História O Acordo - Capítulo 25


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Categorias Amanda Seyfried, Ian Somerhalder, Nina Dobrev, Paul Wesley
Personagens Amanda Seyfried, Ian Somerhalder, Nina Dobrev, Paul Wesley, Personagens Originais
Tags Acordo, Amanda Seyfried, Drama, Ian Somerhalder, Nina Dobrev, Romance
Exibições 152
Palavras 2.667
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie! Espero que gostem deste capítulo por que eu gostei dele...
Boa leitura!

P. S.: Deêm uma olhadinha nas notas finais depois por que lá tem uns links massa!

Capítulo 25 - Omg!


No dia seguinte como combinado estávamos todos, ás margens do velho lago Hantson sentados sobre uma toalha xadrez à sombra de uma grande figueira. Antes um pouco de comermos meus sobrinhos queriam jogar bola e lá se foram meu pai, Paul e Ian jogar bola com os dois pirralhos. Fiquei encarando aquela cena com a o queixo levemente caído, minha irmã riu e minha mãe falou: - Acho que ele vai ser um pai excelente!
: - Está louca mãe?
: - Louca por que Amanda? Um dia vocês podem ter filhos...
: - E eles vão ser lindos.
Completou minha irmã, eu revirei os olhos dizendo: - Vocês não acham que uma mulher pode não querer ter filhos?
: - Uma outra mulher qualquer sim, mas você sempre disse que um dia queria ter filhos!
Minha sempre conseguia me tirar do sério, antes que ela dissesse mais alguma coisa eu falei: - Eu tinha quartoze anos!
: - Ai Amanda! Ás vezes até parece que você não quer gostar do seu namorado. Para de ser boba!
: - Você que fica pegando no meu pé, eu já disse...
: - Parem meninas! Não vou falar de novo, ok?
Nos calamos ao ouvir minha mãe.

Depois de muita queda no gramado e gritos vitória todos voltaram a se juntar sobre a toalha xadrez para saborearmos as delícias que mamãe havia feito. As crianças comia e riam satisfeitas, as crianças já até chamavam Ian de tio, o que fazia ele abrir um belo sorriso. Depois as crianças foram brincar pelo parque, enquanto meu cunhado e irmã e meus pais deitaram por ali mesmo e dormiram o maravilhoso sono pós-almoço. Eu me levantei disposta a dar uma caminhada, Ian lia um livro ao qual não me atentei ao título. Assim que me pus de pé ouvi sua voz macia perguntar em um tom baixo: - Sei que não me interessa, mas aonde você vai?
Eu não estava afim de companhia, mas acho que seria estranho eu sair para caminhar sem meu futuro noivo, por isso o convidei: - Vou ir caminhar, quer vir? Posso te mostrar o parque!
Prontamente ele se colocou de pé respondendo: - Claro! Eu adoraria.

Caminhamos alguns metros em silencio, pela longa estrada que era coberta pelas lindas flores amarelas das arvores que a costeavam, a certa altura achei que seria bom quebrar o gelo que se formava a cada passo: - Eu e minha irmã adorávamos vir aqui aos fins de semanas! Jenni gostava de vir por que os garotos do bairro vinham jogar beisebol e tinha um dos meninos por que ela era apaixonada e eu vinha por que eu jogava com os rapazes! Então ela sempre me trazia com a desculpa de que ia cuidar de mim, quando na verdade ela queria era ver o garoto.
Ele riu e com as mãos no bolso caminhando ao meu lado disse: - Vocês duas são bem diferentes!
: - É! Acho que sim. Mas, sabe! Isso é o que nos completa.
: - Acho que posso entender! Robyn e eu somos bem parecidos nesse aspecto. Mas, no nosso caso ela é uma eterna aventureira e eu sou um chato!
Rimos os dois e tentando parecer amigável eu disse: - Você não é um chato! Parece ser um, mas não é.
: - Não sou?
Ele perguntou com uma de suas sobrancelhas arqueadas, ao que eu respondi: - Não totalmente!
Rimos novamente: - Uau! Acho que devo considerar isso um elogio, certo?
: - Sim! Quer dizer, você só é tão certinho e tão sério. Acho que sou um das poucas que já o viu sorrir.
Seu lábio se repuxou para a direita em um belíssimo sorriso de lado e ele concordou comigo.

Continuamos caminhando enquanto eu dizia: - Me diga quando foi á última vez que você pagou algum mico, alguma coisa que foi idiota que te fez sorrir em público?
 : - Eu preciso ser sincero?
: - Por favor!
: - Nunca.
: - Viu! Eu mesmo, pago tanto mico e soou tão desastrada que ás vezes eu me assusto. Claro, isso não é ótimo, mas ás vezes, só vezes torna tudo mais engraçado e feliz!
: - É que é um pouco difícil para mim, entende?
Acenei positivamente e depois de alguns segundos perguntei: - Quando foi a última vez que foi a uma festa, mas uma festa de verdade? Ou a algum pub ou coisa parecida?
: - Acho que na época em que eu fazia faculdade...
: - Sério? Hoje á noite, vamos sair só eu e você. Vou te levar um dos melhores pub’s de Allentown, vou te ajudar a lembrar de como é que se diverte de verdade!

  Terminamos nossa caminhada chegando novamente no mesmo local de partida. À noite eu avisei meus pais que íamos sair e não tínhamos hora para voltar, banhei passei meu melhor perfume e entrei em um dos meus vestidos de mocinha comportada, soltei os cabelos e carreguei os lábios com batom vermelho, me encarei no espelho e tudo que vi foi uma mulher elegante e bem arrumada. Sorri para meu reflexo e desci as escadas até a sala, quando cheguei lá avistei um Ian vestido como um belo e atraente bad boy, ele usava uma camisa de algodão em uma cor na qual eu classificava como vinho, por cima uma jaqueta de motoqueiro que lhe dava uma tremenda sensualidade, ainda mais com aquele olhar sedutor, e para finalizar ele ainda vestia uma calça jeans preta que ficava justa na medida certa e um coturno preto. Acho que nem preciso dizer que Ian estava um pedaço de mau caminho, certo?

Quando ele me viu soltou um UAU! E eu sorri timidamente. Nos despedimos de meus pais e quando estávamos prestes a entrar no carro eu disse: - Me dá as chaves!
: - O que?
Ele perguntou surpreso, eu ri e disse com a mão estendida: - Isso mesmo que você ouviu!
: - Tem certeza? Eu posso dirigir e você me indica o local.
: - Somerhalder! Espero profundamente que você não esteja insinuando que duvida das minhas excelentes habilidades como motorista!
: - Não posso duvidar de algo que eu nunca vi!
Dei um tapa leve em seu ombro e ele me entregou a chave, eu ia abrir a porta quando ele quase gritou: - NÃO!
: - O que foi?
: - Eu abro a porta para você!
Revirei os olhos e sorri para ele que segurava a porta com aquele seu olhar de fazer qualquer um tremer na base.

No carro ele colocou o cinto e disse: - Vá com calma e pare nos semáforos vermelhos, ok?
: - IAN! Pode parar.
: - Tudo bem! Me desculpe.
Rimos os dois. Dei partida e nos coloquei a caminho do pub.

Chegamos ao tal lugar, lá de fora dava para ouvir uma música tocando alto lá dentro. Estava cheio de pessoas, Ian respirou fundo dizendo: - Quanta gente! Deve estar bem apertado lá dentro.
: - Eu sei. E essa é a melhor parte!
Ele uniu as sobrancelhas com uma expressão engraçada. O segurei pelo braço e entramos na fila até que adentramos o lugar. Estava incrivelmente lotado, haviam pessoas bebendo, dançando e as que se pegavam pelos cantos. Segurando em seu braço atravessamos a multidão até o bar, o jogo de luzes me deixava um pouco tonta, mas nada que uma dose de vodka não resolvesse. Quando alcançamos o bar perguntei para ele em seu ouvido, já que com a música alta não dava para ouvir direito: - E aí? O que está achando?
Ele respirou fundo e falou em meu ouvido: - Tirando o fato de alguém ter apertado minha bunda, está indo tudo bem!
Eu ri da expressão engraçada que ele fez e disse ainda: - Também com um bumbum desses deve – se esperar que alguém faça isso, certo?
Ele riu alto desta vez.

Virei para o garçom e pedi uma vodka com suco de laranja e Ian pediu uísque puro com gelo, já que o mesmo é acostumado com bebidas fortes. Eu comecei a me mover ao som da música, enquanto ele me olhava de soslaio. Depois de beber um gole de sua bebida ele perguntou: - O que a gente faz agora?
: - Bom agora a gente dança!
Terminei de tomar minha bebida e pedi outra, ele aproximou-se dizendo: - Então! Eu não sei dançar essas músicas. Só sei valsa e olha lá.
: - Eu ri e virei todo o conteúdo do copo, fique um pouco tonta e mais sorridente, peguei ele pelo braço e o puxei para mais do meio da pista de dança e disse: - Tudo bem! Eu te ensino a dançar. Essas músicas não exigem grandes coreografias. Aqui é só se soltar e deixar o som te levar...
Me soltei fazendo movimentos sensuais e delicados, os olhos dele não saiam dos meus. Me aproximei e o segurei pela lamela da jaqueta dizendo com uma voz manhosa: - Vamos lá Ian! Se solta.
: - Eu não sei. Não levo tanto jeito para dançar assim como você.
: - Vai ser nosso segredo!
Ele revirou os olhos e ergueu as mãos em sinal de rendição e quando uma música da Lady Gaga, Just Dance para ser mais específica. Neste momento ele se soltou e começou a dançar, não consegui conter o riso ao ver Ian se mexendo desajeitado, seu olhar ainda se mantinha sedutor e sexy, mas seus movimentos eram sem ritmo e completamente desajeitados, era tão engraçado que chegava a ser fofo.
(Se você quer ver como o Ian dançou nessa festa da uma olhadinha na notas finais, tem o link do vídeo lá!)

Eu não resisti e comecei a dançar também, toda desajeitada. Dançamos por horas a fio, ele ria tão facilmente e tão sedutoramente, que eu já me sentia fisgada por ele. Ao final da festa, os dois estavam um pouco alcoolizados e por isso resolvemos deixar o carro no estacionamento e buscar no dia seguinte. Caminhávamos meio que cambaleando e rindo feito dois adolescentes na rua em altas madrugadas. Estávamos passando perto do lago Hantson quando eu tive uma ideia: - Quer ver uma coisa?
: - O que?
: - Vem comigo!
Entramos no parque por um buraco que havia na tela, caminhamos alguns metros na estradinha por onde andamos mais cedo, depois retirei os saltos e adentramos a mata por uma trilha que quase não dava para ver, pois o mato crescera pelo caminho. A lua iluminava tudo. Ian me seguiu em silencio. Depois de caminhar um pouco chegamos á um pequeno espaço gramado, de onde dava para ver uma parte linda mata, que estava cheia de vagalumes, no céu a lua e as estrelas dançavam para nós. Ian parecia estático com toda aquela beleza, e devo dizer que ele sob a luz do luar ficava ainda mais lindo também.

Sentei-me na grama de frente para o rio, coloquei as sandálias no chão ao lado. Logo ele sentou-se ao meu lado, eu deitei e fitei o céu, senti a grama ao meu lado amassar quando ele também deitou, depois de alguns segundos em silencio eu disse: - Não é lindo?
Eu podia sentir seu olhar sobre mim e ouvi sua voz sensual dizer baixo: - É muito lindo...
: - Os vagalumes dão um tom mágico a tudo não acha?
: - Claro! O lugar também é lindo.
Senti minhas bochechas corarem violentamente, respirei fundo e sentei-me novamente, desta vez encolhendo os ombros e frio, Ian sentou-se e perguntou: - Está com frio?
Concordei em silencio, então ele tirou a jaqueta e a colocou sobre meus ombros. Senti seu maravilhoso perfume me embriagar, ele levou uma de suas mãos ao meu rosto e tirou uma mecha de cabelo do mesmo. Depois deixou o polegar acariciar aquela região, sua mão foi descendo para minha nuca, e eu á essa altura só implorava mentalmente para que ele me beijasse. Logo senti seus lábios macios tocar os meus, sua língua sedente pedir passagem e explorar calmo cada misero espaço da minha boca, a posição a qual estávamos não era muito confortável, por isso muito habilmente e sem cortar os beijos e carinhos ele me deitou, se mantendo por cima de mim. Uma de suas mãos foi até minha cintura, enquanto a outra se mantinha firme no chão servindo como apoio. Minhas mãos se enroscaram em seu pescoço e hora ou outra puxava devagar seus cabelos sedosos, nossos beijos estalavam em meio ao silencio do parque. Cortamos o beijo para recuperar o fôlego, mas ele não parou. Desceu os lábios até o vão entre meu ombro e meu pescoço, beijou suavemente ali, deslizou os lábios ali, mordiscou, me fazendo arrepiar. Senti seu riso fraco sob minha pele, nossos lábios voltaram a se encontrar, sua mão massageava minha cintura e aos poucos descia em direção ás minhas pernas, e quando finalmente tocou minha pele, meu corpo se acendeu e uma queimação em baixo da minha calcinha começou.

Sua mão subiu meu vestido e seus lábios desceram para o colo e ali ele depositou beijos me fazendo arfar, depois ele voltou a beijar calmo meu rosto e pescoço, mordiscou o lóbulo da minha orelha sussurrando já meio rouco: - Você me deixa louco, Amanda!
Senti ele largar um pouco seu peso sobre mim e então percebi que o volume em sua calça estava um pouco acima do normal, ele estava excitado com a nossa situação e isso me causava excitação, saber que um homem como ele estava desse jeito por minha causa me deixava excitada, meus seios doeram ao ficar com os mamilos rígidos. Nosso olhar se encontrou, senti sua mão segurar a barra da minha calcinha por baixo do vestido, minha respiração ficou descompassada, e quando ele ia levar os dedos para dentro da minha roupa uma voz envelhecida gritou ao longe: - Quem está ai? São vocês são moleques vândalos, eu vou ligar para a policia!

Levantamos rápido, peguei minhas sandálias e ele a sua jaqueta. Corremos fazendo o caminho de volta, riamos igual a crianças que estavam fazendo arte! O que de feto estávamos fazendo. Quando chegamos na rua continuamos correndo até um certo lugar. Quando paramos para respirar, não conseguíamos parar de rir. Ergui o rosto para o céu e senti Ian me agarrar pela cintura, quando nos encaramos nos beijamos de novo, seu beijo era intenso, mas calmo, quente, mas suave, era inexplicável.

Continuamos caminhando até em casa de mãos dadas, sem dizer uma palavra se quer. Apenas com olhares. Na porta de casa eu peguei a chave para abrir a porta, enquanto ele beijava minha nuca e me abraçava, eu apenas ria da situação. Quando finalmente a porta abriu ele me agarrou me virando toda para si, e  entramos feito um furacão. Ian encostou-me na parede e segurou minhas mãos enquanto me beijava com desejo, agora ele parecia desesperado por aquilo, assim como eu. Suas mão desceram para minha cintura e logo em seguida senti elas apertando meu bumbum, arfei entre o beijo e ele riu. Eu puxava seus cabelos, seus lábios descerem para meu pescoço e me beijaram com tesão, eu ofegava quando ouvi a voz de minha mãe da escada: - Está tudo bem Amanda?
Paramos de nos beijar e ele olhou para mim com uma sobrancelha arqueada, eu segurei o riso e tentando controlar o ritmo da minha voz disse: - Sim mãe! Pode voltar a dormir, Ian e eu acabamos de chegar da festa.
: - Ok! Se precisarem de qualquer coisa me chamem.
: Ian começou a dar pequenos beijos em meu pescoço e eu respondi minha mãe dizendo: - Tudo bem mãe! Boa noite.
: - Boa noite. Boa noite Ian!
Ele retirou a boca do meu pescoço para responder: - Boa noite Dona Seyfried!

Nos encaramos por alguns segundos, depois peguei ele pela mão e subimos as escadas, quando adentramos meu quarto...

CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO!


Notas Finais


Bom aqui está o link para vcs verem o vestido da Amanda:
http://15anos.constancezahn.com/wp-content/uploads/sites/4/2016/03/2-vestidos-amanda-seyfried-oscar-de-la-renta.jpg
E aqui está um vídeo para vc entender melhor a dabnça do Ian kkkk:
https://www.youtube.com/watch?v=chwB1HKNH0g
kkkkkkkk gostaram? Curiosas? então...
Até o próximo capítulo!


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