História O amor dói - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Castiel, Debrah, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor, Amor Doce, Castiel, Comedia, Docete, Drama, Festa, Hentai, Paixões, Romance, Violencia
Exibições 59
Palavras 962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oioioi... Desculpem pela demora!
Muito obrigada pelos 100 favoritos! *-*
Boa leitura! ♡

Capítulo 25 - Ausência.


Fanfic / Fanfiction O amor dói - Capítulo 25 - Ausência.

- Castiel, precisamos conversar. - O pai de Castiel o chamou quando o viu entrar em casa, aparentemente alterado.

O ruivo o olhou, confuso, mas mesmo assim caminhou até ele, cambaleando por causa do álcool.

- S...sim, pai?

- Já vi que nem preciso perguntar onde você estava. - revirou os olhos. - Sua mãe esteve preocupada porque... Bom, não faz diferença agora. Só peço que não se aproxime dela pelo resto da noite, já que está alcoolizado. É capaz de ela vomitar em você por causa desse cheiro forte.

- Arham... acabou o sermão? Que legal. - O ruivo deu dois tapinhas nas costas do pai e foi a caminho da escada. - Pai... Você é um grande... deixa pra lá. - Deu algumas risadas e subiu para o quarto.

Castiel caiu espaçoso na cama e enfim adormeceu. Bom, essa é uma expressão um tanto delicada... Digamos que ele entrou em coma por algumas horas, já que nem um incêndio o acordaria.

(...)

A manhã do dia seguinte foi literalmente uma dor de cabeça para Castiel, já que ele acordou de ressaca, sentindo como se uma estaca de ferro estivesse fincada em sua cabeça. Agoniante, não?

Levantou-se mal humorado e foi até o banheiro. Os efeitos da pós-bebedeira ainda eram visíveis. Olheiras enormes, pele pálida, cabelo totalmente bagunçado e um chupão no pescoço... Espera!
Chupão no pescoço?
Olhou melhor no espelho e tentou se lembrar onde havia conseguido aquela marca. Em vão, não se lembrava de nada depois do terceiro copo de vodka com whisky que tomara.

A dor de cabeca era forte a ponto de causar-lhe tonturas. Consequentemente, quase tomou uma queda no banheiro.

Tomou um remédio e depois banho bem demorado e enfim desceu para a cozinha, encontrando lá apenas o seu pai arrumando uma bandeja de café da manhã.

- Bom dia, Cassy. - O mais velho falou, sem tirar os olhos da bandeja, milimetricamente arrumada.

- Bom... Cadê a mamãe? - Perguntou, preocupado.

- Você tinha tantas coisas importantes para fazer ontem?

- Pai, eu fiz uma pergunta antes de...

- A resposta para minha pergunta, responde a sua. - Sorriu vendo a confusão no rosto do ruivo. - Ontem, Castiel, era a primeira sessão de radioterapia da sua mãe. Você se lembra de uma possível promessa antes de virmos para a Suíça? - Castiel mudou a feição completamente.

- Eu acabei me esquecen...

- Tudo bem. Como sempre, sua mãe não ficou triste. Eu estava lá com ela. Agora, respondendo sua pergunta, ela está no quarto, descansando junto com o Yuu. Suponho que não vá até lá, os efeitos de alguns remédios que ela tomou incluem mal humor e mudança de comportamento.

- Yuu? - Arqueou a sobrancelha.

-O gatinho que fez moradia no meu sapato preferido.

- Ah... Bom, eu ainda quero vê-la. Talvez ela nem se incomode com minha presença.

- Você quem sabe! - Deu de ombros. - É apenas um aviso, okay? Agora, se não se importa, vou levar o café da manhã, ela está me esperando. Tenha um bom dia com seu novo trabalho, Cassy!

(...)

- Bom dia mãe... Bom dia Do. - O garoto sorriu ao ver a prima e a mãe já acordadas. Costumava tomar café sozinho todos os dias, então ter companhia era certamente um milagre.

- Bom dia, Rob. - Docete sorriu também.

- Bom dia, filho... Do, hoje eu estou de folga, se quiser sair para fazer alguma coisa estou a disposição.

- Claro tia, mais tarde podemos sair?

- Onde quer ir?

- Numa biblioteca... Quero entregar uns livros velhos pra doação.

- Os que a sua mãe mandou? Achei que eles fossem importantes pra você.

- Eram... foi o Castiel que me deu e sabe, quero seguir minha vida sem muitas lembranças dele.

- Ouvi dizer que ele entrou numa banda. - Robert disse. - Evil Angel, conhece?

- É, conheço. O Lys me falou sobre a banda... Falando nisso, vai ter um show com a velha formação do Guns' , daqui uns dias... Acho que sábado da semana que vem. Não quer ir?

- Hum... Claro que sim! Só espero que não passem seminário na faculdade. As vezes isso acontece só pra ferrar com meus planos.

Docete riu.

- Enfim... eu adoraria ficar aqui fazendo companhia pra vocês duas, mas tenho que trabalhar. Beijos, até daqui algumas horas. - Robert pegou a bolsa e saiu a caminho da porta.

- Do, vou dar uma saída rápida, okay? A Rachel acabou de me enviar uma mensagem dizendo que havia dado um probleminha na empresa.

- Sem problemas, tia. - Docete sorriu.

- Okay. Beijos, meu amor, até mais tarde.

(...)

"- Do você não vai acreditar!

- Fala logo Rosa, qual foi a merda da vez? -Docete disse, animada.

- O Ken e o Lexy estão na-mo-ran-do!

- Sério? Põe o Alexy na linha agora!

- Tá, espera um minuto. - Rosa riu sabendo o que estava por vir.- Sim, mona? -Alexy disse, também sorrindo.

- Escuta aqui, Alexy, que história é  essa de você começar a tretar com o Ken e não me contar? Vou te castrar, seu viado. - Docete deu algumas gargalhadas ao ouvir o amigo rindo também.

- Você tá muito longe pra fazer isso, Do. E eu acabei achando que você ainda estava com raiva de mim. Enfim, tô morrendo de saudade de vocês.

- Vocês?

- Ahm... É... foi mal. - Sorriu, sem graça.

- De boa, viado. Mande um beijo pro Ken por mim... e use proteção! Bom, minha tia chegou, tenho que desligar porque vamos sair. Beijos! "

Docete finalizou a ligação. O sorriso presente em seu rosto há 3 minutos não estava mais ali.
Deitou-se na cama e suspirou.

"Também sinto saudades da gente..."


Notas Finais


Cara, muito obrigada mesmo pelos 100 favs... amo vocês! ♡

Ah, o que acham de passar o próximo capítulo num presídio? Ashuashu
Beijos, até o próximo... ;)


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