História O Amante (Fronteiras do Destino 2) - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Hoffenhein, Homo, Mfc, Olhares Na Escola, Romance, Romance Gay, Universolove
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Palavras 2.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capítulo está tenebroso... a trama começa a ganhar forma e alguns mistérios surgem...

Espero que gostem e não deixem de comentar.


Abraço forte e até breve. <3

Capítulo 6 - 05. Presságio


Fanfic / Fanfiction O Amante (Fronteiras do Destino 2) - Capítulo 6 - 05. Presságio

05. Presságio

 

Chegamos em Paraíso e a orla estava fechada, haviam barracas de lembranças, comidas e muitos enfeites e cores nas casas.

- Acho que não vamos conseguir passar… o meu hotel fica ali na frente e está fechado. Talvez tenha uma entrada pela rua de trás.

- O que está acontecendo aqui? – perguntei sem entender todo aquele estardalhaço.

- Ora… você não sabe? Hoje é o primeiro dia do Festival dos Vigilantes, pensei que soubesse. Muitos dos passageiros do navio estão aqui.

- Não lembro da Miranda ter comentado nada comigo… ou talvez nem ela tenha prestado atenção nesse detalhe. O que é exatamente esse festival?

- Existe uma antiga lenda que fala sobre seres superiores que habitavam esta ilha e mantinham o equilíbrio de todas as coisas, mas as trevas os fizeram desaparecer após a traição dos homens… há quem diga que eles ainda podem voltar… o festival serve para agradecer aos Vigilantes pela sua misericórdia – Jack El fez uma pausa e me olhou atentamente sem dizer nada.

- Parece bem fascinantes. Podemos aproveitar mais um pouco? – quando falei isso, percebi que ele ficou meio tenso – o que foi?

- Nada é que… eu não acho seguro ficarmos aqui.

- Porque não?

- Bom é que… em minha vida de marinheiro ouvi falar muito sobre esse festival… dizem que pessoas desaparecem sem deixar vestígios… e o mais intrigante é que todos os casos são arquivados por falta de prova. Não é estranho?

- Acho tudo isso uma bobagem, além do mais, quais as chances de sermos sequestrados dentre centenas de pessoas no mesmo lugar? – falei isso e soltei um leve riso.

- Do que está rindo?

- Você é tão supersticioso… por essa eu não esperava.

- Não é superstição, eu apenas sou precavido, além do mais, eu nunca me perdoaria se acontecesse algo com você.

Jack El era tão fofo que me deixava sem palavras quase sempre.

Depois que ele concordou em passearmos pela orla, contornamos a quadra e entramos no modesto hotel onde ele estava hospedado.

Na recepção, uma senhora gorda e de maquiagem pesada nos olhou dos pés à cabeça.

- Pois não? – disse com uma voz irritante como se miasse.

- Eu sou hóspede do quarto trinta e cinco! – disse Jack El mostrando a chave.

- E você? – disse olhando para mim fixamente.

- Ele está comigo. – disse Jack El sorridente. A mulher olhou para mim como se desconfiasse, afinal de contas, eu estava sujo e descalço ao lado de um bonitão como ele.

- Não temos quartos com camas duplas, por isso não posso permitir que ele fique e…

- Não vamos precisar de duas camas. – disse Jack El segurando minha mão e a beijando. Fiquei morrendo de vergonha. A mulher da recepção arregalou os olhos repentinamente, nos olhando com certo assombro, mas não por estarmos de mãos dadas, mas por algo que parecia tê-la assustado ao olhar para mim. Jack olhou para a recepcionista e então voltou-se para me fitar como se não entendesse o que estava acontecendo – Tá tudo bem por aqui?

A recepcionista deu umas piscadelas e logo voltou ao normal, como se saísse de um transe.

- Nesse caso, terei que cobrar o dobro do valor.

- Não tem problema, cobre quanto achar necessário, só não queremos ser incomodados. – disse Jack me puxando pelo braço – Agora nos dê licença que estamos em lua de mel! – Jack me puxou em direção à escada e enquanto subíamos eu me sentia eufórico por estar cometendo aquela loucura com um desconhecido como ele.

Nunca pensei que me aventurar desta maneira fosse tão bom. Eu me sentia livre pela primeira vez e o melhor de tudo era saber que Jack El se sentia bem ao meu lado também.

- Porque disse que estamos em lua de mel? Você não tem medo do que as pessoas vão pensar? – falei sem fôlego.

- Mau, meu lindo… com o tempo você vai aprender que pra ser feliz precisa esquecer a opinião dos outros… ser livre é isso… fazer o que te faz bem.

Sorri meio sem graça com aquela resposta e ao mesmo tempo encantado com tudo o que ele dizia.

Entramos no quarto e logo me deparei com um quartinho modesto e sem luxos. No lugar do condicionador de ar havia um ventilador no teto e as paredes estavam manchadas por algo marrom, mas o cheiro era agradável e dava uma sensação de limpeza.

- Que lugar comum para alguém como você. – falei enquanto olhava ao redor.

- Ué… eu sou uma pessoa comum, além do mais, vamos apenas dormir aqui… e pra dormir bem eu só preciso de um colchão macio e um teto. – ele disse isso e me olhou fixamente, estudando minhas expressões – Se não for luxuoso o bastante pra você podemos ir pra outro lugar.

- Não! Quê isso… está perfeito! – falei apressado. Eu não queria que ele pensasse que eu era um fresco mimado.

- Tudo bem, então, agora, tire a roupa que vou dar banho em você.

- Dar banho em mim? Não mesmo! Sou bem grandinho pra isso! – falei assustado.

- Ora… não seja tão cruel… só quero garantir que você vai ficar bem cheirosinho pra mim – disse ele me agarrando por trás – eu quero aproveitar pra massagear cada centímetro do seu corpo. – Me arrepiei todo quando ele disse aquilo em meu ouvido.

Jack El me guiou até o banheiro e começou a tirar minha roupa.

Droga! Porque Jack El tinha que aparecer em minha vida? Agora eu estava em total desequilíbrio entre razão e emoção.

- O que foi? – disse ele me tirando de meus pensamentos.

- Nada, só que… tudo parece tão bom pra ser verdade. – falei com uma pitada de dor no tom de voz.

- Você tem medo? – disse me olhando nos olhos.

- Não sei.

- Porque não me diz o que sente? Talvez se sinta melhor.

- Eu não sei o que sinto… é estranho. – falei quase sem voz – você sente alguma coisa?

- Eu sinto que pela primeira vez minha vida faz sentido, por isso quero aproveitar cada segundo ao seu lado, porque amanhã de manhã nossa pequena eternidade chegará ao fim e teremos que seguir com nossas vidas… e tudo vai ser apenas uma boa lembrança.

- Mas… - lhe abracei com força. Talvez eu não estivesse preparado para dizer adeus a Jack El, mas como eu poderia explicar isso a ele? Será que ele entenderia? Com certeza ele me chamaria de louco, afinal de contas, não nos conhecíamos nem a dois dias direito… como eu poderia estar apaixonado por alguém como ele em tão pouco tempo? Era impossível ser um sentimento real.

- “Mas” o quê? – disse acariciando meus cabelos – Tem algo que queira me dizer?

- Não eu… eu não tenho nada pra falar. – segurei a vontade de chorar e me mantive firme em minhas palavras.

- Tudo bem. Que assim seja. – ele disse isso com certa frieza e então ligou o chuveiro.

Fiquei de costas para Jack El, que massageou minhas costas com uma habilidade quase profissional. Soltei pequenos gemidos enquanto ele deslizava as mãos pelas minhas costas e ia até minha bunda, apertando com força.

Me apoiei na parede e deixei que ele continuasse a brincar com meu corpo.

Jack El sorriu maliciosamente e passou o dedo entre minhas nádegas lentamente e parou ao encontrar meu ânus. Gemi baixinho mais uma vez enquanto ele começava a enfiar o dedo em mim com cuidado.

- Está gostando da massagem? – disse em meu ouvido com sua voz naturalmente sedutora e excitante.

- Estou adorando. – sussurrei entre gemidos.

- Posso confessar uma coisa?

- O quê?

- Você é a primeira pessoa que faz meu coração acelerar… acho que estou apaixonado por você. – aquelas palavras penetraram em minha alma e me fizeram saltitar de alegria por dentro. Não falei nada, apenas empinei minha bunda para sentir o pau dele me roçar.

- Me fode Jack El… por favor… fode meu cuzinho. – Jack me olhou mordendo os lábios e então abriu minha bunda com as mãos. Me arrebitei mais ainda pra facilitar a penetração.

Jack El esfregou seu pau na entrada do meu rabo e começou a enfiar aos poucos de maneira que não me causasse muita dor. Quando senti as bolas dele me tocarem, percebi que estava tudo dentro de mim e comecei a rebolar para a frente e para trás lentamente enquanto Jack El abria minha bunda e gemia de prazer.

Depois de muito rebolar no pau do meu loiro, foi a vez dele me socar com toda a sua força.

Jack El me empurrou contra a parede com força e começou a empurrar seu pau em mim com estocadas que me faziam saltar de dor e prazer. Coloquei minhas mãos para trás e apertei sua bunda contra meu corpo para que ele fizesse com mais força. Eu queria sentir mais dor, eu precisava sentir aquela dor tão gostosa.

- Eu nunca me senti tão desejado! – falei suspirando.

- Eu nunca desejei tanto alguém como desejo você Mau… eu vou eu vou gozar… - disse de repente.

- Goza dentro de mim. Quero sentir os jatos do seu leite dentro de mim.

Jack El acelerou e então gozou dentro de mim com gemidos fortes e graves. Transar com ele me fazia sentir as melhores sensações do mundo e pra ser sincero, eu não me importaria em dar meu cu pra ele todos os dias se fosse necessário, o importante era estar com ele e satisfazê-lo.

Quando terminamos, Jack passou sabonete em meu corpo e depois pediu que eu fizesse o mesmo com ele.

Tocar na bunda dele foi estranho e muito satisfatório. Sua bunda era redonda e muito branca, por um instante me imaginei penetrando seu cuzinho com a mesma força que ele me penetrava, mas ele era homem demais para permitir que eu fizesse isso.

Depois disso Jack me carregou no colo como se realmente estivéssemos em uma lua de mel e então me jogou na cama, se deitando por cima de mim.

- Vamos fugir juntos. – falei me atracando a seu corpo. O riso de seu olhar desapareceu na mesma hora – o que foi? Não gostou do que eu falei?

- Não é isso, só que… você tem uma vida… não quero que se arrependa de suas decisões depois, eu me sentiria culpado. – ele disse isso e me deu um beijo – Você precisa voltar amanhã… vai ser melhor assim.

- Eu pensei que gostasse de mim. – falei me sentindo meio decepcionado.

- Eu gosto, é por isso que preciso fazer a coisa certa. Você me entende?

- Claro. – menti fingindo estar calmo, mas por dentro eu chorava. Droga! Ter sentimentos era uma desgraça, eu começava a descobrir isso.

- Certo… sua resposta não me convenceu… e pra quebrar esse clima chato, me espera aqui que eu já volto! – disse ele se levantando e vestindo a roupa.

- Aonde vai?

- Vou comprar roupas novas pra você. Você não queria ir ao Festival? Se for, não pode ir com essas roupas sujas. Aproveite pra descansar e se sentir fome tem dinheiro na minha carteira. Vou levar apenas o cartão de crédito. Estarei de volta em uma hora.

- Mas você nem sabe meu tamanho!

- Claro que sei exatamente o seu tamanho… só não tive a oportunidade de senti-lo ainda. – disse com um olhar cheio de safadeza. Fiquei vermelho quando percebi de qual tamanho ele falava e também surpreso com aquelas palavras, eu podia jurar que ele não era do tipo que “cedia” para outro homem – que foi? Você parece surpreso.

- Não, só que… ham… nada. – falei tentando disfarçar.

- Seu bobo… saiba que eu não gosto de ser o passivo da relação, mas por gostar de você, me sinto a obrigação de te proporcionar o mesmo prazer que você me proporciona, embora eu seja louco por sua bunda… quem sabe um dia a gente possa inverter a relação.

- Você fala de “um dia” como se tivéssemos um futuro juntos. – ele ficou calado quando eu disse isso, me senti culpado por quebrar o clima.

- Vou comprar roupas pra você e não demoro! – disse ele me dando mais um beijo antes de sair do quarto.

Fiquei deitado tentando descansar meu corpo que ardia não apenas por ter sido enrabado por Jack El, mas também pelo meu dia exaustivo naquela floresta.

Não tive muito sucesso em minha tentativa de descanso, pois o barulho vindo de fora estava incomodando bastante, entretanto, pude relaxar por cerca de quinze minutos, mas perdi a concentração quando alguém bateu à porta. Levantei vestindo só a cueca e abri acreditando ser Jack El, mas para a minha surpresa, não havia ninguém, mas senti um frio na barriga, como se algo muito ruim estivesse prestes a acontecer.

Fechei a porta e quando me virei, dei de cara com uma velha senhora me estendendo uma pétala vermelha, mas não era a senhora que eu havia encontrado na floresta, era a recepcionista com os olhos negros.

- AI MEU DEUS! – falei me jogando para trás e percebendo que tudo tinha sido apenas uma alucinação – acho que preciso mesmo descansar. – falei a mim mesmo enquanto levantava e voltava para a cama – Tomara que o Jack não demore muito.

Fechei os olhos e me concentrei em imaginar Jack El ali comigo, era a única maneira de me sentir um pouco melhor.

 


Notas Finais


Gostou da história? Essa é a segunda de um universo compartilhado de narrativas. A primeira se chama "Um Vício Chamado Felipe", você pode ler pelo link a seguir:

Um Vício Chamado Felipe (Fronteiras do Destino 1) ======> https://spiritfanfics.com/historia/um-vicio-chamado-felipe-fronteiras-do-destino-1-9688353


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