História O amor em cada alma - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Violetta
Tags Amor, Leonetta
Visualizações 48
Palavras 903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, não sei se ficou bom pq eu nem li
Espero q gostem

Capítulo 9 - Cansada


Sua mão avançou para frente agarrando o canivete, ela conseguiu impedir que ele fosse em sua direção. O homem arregalou os olhos, surpreso. Grunhiu, empurrando o objeto direto para o seu rosto; ela falhou na intenção de salvar a se mesma, algumas lágrimas rolaram por suas bochechas, fazendo-a enfraquecer.
            O canivete se desviou e acertou seu ombro. Ela gritou, sua voz saindo entrecortada e fraca. Arquejou. A dor era insuportável; chorou, seus olhos se embaçando com o acumulo de lágrimas sobre eles.
            - Vadia imbecil! - grunhiu o homem. Violetta quase nem percebeu quando ele saiu saiu pela janela.
            Mariane, um enfermeiro e um médico entraram na sala. Sobressaltaram-se  ao ver o estado dela.
           - Meu Deus! - murmurou alguém. Eles se espalharam em volta da cama dela.
           Ouviu barulho de novos passos se aproximarem do quarto, todos sussurrando baixinho um para o outro.
           - O que faremos, doutor? - disse Mariane - deixaram o canivete.
           O doutor pegou uma luva de plástico de seu bolço e a vestiu nas mãos. Suspirou.
           - Bem, Srta. Castillo, agora eu quero que relaxe... - disse à Violetta - vou tentar tirar este canivete daqui.
           Violetta tremeu ao imagina a tremenda dor que sentirá quando o médico o fazer. Fechou os olhos mordendo o lábio inferior.
            O médico levou as mãos lentamente até o canivete. Violetta gemeu ao toque. Ele o agarrou e começou a puxar devagar. Ela gritou de dor; retorceu-se na cama agoniada, os enfermeiros a seguraram para terem certeza de que ela não vai dar a louca e pular para fora da cama. Os nervos de sua têmpora  começaram a pulsar. O médico colocou um lenço dobrado por entre seus dentes.
            - Me desculpe, querida - disse - mas não temos outra escolha.
            Dito isso, ele puxou o canivete.
            Seus gritos ecoaram por grande parte do hospital. Seus músculos relaxaram e deixou a cabeça pender para o lado. Ela desmaiou.


             Leon segurava sua mão, com a cabeça abaixada nela. Ela pôde ouvir sua respiração, profunda e hesitante. Tentou inclinar-se mais para perto dele, mas uma dor aguda em seu ombro a interrompeu na ação. Ela gemeu. A carne que antes fora aberta por uma facada, agora está costurada e envolvida por bandagens. Leon levantou a cabeça e levou um olhar surpreso para ela. Ele suspirou, aliviado.
               - Oi, de novo
               Um no surgiu na sua garganta e seus olhos se enxeram de lágrimas, deixando-as escorrerem por suas bochechas. Ele se aproximou dela e a envolveu com os braços, deixando que ela deitasse a cabeça em seu peito.
               - Eu sabia que não deveria ter te deixado sozinha.
               Ela não respondeu, somente se encolheu por entre seus braços e derramou rios de lágrimas. Ficaram assim por um bom tempo; depois que ela se acalmou, ele se afastou e se ajeitou novamente na poltrona.
               - O idiota deixou o canivete; foi enviado à polícia para estudar as impressões digitais. Os agentes estão rondando pelas ruas em busca dele... - Ele parou por um momento - Violetta, você... você me disse que fora puxada para baixo d'água no dia do acidente, certo?
               Ela assentiu.
               - Eu lembro de um cara no casamento, onde você e ele estavam se encarando. Ele vem perseguindo você, não é? Você o conhece? Foi ele quem te afogou?
               Muitas perguntas.
               Ela se lembrou do rosto do homem que a enforcara. Não... não era a mesma pessoa. Ele parecia ser um pouco mais velho que o homem do casamento, alguns fios de seus cabelos eram grisalhos e lisos. Lembrou-se de sua voz, áspera e dura; ele tinha um sotaque americano.
               Era um outro homem. Outro que agora a persegue; mas o único que a tentara matar.
               O que ela havia feito para causar toda essa fúria nele? O que eles queriam dela? Por que agiam desse jeito? Por que...
               - Violetta? - A voz de Leon surgiu no meio de seus pensamentos. - Foi ele quem te afogou?
               Ela não havia visto o rosto do homem na hora do afogamento, mas tinha certeza que fora o homem do sotaque. Ela balançou a cabeça em negativa.
               - É outra. - respondeu.
               - Hein?
               - É mais um que me persegue.
               Leon a encarou em silêncio. Sua expressão era de preocupação, seus olhos cheios de medo e culpa. Como ele não havia percebido isso antes? Seu mulher quase morreu duas vezes e agora que foram tomadas as providências!
               - Desde quando eles vem te incomodando?
               - Desde o dia do casamento.
               A mudança de humor de Leon fora rápida, de preocupação à fúria.
               - Ah, mas se eu pego este filho da puta, ele está ferrado comigo! - disse Leon, socando os braços da poltrona com os punhos cerrados.
               Violetta fechou os olhos e baixou a cabeça, pensando no dia de seu casamento, onde estavam tão felizes e alegres, até o dia de hoje, onde várias coisas horríveis vem acontecendo. Como as coisas podem mudar assim de um dia para o outro? 
               Leon acariciou sua mão.
               - Tudo vai se resolver, meu amor - falou num tom mais suave. - você vai ver.
               - Eu só estou cansada, Leon. - murmurou ela - Quero que isso acabe logo, que eu possa conseguir dormir bem de novo sem me preocupar com o que acontecerá no dia de amanhã. Quero estar em casa segura com você. Eu só quero...- suspirando - só quero voltar pra casa.


Notas Finais


E ai, o q acharam?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...