História O Amanhecer Entre Duas Vilas - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Shikamaru Nara, Temari
Tags Shikamaru, Shikatema, Temari
Visualizações 141
Palavras 2.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores!

Chegueiiiii com mais um capitulo.

Espero super que gostem 💜

Capítulo 10 - Capitulo X


Narração Shikamaru:

Ainda estávamos dentro do escritório de Temari, tínhamos acabado de organizar nosso plano e os papeis junto aos pergaminhos, tudo em seus devidos lugares. Eu estava debruçado na janela fumando um de meus cigarros, quando senti um beijo na minha bochecha e seus braços me envolverem estando ainda de costas para ela.

-Como você encontrou aquele livro? – Temari perguntou sem muitos rodeios, se acomodando ao meu lado na janela, aproveitando a vista de Suna durante aquela noite junto a mim.

-Uma certa pessoa inconveniente. – Respondi lançando um sorriso de canto. Ela permaneceu com as feições tranquilas enquanto pensativa por alguns instantes.

-Então é por isso que ele vive me infernizando. – Ela bufou em frustração fazendo biquinho me fazendo fita-la confuso. Sem demora ela pareceu perceber que não compreendi seu comentário. Suspirou. – Shikamaru, você viu o que tem no livro não é?  

-Eu ainda não acredito que tenha guardado. – Suspirei jogando o cigarro fora em seguida me aproximando de Temari envolvendo meus braços a seu redor, ela virou-se de frente a mim se aninhando em meus braços, a cabeça descansando em meu peito. O tempo poderia parar ali que nós dois não íamos perceber.

-Eu guardo o que for especial para mim. – Ela respondeu de forma manhosa ainda contra meu peito. Uma de minhas mãos subiu em seu rosto o erguendo para que a olhasse nos olhos, em seguida dei um beijo terno em sua testa, oque fez as bochechas de Temari ficarem levemente vermelhas.

Me afastei desvencilhando seus braços de mim por alguns instantes, a fim de retirar de dentro do meu bolso um objeto. Estendi à mão em frente de Temari abrindo em seguida. Ela fitou o objeto que estava na minha palma e permaneceu o encarando e refletindo sobre ele.

-Eu não o uso no pescoço porque tenho medo de perdê-lo, mas carrego sempre comigo desde o dia em que me deu. – Disse a ela.

Temari não me respondeu nada de imediato, apenas se aninhou novamente apertando mais seu corpo no meu, nos envolvendo em um abraço carinhoso.

O objeto era um colar com um pequeno leque como pingente, um leque igual ao que ela manejava. Eu recebi como presente de Temari após a primeira conferencia dos Kages que nos encontramos, ambos como conselheiros dos nossos respectivos, ela me puxou para conversarmos de forma mais intima em uma localidade retirada, tínhamos um exame chunin para ministrar e algumas pendencias burocráticas. Quando ela estava se despedindo, puxou a minha mão colocando o objeto tão significativo contra ela, me deixando totalmente desconcertado quando finalmente enxerguei o que era.

“Isso é para que não se esqueça de mim, preguiçoso.” Disse me lançando um daqueles sorrisos gentis dela que me deixavam ainda mais sem sentidos. Lembro-me de não conseguir agradece-la em tempo, ela já havia me deixado ali sozinho e embasbacado, quando tomei noção de dizer algo.

– Eu também guardo o que for especial para mim. – Afirmei a Temari dando-lhe um beijo carinhoso na têmpora.

Selamos nossos lábios ainda em meio ao nosso abraço, deslizei minhas mãos uma para sua cintura e outra para sua coxa fazendo com que ficasse apoiada em minha cintura para facilitar o contado, apertei, enquanto Temari distribuía uma série de beijos em meu pescoço. As coisas ali estavam ficando intensas.

-Teeemari... – Sussurrei em seu ouvido com tom de aviso.

-O que? – Ela pergunta dando um risinho descarado ainda contra meu pescoço, seguindo com um pequeno chupão.

-Se isso prosseguir... Não vou conseguir controlar os efeitos que você me causa. – Ela subiu seus lábios mordendo o lóbulo da minha orelha.

-Eu não quero que se controle. – Afastou os lábios de mim e me deu um leve empurrão fazendo com que desse espaço para ela, se dirigiu até a porta, enquanto eu a olhava confuso. Trancou-a, e nesse momento eu sabia o que aconteceria.

Ela me empurrou novamente. Agora me fazendo sentar em uma das cadeiras de sua sala subindo por cima do meu colo e envolvendo os braços em meu pescoço. Fechei os olhos enquanto ela distribuía beijos carinhosos por meu rosto.

Desci minhas mãos que estavam apoiadas em sua cintura para suas coxas apertando firmemente, fazendo com que ela se afastasse alguns centímetros me olhando fixo nos olhos lançando um sorrisinho de canto.

-Mal começamos a namorar e você já está realizando uma de minhas fantasias, problemática. – Disse a fazendo rir.

Ela levou um de seus dedos me acariciando a testa, descendo pelo nariz e chegando a meus lábios aonde demorou mais, percorrendo-o com a ponta dos dedos.

-Se não tivesse demorado tanto... Eu poderia ter realizado mais de uma vez. – Ela me responde mordendo o lábio inferior.

Agarrei Temari nos braços levantando da cadeira e a pondo de pé em minha frente. Ela novamente tentou me empurrar para que eu sentasse, mas me mantive em pé indo contra seus instintos naturais de dominação.

-Na nossa primeira vez eu acabei cedendo a você, mas hoje não vai acontecer... – Temari me olhou com a cara mais descarada que ela já havia feito, mordendo seu lábio inferior novamente na intenção de me provocar. – Vira de costas pra mim.

Ela atendeu meu pedido, assim que virou desprendi o tecido vermelho que ela usava para marcar a cintura que tinha, levantei sua blusa roxa, tirando-a completamente de seu corpo tendo a visão de seu tronco desnudo. Meus dedos percorriam por suas costas e o corpo de Temari reagia perfeitamente, se arrepiando com o toque.

-Antes de continuar, precisamos de preservativo. – Afirmei, abraçando Temari por trás e encostando minha cabeça em seu ombro. Ela apoiou uma das mãos na minha cabeça.

-Tem naquela gaveta ali. – Ela apontou em direção á um balcãozinho pequeno da sala.

-Porque você tem preservativos em sua sala? – Perguntei malicioso. – Fica quietinha ai, já volto. – Mandei indo em direção ao pequeno balcão.

-Kankuro faz questão de por na minha sala e na de Gaara, segundo ele “imprevistos podem acontecer” como sempre sendo inconveniente. – Ela me responde revirando os olhos e rindo junto a mim.

-Pelo jeito ele estava certo em questão dos imprevistos. – Sorri de canto.

Voltei em sua direção jogando o preservativo em cima da mesa. Agora de frente para Temari admirava seu tronco exposto, suspirei, o que a fez corar. As cicatrizes de Kunoichi espalhadas por sua pele clara a deixavam ainda mais irresistível. Desci minhas mãos para a saia preta que usava e a tirei juntamente com sua calcinha, agora a deixando completamente exposta em minha frente, somente admirando-a.  As coxas grossas acompanhadas do curso escultural de sua barriga os seios grandes que encaixavam perfeitamente em minha mão. Ela é linda e queria faze-la minha pelo resto dos meus dias.

Temari me fitava com malicia, quando me aproximei percorrendo todo o seu corpo com meus lábios dando-lhe alguns chupões. Ela começava a ofegar e suprimir alguns pequenos gemidos com a intenção de não fazer barulho.

Peguei em sua cintura e movimentei fazendo-a sentar-se à mesa que estava a centímetros de nós. No percurso Temari havia desamarrado meu cabelo e brincava com os fios, puxando vez ou outra.

Beijei-a mais ardentemente, descendo de novo meus lábios para seu pescoço distribuindo em toda a região beijos, mordidas e chupões, meus dedos já estavam em encontro com sua intimidade.

-Shi-shika... – Ela gemeu em sussurro junto a minha orelha mordendo-a em seguida. Tentou de varias formas me tirar de cima com a intenção de me colocar contra a parede, mas dessa vez ela não conseguiria.

-Eu já disse problemática... Hoje quem vai ceder é você. – Afirmei de forma autoritária com a voz um pouco rouca descendo agora meu lábios até sua intimidade, Temari não conseguiu comprimir um gemido alto quando comecei a acariciar seu clitóris com a língua vagarosamente e acabar por estalando um tapa na lateral de sua bunda a fim de vê-la tomada pelo prazer.

Suas mãos seguravam meus cabelos volta e meia firmando uma das mãos o puxando com certa força, sua cabeça arqueava para trás com os olhos fechados, mas volta e meia ela recuperava uma certa racionalidade que a fazia me encarar por alguns instantes mordendo o lábio inferior. Assim que a senti contrair junto ao orgasmo, segurei-a firme em meus braços logo em seguida, pois estava com as pernas bambas para conseguir ficar de pé sozinha. Sorri de canto dando-lhe um beijo na bochecha e logo um selinho.

Ela me fitou com uma carinha manhosa.

-Eu quero acariciar sua pele também, querido. – Ela afirma dando-me um beijo no pescoço.

Retirei a roupa que cobria meu corpo após as palavras de Temari. Logo ela envolveu novamente as pernas ao meu redor ainda sentada na mesa, me puxando para bem próximo dela. Escorregou suas mãos em meu peitoral descendo vários beijos molhados.

Puxei seu rosto para encara-la.

-Agora que você já acariciou, eu quero que vire de costas para mim. – Ela me fitou com maliciosa porem não obedeceu.

Agarrou minha cintura com as pernas ainda mais forte, me aproximando mais dela, levou as mãos a minha cabeça me puxando para baixo encostando sua boca no meu ouvido.

-Eu vou obedecer. – Ela sussurrou. – Mas na próxima vez, você estará em minhas mãos. – Sorri de canto com a sua insinuação.

Ela desceu da mesa se virando de costas dando liberdade para manuseá-la como gostaria, com uma das mãos apoiei nos ombros de Temari, fazendo-a descer de encontro com a mesa ficando de bunda empinada para mim, ela me fitou por cima dos ombros sem nenhum tipo de protesto.

Agachei-me diante daquela visão dando uma ultima lambida no meio das pernas dela fazendo-a suspirar pesado.

Subi pegando o preservativo e o colocando em meu pênis. Estalei mais um tapa na bunda de Temari que arfou um gemido baixo. Trouxe um de seus braços a suas costas o segurando contra seu corpo, pressionando-a totalmente contra a mesa.

Mencionou meu nome totalmente perdida nas sensações após penetra-la. Eu com certeza guardaria aquela cena em minha cabeça junto com as melhores lembranças de Temari que já estavam lá há muito tempo.

Escorregava para dentro dela lentamente, ela rebolava contra meu pênis a fim de insinuar que estava querendo por mais.

-Você quer mais? – Perguntei quando desci meu tronco contra seu corpo beijando suas costas indo em direção a sua orelha.

Ela virou um pouco mais o rosto para mim mordendo os lábios e me olhando de forma safada.

-Eu quero mais Shikamaru.

Afundei-me dentro dela arrancando um gemido alto, que provavelmente nos entregaria se alguém estivesse próximo àquela sala.

Acelerei os movimentos ouvindo Temari comprimir os gemidos vez ou outra mencionando meu nome de forma baixinha. Quando estava prestes a me derramar dentro dela, parei os movimentos em uma ideia intensamente maliciosa que brotará em minha mente. A levantei de pé virando-a de frente para mim dando-lhe um beijo em sua boca e logo após sentando na cadeira que estava próxima a nós.

-Vem cá. – A chamei.

Ela veio até mim com um andar felino. Sentando-se em meu colo.

-O que será dessa vez? – Ela me perguntou.

-Você queria me acariciar não queria? – Ela assentiu coberta por malicia. – Meu corpo é todo seu.

Ela levantou-se parando de frente a mim dando-me uma visão privilegiada de seus seios. Inclinou-se beijando meu peitoral e descendo até ficar de joelhos diante do meu membro. Retirou o preservativo e lambeu toda a extensão do meu pênis, acabando por afundar a boca em seguida me chupando, desci uma de minhas mãos para sua cabeça enquanto ela colocava uma das dela junto ao meu pênis o massageando enquanto chupava, puxei os cabelos já bagunçados de Temari enquanto meu ápice se aproximava.

Gozei dentro de sua boca e ela continuou por alguns instantes seus movimentos, lambendo uma ultima vez antes de levantar-se.

Jogou-se em meus braços dando um ultimo beijo em meu peitoral, aninhando-se ali enquanto a envolvia acariciando com os dedos suas costas. Por um curto tempo permanecemos ali, somente com as respirações um do outro ressoando no ambiente.

-Tema...

-Hmm...

-Quando o assunto é você, eu não consigo fazer nada conforme eu havia planejado. – Disse a ela sem graça. – Eu ia conversar com você sobre a nossa relação assim que tudo estivesse resolvido e tivéssemos tempo para isso. – Ela riu contra meu peito.

-Quando o assunto se trata de nós dois, nada é planejado, nem os sentimentos que acabamos alimentando. – Ela me responde levantando a cabeça do meu peito e encostando a testa na minha.

-Te amo, problemática.

Temari desceu seu rosto dessa vez apoiando em meu ombro, levei uma das mãos até seus cabelos acariciando-a.

-Shika...

-Hmm...

-Eu também te amo.

                                                                                              ‗‗‗

No dia seguinte quando retornamos para a sala de Temari. A fim de colocarmos o nosso plano em pratica o mais rápido possível.

Batidas na porta ecoaram, Temari abriu.

-Bom dia.

-Bom dia Kankuro. – Temari responde arqueando uma das sobrancelhas.

-Bom dia. – Respondi enquanto acabava de escrever um pergaminho.

-Gaara ainda não veio para o escritório, o que devo fazer? – Kankuro pergunta.

-Queremos que reduza a escolta do prédio novamente. – Expliquei.

-Você acordou com isso Temari? – Kankuro a pergunta não gostando muito da ideia.

-Sim, reduziremos a escolta do prédio com menos ninjas que o normal. – Ela afirma. 

-Esta bem, se vocês dois acordaram não vou questionar. – Kankuro responde entre a porta aberta dando as costas para nós. – A proposito Temari...

-Sim...

-Você deve concordar comigo que imprevistos acontecem. – Ela cuspiu o chá que acabará de por na boca. Eu arregalei meus olhos embasbacado diante do pergaminho.

Kankuro começou a rir de nós e como se não bastasse um só comentário.

-Não que me agrade saber o que vocês dois estavam a fazer, mas o barulho da mesa contra o chão entrega bem fácil. – Ele termina fechando a porta e indo embora.

-KANKURO!!!!


Notas Finais


ALERTA DE SPOILER.

No próximo capitulo: O retorno de Satsu.


Beijooos maravilhosos (as)


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