História O Amigo do Meu Crush - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Chanbaek, Comedia, Hoseok, Jikook, Jimin, Jimin!bottom, Jungkook, Jungkook!top, Lemon, Sexo, Taehyung, Vhope, Yaoi
Visualizações 790
Palavras 2.733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meu Deus, eu to derretendo muitooo ;-; Eu simplesmente odeio calor, eu poderia muito bem viver no inverno para sempre e nem reclamaria haha
Esse capítulo está bem... Bom, hora de ver a loucura que aconteceu. Esse título já diz alguma coisa, não diz?

Boa leitura!

Capítulo 27 - Jimin, o ignorado


Saímos do apartamento assim que havíamos nos trocado rapidamente, graças à alguma divindade eu tinha algumas roupas com Taehyung ainda e estavam limpas. Eu não esperei até que os dois outros chegassem e fui entrando na maior cara de pau mesmo. Não conhecia ninguém, sequer sabia se eram bons mesmo. Mas foda-se, não é? Eu estava ali pela bebida e pela festa.

Que o resto se exploda no momento que eu eu ficar lúcido de novo.

— Nem olha na cara das pessoas e já vem pegando as bebidas? — Taehyung tomou o meu copo e bebeu. Malandrinho — Que mal educado, Jiminnie.

— Me dá isso aqui — Puxei o copo novamente e bebi o restante — Se quiser beber, procure uma você você. Cara de pau.

Meu querido amigo resmungou alguma coisa, mostrou o seu dedo lindo do meio e saiu em busca de algo para beber enquanto o boy não chegava. E eu queria sim que Jungkook chegasse logo ali, mas não tão rápido. Eu pretendia tomar muito e perder um pouco do juízo que tinha ainda em mim. Se é que não foi perdido no meio dessa loucura mesmo.

Bebi o tanto que eu podia, e vez ou outra eu dançava um pouco com as músicas eletrônicas tocando. Incrível como nesse período de faculdade eu nunca havia ido tanto nessas festas que tinham rolando por ali perto.

— Esse é o quê? Seu quinto copo? — Sobressaltei no lugar quando Jungkook chegou por trás e puxou o copo da minha mão, exatamente igual à Taehyung, mas não bebeu — Quer ficar em coma?  

— Essas bebidas estão aqui para serem tomadas, então é isso o que eu vou fazer — Eu havia sim tomado muito em um curto período de tempo, mas não estava nem ai.

Cambaleei ao tentar pegar o copo dele, mas tive que ser segurado em seus braços porque aparentemente eu já estava bem altinho e as pessoas pouco se importavam com isso, passando esbarrando mesmo.

Quer merda, hein.

— Você não vai aproveitar essa festa em nada se continuar a beber tanto, Anjo — Ele deu o copo na mão de alguém que pegou de bom grado — Pare de me olhar assim, Chim. Eu não vou dar aquele copo de novo para você, já bebeu muito para alguém que não está nem há meia hora aqui.

— Você é um porre, sabia?

Ele sorriu contido e então me puxou para fora do amontoado de pessoas. Encontramos Hoseok e Taehyung conversando num canto com mesinhas e com bebidas nas mãos. Acho que Taehyung poderia ficar bêbado também e transar logo com o boy.

Peguei uma bebida em mãos, tendo um olhar reprovador por parte do demônio. Mas ao contrário do que ele imaginou que eu faria, eu enfiei o copo na frente de seu rosto, quando molhando-o.

— Beba, filhote do Diabo — Balancei mais a bebida.

Era perigoso fazer isso, sim, mas foda-se. Jungkook já provou que não fará nada comigo além de transar, então fazer essas coisas perigosas não são um problema para mim. Quanto mais ele beber, mas ficará fora do meu pé.

— Quer me deixar bêbado? — Arqueou a sobrancelha.

— Quero.

Ele bebeu, mas ainda com uma carranca no rosto.

— Jungkook, para com isso — Apontei meu dedo em sua direção — Isso é uma festa, sabe o que significa? Pode ficar louco à vontade, ninguém vai ligar.

Jungkook pareceu concordar, mas não tomou tanto quanto eu. E nesse período que consegui fazer ele parar de me vigiar, com seus olhos de águia, eu peguei mais dois copos. Saí saltitando para onde as pessoas gostosas, ou não, no momento minha visão já não era a mesma, e dancei junto à elas.

Foram homens e mulheres todos juntos pulando comigo que nem uns idiotas, mas pouco se lixando. Eu ri muito, e nem sei por que, mas eu gostei. Meu corpo esquentou com a movimentação, com a bebida, com as pessoas perto demais e passei a me sufocar ali. Mas eu não saí nem por um segundo.

E, por incrível que pareça, Jungkook estava ali também. Incrível porque ele odeia as pessoas, mas estava ali do meu lado colando seu corpo no meu. Eu deixei, me esfreguei mais ainda e continuamos ali na maior safadeza.

Em algum momento, ele apertou minha cintura tão deliciosamente que eu dei graças a Deus pela música estar alta o suficiente para meu gemido não ser ouvido por ninguém. Eu agarrei sua nuca com dificuldade, não queria parar de dançar, e arranhei sua pele com força. Doía? Claro que sim, mas no momento ninguém sentiria nada disso.

Sua boca trombou com a minha, enfiando sua língua para dentro da minha em uma rapidez surpreendente. Ele estava afobado com a adrenalina, o álcool, com tudo também. Suas mãos entraram por debaixo da minha roupa, com possessão. Era o único a me tocar assim há um bom tempo, e por isso eu quase quis puxá-lo para um banheiro.

Mas não queria perder a noite em um quadrado fedido demais para isso.

Então continuamos nesse esfrega, esfrega por minutos. Mas meu fôlego já não aguentava mais tanta coisa. Era o beijo desesperado, cálido e sensual, a música agitada e a pularia. Estava um calor tremendo, muito abafado. Por isso, eu fui puxando ele comigo até que chegássemos até onde os outros estariam.

Mas fomos surpreendidos com Taehyung em cima de Hoseok, na cadeira, atacando seus lábios. Oh, que maravilha. Finalmente esse descarado fazendo que é bom. Só foi ruim ver as mãos de Hoseok em suas nádegas, apertando-as com força por cima da calça.

Era uma visão muito, muito estranha de ter sobre meu melhor amigo. Por isso, fomos para o outro canto. Depois eu teria mais detalhes.

Antes que eu desse conta, eu já estava em cima de algum balcão. Minhas pernas estavam enroscadas na cintura de Jungkook enquanto ele descia seus beijos pelo meu pescoço. Seus dentes deixaram marcas em minha clavícula, e eu só soube gemer enquanto deixava minha pele ainda mais livre para ele, impulsionando-me para trás. Sua mão segurou meu maxilar com uma pressão boa e... Tão dominadora.

Uma delicia estar assim com ele. 

— Eu quero muito ter você dentro de mim — Murmurei — Porra...

— Aqui não, Anjo — Ele riu contra minha pele — Está muito soltinho para quem queria que eu implorasse para foder.

— Você quer ter que pedir ? — Ele negou com impaciência — Então não me lembre disso, Jeon.

Jungkook mordiscou minha mandíbula ao momento em que apertou meu pênis de supetão. E eu gritei alto, mas ao ponto da música abafar. E eu vi o momento em que ele afastou sua cabeça e mordeu seu lábio inferior, satisfeito com o meu corpo molenga querendo mais contato.

— Droga, Jungkook...

— Você sabe como eu amo essas suas reações? — Suas mãos se mantiveram no cós de minha calça, provocando-me — Cada uma delas.

Suas lábios soltaram selinhos no meu queixo, mordiscando vez ou outra. Minhas mãos percorreram seu tórax, puxando-o mais para mim.

— Jungkookie, você não deveria fazer isso.

— Isso o quê? — Sua voz saiu rouca, bem perto de meu ouvido.

— Tudo isso, essas provocações... Esses toques que eu a-

Fui interrompido por mim mesmo.

— O que foi Jimin? — Jungkook parou tudo o que fazia para me tirar do balcão e me olhar estranhamente — O que você tem?

Eu literalmente vomitei nele. Cara, eu me senti extremamente ruim nesse momento ao ponto de vomitar a grande quantidadede álcool que tinha ingerido.

Inferno.

E a partir desse momento, eu larguei ele lá me olhando incrédulo e tomei mais algumas bebidas, mesmo sabendo que não deveria. Provavelmente eu vomitaria de novo, mas quis correr esses risco. Eu não queria olhar para a cara dele por um bom tempo, porque, porra, eu acabei de vomitar nele. Do nada. 

Foi como se minha mente não controlasse mais o meu corpo e a festa só pareceu gritar mais.

[...]

Acordei numa preguiça que só, com direito a esticadas de braços. Só que o problema era que eu estava com uma puta dor de cabeça da noite anterior. Sequer sabia como havia chego em meu quarto, aparentemente, eu só bebi demais e... Cara, eu vomitei.

Vomitei no Jungkook e saí correndo para algum lugar, tomei mais algumas e perdi a noção do que fazia. Mas que vida mais complicada, hein.

Não quis sair do quarto porque, possivelmente, eu encontraria Jungkook. Mas como logo que acordei, pedi para Taehyung vir aqui, eu tive que abrir a porta para ele. E logo que meu amigo entrou, Jungkook também apareceu por ali com uma cara mau-humorada demais sem nem olhar na minha cara.

E eu nem sei o porquê. Talvez seja porque vomitei nele. Literalmente nele. 

Acho que uma parte minha imaginou que ele ainda assim não ficasse desse jeito e viesse falar comigo.

— Ele está bravo por que eu vomitei nele, não é? — Sussurrei para meu amigo, envergonhado — Merda, quem que vomita no cara que está dando uns pegas?

— Aparentemente você — Taehyung não parecia estar de ressaca — Mas eu tenho certeza que não foi isso, já que ele tentou te ajudar.

— Tentou? — Me surpreendi.

— Mas você é um imbecil — Merda, até Taehyung estava com uma cara feia para cima de mim — Você simplesmente sumiu da visão dele, falando que não queria ver ele.

— Mas é lógico, tinha restos do que eu comi e bebi nele. É nojento.

— Você acha que ele liga? Jimin, se liga.

É, se liga, Jimin. Eu deveria mesmo me ligar, mas eu não sei fazer isso.

Enquanto Taehyung subia as escadas, vi novamente Jungkook passar por mim, sem dar indícios de que viria falar comigo. Nem brigar, reclamar, zoar, sei lá. Ele só... Não fez nada. E foi nesse momento em que eu me perguntei o que eu havia feito de tão ruim. Me senti ruim por estar sendo ignorado por ele, justo ele.

Corri até meu quarto, e já caí matando em cima do único que poderia me explicar as coisas melhor.

— Tae, você tem que me contar o que eu fiz.

Tinha um bico no seus lábios, indignado.

— Você enlouqueceu demais, não sei nem como tá acordado hoje — Baek não tava no quarto, por isso meu amigo deitou em sua cama despojadamente — Bebeu demais da conta e começou a gritar pra nós que não queria saber de mais nada. Só queria aproveitar.

— Mas o que eu fiz de tão grave para ele não querer nem olhar na minha cara?

Eu já estou ficando impaciente com essa porra, eu sei que estrapolei, mas não enrola, diabo.

— Olhe só, nem lembra — Balançou a cabeça, reprovador — Você, Jimin, ficou com outras pessoas na festa.

Mas...

— Só isso?

Falei merda, não é? Taehyung me olhou com extrema raiva.

— Só? Você diz só isso...? Puta que pariu, seu arrombado — Uh, merda — Você não "SÓ" ficou com outra pessoa, como também acabou magoando o Jungkook.

— Por ficar com outra pessoa?

— Eu espero muito que você se lembre disso depois, porque vai querer se matar — Exagerado — Você saiu dizendo que estava enlouquecendo, não queria pensar na possibilidade de se relacionar de novo.

— E daí, é verdade. Eu não quero.

— Acontece que disse que só queria transar com Jungkook porque seria mais fácil do que começar a gostar de alguém. Você praticamente quis deixar explícito que ele é só uma distração.

Travei minha respiração.

— Está bem — Respirei fundo — Eu não deveria mesmo ter dito isso, não mesmo. Mas não é como se Jungkook fosse se importar com isso, nós só transamos.

— Mesmo? Eu não to ouvindo isso — Taehyung desarrumou toda a cama de meu colega com seu nervosismo — Cacete, Jimin. Será que não percebe que esse não é você? Está óbvio que está agindo assim por causa daquele idiota do seu ex.

— Taehyung...

— Não! Me escuta. Você não pensaria dessa forma antes de reencontrar ele, eu tenho certeza. Por que você se importa muito com Jungkook, ele é seu amigo também, além de tudo. Certo, vocês transam... Mas não é só isso, é?

— Quer que eu diga que tenho sentimentos por ele? — Revirei meus olhos — Não...

— E você não tem? Hum? — Seus olhos penetraram nos meus — Olha nos meus olhos e me diz que não sente porra nenhuma.

Eu quis gritar.

Eu não consegui encarar ele, por mais que eu quisesse gritar um "não" bem alto. Eu acho que as coisas já estavam bem mais que complicadas.

— Você espera que eu faça o quê? Vá pedir perdão e implorar pelo amor dele?

— Você magoou ele, Jimin. Você não viu a cara de desgosto dele quanto te ouviu — Sua expressão suavizou, me senti mais confortável com isso — Eu sei que tem algo aí, mesmo que nenhum de vocês admitam. Ele não parecia não se importar.

— Mas ele é o Jungkook...

— Acho que já passou do tempo de você ter essa visão dele.

Eu quero morrer.

— Tae...— Meus olhos marejaram no instante em que eu imaginei o olhar dele — Taehyung, como eu...

Eu pulei para o colo dele, já com meu rosto em seu peito. Eu não queria chorar, também não queria sentir esse aperto no meu peito. Mas era inevitável e se tornou... Muito estranho me sentir assim.

De repente, eu não quis que Jungkook tivesse me ouvido falar aquilo, por mais que não tenha sido intencional. Eu só queria não me prender a nada, e acabou que tudo saiu do meu controle. Eu não consegui mais ligar o botão de foda-se quando o assunto era ele.

— Hoseok acha que você deve ficar uns dias na minha casa e deixar que ele esfrie a cabeça.

— Ele está muito bravo?

— Eu não sei se ele está bravo, mas tenho certeza que está com a cabeça cheia.

— Eu vomitei nele, Tae.

— Eu sei, ele veio correndo atrás de você mesmo assim. Jungkook estava disposto a te levar pra casa e fazer você parar de ingerir álcool. Mas depois do que você falou... Acho que foi melhor ele ter te deixado ir.

— Ele desistiu de mim.

— Não, ele só fez o que você queria. Aproveitar a festa do jeito que queria.

— Ele desistiu.

Taehyung me apertou em seus braços com um suspiro profundo.

— Não desistiu não, só... resolveu dar um tempo. Acho que as coisas estão bagunçadas pra ele também, você não é o único a estar assim.

Passei meus dedos pelos meus olhos, a fim de conter a água em meus olhos. Estou me sentindo muito bipolar essas dias.

— Como eu estou? — Perguntei, com a voz quebradiça devido ao choro querer sair a qualquer momento.

— Está acanhado, com medo — Afagou minhas costas — Tomando decisões precipitadas.

E ridículas também.

Era verdade, por mais que Jungkook tenha me consolado, dito que se importa... Eu não quis entrar em pane com a possibilidade de realmente estar gostando dele. Eu não queria acabar me envolvendo com ele e ser como foi com Taemin.

Taemin também me dizia que se importava muito e que estaria comigo até o fim do mundo.

— Está pedindo que eu fuja? — Funguei na sua camisa, provavelmente melecando  ela.

— Claro que não, está louco?

— Disse que seria melhor se eu ficasse um tempo na sua casa.

— Hoseok disse isso, mas eu não concordo — Ele deu um sorriso mínimo — Jungkook não deveria achar que está se escondendo dele, só pioraria. Você deveria conversar com ele.

— E dizer o quê?

— O que quer dizer pra ele?

— Você acha que eu sei?

— É verdade  — Taehyung riu — Você nunca sabe, não é?

Dei um soco em seu peito, bem fraco, mas que demostrasse que não queria brincadeiras agora.

— Tae, eu acho que seria muito melhor se nada disso estivesse acontecendo.

— Seria sim, eu concordo. Mas não seria sua vida se isso não acontecesse.

Suspirei cansado, e tentei fechar os olhos para voltar a dormir.

— Eu só queria não me importar.

— Mas você não consegue, não é mesmo?

Não, eu não consigo. Por que só de imaginar ter que correr atrás e consertar a minha cagada, já me deixa extremamente exausto em todos os sentidos. Mas que raios eu fui ficar louco nessa festa.

— Dizem que o álcool faz você soltar tudo o que está guardando dentro de sua mente — Sussurrei — E se for isso mesmo que eu penso?

— O álcool também te deixa fora de si, tenho certeza que foi apenas os conflitos dentro de você tentando achar uma solução para isso.

Resolvi acreditar nele dessa vez. Taehyung sabia soar confiante quando minha mente implorava por uma resposta. E a resposta de Taehyung era perfeita para me acalmar. Agora eu só tinha que conversar com Jungkook.


Notas Finais


Uh, Jimin bêbado dessa vez não foi nada bom :v Fez besteira e agora vai ter que conversar com o Jeon.
E esse Jungkook magoado, hein? Hum Hum tem coisa aí, e Jimin vai ter que descobrir e achar um jeito para lidar com isso huhuhu

E agora, hein? O que ele irá fazer pra voltar a ficar tudo bem entre eles?

Pra quem quiser conversar comigo pelo twitter: https://twitter.com/_NamieK
Não se acanhem, eu gosto de interagir com vocês <3
O Gato do Jeon: https://spiritfanfics.com/historia/o-gato-do-jeon-10552838

Bjkas no heart <3 <3 <3 <3


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