História O amor chegou de surpresa - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Orihime Inoue
Tags Bleach, Byahime, Byakuya, Orihime
Visualizações 50
Palavras 1.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura! E desculpem a demora de postar novos capítulos.

Capítulo 17 - Capítulo XVII


- Pretende retornar ao orfanato? - Yoruichi perguntou verdadeiramente curiosa ao cruzar as pernas após se sentar na cama de Orihime, e tamborilar os dedos em cima de seus joelhos. Yoruichi admitiu ao olhar para a jovem: Inoue Orihime conseguiu ser bela ao transmitir tamanha igenuidade em seu olhar. Os cabelos ruivos mantinham-se soltos, o rosto infantil lhe dava um ar angelical. Porém, Yoruichi sabia o quanto aquela inocência lhe seria prejudicial ao conviver com Byakuya. O homem desprezava pessoas como Orihime, e se não houvesse uma razão para ele ficar ao seu lado, ela teria continuado no orfanato pelos próximos anos. - O senhor Kuchiki agiu de forma inapropriada?

Orihime queria negar com todas as suas forças, mas sentiu suas faces avermelharem diante da pergunta. O beijo roubado surgiu em sua mente com força. E inconsciente se viu relembrando o aroma dele, de seu gosto e da sensação de ter alguém tão proximo a si. Sua mão foi automaticamente de encontro ao seus labios, e somente então se deu conta da presença de Yoruichi.

- O senhor Kuchiki nada fez? - mentiu ao encarar a mulher assim que abaixou a mão. - Me acostumei a viver no orfanato. É o único lugar que conheço - disse com a voz baixa - E não iria demorar para conseguir um trabalho para ajuda-los.

No segundo seguinte, Orihime se viu levantando a mão em sinal de arrependimento.

- Então era isso? - Yoruichi sorriu vitoriosa ao se levantar - Deixarei os panfletos e espero que tenha uma resposta quanto ao senhor Kuchiki perguntar.

- A minha resposta será retornar ao orfanato.

Orihime sentiu o seu corpo se contrair ao escutar a gargalhada da mulher ficar cada vez mais alta. A mulher se divertia com sua resposta, a deixando constragida.

- Vamos ver se continuará pensando assim -  deu de ombros ao ir em direção a porta, deixando Orihime solitaria no quarto olhando para os folhetos em cima da cama. Como um imã foi puxada em direçao a eles. Leu cada um deles lentamente temendo pelo seu futuro. Se tivesse no orfanato, estaria sorrindo com as crianças enquanto liam algum livro e descutiam sobre ele. A realidade se torna difícil.

Se viu imersa em suas recordações até escutar a porta do quarto ser aberta e fechada. Ergueu os olhos ficando estática. Kuchiki Byakuya a avalia minuciosamente

Orihime sabia que deveria desviar os olhar e se levantar, mas não conseguiu. O seu corpo não escutava seus próprios comandos, pois seu olhar se mantinha no homem a sua frente. 

- Pretende fugir, Orihime? - Byakuya perguntou atrevido ao dobrar a manga de sua camisa de lã para em seguida cruzar os braços de frente ao corpo. - É tão infantil para fugir por causa de um simples beijo?  - o seu atrevimento surtiu efeito na jovem, que ergueu-se da cama com a respiração ofegante.

- Para o senhor foi apenas um beijo, mas fui criada sendo ensinada que não devemos beijar qualquer pessoa por divertimento.

- Deve ser chato viver dessa forma - o seu sorriso de escárnio a ofendeu de tal maneira que ela se controlou para não ir até onde ele estava e lhe dar um bofetada - Está ofendida? Deveria reagir quando se senti ofendida.

- Espera que eu grite com o senhor?

- É uma opção - a provocou ainda mais. A cada provocação o rosto da jovem avermelhava-se, e ele percebeu como os lábios dela se contrairam. - O que fará, Orihime?

A jovem apertou sua mão com força, uma contra a outra ao rogar a Deus por paciência. As freiras sempre ensianavam que acima de qualquer raiva deveria haver uma razão para senti-la, e se esta não fosse suficiente deveriam dar a outra face. Orihime escutara tudo isso por anos, e sabia o que deveria ser feito, porém não conseguiu. Não quando a aprovação encontravam-se em sua frente, sorrindo de suas respostas e de seu jeito após falar o quanto a desprezava.

- Se atreve a me provocar após tudo o que fez? - perguntou ao ergue o nariz arrebitado - Se está esperando que eu diga algo que o faça me enviar para o orfanto, basta me dizer as palavras que as repetirei com vontade e alegria.

- Isso seria fácil demais - descruzou os branços ao ir em direção de Orihime, a qual recuou sem tirar os olhos dele. - Não ouse dar um passo - ordenou e sorriu ao ver ela lhe obedecia contra sua vontade. Se aproximou letamente, deleitando-se com o olhar dela. Inoue Orihime o encarava não como uma garota ingênua, e sim como uma jovem amendrantada. - Um beijo simples lhe assustou de tal forma que está planejando fugir, és realmente uma criança - segurou uma mecha de seu cabelo, cheirando-o em seguida - Se fugir irei atrás de você. Eu direi quando você deve ir embora, e quando mais cedo compreender isso, melhor será para você, Orihime - soltou seu cabelo, segurando-a pelo pescoço - Devo fazer algo de que realmente tenha medo?

Byakuya sentiu o corpo da jovem estremecer. Sentiu a respiração dela mais ofegante e o cheiro dela lhe recordou uma fazenda.

- O seu cheiro é tão infantil quanto a sua imagem -  Orihime sabia que deveria sentir ofendida pela forma como ele falará, mas passara anos sendo elogiada pela sua doçura e inocência. Seu cabelo sempre era alvo dos olhares da crianças. - Vamos mudar isso - Byakuya aproximou seu rosto do dela - Abra sua boca um pouco ou ira se machucar - o tom de voz usado a fez engolir em seco. Byakuya se divertia diante do seu desespero, ele não esperava seguir em frente, porém algo no olhar de Orihime o fez peder a lucidez ao beija-la novamente, e desta vez surpreendeu usando sua lingua. Desde o primeiro beijo percebera a inexperiência da garota em seus braços, e isso o instigou a ir além. Byakuya a testava para ver até onde ela suportaria.

Orihime manteve seus braços inerte ao lado de seu corpo, seus olhos permaneceram abertos, assustados, com que acontecia. A lingua de Byakuya movimentava-se dentro de sua boca lhe dando uma estranha sensação.

Sem saber o motivo, ela se viu correspondendo de forma disajeitada. O sabor que recordava dele foi subistituido por algo doce e convidativo. Ela sentiu as mãos de Byakuya em sua cintura, aproximando-se seus corpos para no instante seguinte sentir-se solitária assim que ele se afastou com um sorriso vitorioso na face.

Um sorriso que ela sentia raiva pela prepotência.

- Pode praticar comigo o quanto desejar, Orihime - vitorioso foi em direção a porta, porém antes de sair deu um ultimo aviso - Se tentar escapar de mim, todos que estavam em sua volta irão sofrer. Os órfãos terão um lugar para permanecer enquanto estiver ao meu lado e escutar as minhas ordens.

- Está dizendo que vai ajudar o orfanato?

- Eu irei comprar o orfanato, se assim desejar. Nada vai faltar a eles, mas quando descumprir minhas regras eles irão sofre.

Orihime matinha seus olhos presos nas costas do terrivel homem que lhe ameaçava sem hesitar.


Notas Finais


Contiua...


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