História O Acordo- em revisão - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seikon no Qwaser
Personagens Alexander "Sasha" Nikolaevich Hell, Ekaterina "Katja" Kurae, Fumika Mitarai, Mafuyu Oribe, Miyuri Tsujidou, Personagens Originais, Tomo Yamanobe
Tags Romance, Sasha X Mafuyu
Visualizações 53
Palavras 1.864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente esse capitulo não esta sendo tãooooo intenso por conta do acidente e tals, E bom o Sasha vai tentar novamente só que entra nas questões de que a Mafuyu ja não é mais a mesma.
bjss Niko

Capítulo 23 - Eu Recomeço


Fanfic / Fanfiction O Acordo- em revisão - Capítulo 23 - Eu Recomeço

Voltamos para casa havia acabado de tomar banho, Estava deitado na cama sem camisa com uma cueca boxer azul marinho, Estava com os óculos enquanto lia alguns emails de trabalho, Depois de meia hora escutei o registro ser fechado e a porta se abrir, O vapor adentrou o quarto junto com o cheiro de baunilha do shampoo dela, Ela colocou a cabeça para fora e logo perguntou-me.
 - Sr Nikolaevich? - Ela disse em um sussurro e logo a olhei.
 - Sasha. - Digo-lhe retórico.
 - Hm Sasha tem algo que possa vestir? - Ela perguntou-me, Levantei e fui ao closet, Retirando de lá um moletom cinza e entregando a ela, Ela vestiu-se no banheiro e logo saiu do banheiro, A olhei ela parecia sem jeito, A olhei e logo perguntei.
 - Quer que vá para o quarto de hóspedes? - Perguntei-lhe, Ela passou as mãos nos cabelos.
 - Oh não a cama é sua. - Ela disse rapidamente se deitando na cama e puxando o edredom e cobrindo o corpo, Lhe puxei o corpo sentindo suas costas em meu peito, Os braços a envolvendo por trás, estava em uma conchinha com o corpo dela.
 - Senti sua falta... Sempre sinto. - Digo em um sussurro, Meu rosto se aninhando entre os cabelos úmidos dela. - Estou muito feliz... Já pensou no nome do bebê?
 - Já está pensando nisso? - Ela perguntou-me, Apenas dei um sorriso e lhe acariciei a barriga por cima do moletom.
 - Estava pensando em Natasha se fosse uma garota... Ou até mesmo Alice. - Digo-lhe ela deu uma risada.
 - E se fosse menino? - Ela perguntou-me enquanto sentia minha mão lhe acariciar o ventre.
 - Hmm poderia ser John... Ou até mesmo Lysandre. - Digo e ela disse com a voz calma.
 - Você é péssimo com nomes. - Ela disse calma enquanto acariciava minha mão, Lhe beijei a nuca, Senti seu arrepio, Minha mão lhe adentrou o moletom acariciando a barriga ainda plana sentindo a ansiedade de vê-la crescer e tomar forma.
 - Realmente eu sou horrível quando se trata disso. - Concordei e dei uma leve risada, Ouvi as leves batidas na porta, E logo levantei o menino trajava uma camiseta larga de algum desenho e shorts de dormir, Os cabelos claros despenteados caíram na testa e coçava os olhos enquanto arrastava o travesseiro.
 - Eu não consigo dormir. - Ele disse em um sussurro, O peguei no colo e ele se aninhou na curva do meu pescoço, Estávamos logo os três na minha cama, E não me senti incomodado com o fato de dividir o espaço, Pelo contrário me sentia " completo ".
 - Ed... A mamãe vai ter um bebê. - A ruiva disse enquanto brincava com os cabelos do pequeno, Ele deu um sorriso e abraçou o torço da mulher com carinho.
 - Eu sabia! Eu sabia. - Ele disse animado e logo me olhou. - Eu pedi pra Deus um irmãozinho... Eu queria muito um irmãozinho, Prometi pra Deus que seria bom se me desse um irmão pra brincar... Não quero mais ser sozinho.
 - Você não vai. - Digo e logo lhe beijei o topo da cabeça. - Vamos colocar você na escola... Você precisa interagir com crianças.
 - Elas me odeiam... Eu sou esquisito. - Ele disse com o semblante triste, Lhe acariciei as madeixas platinadas.
 - Eu também era... Mais cedo ou tarde se tem que enfrentar os medos, Amanhã Eliza ira trazer Kristinka para brincar com você, Amanhã não irei trabalhar. - Digo e logo Edward deu um sorriso.
 - Eu gosto da Kris... Ela me disse que o pai dela foi um herói. - O menino disse com os olhos brilhantes. - Ai eu disse que o meu também era... Você é um herói né ti... Pai.
 - As vezes. - Digo e logo suspirei. - Preciso dormir... Eu e sua mãe estamos cansados Edward.
 - Ahhh não. - Ele disse e coçou os olhos bocejando se aninhando entre mim e a ruiva, Não podia pedir a Deus momento melhor.
 Tinha um filho que me amava, A mulher que desejava e era perdidamente apaixonado e que estava grávida... Eu podia ser um grande idiota mais se consistentemente uma parte da vida praguejei a Deus, Hoje eu me vejo indigno de tanto e de tudo.
 Ele havia me dado uma segunda chance de ser feliz e suprir algo que o dinheiro jamais foi capaz de fazer, Meu peito aquecia com a sensação de poder ter o que não tive e ser o pai que não tive.
 - Boa noite... Amo vocês três. - Digo em sussurro ja notando que os dois haviam adormecidos, Quando enfim adormeci escutei o som dos passos apressados no piso e o barulho da porta abrindo, Me levantei e notei a porta do banheiro aberta com a luz fraca adentrando o quarto principal, Cocei os olhos e me encaminhei para o banheiro, A vi ajoelhada diante o vaso sanitário enquanto vomitava, Lhe segurei os cabelos vermelhos e afaguei suas costas, Até que ela se levantou e limpou a boca com as costas da mão, Baixou a tampa e deu descarga.
 Se direcionou a pia e lavou as mãos e o rosto, Ela tremia muito, Lhe acariciei as costas beijando-lhe o ombro.
 - Você está bem? Quer que faça algo? - Perguntei-lhe e coloquei a mecha de seu cabelo atrás da orelha.
 - Estou bem. - Ela disse enquanto direcionou seu olhar para o espelho, Lhe apertei os ombros com delicadeza.
 - Venha vamos para cozinha vou preparar algo pra você comer. - Digo e logo dei um sorriso. - Devo lhe avisar que sou um péssimo cozinheiro.
 - Acho que vou sobreviver. - Ela disse e riu, Descemos as escadas e nos encaminhamos para a cozinha, Puxei a cadeira para que ela sentasse enquanto abria a geladeira para verificar o que poderia ser feito.
 - Algum pedido em especial? - Perguntei-lhe e ela colocou um dedo na boca logo pensando, E deu um sorriso.
 - Frango frito com pasta de amendoim. - Ela disse e logo a olhei espantado, Vi que tinha um saco no compartimento extra frio de frango empanado, Me direcionei ao fogão e comecei a por o óleo para esquentar, Enquanto fritava o frango ela me olhava com cara de riso por muitas vezes o óleo espirrar e me acertar os braços.
 - Ah porra. - Digo e logo cobri o local com a mão, Ela deu risada. - Se divertindo com o show? Ai. - Digo e logo me afastei da panela.
 - Você é um desastre. - Ela disse concluindo o que obviamente ja sabia.
 - Nossa obrigada capitã óbvia. - Digo e logo desliguei o fogo, Retirei os pedaços pondo-os em um prato e pegando a manteiga de amendoim e entregando a ela com uma colher, Ela lambeu os lábios e logo se pôs a comer.
 - Deus livre que nojo. - Digo logo a vendo comer, Ela parecia a mesma Mafuyu de meus quinze anos... Radiante e feliz, Colorida e totalmente desinibida.
 - Para de me olhar. - Ela disse e logo corou enquanto comia com os olhos baixos, Ela era uma parte de mim e eu a amava com tudo o que tinha e era.
 - Eu te amo sabia? - Digo cruzando os braços sobre o peito e me sentando a sua frente. - Amo tudo em você, Seus cabelos mesmo despenteados, Seus olhos que simplesmente teimam em não sair de minha cabeça e seu sorriso, Amo você mais do que imagina e lamento com tudo o que tenho que eu pareça não fazê-la feliz.
 - Alexander... - Ela disse enquanto limpava a boca com as costas da mão e suspirou. - Eu quero me lembrar de tudo e lamento ter virado tudo do avesso.
 - A culpa foi minha... Jamais se culpe de nada. - Digo e logo suavizei a expressão e perguntei-lhe. - Se fosse uma menina qual nome daria.
 - Florence. - Ela disse e fechou os olhos, E deu continuidade. - Se fosse um garoto se chamaria Aaron.
 - Aaron? - Perguntei com a sobrancelha arqueada ela deu risada.
 - Parece que todos os homens da família tem o A no nome ou Alexander, Achei interessante a mistura. - Ela disse e logo prosseguiu. - E Florence porque o primeiro encontro que tivemos após o acidente foi em um restaurante italiano.
 - Realmente você tem muito mais jeito com nomes do que eu. - Digo e logo ela acabou seu lanche e lavou as mãos e limpou a boca, Caminhamos novamente para o quarto quando ela perguntou.
 - Você ainda toca piano? - Ela perguntou aninhando o rosto na curvatura de meu braço, Assenti e ela deu um sorriso. - Toque pra mim.
 - Já toquei pra você antes... - Disse ainda meio embargado de sono, Ela passou o indicador em meu braço fazendo uma breve carícia.
 - Finja que é a primeira vez. - E assim nos encaminhamos para a sala com o piano, Meu coração bateu forte, Me sentei no banco acolchoado e ela sentou sobre o tampo do piano, Apertei as teclas enquanto tocava calmamente, As pernas dela sobre a madeira escura, Cobertas com calças folgadas enquanto tocava aquela música.
 Ela fechou os olhos como se apreciasse cada segundo da melodia, E ela enfim rompeu o som pra dizer.
 - Você tocou essa música pra mim no meu aniversário. - Ela disse, A voz parecia embargada, Ela suspirou e logo soltou o ar. - Queria lembrar da nossa história... De porque te amo tanto... Entender esse desejo incontrolável.
 - Mais não há o que entender Mafuyu... Eu a amo. - Digo soltando a teclas e me levantando, Ela me olhou nos olhos como se despisse minha alma e sussurrou.
 - Eu te desejo... - Sua voz falha enquanto lágrimas corriam seus olhos, Logo ela estava sentada sobre as teclas enquanto as pernas envolviam minha cintura, As mãos repousadas ao lado do corpo e os lábios trêmulos.
 - Eu não posso fazer isso com você. - Digo em sussurro em seu ouvido, Por mais que meu corpo implorasse que o toque fosse feito minha alma clamava para que lhe desse tempo. - Não quero ser um canalha duas vezes.
 - Estou pronta para você. - Ela disse, Ainda era a mesma Mafuyu inconsequente do passado, Mais eu era um adulto e sabia que seu estado mental estava deteriorado, Ela havia lembrado da canção, O que mais lembraria? E será que me deixaria?
 Eu não queria nem ao menos pensar na hipótese, Porque a amava e não sobreviveria sem ela, Eu tinha meu futuro em mãos e faria tudo a dar certo.
  - Não posso fazer isso. - Digo baixando o olhar, Ela se levantou indignada com a negação e se encaminhou de volta ao quarto sem ao menos olhar pra trás, Eu a queria e não podia mentir, Mais feri-la poderia doer muito mais e eu jamais faria isso... Novamente.
 - Eu sou um idiota. - Digo em um sussurro e logo coloquei o rosto entre as mãos as repousando sobre o tampo.
 " Eu estava errado? "


Notas Finais


Gente caso pergunte porque ele simplesmente negou é porque pensa só, Ela só o quer por conta de um desejo que não sabe controlar e ele sabe que ela esta doente então não me julguem.


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