História O amor em cada alma - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Violetta
Tags Amor, Leonetta
Visualizações 37
Palavras 1.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


CAPÍTULO NOVOOO!

Capítulo 8 - Boa noite, amorzinho


Ele se inclinou e pressionou seus lábios contra os dela, que grudou os dedos por entre seus cabelos. Prendeu seu lábio inferior por entre os dentes e ouviu um som grave e selvagem brotar de sua garganta. Quando abria a boca, ele imitava seus movimentos; suas respirações estavam entrelaçadas com o tão pouco espaço que havia entre eles...
             O médico limpou sua garganta, chamando a atenção deles.
             Ele ainda estava ali?
             Leon e Violetta se afastaram rapidamente ao ouvir o som que o médico emitiu, constrangidos.
             - Hum... eu... Eu vou dar um tempinho para que vocês possam conversar. - gaguejou o médico, com o rosto todo vermelho de vergonha.
             Os dois se olharam e não puderam conter as risadas.
             - Coitado! - falou Violetta, limpando algumas lágrimas dos olhos.
             Depois de tanto gargalhar, Leon perguntou:
             - Você está bem?
             - Estou muito melhor do que antes.
             Leon pegou-lhe a mão e ficou admirando as veias azuis visíveis nela.
             - Me desculpe. - falou, a voz sendo um pouco mais que um sussurro.
             - Pelo o quê?
             - Por tudo isso. Se eu tivesse te deixado quieta, nada disso teria...
             - Isso não foi culpa sua, Leon, foi apenas um acidente, pode acontecer com qualquer um.
             Eles ficaram quietos; Leon ainda segurava a sua mão. Violetta recordou-se do momento do acidente... Se bem que... não fora um acidente, fora uma tentativa de homicídio. Ela pode sentir aquela mão agarrar seu tornozelo, que pulsava com a força que aquela mão lhe apertava. Lembrou da sensação de não poder respirar, de engolir água e mais água. Ela estremeceu à todas essas cenas que apareceram em sua cabeça.
              - O que foi? - perguntou Leon, percebendo a sua mudança de humor.
              Ela pensou em contar-lhe a verdade, mas notou que seus olhos estavam cansados, sua palidez dizia que ele não havia se alimentado direito nesta manhã. Não queria deixá-lo mais preocupado do que já estava, talvez... talvez aquilo não aconteça novamente, certo? Quando voltarem para casa tudo voltará a ser com antes.
              - Nada, - respondeu-lhe, depois tocou seu rosto. - eu só percebi que você não dormiu nada bem, está pálido e parece cansado.
              - Pois é, estive dois dias sem dormir me preocupando com a senhorita.
              - Como assim dois dias?
              - Na verdade, um dia e meio...
              - Eu fiquei todo esse tempo inconsciente?! - perguntou ela, aflita.
              - Pois é. - diz Leon, num tom irônico.
              Ela não conseguia acreditar; como uma anestesia poderia durar tanto assim?
              - Mas o importante é que você acordou e está bem.
              Ela o encarou, impressionada com o seu otimismo. Talvez ela devesse pensar assim também, eu acordei e estou bem, pensou com sigo mesma. Agora é a sua vez de preocupar-se com Leon.
              - Já que eu estou acordada e estou bem, você deveria ir dormir um pouco. Volte para o hotel e tome um banho.
              - Não vou te deixar aqui sozinha.
              - Deixe de ser bobo, Leon. Eu estou bem. E aqui não tem nada de se preocupar.
              Ele hesitou por um momento e depois concordou.
              - Ok. Mas eu só vou ir tomar um banho e comer, daqui a pouco estarei de volta.
              - Tá bom. Mande trazerem comida para mim, tá? - ele assentiu.
              Ele se despediu com um beijo em sua testa e ela com um sorriso. Ela o acompanhou com o olhos até a saída da sala.
              Alguns minutos depois, a enfermeira Mariane entrou no quarto com uma bandeja cheia de comida. Havia sandwiches, maçãs, um cachinho de uvas, um copo cheio de suco de laranja  e uma pequena barrinha de chocolate.
              - Você deve estar faminta. - comentou a enfermeira, colocando a bandeja encima da mesinha que havia ao lado da cama.
              Seu estômago roncou alto, confirmando o comentário da mulher. Elas riram.  
              - Mesmo estando com muita fome, não sei se vou conseguir comer tudo isso. - falou Violetta.
              - Que isso menina! - brincou Mariane - Está tentando manter o corpitcho, é?
              - Na verdade, não. - falou Violetta, rindo. Ela pegou um sandwich e começou a devorá-lo imediatamente.
              - Se importa de eu me sentar aqui? - perguntou Mariane, puxando uma poltrona para perto da cama de Violetta.
              Violetta fez que não. Mariane jogou-se na poltrona e respirou fundo.
              Mariane era uma bonita mulher de olhos castanhos claros, seus cabelos eram lisos e pendiam sobre os ombros; ela aparentava ter uns 30 anos de idade.
              - Ai, menina - falou ela - você não sabe o quanto estou cansada. Acabamos de fazer um transplante de rim... o bagulho é intenso, pode acreditar! O Wesley estava um pouco nervoso, ele é novo nessas coisas. Você lembra dele, não é? Um moreninho bonitinho. - Violetta vasculhou por suas memórias procurando por ele, mas só conseguiu reconhecer o nome, não lembrou do rosto do rapaz. Negou com a cabeça para a mulher. - Ah, que pena. Ele é adorável! Eu tenho meio que uma quedinha por ele, sabe? Mas ele namora uma loira azeda que um dia foi sua paciente; ela o hipnotizou com o seu olhar de cobra. Mas você vai ver, um dia vou conseguir separar aqueles dois... 
             Violetta se surpreendeu com a intimidade da mulher com ela. Mariane contou sobre seu louco amor por Wesley durante meia hora até que a chamaram para atender um outro paciente. Ela ficou aliviada por isso, finalmente um pouco de paz e silêncio.
             Fechou os olhos e concentrou-se em sua respiração; não havia nada mais do que somente ela naquele quarto.  Pegou num sono facilmente daquela maneira. Em seu sonho estava somente ela e Leon deitados na areia da praia em frente ao mar. Os dois se beijavam, trocavam carícias e palavras bonitas um para o outro. Leon  tatuou com a mão da cintura até o ombro dela, massageando-o suavemente, depois escorregou as mãos para o seu pescoço, acariciando-o. Leon os envolveu, apertando-o mais e mais até chegar ao ponto de sufocá-la...
               Ela abriu os olhos. Um homem apertava seu pescoço fortemente com as mãos. Violetta tentou livrar-se delas, mas não tinha forças o suficiente para isso. Tentou gritar, mas não encontrava fôlego para fazê-lo. Uma espuma branca corria pela boca do homem, seu rosto retorcido pela fúria.
               - Está ficando difícil de te matar hein, amorzinho. - falou entre dentes.
               Os olhos dela se arregalaram, seu rosto ficando cada vez mais pálido. Suas pernas foram perdendo as forças lentamente, parando de se debater. O homem afrouxou um pouco as mãos, mas apertou-as novamente empurrando-a para baixo. Ela sentiu uma ardência nas costas e um líquido quente começou a sair de lá. Alguns pontos da cirurgia se abriram. O homem deu uma risada de satisfação.
                - Agora você não passa de hoje. - Ele soltou suas mãos do pescoço dela e tirou algo de seu bolso da calça. Um canivete. Ergueu-o e mirou-o direto para o pescoço dela - Boa noite, amorzinho.
    
     


Notas Finais


Vocês devem tar querendo me matar de tanto judiar da Vilu, né gente?😅😅 Mas até eu fiquei com dó, coitada. A MUIÉ NÃO CONSEGUE TER UM MINUTO DE PAZ, GENTE!!😱😱😱

Mas enfim, o q acharam do capítulo?


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