História O amor do detetive Kuruta - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hunter x Hunter
Tags Leopika
Exibições 52
Palavras 1.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esta fanfic foi baseada na obra britânica de Sherlock Holmes , que foi criada pelo médico e escritor Sir Arthur Conan Doyle.

Esta história foi criada de fã pra fã , sem fins lucrativos. Esta obra foi pensada de modo à homenagear a grande obra britânica de Sherlock e fazer com que meu OTP de Hunter x Hunter tivesse um pano de fundo mais rico e criativo.

Esta história possui cenas ímplicitas e explícitas de homossexualismo (Shounen-ai e yaoi) e também possui conteúdo sexual entre dois homens (Lemon)
Se não gosta , sugiro que não leia.

Espero que apreciem a leitura!

Capítulo 1 - Detetive Kuruta , o antissocial


Fanfic / Fanfiction O amor do detetive Kuruta - Capítulo 1 - Detetive Kuruta , o antissocial

Era tarde da noite.
  Uma caneca de café quente repousava na escrivaninha do escritório do detetive Kuruta.
Enquanto folheava os papéis do relatório do último caso que solucionou , o detetive loiro dá mais um gole em seu café.
   Disposto à novamente , ficar acordado durante a madrugada para pesquisar mais sobre o caso dos olhos escarlates. Antes este tema era abordado com dificuldade pelo loiro , já que mal possuía informações e não conseguia solucionar nada que envolvesse o que mais ele queria alcançar.
 Ele vira o rosto e começa a encarar o grande e espaçoso armário que estava mantendo secretamente , três cilindros de olhos escarlates.
  O terceiro fora conquistado pelo esforço que o detetive teve em seu último caso. O tal colecionador que mantivera o cilindro em sua própria casa , alegava que os olhos haviam sido roubados dele.
 Teria sido um crime perfeito. Mas não existia crime perfeito quando o assunto envolvia o jovem Kuruta na investigação.
  Ele havia achado o homem parcialmente , de algum modo , convincente. Ele não mentia mal.
Mas as circunstâncias foram contra a declaração do mesmo. E as provas e análises de Kurapika foram tão concretas que o homem havia sido sentenciado à trinta e três anos de prisão por ter comprado mercadoria roubada no leilão do mercado negro.
  O homem havia jurado vingança ao sobrevivente dos Kuruta. Pois dizia ele , que aqueles olhos eram o que lhe fazia seguir em frente , era como uma chama para o colecionador seguir à vida medíocre dele adiante. 
  O Kuruta lembra de ter dado uma risada zombeteira bem baixinho em relação à jura de vingança do homem.
 "Se ao menos ele tivesse um motivo menos patético." Pensava o loiro. "Eu poderia até considerar aquilo como uma verdadeira ameaça"
  Mas já que ele não estava para brincadeiras , desconsiderou a fala do homem.
  Afastando o pensamento do seu último caso já solucionado e guardando a papelada do relatório , o detetive loiro começa a pesquisar  sobre os outros casos de mais olhos escarlates que foram leiloados pelo mercado negro. Não havia apenas três membros em sua família. Ele iria atrás de cada um , até antes de sua morte. Se não jamais alcançaria a paz eterna.
     Ele olha através da janela , a lua não brilhava no céu. Estava nublado e chovia , não que ele ligasse para o tempo , mas aquilo pelo menos , acompanhava sua solidão , como se o barulho da chuva fosse capaz de entendê-lo.
        Pelo menos , entendia mais do que as pessoas que tentavam ajudá-lo.
 Ele não estava naquele cargo à toa.
Ele não assumira o risco de ser detetive por diversão ou por simples amor pela profissão.Ele tinha o propósito de resgatar os olhos desaparecidos de seu povo. E como um cidadão comum não possuía o poder de condenar os injustos e criminosos naquele país , ele precisava se tornar um membro de autoridade.

Apesar de ser o mais renomado entre todos do seu país e ter vários prêmios Nobel da paz e também uma medalha por ser um dos maiores detetives do mundo , ele não se orgulhava de nada daquilo.
Frio e calculista.
Era assim como as pessoas lhe denominavam.

Depois dos casos que realizava e analisava com total fervor e determinação , era incapaz de manter laços com as vítimas envolvidas. Nem era capaz de acalma-las nem nada do tipo. Ele não coseguia mais voltar a ser aquele tipo de pessoa feliz e que cativava a todos.

A verdade era que ele era infeliz.
Mesmo com sua amiga chamada Melody e um cargo nobre , ele era incapaz de voltar a sorrir e viver da mesma maneira que o fazia quando  seu clã não havia sido exterminado.
Ele estava em seu próprio inferno.
    Por isso tinha a prepotência de dizer toda a vez que alguém pedia para ser seu assistente 
"Eu trabalho sozinho."
       Absorto em seus próprios pensamentos , o jovem Kuruta mal percebe quando sua amiga Melody entra na sala de seu escritório.
        -Detetive Kuruta! -Melody o chama , chamando a atenção do loiro que se sentiu incomodado com a formalidade comum da amiga. Preferia ser chamado somente pelo seu nome. Algo que a garota nunca fizera. - Você está com olheiras pesarosas , quer que eu faça lhe escutar minha melodia mais uma vez para tentar dormir?-Seu tom era de preocupação.
  -Eu não quero dormir. -o jovem Kuruta diz simplesmente e volta o olhar para sua antiga tarefa de pesquisar sobre o caso dos olhos escarlates.
      -Não era bem isso que eu esperava ouvir. -Melody diz serena e de uma caixinha que trazia consigo retira uma fotografia. -Eu queria lhe oferecer uma proposta. -Ela diz calma. A presença de Melody agradava o loirinho , mas por mais que ela se esforçasse , ela jamais conseguiria tirar o jovem Kuruta daquele inferno. Os dois sabiam disso.
          -Às vezes o destino brinca com você de tal forma que acabam acontecendo coisas que você não esperava. -O Kuruta diz friamente. Ele não queria mais ter que conversar. Mas a fotografia na mão de Melody lhe chama a atenção. -O que é isto? -Ele pergunta , curiosamente.

-Ah , isto? -Ela se faz de desentendida , mas está claro que queria que o loiro perguntasse. -É meu médico que agora começou a ingressar na profissão de detetive. Sabe , ele.....
           -A resposta é não. -Kurapika disse , já sabendo o que a amiga sugeria depois daquilo. -Como eu já te disse anteriormente , trabalho sozinho. 
           -Você poderia pelo menos lhe dar uma chance! -Melody insiste , sabendo que não era o melhor a se fazer , mas faz. -Ele admira tanto você!
        -Que bom. -Ele diz sem nenhuma expressão ou tom de gratidão. -Mas a resposta continua sendo não. 
         -Só me escute. -Melody começa. -Tudo bem que esta era a ideia. Mas não era esta a proposta que eu iria lhe oferecer em relação a isso.
         -Estou te ouvindo. -O Kuruta diz , temendo o que Melody diria a seguir.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...