História O Amor dói, mas vale a pena - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Cato, Clove, Finnick Odair, Gale Hawthorne, Glimmer, Johanna Mason, Katniss Everdeen, Marvel, Peeta Mellark
Tags Cato, Catoandpeeta, Peeta Melark, Peeto
Exibições 72
Palavras 3.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 38 - Não mudei sozinho. ele me mudou


Pov ???
Estou aqui sentado a espera dela. Eu não a considero como filha. Apenas como um ser que existe graças ao amado Sexo casual. O que importa é que vim ou oferecer ajuda, ou atormenta-la. A mãe dela, Afrovaca ficou doida comigo. E lá estava ela. Essas roupas de prisão cairão bem nela. Que orgulho, presa ja nessa idade.
-Vejam só. - sorriu. - Quem viu quem te vê. Com certeza tem meu sangue em suas veias.
Ela me encara com desdém, seu cabelo foi cortado bem curto. Falaram que ela mesma fez isso.
-Veio me dar os parabéns Papai? - ela Irôniza. - Poís saia se não quer morrer.
-Quanta agressividade com seu amado Pai. - sorriu. - Me fale como veio parar aqui.
-Pai? Que Pai? Eu nunca tive um Pai. O que vejo em minha frente é um homem que apenas deu seu esperma. - fala ela tão seca quanto a mãe.
-Bom, Clove. - tomo a voz. - Foi por causa do Gostosão do Cato não é?
-E se for. - fala ela.
-Bom, eu odiava o Pai dele. Achava ele muito metido. - respondo. - E sim eu queria ter dado pra ele, mas a Policia o matou ou Cato sei la pelo que vi no jornal.
-Aonde pretende chegar? - pergunta ela.
-Que tal por uma pequena vingança sabe. - sorriu. - Jogarmos Cato aqui dentro. Ai vai poder abusar dele o quanto quiser.
-E o que você ganha com isso? - pergunta ela. - Papai.
-Nada, apenas a sua felicidade. - sorriu. - Tome isso.
Entrego um celular a ela.
-Presumo que deve se lembrar do numero de Cato. - sorriu. - Vamos filha, faça por seu orgulho. Se o fizer, darei um jeito de tirar você daqui.
Ela guarda o celular e coloca as mãos com as algemas na mesa.
-Me poupe desse discurso idiota. - fala ela. - Você nunca se importo comigo ou com qual quer um de nossa família. Tem algo a mais ai, anda fale?!
Eu bufo. Merda, igual a mãe dela. Irritante.
-Muito bem. Eduardo e eu eramos parceiros do Império Ludwig. - falo. - Eu planejava mata-lo para ter boa parte das ações e acredite eu dancei a Konga quando ele morreu. Mas levei um coice na cara quando vi que Cato estava vivo ainda e virou Herdeiro de tudo e usa a porra do dinheiro para ajudar instituições carentes, orfanatos, hospitais, centros de medicina, igrejas. Falar tudo isso me causa um Cancer estomacal de puro vômito de tanto dinheiro disperdisado.
-Hahahahahaha. - ela ria histéricamente. - Own Papai se fodeu.
-Own não me diga. - falo. - Mas Cato ainda está livre apesar de ter 30 anos. Ainda é um idiota imagino. Talvez um rabo de saia possa por ele em transe.
-HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!! - ela ri mais ainda. - Ai Papai sério? Se eu soubesse que ia me divertir tanto com você aqui. Teria ligado do orelhão. Mas seu lendo. Cato se casou com um homem e tem dois filhos com aquele maldito! Seus planos falharam.
QUE?!!!!! Ele é gay?!! Hum... interessante.
-Bom saber disso. - falo sorrindo.
-Tira o cavalo da chuva velhote. Cato nunca trairia aquele verme, muito menos pra sua bunda peluda enrrugada e velha. - fala ela. - Não vou te ajudar. Eu te odeio, ja to pagando meu castigo.
-Mas... Por favor. - peço.- Me passe o numero dele. Ae eu me viro sozinho.
-Passo se prometer sumir da minha vida. Nunca mais quero te ver. - fala ela. - Pode ser meu Pai, mas eu o odeio, odeio mais que Peeta.
Sorriu.
-Muito bem. - pego o celular com o numero de Cato. - Obrigado Filha. Foi bom te ver. Espero que o sol nasça redondo um dia pra você.
-E eu espero que você se lasque nesse plano querido Papai. - sorri ela. - Vai na sombra, por que vai se ferrar igual a mim.
Como ela é idiota. Faz anos que to foragido da Policia, anos que mudo de nome, anos que faço filhos por ai, anos que vivo fazendo plástica pra não reconhecerem meu rosto. Mas minha Filha e minha Família sempre me descobrem. Mas nunca ousariam me trair. Seja como for é hora de uma pequena visita a casa de Derek, ele vai adorar ver o titio e com o Wi Fi de la poderei colocar meu plano em pratica.
''Memete-memete mete mete mete''
Adoro esse toque de celular. Atendo.
-Quem é?! - berro.
-Sou eu amor, Kate. - fala ela.
Ixi, broxei agora.
-Nem me venha com amor. - falo. - Você falhou com o Ludwig Jr.
-Errar é humano. - diz ela. - Mas estou de volta e adivinha. Cato quebrou meu braço.
-HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHA!!!! - gargalho só de imaginar. - Não sabe o imenso prazer que isso me da querida. Você merece mais que um braço quebrado por ter me roubado aquela vez.
-Você roubou minha virgindade. - responde ela fazendo uma voz de puta. - Mas to com saudades do seu colinho. Sabe tenho um plano e se der certo, poderemos dividir a herança meio a meio, que acha?
-Hum... - penso. - Aonde possobte encontrar.
-Hoje as 20:00. - fala ela. - No restaurante Italiano. Leve a carteira, estou cheia de fome.
E ela desliga.
Hunf, vadia como sempre. Mas útil quando necessario. Vamos ver o plano dela e depois decidirei se a ajudo ou a ajudo a me ajudar e depois me livro dela.
Me aguardem...
Pov Cato
-ACORDANDO MOLECADA!!! - berro batendo panelas. - UM, DOIS, TRÊS, JA!!!
-Ah Papai, deixa eu dormi mais. - fala Luke sonolento.
-Vai Tio Cato. - diz Liam.
-Não, não, não e Hã..... Não. - respondo. - Jesse, Liam andem. Vão toma banho. Peguem algumas roupas de Luke. Levarei todos a escola hoje. Ja liguei para seus Pais.
-Ah Papai, não quero ir pra escola. - fala Leslie. - Quero ficar aqui com Jess.
-Não podem faltar atoa. Vocês não estão doentes, nem mortos. - falo parecendo o Peeta, até sorrio um pouco. - Levantando, se não sairem dessa cama. Vai cair chuva mais cedo nesse verão se é que me entendem. JÁ!!!
Saio do quarto convicto que minhas palavras foram ouvidas. Eu ja estava pronto. Peeta como sempre pontual mesmo cansado da faculdade ja estava com o Café na mesa. Como amo esse baixinho meu Deus.
-CATO LUDWIG!! - ele grita quando me vê. - POSSO SABER O POR QUE DAQUELE FURACÃO ONTEM A NOITE?!!
-Hã... a gente brincou de Star Wars. - sorri. - Eu me vesti de Darth Vader.
- E me deixe adivinhar, você falou pro Luke. ''Luke eu sou seu Pai'' - ele diz.
-Sim. - sorriu. - Mas ele corto a referência e falou. ''Não, você é o Papai. Meu Pai é o Peeta popozão lindo''
Ele revira os olhos.
-Mat é uma ameaça perto deles. - responde Peeta.
-Mas nosso querido amigo tem razão, tem um Popozão lindo. Mas o dono é mais ainda. - sorriu me aproximando para beija-lo.
Ele me empurra.
-To bravo Cato. Nem vem. - diz ele. - Sem beijo até a segunda ordem.
-Hã... Ok. - sorriu. - AHHHH!!!
-O QUE FOI?! - ele grita desesperado.
-To com dor no peito Pee!! - grito colocando a mão e até caindo no chão. Relaxem.
-CATO! CATO! - ele berra. - PARA DE SE MEXER. MEU DEUS CATO!!!
Fecho meus olhos...
-CATO! CATO! CATO!!! - ele berrava e eu podia ver com uma fissura as lagrimas vindo. Imeditamente desperto e o agarro conseguindo beija-lo. Ele se debate em meus braços e me viro ficando por cima dele e o preendendo, logo ele se deixa levar pela luxuria e o desejo que somente eu posso proprocionar a ele. Quando ar fez falta nos separamos ofegantes, ele ainda estava de olhos fechados e respirava devagar.
-Cato não tem graça, eu me assustei. Você não é mais criança. Pare de fazer essas coisas.comigo. - ele fala manhoso.
-E você sempre cai como um patinho. - sorriu.
-Claro, eu te amo. - diz ele. - Só de pensar que ta acontecendo algo... eu me desespero.
Seus olhos brilhavam. Sua linda imensidão azul claro como um diamante. Ele refletia toda a sinceridade de suas palavras. Eu sinto isso, eu sei disso.
Eu beijo sua testa com todo carinho que posso ter.
-Desculpe. - sorriu. - Não farei de novo.
-Acho bom. - ele ri tocando minha testa com os dois dedos. - Agora vai comer. Não quero que chegue atrasado. Apesar de eu achar que você não deve estar com fome, não me surpreenderia se você tivesse comido toda aquela Pizza sozinho.
-Hã... Pee. - falo. - Preciso te conta uma coisa...
-O que? - ele pergunta.
...
Eu contei tudo a ele sobre Kate, o beijo, braço quebrado. E ele simplismente ficou mais zangado ainda, e gritou comigo por beija-lo depois de beijar Kate. A qual é, eu precisava de antidoto. Mas por sorte, ele foi compreensivo. Até falou que levava as crianças pra escola. Resultado disso sai sem pressa.
-PORRA!! - grito lembrando que tenho que pegar Bruttos hoje.
Dirijo com toda pressa até a casa dele. Bruttos é mais novo Médico contra a própria vontade. Ele é... digamos uma pessoa detestavél. Ele era como eu era na adolecência, sabe sou mais eu, melhor que todo mundo, Pobre é empregado meu, essas coisas. E lá estava ele totalmente de Preto e gravata com a careca reluzente. Parecia uma bola de cristal de tão brilhante.
-Cato! Vou me atrasar! - grita ele.
Os Pais dele tiraram o carro dele. Sim ele tem 30 anos. Ficou até 25 bebendo e engravidando por ai pagando pensão com a fortuna dos Pais e somente agora resolveu trabalhar por ordem direta de seu Pai.
-Não sou seu chofer. - rebato.
-A se fosse, ja estava despedido. - diz ele entrando. - Ande logo.
Eu cerro os punhos. Ele me deixa nervoso. Mas Peeta insiste em jogar na minha cara que eu era assim. E que eu deveria tentar ajuda-lo a melhorar como Peeta fez comigo. Porém é uma missão impossivel.
Ligo o carro e vamos. Fico em silêncio para não ter que aturar sua iguinorância. Mas a curiodidade Atiça.
-Hã... Brittos, por que ta de Preto? Somos Médicos, sempre roupa branca. - falo. - O branco reluz a luz da esperança. Esse é o código.
-Hahahaha. - ele ri sem humor. - Estou de Luto, poís trablhando terei que cuidar de pessoas nojentas e ainda terei que sacrificar minhas festas, aff. Vida injusta.
Reviro meus olhos. Devia ter ficado calado.
O sinal fica vermelho.
-Médicos deviam apenas ganhar por ser formar. - responde ele. - Eu comprei o meu diploma. Bem vindo a América.
Isso me da nojo!!... Miseravél, calma Cato se acalma.
Eu começo a iguinora-lo. E um homem com um menino de colo se aproxima de meu carro pedindo dinheiro ou comida. Ele estava horrivel, magro esquelético, sujo... meu Deus...
-Por favor Senhor. Me ajude com algo. - pede ele. Eu pude ver o olhar daquela criança em seus braços. O mesmo olhar de Luke, Leslie, Liam, Jess...
-Verme imundo, como se atreve a falar com a gente. - fala Bruttos resmungando do outro lado. - Você.nem é uma pessoa, olha como está. Vai deitar com os cães e na merda que é seu lugar.
E mais uma vez me seguro e iguinoro Bruttus para não ter que mata-lo.
Nós? O que tem de errado com eles? Nada. Olhem para eles, eles são nós. Pernas, braços, olhos, tudo igual. Todas as pessoas são iguais. Todas elas, algumas talvez possam ser mal caráter e essas sim devem ser evitadas. Mas julgar alguém pela aparência, cultura, religião, Orientação Sexual, Ecônomia... isso é imperdoavél. Peeta me ensino isso e graças a ele sou o que sou hoje.
-Aqui Senhor. - falo pegando a carteira e dando tudo que eu tinha. - 1500 Doláres. E tome mais isso.
Pego minha Marmita que Peeta fez com todo carinho e entrego a ele.
A criança em seu colo chora em felicidade.
-Obrigado Moço... - ela limpava as lagrimas.
-Deus o abençoe. - fala o Senhor.
-Ja abençoou. - sorriu pensando em minha família. - E muito.
O sinal fica verde e dou partida.
-Aff Cato. Não sei como pode ajudar essas pessoas infelizes. Que se danem eles, ninguém mando eles nascerem pobres e desgraçados. - responde ele. - É a ordem natural. Nasce pessoas como nós pra mandar e pessoas como eles para nos servir.
-Infelizmente alguns tem mais que outros. - Ironizo. - Isso que uma infelicidade.
-Que seja. Se fosse meu carro, eu passava em cima e fechava o vidro. - diz.ele..
ESSA FOI A GOTA D' ÁGUA.
-Bruttus, cale a boca por favor. Se não não quer conhecer o inferno mais cedo. - o fuzilo com raiva. - Posso ter mudado, mas ainda tenho a mesma força e verocidade que antes, então de quer chegar inteiro no hospital se cale e não fale mais porra nenhuma! Entendeu!!! CARALHO!!!
Eu bufo e suspiro. Odeio gritar com as pessoas. Acho falta de educação, mas se ele não quer aprender a ser gente por bem. Vai aprender por mal.
Me desculpem as palavras pessoal. Vão ler outro pov, e espero que tenham apre aprendido algo agora. Sejam humanos independente de tudo Amem as pessoas com tudo de si.
Pov Peeta
-Deve ser tão casar e ter filhos. - sorri Leticia, minha grande amiga do último ano da escola. Ela tem a pele bem branca com cabelo preto e sardinhas com óculos. Muito fofa e linda, mas meus filhos a chamam de Chiquinha. Ideia de Cato que sempre corre quando ela aparece de medo de apanhar. - Meu sonho também é esse.
Eu sorrio pra ela com sinceridade. Eu estava passando a roupa de Cato. Sabem ele não pode passar sozinho, Cato queimou minha camiseta quando tentou passar roupa. Ensinar eu até poderia, mas invés de prestar atenção ele me faz ir as estrelas com seus beijos e acabo me desconsentrando e desistindo de me irritar com ele. Cato é uma ameaça em trabalho de casa, ele nunca fez um por isso é assim. Uma vez falei pra ele varrer o quintal, ele pegou a vasoura e começou a brincar de Harry Potter com Luke. Eu falei que ele não é um bruxo e nem varinha ele tem, e ele respondeu assim na frente de Luke. ''Tenho uma varona aqui que você leva Avadas a mais de 12 anos'' , onde ja se viu, odeio ele. Ja falei que cuido de três crianças? Mas um deles é um marmanjo barbado, mas sem barba que eu não gosto de barba. Ele fica mais lindo sem.
Em fim to aproveitando que as crianças foram para escola, não fui trabalhar hoje. Motivo? Deu trata o assunto com o professor da faculdade e Derek me dispensou por hoje pra cuidar disso, ele pode fazer isso? Não, mas se o Barrigudo do nosso Patrão não saber, não vai ter problema. E Stiles colocou Newt em meu lugar. Somos loiros, ninguém vai reparar a diferença. Ninguém burro como nosso chefe.
-É bom ter uma família. - falo. - Mas da muito trabalho. Chega a noite to um caco de destruido.
-A mas você se deu bem. - sorri ela pervesamente. - Fico com o gostosão da escola.
-É, pode ser. - sorriu. - Mas fique com Cato por mais de 5 minutos, você quer mata-lo.
-Eu sei. - ela ri. - Ei Pee, ta chegando seu aniversário.
-Idai? - pergunto.
-Cadê a festa? Quero balançar esse esqueleto! - grita ela.
-Não vai ter festa. - respondo. - To velho demais pra isso.
-Meu Deus, como Cato te aguenta Sr. Idade avançada? - ela pergunta.
-Nos completamos. Ele é o divertido bagunceiro e eu o racional e realista. - respondo. - E não atreva a planejar nada com ele.
-Ta ta. - ela fala. - Mas meu Deus, pare com essa roupa. Peeta, você é rico. Pessoas podem fazer isso por você.
-Kkkkkkkkkkkkk - Começo a rir.
-Do que ta rindo? - ela pergunta.
-Você é oitava pessoa que me fala.isso. - falo pra ela. - Quando vão entender que eu gosto de me virar, que eu gosto de cuidar do que é meu. Não fui criado em um Ambiente onde tudo vem a minha boca e sou feliz por isso.
-Você é estranho. - fala ela. - Qual quer pessoa gostaria de morar naquela mansão e ter tudo o que sempre quiz.
-Eu ja tenho tudo. Um marido que me ama, trabalho, faculdade, amigos e o mais importante de tudo meus filhos. - respondo. - Luxo pra mim é o de menos. Aprendi com minha mãe.
-Mas agora ela tá la com Demeter tendo toda a mordomia possivel. - fala ela.
-Ela merece. - sorriu. - Minha mãe sempre se matou por mim. É hora dela descansar e aproveitar tudo que merece e eu bom, vou dar continuidade a seus ensinamentos.
-Por isso colocou seus filhos em escola Pública? - pergunta ela.
-Sim. - respondo. - Eu ja vi muitas crianças por ai que se acham por terem mais dinheiro e por estudarem em colégios e é a educação dos Pais isso. Cato pode reclamar o quanto quiser. Ele pode ter ajudado, mas eu carreguei eles, eu os alimentei, eu os gerei.
-E eu os fiz nascer. - escuto a voz dele na porta.
-Quase me matou também. - o lembro.
Ele se aproxima de mim e me da um selinho. Seu Halito ainda ta de menta de manhã.
Ele sorri.
-Da proxima vez eu termino. - ele brinca e Leth joga o travesseiro na cara dele.
-NÃO FALA ISSO NEM BRINCANDO! - ela berra.
-Oi chiquinha. - ele sorri zombeteiro e eu piso em seu Pé. - Quantas decadas.
-Muitas oxigenado. - sorri ela. - Da última vez que te vi você parecia mais idiota, agora está 100%.
-Por que ela està aqui? - ele pergunta.
-Visitas. - ela ri. - Relaxa oxi, hoje não vou pegar no seu Pé.
-Ai ai viu. Vocês dois, Mor,.o.que faz.aqui? - pergunto..
-Almoço? - ele levanta a sobrancelha.
Eu franzo o cenho pra ele e cruzo os braços..
-Cato eu emchi, praticamente derramei a sua panela de marmita. - falo. - Esqueceu ela?
-Bom. - ele coça a cabeça de uma maneira fofa. - Eu dei pra umhomem que pediu. Ele tava com mais fome que eu e....
-Tudo bem. - sorriu carinhosamente. - Vem meu comilão, mais uma panela cheia pra você.
-AEEE!!! - ele pula em animação e me beija sufocantemente.
-Cato! Temos visitas! - eu o empurro.
-AHHHHH!!!!PODEM TRANSA NA MINHA FRENTE QUE EU NEM VO LIGAR. VOU COLOCAR NO XVIDEOS ''MANDIOCA DURA COM LEITE ETERNO'' - grita Leth quase tendo um treco.
Não posso evitar de corar. E Cato e ela trocam um soquinho.
-To começando a adorar ela. - sorri ele.
-A Barbie todo mundo me ama. - Sorri ela. - Anda Peeta, eu termino aqui. Vai dar comida pra esse esfomeado antes que ele te coma aqui mesmo.
-Calada! - grito sem graça.
Amigoa viu. O que seria de mim sem eles.
Puxo Cato para a cozinha e rapidamente o abasteço com comida. Ele come como um Saiyajin meu Deus.
-Feliz? - sorriu.
Ele pega minhas mãos e as beija.
-Mãos abençoadas Mor. - ele sorria o sorriso mais lindo que ja tivera.
-Ah para, fico sem jeito. - coro. Não sou acostumado a ser bajulado assim.
-Ah anjo. - diz ele. - Me fala como doi a ida das crianças?
-Bom. - sorriu. - Eles foram brincando a viagem toda de Vaca amarela cagou na panela, quem fala primeiro come tudo a bosta dela, um, dois, três, caba-boca japonês- Inglês, não fale de uma vez.
-Uhu! - faz ele. - Lembra. Johanna sempre perdia pra gritar com aquela vadia.
-Ah lembro e você sendo o indiota de sempre. - falo. - Aquela sua versão me dava vergonha.
-Ah va, você sempre era o primeiro a falar quando eu cantava. - responde ele se preparando para cantar. - ''Cato bonitão cheroso e gostosão acabou de gozar dentro do latão, quem fala primeiro vai ter que toma tudo sem derrubar tudão''
-Claro. - sorriu lembrando que sempre era o primeiro a falar. - Tenho que marca território.
-Nem precisava seu bobo. - sorri ele. - E todo seu.
-Falando em Johanna. - Disse eu. - Ela e Katniss viram aqui hoje. Ja ta chegando a hora.
-Hora de que? - ele pergunta.
-Sério Cato? - indago.
-Hã? - ele pergunta de novo.
-Cato, Santo Deus, Leslie vai mestruar. - falo. - Ela ta virando uma mocinha. Katniss e Johanna vão vir aqui nos ajudar o quanto a isso.
-Atah. - sorri ele se aproximando. - Poxa, eu achava que você fazia isso. Sabe você engravida e geme como uma garota.
-CATO!!! - grito e ele me beija.
-Hehehe zuera amor. Adoro te irritar. - ele toca minha testa com os dois dedos. - Deixa que o banheiro eu lavo tah. Descanse. E eu pego eles na escola. Tenha uma boa tarde.
Ele beija minha testa docemente.
-Ah e fala pra Let que qual dia eu filmo o Porno dela! - ele grita saindo correndo antes que eu taque a frigideira em sua testa.
Eu estava sorrindo como um bobo.
-Idiota. - falo sorrindo voltando para o quarto para ajudar Leticia.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...