Está enferrujado Nikolaevich?- A garota brincou com a expressão de sarcasmo.
 - Veremos se você aguenta.- Ele disse e a penetrou, Os saltos fincaram na carne branca do homem que mordeu o lábio ao ver a cena deliciosa que era o jovem sendo invadida, Ele se enterrou profundamente na intimidade molhada, Logo saindo quase por completo e lhe penetrando novamente.
 Os braços da jovem lhe envolviam o pescoço e ela gemeu ao sentir seu local apertado ser ocupado com tanta urgência... Ele lhe segurou as coxas fartas e se moveu com força, Os músculos das costas se contraíram ela gemeu alto ao sentir que estava quase se entregando.
 - Seu ordinário... -Ela disse em um sussurro rouco, Ele se apoiou na mesa e se afastou quase se retirando dela e a invadiu com força e intensidade.
 - Sua boca pode mentir... Sua boceta jamais.- Ele diz no ouvido da jovem que mordeu o lábio.- Você implora pra ser fodida.
 - E você implora pra me comer.- Ela disse e ele logo lhe chupou o pescoço.
 - Porque você é apertadinha... Só pra mim.- Ele disse e logo a olhou com pecado e desejo.- Se despeje... Me mele inteiro.
 - Você é um imoral... - Ela disse ofegante e ele deu uma leve risada convencida.
 - Por acaso estou errado?- Ele diz lhe fazendo um ritmo lento, A jovem gemeu alto e ele lhe chupou o pescoço com voracidade, Se ficasse uma marca pouco importava.
 - Sim... Ah... Você está errado.- Ela diz cravando as unhas nos ombros dele e suspirando.
 - Você sabe que não... - Ele disse e logo intensificou o contato, A pele dela lhe friccionava no corpo, O homem quase não tinha pelos e os que tinham eram extremamente claros, Os músculos dele eram discretos mais visíveis e sua cabeleira branca já se encontrava pouco úmida.
 A pele da jovem brilhava contra a luz fraca daquele escritório, Os seios fartos se movimentavam de acordo com o corpo de Sasha que a estocava com força, As pernas o envolviam e sua intimidade o buscava, Estava em combustão... Estava molhada e excitada demais.
 - Por favor... Ah Sasha... Dói.- Ela disse lhe abraçando o pescoço em um abraço, Sua intimidade se encontrava sensível devido ao estupro anterior, Mais seu corpo o desejava... Demais.
 - Vire... Fique de quatro... - Ele disse com delicadeza contra seu ouvido, A jovem retirou as pernas do quadril do rapaz a contra gosto, E ele logo a desceu da mesa sem muita cerimônia, A garota se apoiou na bancada da mesa de vidro e sorriu travessa com a situação.
 - Vai broxar?- Ela perguntou e logo ele lhe penetrou, Apertada... Oh sim ele a possuirá como jamais outro o faria, Ele lhe forçou contra a bancada e ela sentiu ser tomada completamente por ele.
 - Eu nunca broxo.- Ele diz e apoiou uma das mãos na mesa e outra no quadril da moça, As bolas dele lhe batiam contra a carne macia da bunda da jovem, Se avermelhava cada vez mais... Os gemidos dela estavam constantes e altos, Lhe inflavam o ego... Ele gemia rouco e baixo.
 Ele estava frenético e atencioso no momento, Suas mãos fortes lhe apertavam a coxa, Ele lhe beijou a nuca e sentiu o arrepio dela contra seus lábios, Ela arrebitou a bunda e escutou o gemido alto dele... Ele gostava.
 Ela estava na ponta dos pés debruçada sobre a mesa com os braço estendidos acima da cabeça e os cabelos espalhados no vidro.
 - Mais força... - Ela dizia ofegante e quem ele era para lhe negar isso, Se movimentava com força e lentidão, Ela estava no seu limite e ele também a garota rebolou contra o pênis ereto do rapaz.
 Ele gemeu alto pornográfico e rouco, Ah pelo amor de Deus... Ela suspirou e se despejou sobre ele, Ele lhe segurou o quadril e enquanto lhe penetrava por trás lhe massageava o clitóris com a mão, Ela gemia estava exausta, Ele logo suspirou e lhe despejou todo seu desejo dentro dela, Ficaram ali conectados por um tempo até que ele saiu de dentro dela e começou a se vestir, Uma lágrima solitária lhe escorreu a face branca... O que ela era a não ser uma prostituta.
 Ela não mencionou nada apenas pegou as vestes espalhadas pelo chão e se vestiu logo virando as costas ao homem.
 - Mais alguma exigência Sr Nikolaevich?- Ela diz seca e sem expressão.
 - Sim... Deixe sua calcinha.- Ele diz sério a garota o olha incrédula mais logo retira a calcinha jogando na direção do homem.- Obrigada.
 Ele disse e ela logo foi em direção a porta, Ela não olhou para trás, Ela suspirou e falou com magoa.
 - Queime no inferno Nikolaevich.- Ela disse e logo saiu da sala, O vestido de botões arrebentados e os saltos que lhe doíam os pés no momento, Mais nada doía mais do que o que aconteceu.
 " Eu sou sua Sasha "
 



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