História O acordo da morte (Hiatus) - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Heterossexualidade, Homossexualidade, Horror, Novela, Romance, Terror, Violencia, Yaoi
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Palavras 2.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa tarde a todos.^^
Como eu acabei demorando um século para atualizar, resolvi então lançar esse capítulo logo para compensar a demora. ☺☺
Se tiver alguma ponta solta é só avisar. :3

Capítulo 3 - Conturbados


Fanfic / Fanfiction O acordo da morte (Hiatus) - Capítulo 3 - Conturbados

Na mente de Harry - ano de 1514

Já se questionaram se o céu que tanto ouvimos falar era real? Eu me fazia a mesma pergunta e adivinha só ele era! Mais eu ô troquei por mais alguns anos de vida, eu abandonei meu lugar no paraíso, troquei minha paz eterna para permanecer ao lado de quem me era importante, mais ao longo dos anos eu me perguntei se tal decisão foi correta. Pai, mãe, peço que me perdoem pelos meus pecados cometidos ao lado daquele homem que já não é mais meu irmão, não é mais aquele por quem troquei tudo. Eu me sinto tão perdido, tão sozinho; com essa dor que assombra meu peito.

Já não sei o que devo fazer. Nunca imaginei que a imortalidade se tornaria tão deprimente. Havia tantos sonhos, tantas metas, mais meu irmão fez questão de acabar com tudo. Por sua causa eu fui jogado no imenso vazio em minha consciência: por aquele que me deu a vida. Hob espero que estejas contente por conseguir tal feito, você destruiu todos os pilares que sustentavam minha existência. Então eu prefiro permanecer nessa infinita tortura em minha mente do que voltar a vagar ao seu lado novamente. Você merece a solidão que lhe foi concebida.

Estados Unidos - 1815   

A época fora marcada com dois acontecimentos distintos: O início da expansão americana em direção ao oeste pela crescente divisão política, social e económica entre os estados do norte e do sul. Era também um ano de lamentações para muitos que perderem seus entes queridos na guerra que ocorreu nos anos anteriores; que acabou sendo conhecida como: A guerra de anglo americana.

Enquanto isso nas ruas onde moravam apenas aqueles da mais alta classe econômica: havia um quarto em uma pousada; que fora alugado por uma semana a mando de Hob que acabava de abrir a porta dando de cara com o recepcionista daquele lugar.

- Boa noite - falava o homem ao ouvir o sino que tocava sempre que alguém abrisse a porta.

- Boa noite - responde o de olhos azuis.

- Gostaria de fazer uma reserva? - pergunta o homem fingindo simpatia.

- Já tenho, mas gostaria que mandassem alguém buscar a minhas malas que estão do lado de fora - falava ele se dirigindo ao balcão de atendimento - e é melhor chamar dois homens - ele sorri para o homem - aproposito meu nome é Hob.

- E o seu segundo nome? - homem pergunta.

- Nunca tive, é apenas Hob mesmo.

- Claro - ele se vira pegando uma chave - aqui está senhor, e tenha uma boa noite - falava o homem saindo de trás da bancada - suas malas serão carregadas ainda hoje.

Ao colocar a chave na fechadura e gira-la, Hob então abre a porta vendo que sua nova morada era algo simples, uma cama de solteiro, dois sofás marrons em cima de um tapete cor de vinho. Haviam as cortinas cor verde muco que não combinavam nada com o as paredes brancas e o piso talhados de uma madeira lisa.

- Esse lugar é uma droga - ele acaba falando em voz alta.

- Vejo que se tornou bem seletivo ao passar dos anos - fala uma voz conhecida atrás de si.

- Morte! - sua fala não demostra quaisquer surpresa- O que quer? - ele pergunta.

- Tenha mais um pouco de educação seu verme - ele anda em direção ao sofá e se senta no mesmo.

- Desculpe. Ô vossa alteza o que deseja desse mero verme - ele sorri - melhor assim?

- Você tem fibra garoto, afinal não é qualquer um que é irônico comigo - morte ô acompanha, soltando uma leve risada.

- Vamos tratar de negócios? - Hob pergunta ao se sentar no outro sofá.

- O que você deseja garoto?

- Eu quero meu irmão! - ele diz passando a mão no cabelo.

- Apenas isso? - morte da um sorriso zombeteiro - Mais e você, o que pode me oferecer em troca?

- O que você quiser - ele afirma tornando as feições sérias.

- Garoto... - ele dá uma pausa - eu já posso ter tudo o que eu quiser de você - fala morte voltando a sorrir - Você não tem nada que possa me oferecer.

- Então irei para de fazer o pagamento - ele se encosta no sofá.

- Só você iria sair perdendo se fizesse isso.

- Será mesmo? - ele provoca - Você não quer me perder, sabe que não. Eu sou o melhor no que faço e não há como negar.

Nesse momento morte percebe a seriedade de suas palavras e resolve lhe conceder tal pedido.

- tudo bem garoto, mais lembrem-se ele será totalmente responsabilidade sua.

E do nada todas as luzes do local se apagam e quando voltam morte não se faz mais presente no cômodo.

- Nunca imaginei que a morte fosse mal educada - ele reclamar pelo fato de nem ter recebido um tchau.

Enquanto isso no andar de baixo o recepcionista vai pegando a última mala: que continha o corpo de Harry.

- Isso é pesado - reclama um outro funcionário do local.

- Esse serviço é uma droga - resmunga o outro homem que havia atendido Hob mais cedo.

- Senhor? - o homem bate na porta - suas malas estão aqui.

Hob então abre a porta e aponta para parede ao lado; indicando que que colocassem as coisas ali.

- Aqui esta a gorjeta - ele entrega um bolo de notas aos homens.

- Obrigado senhor - agradecem os dois ao mesmo tempo.

Ao terminarem de carregar todos os pertences eles agradecem mais uma vez e vão embora.

Hob então vai ate onde o corpo do Harry habita e desfaz as amarras, em seguida abrindo podendo ter uma visão do irmão que não via a tempos.

- Faz muito tempo irmão, mais finalmente consegui trazê-lo de volta - Hob solta um ar nostálgico.

Harry então abria os olhos para aquele lugar desconhecido pra si, ele movia as orbes em todas as direções buscando saber onde estava, até que ele avista o irmão em pé lhe olhando com curiosidade e a imagem dos seus filhos queimando lhe vem a mente junto com uma raiva intensa.

- SEU DESGRAÇADO!!! EU VOU TE ESQUARTEJAR! - ele se remexia, mais nota que está acorrentado - ACHA QUE CORRENTES VÃO TE SEPARAR DO QUE EU PRETENDO FAZER!!! - ele berrava e se contorcia tentando falhamente se soltar.

- Se acalme irmão ou terei que trancá-lo novamente - Hob se aproxima do irmão com um pano em mãos.

- O que pretende fazer seu mald... - mais antes que pudesse terminar de insulta-lo, Hob colocará o pano em sua boca o impedindo de falar.

- Bem melhor agora - ele sorri.

Mais em resposta Harry começa se remexia louco de raiva, e o xingava, mais o pano em sua boca abafava tais palavras.

- Irmão, está se comportando como um cão raivoso - Hob o repreende.

Mais do nada ele para de se contorcer e começa a encarar o de olhos azuis que sorri pelo relaxamento do irmão.

- Finalmente parou – Hob sorri – Acho que agora pode ficar sem o pano.

E cumprindo com o combinado Hob puxa o pano dando ao de olhos uma nova chance de falar.

- Onde está morte? - Harry pergunta ignorando a vontade insana de continuar xingando o ser detestável a sua frente.

- Porque quer saber? – indaga o azulado curioso.

- Já que infelizmente não posso te matar, eu quero que ele me mande de volta.

- O que? Faz ideia do tempo que eu demorei para trazê-lo de volta – fala o outro mostrando indignação.

- VAI PRO INFERNO!! EU NÃO PEDI POR AJUDA – e ele volta a se remexer tentando se soltar.

- Eu vou colocar o paninho de novo – Hob resolve tirar sarro do irmão.

- Ora seu filho da pu... – mais o pano é novamente colocando em sua boca.

- Quando souber se comportar eu tiro o pano – ele da um sorriso por tirar sarro do mais velho.

-HUMMMM!! – as veias em sua testa chegavam a quase estourar com tamanha fúria por receber tal provocação.

- Tenha uma boa noite irmão – Hob deposita um beijo em sua testa para irritá-lo mais ainda – Sonhe com sua Amanda família.

- HUMMMMMMMMMMMM!!!! – fora o único som ao sair de sua boca antes de Hob fechar a caixa e prender as amarras.

Dia seguinte

Bom dia irmão – Hob abriu a caixa com um sorriso provocador estampado na cara.

Mais Harry nada disse até porque não poderia por causa daquele maldito pano em sua boca, mais em sua mente tinha os mais variados pensamentos entre eles insultos e formas de torturar Hob quando se soltasse.

- Sabe eu posso te soltar se prometer se comportar – ele fala animado – sabe faz tempo que não conversamos e eu sinto falta da companhia do meu irmão – havia certa comoção em seu olhar que quase fizera Harry vomitar, mais a ideia de se engasgar o fizera engolir aquela sensação e apenas acenar positivamente com a cabeça para que o irmão lhe soltasse.

- Sério? Fico feliz que resolveu me perdoar pelo que aconteceu a trezentos anos – ele rapidamente vai soltando as correntes do irmão que de imediato já avança em cima de Hob e acabará não notando outra presença na sala; um outro homem que empunhava uma arma em mãos. A última coisa ouvida por Harry fora o disparo que foi mirado em sua direção atingido diretamente a cabeça ô fazendo perder a consciência na hora.

- Pois é irmão, não foi dessa vez – um expressão sádica se forma em sua face – Amarre ele em uma cadeira - ele dita a ordem.

Algumas horas depois

Harry acabava de acordar, mais ainda sentia uma dor latente na cabeça. Sua sorte foi por ser imortal, ou não escaparia de tal ferimento.

- olha só que resolveu acordar – a ironia na voz de Hob preenchia todo cômodo.

- Você deve se sentir incrível me torturando, tirando tudo de mim, acabando com minha vida de todos as maneiras, mais quer saber não há mais nada que você possa tirar de mim. Ô Hob se você soubesse o quanto eu te desprezo, o quanto o meu ódio por você não tem limites. Minha vida não tem mais nenhum significado algum além de vê-lo sofre. Vá em frente me torture, faça o que lhe dá mais prazer, mais lembre-se que quando estiver sozinho no mundo e quiser construir algo que lhe traga quaisquer fiasco de felicidade – havia um imenso rancor em cada palavra proferida pelo mais velho – Eu estarei lá para te tirar tudo.

- Nossa – em resposta ele sorria e batia palmas – tá de parabéns, eu quase acreditei de verdade – nesse momento ele aproxima o rosto para perto do irmão e segura em seu queixo fazendo as faces ficarem aliadas – Eu te desafio a cometer tais atos. Prove-me que tem estômago para isso – ele sorri provocativo.

- Você é um psicopata maldito – Harry cospe em seu rosto – um sem nome, alguém que será consumido pelo mais completo vazio – pela primeira vez Harry sorria para o irmão – E eu pretendo ver de perto tamanha desgraça acontecendo.

- Irmão não combina nada com você esse tipo de expressão – ele limpa o rosto e se vira pegando uma arma que repousava em uma mesa atrás de si – Já se perguntou em que ano estamos? - ele indaga.

- Que diferença faz saber em que ano estamos? - ele arque-a as sobrancelhas.

- Tem razão não faz nenhuma, mais pensei que quisesse saber – ele encosta a peça na testa do irmão – últimas palavras?

- Eu irei te destruir – em resposta ele se permitia sorrir.

E o som do tiro preencheu toda a sala. E alguns minutos depois o barulho da porta tentando ser aberta pelo funcionário do local se tornou audível aos ouvidos de Hob que aponta a arma para o visitante desconhecido para si.

- Senhor os outros hóspedes estão reclamando do barulho, e eu vim verificar o está acontecendo – falava o homem atrás da porta.

E logo mais um outro som se instalou no local; dessa vez vinha do lado de fora.

- Droga será que já fui encontrado? - ele guardava a arma na cintura, com uma irritação visível.

Ele rapidamente soltou as correntes que prendiam as mãos do irmão.

- Morte! Vou precisar de uma ajuda aqui – ele fala mesmo não havendo alguém além de si no cômodo.

E como se fosse mágica o quarto começa a pegar fogo e o de olhos azuis simplesmente some daquele lugar.



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