História O amor... - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Tags Carmiel, Daléria, Jorgerida, Kobi, Paulicia
Exibições 75
Palavras 657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeeello! Óia eu aqui, pertubando vocês. Boa leituuura, amoores!
Ah! Ítalico-Alicia

Capítulo 2 - "Alicia?"


Fanfic / Fanfiction O amor... - Capítulo 2 - "Alicia?"

E naquele parquinho, onde estavam cheias de crianças. Ums corriam e outro simplesmente brincavam nos brinquedos. Alicia olhava Pietro, seu filho de 4 anos. 

Ah! Como eu queria lembra de todo o meu passado... já fazem exatamente 4 anos que eu acordei, daquele maldito coma. Mas nisso ae, eu encontrei a Sarah, a mulher que cuidou de mim... o Felipe, o meu noivo... a Gabi, a minha melhor amiga... ah...

É certamente, você percebeu... Alicia estava viva, mas claramente perdeu a memória... E sim. Filho. Pietro Giorgio, um amor de criança de 4 anos. Após acorda do coma, Alicia tira um filho em mãos, de aproximadamente 1 ano, com apenas 8 mêses de vida. Sarah, uma velha infermeira ajudou a jovem "Giorgio". Felipe é o médico que cuido do caso da Alicia, o qual se apaixonou pela jovem, hoje em dia, são noivos, ela com certeza não queria aceita, tanto que quando ele há pediu sua resposta foi "Preciso pensar...", algo dizia que não podia aceitar, seu coração dizia; mas com tantas coisas que Sarah dizia... "Aceite o pedido. Pietro é tão contente com Felipe. Vocês são tão felizes, Alicia! Eu tô doente, um dia, um dia, cairei dura no chão. E se você não ter dinheiro e nem te casado com Felipe, como vai se sustenta? Aceite o pedido, diz siim!". Gabi, uma recepcionista do hospital, quem se simpatizou bastante.

Eu não entendo... como minha própria família me abandonou... Como? Ainda mais com Pietro em meu ventre... E quem seria o pai do meu filho? Quem seria pai de Pietro? Quem seria minha mãe? Meu pai? Será que eu tinha irmãos? E namorado? Sogros? Cunhados? Nossa... tantas perguntas...

Era muitas mesmo... mas nem uma seriam respondidas, não agora. Alicia ao chegar em casa, deitou no sofá e seu filho no seu lado.

- Mamãe... - a chama. - Por que tá triste? - pergunto.

- Mamãe não tá triate amor. - sorriu fraco. - Só esta cansada, okay? - acariciou o rosto do menino. - Vai tomar banho para dormi! - exclama. O pequeno caiu correndo pela casa.

(...)

No dia seguinte, Pietro e Alicia passeavamos pelo shopping com Gabi.

- Ah! É magnifico senti a Hannah, é gostoso. - sorriu, tagarelando. Até sua afeição ir de felicidade a dor. Logo um líquido desce pela suas pernas. - Ah! - berra. -, Alicia! Alicia! Tá nascendo. Tá nascendo. Hannah tá nascendo. Liga pra minha mãe. Ligar pro Bruno. Aaaah! - dizia rápidamente, enquanto pessoas a ajudavam.

(...)

Ouuh! Era assustador. Estava eu e meu filhote ali naquela sala, ouvindo berros da Gabi da sala de parto. Era estranho. Eu nunca senti dor, nem nada disso... era agustiante não sabe do seu passado, não sabe quem é você. Não senti a sensação de estar grávida, de ser amada por um sexo oposto, mesmo sabendo que o Felipe me ama, não sentido o mesmo por ele... ter carinho dos pais, dos meu amigos. É triste. Não sei se meu nome é "Alicia Giorgio" ou se minha idade é 22 anos. Ah! É agustiante não saber quem é você de verdade.

Enquanto isso, uma baixinha vinha acompanhada com seu marido e o irmão, que corriam com a baixinha na cadeira de rodas e a infermeira para a sala de parto. O marido entrou com elas e o irmão ficou do lado de fora. Alicia encaro o jovem rapaz, e sorriu fraco.

- Ãn... sua esposa? - pergunto.

- Ah! Minha irmã... ela tá preste a parir a minha sobrinha Maria. - sorriu fraco, coçando a nuca. Não encarou a garota, que riu fraco ao ouvi um berro e um choro de bebê. Era Gabi e Hannah. - Rapaz, fica tranquilo. Vai ocorre tudo bem, só te fé.

- É... eu sei... - ele encaro os par de olhos de Alicia. Um arrepio, um sorriso, uma alegria, uma corrente elétrica passou pelo seu corpo. - Não.. não pode ser. Você. Você morreu. Eu tô vendo coisa... não... você morreu. Você não é a... Alicia...


Notas Finais


Aaah! Hello! Tomarem que gostaram, dão dicas, comentem, compartilhe e favoriite. Tchaaau.
Beijo na teta esquerda.
Beijo na bunda.


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