História O acordo da morte - Capítulo 3


Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Heterossexualidade, Homossexualidade, Horror, Novela, Romance, Terror, Violencia, Yaoi
Visualizações 18
Palavras 1.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mil desculpas por demorar tanto 😔😔
Mais fiquei muito ocupado e totalmente sem inspiração.
Então vamos ao capítulo, que vai variar entre presente e passado. Então espero que gostem

Capítulo 3 - Fragmentos distorcidos


Ano de 2002 – Em uma clínica psiquiátrica no interior do Brasil

- Vamos começar com o seu nome - fala a loira de jaleco.

- Eu já tive tantos, não sei mais diferenciar qual fora o verdadeiro - ele fala.

- Então irei me dirigir a você como Eddie - ela começa anotar algo no papel que tinha em mãos - alguma objecção?

- Nenhuma - reponde o homem de forma ríspida.

- Então Eddie em que ano você nasceu?

- Não acreditaria se eu dissesse - logo após sua resposta vem um suspiro intenso - 1314 se não me falha a memória. Era uma época em que ninguém gostaria de viver, a lei dos mais fortes era algo comum.

- Está me dizendo que nasceu em mil trezentos e catorze? - ele pergunta com um ar zombeteiro - Desculpe, não é algo que se ouça todos os dias.

- Entendo a sua descrença, mais é a real história da minha vida. Foram longos 700 anos até hoje em dia.

- E como fora viver tanto? - sua curiosidade ainda era incerta aos olhos do homem em sua frente.

- Não sei direito. Minhas memórias ainda estão falhas, mais me recordo de uma figura de olhos verdes. Nos séculos que se estenderam ele sempre esteve ao meu lado e seu nome é como uma lembrança ruim, já que ficou impregnando em minha mente todos esses anos.

- E qual é o nome? - pergunta a mulher.

- Harry - seu olhar demostra tristeza ao pronunciar tal nome.

- E o que esse Harry significa para você? - ela passa a mão e ajeitar o cabelo atrás da orelha.

- Não consigo lembrar. Tudo são meros fragmentos, mais eu ó amava e odiava ao mesmo tempo - ele passa a mão no cabelo ajeitando o fios que lhe caem a face - Mais quando tento me lembrar de mais alguma coisa tudo que me vem a mente são duas crianças mortas.

A moça se surpreende com a revelação, mostrando certa inquietação.

- E não lembra de nada além disso? - ela volta a perguntar.

- Não - ele dá a mesma resposta.

- Entendo. Podemos tentar hipnose - ela sugere.

- Por que não, já vi até aqui mesmo - ele sorri.

- Poderia se deitar por favor?

- Claro - ele acata o pedido da moça.

- A partir de agora fique tranquilo, mantenha os olhos fechados, respire fundo e expire, foque-se em seu passado - ela se aproxima, ficando ao seu lado - Agora eu quero que me diga um ano, o primeiro que vir a mente.

- 1687 - ele responde rapidamente.

- Me diga algum fato importante; mesmo que seja um mero fragmentos.

- Eu me recordo de uma placa, parece ser um bar, árvores e um cheiro horrível de animais mortos próximos aquele local.

- Me parece um cenário precário, mas continue – fala a moça.

- Ouço vozes vindo de dentro daquele lugar, parecem animados. Sinto que tinha algo de muito importante para fazer ali, ou jamais pisaria em tamanha imundície - ele fala calmamente - eu estou sozinho, e isso me deixa triste de alguma forma, sinto falta de alguém ao meu lado, mais me demonstro indiferente ao ver um homem sair daquela bar aos tropeços, não sei porque mais aquilo me irritou e eu tive vontade de matá-lo, sentia vontade de matar todos ali dentro, eu queria sentir o sangue em minhas mãos, ouvir o quanto eles gritariam e não me importava se fossem crianças, idosos, doentes, ou aleijados, eu queria matá-los, eu necessitava ver todos morrem aos meus pés, a doce melodia, o belo cântico, o chamado agonizante pela morte.

A mulher se levantar rapidamente extremamente assustada com a história proferida pelo homem, que abria os olhos e se levantava calmamente.

- FIQUE LONGE DE MIM!! - ela exclama se afastando ainda mais dele.

- Pra que tanto barulho? - um sorriso cínico brota em seus lábios - Eu ainda não te fiz nada.

A moça sente o ar de ameaça em sua voz e tenta correr em direção a porta, mais e impedida pelo homem que fora mais rápido.

- Aliás meu nome é Hob - ele fala antes de bater a cabeça da mulher na parede, que desmaia com o impacto - e você é minha vítima - ele sorri pegando um vaso de flores que ficava em cima do centro de vidro e jogando com tudo no chão fazendo inúmeros cacos.

Pegando um deles, ele se aproxima do corpo caindo da mulher. Levantando um pouco o pescoço lhe dando uma melhor visão da artéria. Sem rodeios ou remorsos ele crava o caco de vidro naquele lugar, fazendo o sangue espirrar; formando uma poça em baixo do corpo dela.

- Tão jovem. Morrer dessa forma chega a ser um desperdício - ele aproxima o rosto e cola seus lábios aos dela - Espero que me perdoe, mais minha vontade não mais me pertence e matá-la e a única forma de garantir minha existência, então do fundo do meu coração me perdoe - ele passa a mão em sua bochecha e começa a rir - Ó meu querido pai minha bela mãe não me olhem cometer tal pecado, eu lhes imploro me amem até no abismo sem luz que me aguarda - ele se levanta e dirige o olhar aos raios de sol que entravam pela janela - Harry meu irmão, onde quer que esteja espero que ainda me ame da mesma forma - ele fala antes de sair da sala como se nada houvesse acontecido

Ano de 1687 – Em um bar no meio da floresta ao norte da Espanha

Hob acabará de abrir a porta daquele bar, tendo a visão de fazendeiros aproveitando a noite depois de um longo dia de trabalho. O dono da estalagem andava de lar pra cá servindo os clientes, enquanto as prostitutas se aproximavam daqueles mais afetados pela bebida, pegando em suas partes íntimas e cochichando em seus ouvidos.

- Procurando diversão meu jovem – uma puta pergunta ao se aproximar de Hob.

- Temo que o tipo de diversão que busco você não possa me oferecer – ele faz questão de sussurrar em seu ouvido – ainda mais com uma cadela feia e cheia de doenças.

Em resposta a mulher lhe dá um tapa e ô xinga fazendo todos ali olharem para a confusão que acabará de se formar.

E antes que ela pudesse continuar com os insultos ele saca uma adaga que ficava presa na parte de trás de sua calça e enfiando no olho da mulher que grita de dor pela ação repentina e antes que pudesse fazer qualquer coisa recebe um chute na barriga fazendo-a rolar pelo chão de madeira sujo daquele lugar.

- E hora de fazer chover – ele fala desferindo um soco no homem bêbado ao seu lado – podem vim todos – Hob lança o desafio – vamos ver quantos conseguirei matar antes que o sol nasça – ele ri abobado – Vamos não fiquem tímidos! VENHAM!! ME MOSTREM DO QUE SÃO CAPAZES!

Épocas atuais – Em um quarto de motel na Grécia.

A chuva assolava os desavisados que esqueceram o guarda-chuva, enquanto um homem bem trajado com um terno preto e uma gravata azul escuro e os olhos azuis cintilantes que observavam a multidão tentando escapar da chuva.

- Serviço de quarto – fala uma voz feminina batendo na porta.

- Só um minuto – uma outra voz se faz presente no cómodo – Hob poderia me servir um copo de uísque? Por favor.

- Claro – ele responde caminhando ao pequeno bar incluso naquele luxuoso quarto.

Enquanto a outra figura abria a porta e recusava os serviços pedindo que voltassem mais tarde

- Aqui está uísque com gelo – Hob lhe entrega a bebida e volta a observar as pessoas na rua.

- Sua ficção por eles chega a ser algo mórbido – o outro falava, enquanto tomava calmamente a sua bebida.

- Gostaria então que compartilhasse a visão que tem deles – ele fala ignorando os comentários do outro.

- Com certeza é algo mais saudável, eu os vejo como um meio de passar o tempo, diferente de você que vive os classificando como a pior praga a andar sobre a terra. Seu ódio é tão grande, você os menospreza, os mata por mero capricho. Nunca pensei que fosse cair tão fundo em sua própria loucura – ele fala dando mais alguns goles em sua bebida – Mais ate que te entendo, afinal você passou 700 anos os odiando e matando, mais acho que sua mente merece um descanso já que sua alma não tem mais salvação.

- Nem a sua irmãozinho – ele sorri.


Notas Finais


O capítulo saiu pequeno assim mesmo, mais tentarei aumentar conforme o andamento da história.
E eu sei que é extremamente chato ficar pedindo que comentem, mais isso ajuda bastante no processo da história, então deixe alguma crítica. 😅😅


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...