História O Amante (Fronteiras do Destino 2) - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Hoffenhein, Homo, Mfc, Olhares Na Escola, Romance, Romance Gay, Universolove
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Palavras 2.937
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Acho que já deu pra perceber que a história começou a ganhar uma forma mais "horror" em sua trama né? Não foi por acaso... como eu já disse, esta história tem como inspiração um conto japonês, que inclusive, tem em anime, mas muito diferente do conto.

Com o meu toque especial temos um jogo de sedução e conexões com "Um Vício Chamado Felipe"... Luís inclusive deveria aparecer nesse capítulo, mas removi a parte dele pra não dar spolier na outra história.


Espero que gostem e não deixem de comentar.

Abraço forte e perdão qualquer erro, ainda vou reler e corrigir se houver.

Capítulo 7 - 06. Fascínio no coração e horrores na madrugada


Fanfic / Fanfiction O Amante (Fronteiras do Destino 2) - Capítulo 7 - 06. Fascínio no coração e horrores na madrugada

06. Fascínio no coração e horrores na madrugada

 

Sem perceber caí no sono e tive outro pesadelo onde eu me via em um bosque infinito de um lado, mas do outro havia um grande abismo de onde eu podia ouvir sons de feras sedentas por sangue.

Senti meu coração congelar, mas não pude me mover, apenas observar cinco seres com formas humanas, porém transparentes surgirem. Um deles estendeu a mão para mim sem me tocar.

 

“Eu sou o começo e ele é o fim… precisamos dar um fim ao fim antes do fim…”

 

Ouvi aquela voz na minha cabeça e acordei sentindo falta de ar no mesmo instante em que Jack El entrava com sacolas nas mãos.

- Jack! – falei levantando da cama num salto e correndo para abraça-lo – você demorou! Me abracei com força a seu corpo, era a maneira que eu tinha encontrado para me sentir menos indefeso. Enquanto lhe abraçava, então percebi que ele estava gelado e pálido – o que houve? Tá tudo bem? Você parece estranho. – falei percebendo sua seriedade.

- Eu demorei mais do que esperava, me desculpa. – disse retribuindo meu abraço.

- Tudo bem, o importante é que você voltou pra mim! – falei contente enquanto ele fixava o olhar em mim e acariciava meu rosto – o que foi? Você tá um pouco estranho.

- Eu não sei… - disse se afastando e sentando na cama – eu pensei que fosse fácil, mas tem algo em você que me faz querer te proteger de todo o mal em que te envolvi.

- Como assim? Você não me envolveu em nenhum mal! Você foi a única coisa boa que me aconteceu em toda a minha vida. Deixa de bobagem e vamos nos arrumar pra dar uma volta no Festival dos Vigilantes. – quando falei isso ele sorriu com um brilho nos olhos, ele parecia confuso – o que está acontecendo Jack El?

- Eu não sei como te explicar.

Sorri.

- A gente poderia cometer uma loucura… fugir pela manhã e ir pra um lugar onde ninguém nos reconheça, podemos ser felizes.

- Seria perfeito… - disse me abraçando - … mas você nunca estaria seguro e eu nunca me perdoaria se algo acontecesse com você, é por isso que você precisa voltar para sua família e sua esposa.

Quando ouvi aquelas palavras me senti um objeto daqueles que se usa e descarta. Naquele momento, cheguei à conclusão de que não há coisa pior que brincar com os sentimentos das pessoas e que o amor e o ódio são separados por um fino fio que ao ser rompido pode causar grandes desastres.

Respirei fundo diante da rejeição e sorri, mas não era um sorriso de alegria, era um sorriso mascarado que para mim tinha muitos significados… significava a dor de ter que regressar à minha triste realidade com minha desalmada esposa, significava a solidão e a saudade que eu sentiria de Jack El mesmo o conhecendo tão pouco.

- O que foi?

- Nada. – falei disfarçando.

- Não parece que foi anda… seu sorriso…

- O que tem o meu sorriso?

- Foi diferente dos outros sorrisos que você já me deu… agora pareceu esconder alguma tristeza.

Suspirei ao ouvir aquilo.

- Você sabe muito bem porque eu fiquei chateado! – falei virando a cara pra que ele não visse as caretas que eu geralmente faço quando estou bravo.

- Não foi minha intenção magoar você. – disse se aproximando de mim por trás e beijando meu pescoço – Eu só não quero mentir pra você.  Verdade é que se ficássemos juntos estaríamos correndo riscos constantes, por isso preciso garantir que você esteja seguro.

- Você é tão insensível às vezes, não consigo entender… - falei sentindo um aperto no coração enquanto ele me acariciava – Você quer me manter seguro de que exatamente?

- É complicado. – disse me soltando – Você não faz ideia do quanto eu adoraria cometer essa loucura com você, mas eu não quero destruir o único acerto de toda a minha vida errada.

- Você não é casado, é?

- Não, seu bobo. – disse sorrindo.

- Então porque não pode ficar comigo? Porque eu sou casado?

- É complicado demais. – ele disse isso e sentou na cama para me observar com um sorriso estonteante nos lábios – Acho melhor não falarmos sobre isso, não quero que fique triste comigo.

Mesmo frustrado, evitei tocar no assunto, até porque eu não queria estragar minha breve felicidade, mas aproveitar minhas últimas horas em sua companhia.

- Mau… deita aqui do meu lado. – disse Jack quebrando o clima pesado que estava entre nós dois.

Deitei com a cabeça em seu peito e fiquei sentindo o bater de seu coração;

- Mau… como é ser filho de um mafioso? – disse ele enquanto fazia bolinhas no meu cabelo de maneira carinhosa.

- É uma vida de luxo, mas também de muitos perigos… meu pai é chefe de uma das maiores máfias do continente e muitos desejam mata-lo ou matar seus filhos, é por isso que evito falar quem eu sou.

- Mas você disse pra mim… quem garante que eu não seja um sequestrador?

- Adoraria ser sequestrado por você. – falei com um sorriso malicioso.

- Bobo! Continua contando.

- Então… eu sou o mais velho de três filhos e naturalmente eu deveria suceder meu pai, mas ele diz que eu sou uma vergonha para toda a família e que a única coisa boa que fiz em toda a minha vida foi casar com a Miranda.

- Nossa!

- Pois é… a minha vida não é fácil e pra piorar ainda tenho que aturar minha irmã mais velha se vangloriar por ser a queridinha do nosso pai. Ela é uma mulher muito cruel… puxou ao papai.

E sua mãe? Onde está?

- Minha mãe foi sentenciada à prisão perpétua quando eu era muito pequeno… ela foi acusava de ter cometido os crimes que meu pai havia orquestrado, acho que ela assumiu a culpa por amor a ele, não sei ao certo e nem quero saber. – fiz uma pausa para beijar seu peito e então prossegui – papai é o presidente de uma grande empresa que serve como fachada para sua verdadeira profissão suja… tão suja que governos e homens poderosos se venderam à vontade dele. – fiz uma pausa para olhar para ele, que estava mais lindo do que nunca – O meu maior sonho sempre foi ter uma vida como a de todo mundo… eu sempre invejei as outras pessoas com suas vidas normais… sei lá, viver sem poder dizer quem é seu pai é frustrante às vezes.

- Eu sinto muito Mauro. – Jack El me deu um beijo na testa e prosseguiu – minha vida não é tão fantástica assim… papai era um homem extremamente religioso e antes de partir me deixou missões que me assombram todas as noites, o lado bom é que posso viajar no navio e conhecer o mundo – ele fez uma pausa mais prolongada, pude sentir seus batimentos acelerarem – Eu não sei o que vai ser de mim depois que nos despedirmos, mas tenho certeza de que nunca mais será a mesma.

- Ainda podemos fugir juntos. – falei isso e então mordi seu mamilo.

- Não posso! – ele disse isso e então me abraçou.

 

O relógio marcava três e meia da manhã quando comecei a tirar minhas roupas para vestir algumas das peças que Jack El havia comprado para mim.

Enquanto eu me despia, Jack me olhava com malícia, fingi não perceber, mas não deu muito certo, pois ele logo me puxou para a cama e colocou meu pau para fora, que bateu em sua cara.

Jack El me chupou com maestria até que eu gozasse em sua boca. Ele fez questão de engolir cada gota com pequenos gemidos.

- Você é o cara mais gostoso com quem já estive. – quando ele disse isso me senti meio estranho. Pensar que Jack El esteve com outros me fazia pensar que tudo aquilo era apenas uma ilusão, que eu era só mais uma de suas conquistas.

- Você já ficou com muitos caras? – perguntei depois de muito acumular coragem.

- Já… mas nenhum deles era como você – disse me ajudando a abotoar a bermuda – você é alguém que desperta o melhor de mim. Eu me sinto mais humano ao seu lado. – lancei um sorriso quase fechado ao ouvir isso, mas por dentro eu estava gritando de euforia.

- Então… como estou? – falei mudando de assunto e dando um giro para que ele analisasse as roupas novas.

- Mais gato impossível! – disse beijando minha mão – Vamos, temos uma longa estrada pela frente.

- Estrada? Pensei que fossemos aproveitar o Festival!

- Mauro, acredita em mim, você não vai querer conhecer esse Festival… é perigoso demais para alguém como você.

- Não me importo com o perigo… tenho você para me proteger. – falei alegremente.

- Não é tão simples assim. – disse passando o braço pela minha cintura – Vamos comer alguma coisa e então te levarei para sua esposa.

Não falei nada. Pensar que em poucas horas ele não estaria mais ao meu lado me deixava desesperado.

Saímos do quarto e descemos a escada até chegarmos à recepção.

- Vamos fechar a conta! – disse Jack El para a recepcionista que olhava para ele com certa seriedade.

- Ora… não gostaram no quarto? – perguntou olhando dele para mim.

- Quanto devo a você? – Jack estava mais sério que o normal, como se a presença daquela mulher lhe desagradasse, eu até lhe dava razão, pois eu também a achava meio macabra.

- Trezentos! – disse ela ainda com o olhar fixo nele. Jack pegou o dinheiro e sua carteira e colocou sobre o balcão, em seguida me puxou pra perto e passou o braço em minha cintura.

Saímos do hotel em completo silêncio e por alguns instantes, acreditei que ele não estava se sentindo bem e tive a confirmação quando chegamos à orla da cidade e ele virou de frente para mim me abraçando forte.

- Você é bom demais pra ser verdade! – disse com lágrimas nos olhos.

- O que houve Jack El? Porque está chorando? – perguntei sem entender seus motivos.

- Eu não mereço alguém tão bom como você. – Jack disse isso e me deu um beijo sem se importar com as pessoas que passavam e olhavam para nós.

Fiquei vermelho de vergonha depois do beijo, mas feliz.

- Porque fez isso?

- Isso o quê?

- Você me beijou em público. Não tem medo das outras pessoas?

- Eu tenho muitos medos, mas expressar o que sinto nunca será um deles, não mais. – ele disse isso e sorriu enquanto sentíamos os primeiros raios solares surgirem e iluminarem as águas cristalinas de Paraíso.

- Tem certeza de que não quer fugir comigo? Vai ser a última oferta. – falei sem olhar para ele, que ficou calado por alguns instantes.

- Talvez um dia nossos caminhos se reencontrem e eu te explique meus mistérios, mas por enquanto não posso ficar com você, seria expô-lo a riscos inimagináveis.

- Eu entendo. – falei fingindo compreensão – Está na hora de partir, né?

- Está. Vou te levar para comer algo e depois seguiremos para o Hotel onde sua esposa lhe espera.

 

Anexo B: Leopoldo

 

Eu estava detestando a ideia de procurar o pateta do Mauro pela cidade. Sinceramente, eu me perguntava como ele conseguia se suportar sendo tão esquisito.

Durante aquela madrugada aconteceu algum tipo de festival com músicas, danças e atrações diversas, sem contar as centenas de pessoas nas ruas transitando de um lado para o outro. Não pude deixar de aproveitar a ocasião para me divertir um pouco com as garotas do lugar, afinal de contas, eu mais do que ninguém sabia que Miranda certamente aproveitaria para sentar na primeira rola que aparecesse na frente dela.

- Você acha que ele pode estar morto? – perguntou um de meus capangas olhando para os lados.

- Não sei, mas se morrer não vai fazer falta a ninguém. – respondi com uma risada de desdém.

- Chefe… dá uma olhada! – disse ele me cutucando. Olhei na direção que ele apontava e uma garota nos olhava mordendo os lábios como se desejasse um de nós – O que a gente faz?

- Você eu não sei, mas eu vou foder aquela buceta hoje! – falei estufando o peito para ir até ela.

Me aproximei e ela sorriu.

- Oi bonitão… - disse passando a mão em meu pau sem pudor – não pude deixar de notar você e seus dois amigos… parecem tão bons com ferramentas.

- Você só vai descobrir se deixar eu mostrar a você. – falei sentindo meu pau latejar dentro da calça. Eu já podia imaginar minha rola arrombando aquele cuzinho apertado e fazendo-a gemer.

- Posso te contar um segredo? – disse sussurrando em meu ouvido – eu sou uma garota gulosa… adoraria sentir vocês três preenchendo meus buracos.

Fiquei louco quando ouvi aquela putinha dizer aquilo.

Fiz um sinal para que meus dois capangas se aproximassem e depois de uma conversa básica, fomos levamos por ela até um hotel a poucos metros de distância.

Uma velha repugnante estava na recepção e nos olhava de forma assombrosa. A putinha falou algo com a recepcionista e então nos deixou subir.

Entrando no quarto, meus capangas não perderam tempo em torar suas roupas, fiz o mesmo e logo já estava dando tapas na cara dela para que engolisse todo meu cacete.

Coloquei a ninfeta de quatro na cama e coloquei a camisinha, pronto pra arregaçar aquele rabo.

Dei duas palmadas na bunda dela, que gemeu com o pau de um dos capangas na boca e então empurrei meu pau para dentro de sua bucetinha molhada. Ela deu um grito de dor por causa da grossura, mas logo se acostumou com minhas estocadas e pediu eu a fodesse mais forte.

Fodi aquele rabo até quase gozar, depois deixei que meus capangas a comessem à vontade enquanto ela me chupava.

Embora aquela putinha fosse gostosa, não se comparava a Miranda, que sabia deixar um cara louco, ainda assim, era muito prazeroso foder a quatro e quanto mais a fodíamos, mais ela pedia.

Depois que eles arregaçaram o cuzinho dela e a bucetinha, deitei na cama e deixei que ela sentasse, encaixando sua buceta em meu pau, um de meus capangas aproveitou a ocasião e ficou por cima dela, enfiando seu pau no cuzinho arrombado enquanto o último era chupado e eu, estranhamente olhava as bolas dele sendo babadas. Por um instante, desejei comer o cu de um dos meus capangas, mas não tive coragem para pedir.

- Ainda cabe mais um. – disse a putinha com um sorriso safado.

Fiquei me perguntando como um terceiro pau entraria nela, mas esperei para descobrir.

Meu terceiro capanga se colocou no meio e começou a pressionar seu pau para entrar na buceta dela, ele, inevitavelmente, tocou em meu pau molhado pelo gozo dela, pensei que ele fosse recuar depois de me tocar, mas me surpreendi quando ele começou a massagear minhas bolas e lambê-las. Não falei nada, afinal, estava muito gostoso comer aquela buceta e receber lambidas nas bolas.

Quando ele finalmente penetrou a buceta dela, tive meu prazer dobrado ao sentir o pau dele num vai e vem acelerado dentro do mesmo espaço que o meu.

- PUTA QUE PARIU! – berrei quando vi que não podia mais segurar o gozo.

Depois que gozei deixei os capangas arrochando a vadia enquanto eu me molhava.

Não demorei no chuveiro, tudo o que eu queria era sair logo dali, pois já tinha gozado e ela não tinha mais nada que me interessasse.

Saindo do banheiro, vi uma cena que me deixou apavorado.

A garota estava com a pele amarelada, como se estivesse cheia de secreções no corpo, meus capangas pareciam não perceber aquilo e continuavam sentindo prazer com ela.

Me aproximei com passos lentos e vi que pequenos bichinhos caminhavam sob sua pele. Esfreguei os olhos tentando acreditar que era um sonho e quando olhei novamente, a garota estava normal e sorrindo enquanto eles gozavam em seus buracos.

Talvez fosse o cansaço físico.

Sorri depois de perceber que era alucinação de minha cabeça, mas por via das dúvidas, ordenei que meus capangas se vestissem sem se lavarem.

Joguei algumas cédulas de dinheiro para ela e então saí do quarto.

 

Quando descemos, a recepcionista nos olhou de forma macabra, o que fez meu corpo arrepiar de dentro para fora e sentir um frio quase sobrenatural.

- Espero que tenham se divertido. – disse ela exibindo seus dentes amarelados num sorriso enrugado.

Não falei nada, apenas saí apressando quando percebi que já passavam das quatro da manhã.

Não comentamos sobre o que havia acontecido, seria estranho pensar que um deles lambeu minhas bolas.

Caminhamos de volta à orla e percebemos que estava praticamente vazio, certamente o fim do festival junto com os primeiros raios solares.

- Chefe… olha quem está ali! – disse um deles me cutucando e apontando para dois rapazes se beijando a cem metros de nós.

- Não acredito que o Mauro gosta dessas coisas! – falei sentindo certa tensão de um de meus capangas, certamente o que havia lambido meu saco.

- Espera um pouco… acho que conheço aquele homem… não é o comandante do navio que viemos?

Olhei atentamente e o reconheci.

- Então o caso deles deve ter começado na noite em que a Miranda expulsou dele do quarto!

- O que a gente faz?

- Nada. – por dentro eu estava feliz, pois assim eu teria a chance de ficar com Miranda de uma vez por todas.

Mauro foi embora com seu capitão sem notar minha presença. Eu estava torcendo para eles estarem apaixonados e fugirem pra bem longe, só assim Miranda seria completamente minha.

 


Notas Finais


Gostou da história? Essa é a segunda de um universo compartilhado de narrativas. A primeira se chama "Um Vício Chamado Felipe", você pode ler pelo link a seguir:

Um Vício Chamado Felipe (Fronteiras do Destino 1) ======> https://spiritfanfics.com/historia/um-vicio-chamado-felipe-fronteiras-do-destino-1-9688353


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