História O Amor é Doce e Ácido - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, Josei, Lemon, Luta, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Despertando o Amor e o Ódio


A Ilha do Trigo é uma das mais de 35 ilhas que circundam toda a Whole Cake como parte do território principal da Big Mom, a Toto Land. Assim como tem a Ilha do Cacau, a Ilha do Biscoito, a Ilha do Queijo...

Foi no território administrado por Katakuri que Madaline teve que ficar até o dia do casamento, como queria o próprio e a mãe dele. Os pais podiam visita-la quando quisessem, mas permaneceriam ali no Chatêau com Linlin. Cracker secretamente não gostou dessa decisão, e guardou para si sua insatisfação. Katakuri sabia que algumas irmãs não iam muito com a cara da jovem de olhos púrpuras e resolveu cuidar dela, mantendo-a consigo.

Assim como prometido, ela teve direito a um espaço privado para ela. As casas daquela ilha eram feitas de diversos tipos de grãos, e a que ela ficaria era feita de mochi (bolinho de arroz japonês feito com um arroz glutinoso de grãos curtos. O arroz é batido em pasta e moldado na forma desejada). Ele apresentou a casa não muito grande em que ela viveria temporariamente antes de ir morar com ele.

— Está bem essa casa para você?

— Er... claro. Agradeço que tenha me dado a privacidade. Pensei que seria forçada a morar com você antes do casamento.

— Não, e nem irá morar comigo depois do casamento.

Madaline inclinou a cabeça um pouco, mostrando-se confusa diante daquela declaração.

— Ué, como assim?

— Você terá uma casa somente para você. Eu continuarei na minha. Terá mais liberdade e privacidade que imagina, Madaline...

Era essa nova... pelo visto, ele seria dos mais frios maridos... pelo menos, não teria que lidar cedo com as intimidades que todo casal “tem que ter”. Isso não a desanimou, pelo contrário.

— Todos que casam aqui... vivem em cada casa?

— Depende... eu prefiro assim, até porque você não vai se acostumar tão cedo com sua vida de casada.

— Acho... que tem um pouco de razão. Embora eu ache estranho...

— Não gostou disso?

— Não foi isso que eu quis dizer... ao contrário, gosto de ter meu espaço respeitado!

— E eu o meu. — concluiu o homem de cabelos meio rosados.

Katakuri só entrou na casa em que ela ficaria apenas para mostrar cada canto. Logo, ele se despediu normalmente e deixou-a sozinha, não sem antes de avisá-la de algo.

— Aqui, terá toda a liberdade que puder ter, mas deverá saber garanti-la... entendeu? — ele se referia as imprevisíveis tentativas de fuga dela.

— E... se eu falhasse com a sua confiança? — por nenhuma causa, a morena dos longos cabelos lisos e com parte deles presos em um coque resolveu perguntar.

— ...terei que castiga-la.

Calou-se.

— Bom, até mais, Madaline! De três em três horas, virão lhe servir comida. — e ele deu as costas. Ela viu o homem de costa larga e com parte da cintura visível (devido à jaqueta ser curta) se distanciar no horizonte, descendo a escada larga e também feita de mochi que havia na entrada do jardim de “sua” nova casa.

Ela entrou, fechando a porta. Olhou o grande hall, adornado caprichosamente com coisas relacionadas à comida. Deitou-se no divã que havia ali, suspirando como se estivesse exausta.

.....................

— Por que pede isso para mim? — Brûlée questionou zangada.

— Por que só você pode me fazer chegar até lá pelos espelhos, sem precisar pegar um navio. — explicou Cracker.

— E o que você quer com essa chata?!

— Preciso saber apenas... como ela está. — disse o homem de cabelos lilás, com três partes presas em um esticado rabo-de-cavalo e com faíscas de chamas nas pontas de cada um, parecendo queimar como fogos de artifício.

Cracker estava dentro da casa da irmã, sem sua armadura toda feita de biscoito. Um homem alto, corpulento, de pele clara e íris cor de rosa claro. Tem uma cicatriz grande que cobre seu olho direito e ele tem pequenos traços de rugas em ambos os olhos. Em seu visual original, está com o peitoral robusto sempre exposto e veste uma cinta com biscoitos decorativos que o adornam. Suas roupas consistem em uma calça justa apertada nas pernas longas e levemente torneadas, junto com uma capa pendurada apenas no ombro direito.

— Então, está interessado nela, não é?

Brûlée tinha que fazê-lo confessar a verdade. Ele a olhou, analisou bem a sua resposta.

— Se me confessar a verdade, posso te ajudar e não falarei nada com a Mama. Só não minta para mim!

— ...sim, fiquei interessado nela. E sei que, enquanto ela esteve aqui, você deve ter provocado o bastante a ponto de irritá-la.

— Ah, mas ela tem um gênio insuportável! E não gostei de algo que ela falou da Mama!

— O que ela falou da Mama?

— Ah... nada demais, mas parece ter fobia de casamento! E criticou os maridos da Mama.

Ele riu rapidamente.

— Mas eles já não têm nenhuma importância, mesmo... — comentou ele.

— Uhhhh... olha, apenas sinto pena de você, irmão Cracker... não vai poder tê-la como esposa, se é isso que queria!

— Não sei se eu a toleraria como esposa... prefiro admirá-la de longe... deve me entender.

— Wiiihwihwihwih... só de longe mesmo, eu que tive uns dias aqui com ela sei como é tê-la perto!

— E então, irmã Brûlée? Vai me quebrar esse galho?

— Bem... vou sim. Desde que não me envolva nisso!

— Não vai ser uma tarefa difícil! Você sabe transportar as pessoas para onde quiser, sem deixar um rastro...

— Refiro-me ao nosso irmão Katakuri! Se ele descobrir essas visitas suas, não me envolva, assuma tudo sozinho!

— Pode deixar! — ele se levantou, sorrindo confiante. Era “bonitinho e ousado”, como pensava Brûlée em relação a esse irmão mais novo. Porém, sempre foi um filho leal a Mama, como todos os outros.

Mas o “Mil Braços” (codinome de Cracker) não fez nada assim diretamente. Brûlée passava as informações que conseguia de Madaline para ele, como ela estava, quando Katakuri poderia estar na ilha que ele administrava...

Ele apenas queria vê-la distantemente, sem despertar em ninguém algum tipo de maldade que possam imaginar vindo dele. Ele realmente queria até conhecê-la melhor... mas sem perder o respeito pela decisão da Mama e nem pelo irmão mais velho Katakuri.

.....................

Madaline passava boa parte do tempo sozinha. Tudo que ela imaginou que aconteceria – o que temia, também – não aconteceu. Não era incomodada por Katakuri o tempo todo; ele somente a visitava para ver se estava bem e levava alguns bolinhos de arroz para ela como um presente. Ali, rosas e joias não eram presentes comuns que os noivos se davam.

E por falar em comida, ela era muito bem alimentada. De três em três horas, era servida com diversos tipos de comida. Não tinha refeições principais definidas como tinha em sua casa.

— Desse jeito, vou engordar bem e sem culpa! — pensava ela, que estava despertando a gulosa dentro de si. Nunca havia comido tão bem em sua vida, mesmo nunca ter passado algum tipo de fome.

— Não precisa aceitar sempre o que os cozinheiros lhe servem. — explicava Katakuri, que só olhava a sua formosa noiva comendo empolgada os diversos doces que haviam lhe servido. — se não tiver fome na hora, deixa para depois.

— Humm... tem medo que eu fique bem gorda?

— Não, não quis dizer isso. Você apenas pode ter alguma complicação na digestão em comer desnecessariamente. — disse ele — isso sim é para se preocupar.

Madaline sorriu, quase engasgando. Ele pegou o bule de chá e ofereceu para ela.

— Beba, para ajudar a descer. — ele colocou o chá preto na xícara dela, que pausou a comida para beber aos poucos, pois estava quente.

— ...hmmmm... obrigada... se você quiser, pode compartilhar comigo essa comida toda! — ela, pela primeira vez, convidou-o a comer junto.

— Não, já comi. E mais, gosto de comer reservadamente.

“Que cara mais estranho!” pensou ela, olhando-o. Porém, cavalheiro. E devia ser por isso que Madaline se encontrava mais interativa com ele.

— Como passou a noite aqui?

— Bem... meu aposento é bem agradável.

Ele curvou os olhos como se estivesse sorrindo, mas seu rosto não mostrava nada entre o nariz e o começo do peitoral, devido à echarpe felpuda e grande que usava. Tinha pequenas linhas de rugas, mas nada que tirasse a beleza de olhos tão simétricos, amendoados e de cílios grandes.

— Que bom que está se adaptando bem... pelo jeito, vou dispensar guardas em torno da casa. Comportando-se bem, não há necessidade. — e descruzou as pernas, apoiando os cotovelos nos joelhos e encarando-a — Porém, ainda estou de olho em você, minha futura esposa!

— Poderia me chamar apenas de Madaline? — ela pediu calmamente.

— ...de acordo. — ele concordou, afirmando com a cabeça que sim. E voltou a se encostar a cadeira, cruzando as pernas longas a apertadas naquela calça colada. Ele não tirava os olhos dela, observando terminar de comer o máximo que podia. Antes de servirem para ela, os cozinheiros foram ordenados por Katakuri de levar as sobras para ele, pois comeria com gosto o que ela não pudesse aguentar.

Ele sempre a visitava, para saber como ela passava (também para controla-la). Mas ia sempre embora a menos de poucas horas, sem despedir-se diretamente dela, como em um beijo ou abraço. E Madaline não dava essa confiança, ainda. Queria mesmo ser respeitada em seu espaço. Só eram noivos. E obrigados a serem. Não tinham sentimentos para compartilharem um com o outro.

De noite, antes de dormir, Madaline observava pela janela a linda área de sua casa feita de mochi. Imaginava como seria sua vida ao lado... quer dizer, casada com esse tal Katakuri, pois viver com ele, como o próprio havia dito, não viveria. Será que ele também discordava desse casamento, só aceitando por completa obediência a mãe dele?

Katakuri já dormia em sua casa, a maior de toda a ilha. Descansava bem coberto em sua enorme cama. Era muito frio quando o Sol não iluminava lá. Madaline, também agasalhada, fechou a janela e foi dormir também na sua própria cama.

De madrugada, enquanto o sono tomava todos naquela ilha, Cracker saía do espelho do banheiro – onde Brûlée disse que era mais seguro por (provavelmente) ser o mais vazio dos lugares a essa hora da noite. Cuidadoso, ele começou a andar pela casa. Torcia para que a porta do aposento onde ela estivesse pudesse estar aberta.

Entrou com cuidado. A porta se abriu sem fazer barulho. Agradecia por aquela casa ser feita toda de mochi. O chão nem emitia som de passos. Viu a pessoa que queria. Madaline estava dormindo, parecia uma bonequinha. Ele sentou-se em suas próprias pernas e ficou olhando-a dormir. Estava levemente boquiaberto. Como havia Brûlée lhe dito, por informações que recebeu da Mama, Katakuri havia cedido uma das casas de solteiro para ela morar antes do casamento.

Era encantadora... uma pena mesmo que a matriarca Charlotte não deu a esposa para ele. Os longos e grossos cabelos negros da jovem noiva de Katakuri estavam espalhados pelo travesseiro. Teve vontade de tocar-lhe ao menos, os cabelos. Levou os dedos até uma mecha acessível e mais longe do rosto. Torcia para que Maddy estivesse em um sono profundo.

E estava. Uma mecha macia, suave... tirou o dedo logo. Ela se moveu um pouco na cama, fazendo-o retirar os dedos das mechas dela. Voltou a olhá-la somente. Após alguns minutos, ele se levantou com cuidado e voltou para o espelho aonde veio até aquela casa. Antes, conectou-se com Brûlée falando bem baixo pelo den den mushi.

E Cracker fez a viagem em retorno à casa de Brûlée.

— Agora, vai cuidar dos seus afazeres e me deixa dormir! — pediu a bruxa.

— E você os seus! — disse ele, saindo. Mas parou na porta antes — e muito obrigado, irmã! — e saiu.

.....................

Dois dias se passaram. Big Mom pediu a Katakuri que trouxesse Madaline até seu Chatêau, pois queria uma reunião com os dois e os pais dos noivos. Acertariam detalhes finais e breve aconteceria o casamento.

— Mas... não tem um mês que o noivado firmou! — Madaline destacou isso.

— Para que esperar tanto?! — perguntou Big Mom, justificando — temos toda a estrutura necessária e já fizemos o acordo. — ela se referia ao combinado entre os pais da morena, juntamente com a troca de dotes — e odeio esperar muito!

“Parece que é ela quem vai casar!” pensou Madaline.

— E eu já estou ansiosa por mais netos!

Netos?! Assim, tão rápido?! Mal havia conhecido aquele homem... e seria obrigada também a ter filhos?! Não estava pronta para nada disso!

Katakuri observava e ouvia tudo calado, apenas tomando seu chá. Os pais pareciam estar contentes, porém pouco se falavam. A Mama estranhou aquele “clima”.

— Posso saber por que estão tão amuados? Morreu alguém?

— Eu... ainda acho cedo para marcarmos a cerimônia. — Madaline insistiu em contrariar gentilmente.

Big Mom olhou-a seriamente. Katakuri também olhou para ela, como se quisesse alertar alguma coisa.

— Eu quem decido as coisas aqui!!! — depois, virou-se para os pais da moça e perguntou meio carinhosa, mas opressora por trás daquele modo de falar — Aliás, nós... nós, pais... não somos nós quem deve decidir o destino dos filhos?

— Sim, claro. — o pai foi o primeiro a confirmar.

— ...sim. — depois, a mãe.

— Pois bem... olha, Madaline... vou te dar um pouco de conforto: eu marcaria o casamento para a semana que vem, mas deixarei que passem quatorze dias... duas semanas então, para você se preparar beeeeeem. Entendeu?

Madaline bufou longamente. Mas concordou.

— Certo.

— Katakuri, continue cuidando muito bem dela por mim... e por você também, claro! — pediu a Mama.

— Como quiser, Mama.

Quatorze dias. “Tempo suficiente” para se acostumar com a ideia que logo seria uma mulher casada.

O resto da Família Charlotte ficou surpresa com a atitude da Mama em esticar o tempo do noivado. Será que ela gostava mesmo de Madaline, assim?

Durante um encontro com algumas irmãs e Madaline, todas comentaram a surpreendente impressão que a moça causou na Mama.

— E então? Quer dizer que já está morando com o irmão Katakuri? — perguntou Pudding.

— Estou apenas no território dele... — respondeu a morena, calmamente, sentada e com os braços cruzados — ele me cedeu uma das casas daquela ilha.

— Oh, isso é bom! — respondeu Chiffon, isso significa que ele está respeitando você e muito bem.

— Há algo de diferente que possa se esperar do irmão Katakuri? — comentou uma enorme mulher, com olhos azuis e lábios proeminentes com batom prateado.

— Claro que não, irmã Smoothie! — disse Chiffon.

A bela mulher de longos e ondulados cabelos platinados que cobriam o olho direito também estava sentada, com as enormes pernas de coxas grossas cruzadas. Encarava Madaline, como se estivesse a analizando.

— Ela não tem nada demais... — comentou calmamente outra filha de Big Mom, uma mulher alta, esguia e extremamente pálida, com um longo cabelo azul claro que tem ondas no final das mechas.

— Realmente não. E essa teimosia dela... por que Mama não a intimida como devia? — comentou Galette, para Amande.

— Ela está em uma situação que é revoltante para muitas moças... mas, se ela não teve escolha...

— Dizem que ela rebelou-se até com os pais! — Galette achava aquilo o fim. Jamais se imaginava se rebelando contra a Mama em qualquer situação que fosse.

— Compreensível... — Amande pausou para soltar uma longa baforada enquanto fumava durante a conversa.

Madaline não se sentia confortável com algumas de suas futuras cunhadas. Porém deu atenção à (quase) todas, com exceção exclusiva de Brûlée – que evitou até olhar para a cara dela. Quando tinha que voltar para a casa temporária, era levada por Katakuri, que acompanhava até a porta de sua casa e se retirava. Naquela vez, aconteceu algo diferente.

— Ei... — Madaline chamou o homem que mal havia dado as costas para se retirar dali.

Ele parou e apenas olhou para trás. Não perguntou nada. Ela o fitou por alguns segundos após lhe pedir algo.

— Eu... queria passar um pouco de tempo com alguém... antes do jantar.

Ele se surpreendeu com aquele pedido. Vindo logo de sua noiva tão fechada. O homem dos cabelos rosados virou-se para ela, com as mãos no bolso da calça de couro.

— ...isso se você quiser. — ela completou.

— Eu aceito. — ele concordou, voltando para ela e entrando. Ele foi até a grande sala da casa, sentando-se bem acomodado no sofá. Madaline veio atrás, sentando-se no outro sofá à frente dele.

— ...parece que está mais sociável. Gosto assim.

— É que... passar muito tempo solitária aqui incomoda.

— Esteve bem com as irmãs?

— Sim...

— Você e a Brûlée fizeram as pazes?

“Nunca!” pensou calada, e deu obviamente outra resposta.

— Não nos falamos... e prefiro que fique assim. Dessa maneira, podemos conviver pacificamente.

— Ela fala demais, sabe... mas é uma pessoa bastante leal quando se amiga.

— Entendo... mas me fala mais de você... ainda o conheço tão pouco!

Katakuri se sentiu bem e mal ao mesmo tempo. Não era de se abrir em detalhes sobre si mesmo. Tinha em Madaline uma confiança de que ela fosse que nem ele. Mas... ainda tinha que levar em consideração que ambos cresceram e viveram em ambos diferentes até aqueles últimos dias.

— O que... quer saber sobre mim?

— Apenas o básico... sabe, suas irmãs gabam-se de falar em você, o que não vi nos outros irmãos mais velhos dela. Isso também é com sua mãe... e você realmente parece ser tão discreto e tão... protetor. Não é tão impulsivo como alguns que conheci.

Ele se sentiu levemente lisonjeado, mas não demonstrou isso diretamente.

— Agradeço por ter essa impressão de mim... aliás, eu sou isso mesmo que elas disseram: protetor, leal com a família, tudo isso. E você devia seguir esse exemplo. — e sentiu um impulso em tocar-lhe a mão, colocando-a por cima dela. Madalene não retirou a mão e estava fitando tudo aquilo mansamente — Eu serei assim com você também, Madaline.

Esta sentiu uma estranha sensação... agradável. Sim, foi agradável em ouvir tal promessa dela, de ser pega por aquelas enormes mãos. Não se sentiu nada intimidada. A formosa noiva de Katakuri parecia, aos poucos, entender o que realmente poderia de acontecer de bom para ela. Por trás daquele perfil intimidador, parecia existir um homem que, talvez, entendesse seu lado. Ela não sabia explicar naquele momento o que sentia, mas não era ruim.



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