História O Aluno - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Chanbaek, Exo, Lemon, Mpreg
Visualizações 228
Palavras 4.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu postando uma hora dessas, não tinha nada pra fazer, corrigi e to aqui postando rsrs. Espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 11 - Capitulo 10


Enfiei as mãos no bolso e me sentei no capo de meu carro. Eu estava um pouco desconfortável com Blazer, digamos que é um tipo de roupa que não uso há tempos.

Mas uma ocasião especial merece uma roupa especial.

Dobrei o braço e a manga para olhar no relógio. Fazia 20 minutos que eu havia chegado aqui e ligado para Baekhyun, avisando que estava esperando-o na porta, mas até agora nada.

Batuquei os dedos na lataria prata da minha Mercedes. Tirando papai e mamãe, ele era a coisa que eu mais amava. Cute cute do papai.

Meu celular tocou, era uma mensagem de Jongin lembrando-me que amanhã teria jogo.

Um cheiro delicioso tomou o ar próximo a mim.

- Desculpa a demora Chanyeol.

Tirei os olhos do aparelho celular para encarar meu professor.

Desci meus olhos por seu corpo. Que calça apertada. Que coxas meu pai.

- Não... não tem problema. – Tirei os olhos de suas pernas e o encarei – Você está lindo.

Baekhyun riu e tocou a cola do meu Blazer.

- Você está diferente... – Mordeu os lábios – Mais... homem.

Revirei os olhos.

- Está dizendo que ontem eu não era homem?

- Você entendeu o que eu quis dizer Park.

Sorri.

- Vamos? – Desencostei do carro e abri a porta para ele entrar.

- Obrigado. – Agradeceu. Fechei a porta e dei a volta, assumindo a direção. Por vontade própria, meus olhos pousaram em suas coxas. – Não babe garoto. – Ele zombou de mim, fechando minha boca.

Liguei o carro.

Mal estávamos saindo para jantar e eu já estava louco para voltar.

 

POV Baekhyun

- Vai me contar onde estamos indo?

Chanyeol sorriu.

Le Calandre. – Ele desviou os olhos da estrada para me olhar – Restaurante. 

Mordi os lábios

– Adoro comida italiana.

- Eu sei.

Franzi a testa.

- Como? Eu nunca te contei!

- Digamos que seu irmão fala demais.

Fingi não notar a mão de Chanyeol se aproximando cada vez mais de minha coxa e não demorou muito para que ele alcançasse seu objetivo.

- Pelo que eu saiba, é uma imprudência dirigir com apenas uma mão.

Ele mordeu os lábios rindo.

- Mas ninguém vai ver. – Piscou e apertou minha coxa.

Passei meus olhos por seu corpo. Eu realmente estava surpreso. Chanyeol de Blazer e calça social? Essa era nova para mim.

 

[...]

- Eu adoro vir aqui. – Confessei.

O restaurante era fino, mas ao mesmo tempo simples. Uma musica calma tocava, deixando o ambiente aconchegante.

- Meus pais sempre me trazem aqui. – Ele sorriu dando de ombros.

- Você acha que... que alguém pode nos ver aqui e isso chegar ao ouvido de sua mãe?!

Chanyeoel franziu a testa.

- Acho que não. – Sua mão capturou a minha sobre a mesa – Quer pedir agora?

- Por mim tudo bem.

Eu só esperava que ele estivesse certo. O que YangMi pensaria de mim se soubesse que estava ficando com o filho dela?!

 

POV Chanyeol

 

Parei meu carro na frente da casa de Baekhyun, puxei o freio de mão e o olhei. Ele me olhou. Ficamos nos olhando.

- O que? – Perguntou rindo.

- O que, o que?

- Porque está me olhando assim? – Ele perguntou.

- Estou esperando para ver se você vai me convidar para entrar.

- Você quer entrar? – Ele mordeu os lábios e arqueou uma sobrancelha.

- Bom... – Umedeci meus lábios – Uma roupa especial, um restaurante especial, tudo especial. Acho que a noite deve terminar de uma forma especial.

- Talvez você tenha razão... – Ele sorriu – Vamos entrar?

- Sem duvida.

Sai do carro e abri a porta para ele. Caminhamos para sua casa. Assim que entramos, Baekhyun agarrou minha mão, puxando-me pelas escadas até seu quarto.

- Confesso que, desde que ti vi, quis trazer você aqui para dentro... – Baekhyun me encostou na porta e sua mão desceu por meu peito – Acabei de descobrir que tenho fetiche por homens vestido do modo como você está...

Escorreguei meus dedos por suas costas, subindo o tecido da sua camisa, ele passou os braços pelas mangas deixando-me livrar dela.

Ele arrancou meu blazer e saiu me puxando pela gravata.

Confesso, o final da noite foi melhor que o jantar. Eu já não estava tão tímido com Baekhyun nem ele comigo. Nos tocávamos com uma incrível intimidade, era como se nos relacionássemos a muito tempo. Tudo estava mais intenso. Cada toque, cada beijo, cada gesto, cada olhar...

Sensações recém descobertas por mim.

Depois de atingirmos a ápice de nossa relação, fechei os olhos e o puxei contra meu peito, enquanto tentávamos estabelecer nossa respiração.

Eu me sentia tão diferente... Realmente, desde que Baekhyun entrou em minha vida tudo que fui um dia se apagou dando lugar a um novo Chanyeol.

- Baek?

Ele ergueu o rosto do meu peito para me encarar.

- Sim?

Mordi os lábios, apreensivo. Eu queria perguntar, mas não sabia qual seria sua reação.

- Sei que não tenho nenhum direito de te perguntar nada, mas estou curioso desde ontem...

Ele franziu a testa e se remexeu sobre mim.

- Pergunte.

- De onde... de onde você conhece Choi Jiwon?

Baekhyun torceu os lábios e ficou me encarando por alguns segundos.

- Conheci Jiwon na faculdade. – Ele voltou a deitar a cabeça em meu peito. Pensei que o assunto pararia por ali mesmo, mas ele prosseguiu – Ele foi a primeira pessoa que eu conheci na faculdade. Alguns meses depois começamos a namorar... – Baekhyun me olhou, fiz uma careta, ele riu – Nosso namoro durou 2 anos, então ele me pediu em casamento. Eu aceitei, claro. Sempre o vi como o cara perfeito, mas o tempo foi passando. Não demorou muito para o verdadeiro Jiwon infantil e prepotente começar a aparecer. – Ele balançou a cabeça indignado – Eu sempre fiz planos para nós, como, casar, ter filhos, mas ele nunca se interessou, me enrolou por mais um ano até que eu o peguei na cama com a minha prima.

Meus olhos saltaram.

- Uau... – Balbuciei – Isso deve ter sido... chato.

- Foi horrível! – Ele concordou dando de ombros – Ele sabia que a única coisa que eu nunca perdoaria era a traição.

- Não sei o que dizer. – Escorreguei meus dedos por suas costas – Se eu disser que sinto muito vai ser mentira.

Ele riu inclinando-se para colar seus lábios em meu pescoço.

- Eu queria te pedir uma coisa...

- Qualquer coisa Baek.

- Eu sei que não tenho o direito de te pedir nada, mas por favor, quando se relacionar com outro não me procure no mesmo dia. – Seu nariz franziu – Isso é nojento.

- Fique tranqüilo – Sorri – Só estou tocando em você. – O deitei ao meu lado e coloquei meu corpo sobre o seu. – Eu te falei, não sou de transar com um monte, se eu me interessar por outra pessoa, antes de qualquer contato, você seria o primeira a saber, e tudo estaria terminado.

- Terminar o que? – Ele riu – Não temos nada.

Dei de ombros.

- Terminar esses benefícios. Não sou tão cachorro a ponto de manter relações com duas pessoas.

- Me sinto mais aliviado. – Ele sorriu. Beijei seus lábios e voltei a me deitar ao seu lado. Baekhyun me deu as costas e eu o abracei por trás. Escorreguei minha mão por seu quadril até chegar a suas coxas e encaixar minha mão ali. Baekhyun riu encolhendo as pernas – Ok, isso faz cócegas... mas é bom, estranho, mas bom.

Ri contra seus cabelos.

- Boa noite Baek.

- Boa noite Chan.

 

[...]

 

- Porque você não trás suas roupas e vem morar aqui?! – Baekhyun ironizou.

- Nossa, pensei que gostasse da minha companhia! – Empurrei a porta e entrei em sua casa. – Ontem à noite você gostou. Gostou muito.

- Chanyeol! – Ele socou meu ombro.

- Poxa só vim te fazer companhia para o almoço. – Dei meu sorriso mais convincente.

- E seus pais?

- Estão trabalhando. – Dei de ombros – Eu sou péssimo cozinheiro, ai eu pensei, porque não ir à casa de Baekhyun fazer companhia a ele? Juntei o útil com o agradável.

Enlacei sua cintura e beijei sua jugular.

- Não trocou de roupa? – Baekhyun enrolou o dedo na minha gravata.

- Não. Não fui para casa.

- Certo. Fique a vontade. Vou terminar o almoço.

- Vou contigo.

Caminhei com ele até sua cozinha. Enquanto ele preparava tudo, conversávamos animadamente. Havia varias coisas sobre Baekhyun que eu não sabia, tínhamos também muitas coisas em comum: Mesmas bandas, mesmos filmes e outras coisas. Contei a ele sobre a prova que refiz na sala do diretor e o resto da minha manhã.

- Hoje vou ter um jogo. – Contei.

- Jongin me contou. – Ele sorriu pondo a mesa.

- Se quiser ir me ver da um show, não ira se arrepender.

- Você é pouco convencido.

- Só me garanto.

Me levantei para abraçá-lo, mas quando estava me pronto para enlaçar sua cintura a campainha tocou.

- Está esperando alguém? – Indaguei.

- Não que eu saiba. – Baekhyun enxugou as mãos no pano de prato e caminhou para a sala, eu a segui. Antes de abrir a porta, ele virou-se para mim – Seria melhor você esperar lá encima.

Suspirei.

- Ok.

Subi as escadas e parei no topo, eu estava curioso, queria saber quem era a infeliz pessoa. Inclinei um pouco a cabeça para ouvir a conversa.

Oi Baek.

Jiwon? O que faz aqui?

Revirei os olhos. Pudera! Aquele idiota tinha sempre que atrapalhar tudo, já não bastava na escola, queria me foder aqui fora também.

Podemos conversar?

Não, eles não podiam conversar!

Inclinei-me sobre o corrimão da escada, tendo a perfeita visão de Choi dentro da sala, perto de Baekhyun. Perto demais na minha opinião.

Nós dois não temos nada para conversar!

Isso Baek!

Claro que temos, eu cometi um deslize, mas não podemos jogar no lixo todos aqueles anos que passamos juntos, eu ainda gosto de você. Duvido que nesses meses separados você não sentiu saudades.

Eu tinha que dar um jeito de mostrar para aquele idiota que Baekhyun estava comigo, Baekhyun iria me matar, mas pelo menos Choi saberia de quem ele é agora.

Entrei em seu quarto já tirando minha camisa, meu tênis e minha calça, fiquei apenas com minha boxer branca e a gravata. Esfreguei forte a minha mão contra a minha boca. Fui até o banheiro e me olhei no espelho.

Parecia que eu tinha acabado de dar um daqueles beijos de desentupir pia.

Abri a torneira e molhei um pouco os cabelos e o corpo.

Suado. Sinal de que estava numa daquelas transas loucas.

Baguncei meus cabelos.

Sai do quarto dele e comecei a descer as escadas. Acelerei minha respiração.

- Amor... – Falei ofegante entrando na sala, fingindo não ver Choi ao meu lado – Porque está demorando tanto? Me deixa duro e depois cai fora? – Choi virou-se surpreso. Seu queixo caiu. Olhei para Baekhyun e sorri – Desculpa gostoso, não sabia que estava com visitas, vou te esperar lá encima. – Pisquei para ee.

- O que... – Choi balançou a cabeça transtornado.

Baekhyun me lançou um olhar mortal, mas ao mesmo tempo tentava prender o riso.

- Oi professor. – Acenei para Choi – Foi um prazer em revê-lo, mas vou subindo, sabe como Baekhyun é insaciável. – Sorri. Ajeitei minha gravata e voltei a falar com Baekhyun – Te espero lá encima, quero te jogar na parede e te chamar de largatixa.

Sai dali saltitando e cantarolando. Fiquei no alto da escada contando.

1... 2... 3... 4... 5

A porta abriu, depois bateu.

Logo, o diabinho apareceu no inicio da escada com as mãos na cintura.

- Chanyeol, você tem noção do que acabou de fazer?! – Indagou exasperado.

- Mostrei para ele quem é o seu homem!

- Meu homem?! – Ele jogou os braços para o ar – Você acabou de estragar tudo! Jiwon vai contar para a cidade toda, seu idiota, mimado!

- Eu não tinha pensado nisso...

- Típico! Você nunca pensa... Amor

Ele ironizou revirando os olhos.

Desci as escadas, parando no ultimo degrau.

- Está insinuando o que?

- Que você é um irresponsável! – Vociferou ele. – Não pensa nas conseqüências! É um garoto que gosta de se exibir!

- Me exibir?! – Revirei os olhos – Eu apenas mostrei para Jiwon que você está comigo, e não me arrependo por isso. E pare de me chamar de garoto! Eu não sou garoto. Sou um homem!

- Então não tome atitudes infantis! Bebezão!

Travei o maxilar.

- É, mas foi o bebezão aqui que te fez revirar os olhos e gritar ontem à noite.

Baekhyun fechou a cara.

- Seu estúpido! Eu te odeio! Idiota! Imaturo!

Colei meu corpo no seu, Baekhyun foi andando de costas até chocar-se contra a parede. Enlacei seu quadril e o levantei, fazendo suas pernas abraçarem minha cintura.

- Vou te mostrar o estrago que o crianção aqui pode fazer. – Ele gemeu agarrando meus cabelos enquanto minha boca devorava a sua. Pressionei meu membro rígido nele, fazendo-o grunhir. Tirei sua blusa e escorreguei minha mão por suas costas.

Desencostei-o da parede. Subi as escadas até seu quarto, deitando-o em sua cama. Coloquei meu corpo sobre o seu, enquanto minha língua brincava em sua boca e nossas mãos percorriam desesperadamente o corpo um do outro, arrancando os tecidos que cobriam nossos corpos e os atirando no chão.

Escorreguei minha boca para seu pescoço, mordendo-o.

- Chanyeol... – Ele gemeu, arranhando minhas costas.

Com a ponta da língua, percorri todo o caminho desde seu pescoço até seu peito, sugando seu mamilo.

Suas pernas abraçaram minha cintura, suas pequenas mãos apertavam meus braços a cada sugada que eu dava, seus gemidos estavam cada vez mais altos.

Mordi o bico de seu mamilo e voltei para cima, tomando sua boca.

Baekhyun apertou sua perna ao redor de mim, esfregando seu corpo contra o meu.

- Chanyeol, vem logo! – Implorou contra meus lábios.

- Claro. – Ergui um pouco seu quadril e coloquei meu membro em sua entrada – Mas...

- Mas o que porra?

- Quanta brutalidade!

Ele remexeu o quadril impaciente.

- Vem!

- Depois eu que sou a criança mimada – Revirei os olhos – Só vou dar o que quer, quando me chamar de seu homem.

Ele apertou os olhos com força.

- Seu homem.

Bufei. Ótimo, ele queria brincar.

Apertei seu quadril e penetrei sua entradinha um pouco. Baekhyun mordeu os lábios e revirou os olhos, quando estava começando a sorrir eu retirei meu membro dele.

- PORRA!

- Diga! – Exigi.

- Não! – Ele socou o colchão. Aproveitei que sua perna estava em minha cintura e dei um tapa em sua coxa. Meu professor safado se contorceu e gemeu. – Porra, porque me bateu?

- É isso o que se faz com as crianças que não obedecem.

Baekhyun agarrou meu ombro e me empurrou para o lado. Seu corpo veio para cima do meu.

- Você fala demais garoto. – Ele se encaixou em meu membro e desceu.

Joguei a cabeça para trás, apreciando a onda de prazer que passava por meu corpo.

- Merda... – Grunhi agarrando seus quadris e o ajudando a mover-se.

- Tão... Grande. – Baekhyun gemeu – E... grosso.

Ele cavalgava em mim em um ritmo calmo e delicioso. Me sentei na cama e abocanhei seus mamilo, fazendo-o aumentar o ritmo de seus quadris.

- Geme para mim Baek...

- Chan...

- Tão apertadinho.

Suas mãos agarraram meus ombros, buscando apoio. Quando senti o ápice se aproximando eu deitei na cama e me coloquei sobre ele, estocando rápido e fundo, acertando sua próstata diversas vezes. Ele mordia os lábios sensualmente, enquanto suas unhas rasgavam, quase que literalmente, minhas costas.

Não demorou muito para que explodíssemos em sintonia.

Baekhyun amoleceu sob mim, eu o puxei para meu peito. Fechei os olhos e esperei que minha respiração voltasse ao normal e que as batidas do meu coração desacelerassem.

Beijei seu pescoço e o deitei ao meu lado.

- Me desculpa – Suspirei – Eu realmente não devia ter feito aquilo.

Baekhyun assentiu.

- Tudo bem. – Deu de ombros – Pelo menos você o fez ir embora mais rápido.

Ri. Coloquei metade do meu corpo sobre o seu.

- Eu acho que ele não vai espalhar o que viu aqui.

- Porque acha isso?

- Ora Baekhyun! – Revirei os olhos – Ele sabe que você o odiaria por isso, e a chance de voltarem seria muito menor.

Ele franziu a testa.

- Talvez você esteja certo. – Ele suspirou – Ou talvez isso tudo seja um sinal para terminarmos isso.

Por algum motivo, o desespero me tomou.

- Não! Nós não podemos! Eu realmente não quero que isso termine. Você não é apenas o professor com quem transo, é um amigo também, o único amigo em quem posso confiar e que não está próximo de mim por causa do meu dinheiro ou popularidade.

Ele suspirou. Suas mãos alisaram meus cabelos.

- Ok.

Sorri.

- Obrigada amor. – Beijei sua boca gargalhando. Afastei-me para encará-lo. – Nunca chamei ninguém de amor.

- Você não precisa me chamar assim. – Ele torceu os lábios – Não sou seu amor.

Dei de ombros.

- Bom, mas eu já te vi chamar Sehun, Luhan e Jongin de amor, e eles não são seus amores.

- Eles são meus amigos.

- Eu também sou seu amigo. – Mordi os lábios. – Mas com benefícios.

- Idiota! – Ele me empurrou rindo – Eu te odeio sabia?

Rolei de novo para cima dele.

- Você me odeia? – Ri – Você me ama!

- Eu? Amar você?

- Aham.

- Sinto muito, não me apaixono por garotos-crianças. – Brincou.

- E Jiwon?

Ele fez careta.

- Jiwon foi um erro. – Ri enquanto me sentava na cama. – Vamos almoçar?

- Sim, daqui a pouco preciso ir em casa e pegar minhas coisas para ir jogar.

 

[...]

 

Enquanto Jongin repassava nossa formação, eu amarrava o cadarço da minha chuteira. Queria que Baekhyun estivesse vindo me assistir, mas...

- Chanyeol, ouviu o que eu disse?

- Hein?!

Jongin revirou os olhos rindo.

- Concentre-se, precisamos de você.

- Ok.

- Todos prontos?

- Sim treinador.

Saímos do vestiário.

 

POV Baekhyun

 

- Sol. Dos. Inferno! – Luhan choramingou – Vai detonar o meu cabelo!

- Lu! – Ri – Não reclame ok?

- Certo. – Ele torceu os lábios e colocou seu chapéu. – Porque estamos aqui mesmo?

- Porque é um dia especial para o Nini. – Soo respondeu.

- Oh, pudera! – Luhan resmungou. – Odeio futebol!

- Luhan...

- Ok parei. – Ele cruzou as pernas e observou, desconfiado, os rapazes saindo do vestiário. Quando ele viu Chanyeol, me encarou com aquele olhar de pervertido – Você e o garotão hein...

- Luhan, fale baixo! – Eu o cotovelei – Você não acredita quem esteve lá em casa hoje.

- Tenho cara de vidente? – Ele rolou os olhos – Desembucha!

- Choi Jiwon.

- OMG! – Sua boca formou um “O” – O que ele queria?

- Conversar comigo.

- Ta, eu imaginei que fosse isso. Mas o que conversaram especificamente?

- Não chegamos a conversar. – Suspirei – Chanyeol estava lá e fez um show. Acredita que o garoto arrancou a roupa e foi na sala?

Luhan gargalhou.

- Nu?

- Não. De gravata e cueca.

- Inacreditavel! Mas e Jiwon?

- Ficou furioso e foi embora.

Luhan torceu os lábios.

- Será que ele vai contar a alguém?

- Chanyeol acha que não.

- Seja o que Deus quiser.

- Olha, vai começar – Sehun avisou.

O jogo começou, e realmente, Chanyeol jogava bem. Nunca fui muito bom em futebol, mas sabia que eles estavam ganhando já que marcaram mais gols.

Assim que o primeiro tempo acabou Kyungsoo quis ir ao vestiário ver Jongin, ou melhor, vigiar Jongin.

- Odeio líderes de torcida. – Bufou meu cunhado. – Um bando de oferecidas.

- Acho que vou ficar aqui mesmo. – Falei.

- Elas devem estar todas encima de Chanyeol. – Luhan riu.

- Ok, vamos! – Sai em direção ao vestiário.

 

POV Chanyeol

 

- Ai, ai, ai... – Resmunguei – Não aperta!

- Chanyeol, pare de choramingar. – Jongin girou meu tornozelo mais uma vez. – Acho que você torceu.

- Inferno. – Grunhi. – Não tem nenhuma enfermeira nessa merda?

- Não Chanyeol. – Jongin suspirou. – Fique aqui, eu sei de alguém que pode nos ajudar.

- Quem?

- Baekhyun.

Franzi a testa.

- Baekhyun? Aquele Baekhyun?

- Se esta se referindo ao meu irmão, sim, aquele Baekhyun.

- Ele está aqui?

- Aham. – Ele sorriu – Porque a surpresa?

- Nada. – Dei de ombros sorrindo.

Jongin soltou meu tornozelo e saiu do vestiário.

- Channie, se quiser eu posso fazer uma massagem... – Uma líder de torcida loira balançou os pompões.

- Ou eu. – Uma outra loira mordeu os lábios.

- Ou eu. – Mais uma loira falou, entrando entre as duas.

- Se você preferir pode ser nós três. – Elas umedeceram os lábios enquanto se abraçavam.

Aquilo era o sonho de qualquer cara, três gostosas em sua cama. Mas eu já não fazia parte dessa porcentagem de homens que tem esse fetiche e muito menos com mulher.

- Suruba? – Jongin voltou, mas agora acompanhado por Luhan, Kyungsoo, Sehun e Baekhyun. – Está podendo em Chanyeol.

- Eu? Não! Não curto orgias. – Falei, olhando de Jongin para Baekhyun.

- Sei...– Meu irmão fez um curso de primeiro socorros, acho que pode te dar um trato.

- Seu irmão? – Jongdae, nosso goleiro secou Baekhyun – Oi delicia.

- Ei, olha o respeito! – Joguei meu tênis nele.

- É isso ai, olha como fala do meu irmão. Agora vamos todos para o corredor, Chanyeol ficará constrangido demais se chorar na frente de todos, é melhor que só Baekhyun fique aqui.

- Cara sortudo.

- Ai, ai, meu pé esta doendo.

- O meu também.

- Me examina também?

- Vamos, saiam!

A cada comentário insolente, Baekhyun corava mais e mais.

Depois que todos saíram, ele se sentou no banco cumprido e de concreto em que eu estava sentado.

- Ponha seu pé aqui. – Ele bateu na coxa.

Girei meu corpo, me sentado com uma perna de cada lado do banco, joguei minha perna esquerda em seu colo e escorreguei no banco, quase que encoxando ele.

Baekhyun se afastou para alcançar meu tornozelo e apertando-o, com força.

- Ai ai ai!

- Onde dói? – Ele apertou novamente.

- Merda, é ai! – Grunhi.

- Aqui? – Baekhyun mordeu os lábios e voltou a me apertar.

Travei o maxilar, impedindo um gemido de dor.

- Qual seu problema homem? – Puxei minha perna de sua mão – Eu já disse que é aqui... – Mostrei o local – Não precisava apertar de novo, está doendo! Doido!

- Só estava confirmando o local. – Ele se levantou furiosa – Mas se não está bom para você, peça para aquelas loiras, três pares de mãos são melhor que uma.

- Ah sim... – Ri – Agora entendo o porquê de toda essa revolta.

- Não tem um “porque”.

O puxei pela cintura, colocando-o entre minhas pernas.

- Você está com ciúmes! – Zombei.

- Eu? Ciúmes? De você?

- Exatamente... – Escorreguei minhas mãos por sua bunda. – Não precisa ficar assim, elas são fúteis, não fazem meu tipo.

- Não estou com ciúmes de você! E tire suas mãos da minha bunda. – Ele me empurrou, e tentou escapar dos meus braços, sem muito sucesso.

- Vem aqui. – O puxei para o banco e projetei meu corpo sobre o dele, fazendo-o se deitar. – Não precisa se enciumar amor, elas não chegam aos seus pés.

Baekhyun deixou escapar um sorriso. Coloquei uma de suas pernas ao redor da minha cintura acomodando-me melhor sobre seu corpo.

- Chanyeol, pare! – Baekhyun me empurrou – Alguém pode nos ver.

- Ninguém vai nos ver. – Rocei meus lábios em sua bochecha, fazendo-o fechar os olhos e gemer.

- Garoto...

Mordi sua boca e escorreguei meus beijos para seu pescoço.

- Sabe que eu até gosto de ser chamado de garoto... – Suguei o lóbulo de sua orelha – Mas só quando você fala. É excitante.

Baekhyun agarrou meus cabelos e me puxou de encontro aos seus lábios.

- Droga... – Ele gemeu ao sentir minha mão caminhando por sua coxa. – Quando essa merda de jogo acaba?

- Tem só mais um tempo... Por quê?

- Por que eu quero você.

Sorri maliciosamente e me inclinei para capturar seus lábios mais uma vez.

Antes que pudéssemos nos afastar, a porta do vestiário foi aberta.

- Porra! O que... o que é isso?


Notas Finais


Comentem pessoal, quem vocês acham que entrou no vestiário e viu essa cena? E Digam quem vocês acham e como que a pessoa vai reagir sobre isso, quem acertar eu mando um pedaço da cena por mensagem pessoal. Boa sorte para vocês adivinharem. Bjos e até a próxima!


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