História O amor mudou minha vida - Capítulo 1


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Categorias Banda Fly (Fly Br), Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Caíque Gama, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Nathan Barone, Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Tags Drama, Musica, Romance
Exibições 17
Palavras 608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem! ☺

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction O amor mudou minha vida - Capítulo 1 - Prólogo

 O que está acontecendo?!

Eu ando tão descontrolada psicologicamente que não ando me reconhecendo a muito tempo, olho para o meu reflexo no espelho e não gosto do que vejo, eu tento sorrir, mas não consigo. Eu sinto como se a vida me traísse. Vida. Essa vida tão irrelevante, não gosto, odeio minha vida, é uma droga viver.

Tive momentos que fui adepta aos céus e aos milagres e sinceramente? Agora não acredito muito, mas espero por um grande, imenso milagre que salve a minha alma, falta pouco para eu desisti de tudo. São anos difíceis, daqueles que você chega a duvidar que existe a tal felicidade, a única que consegue me fazer acreditar que vou conseguir é a minha avó, ela me da de certa forma forças para tentar viver... as vezes procuro minhas aliadas drogas, para tentar esquecer as decepções, mesmo sendo por um tempo pequeno.

Se alguma pessoa a cinco anos atrás me disse-se que hoje minha vida estaria assim, eu provavelmente começaria a rir sem parar, não que fosse ser absurdo, o que na verdade é, mas é que eu tinha tantos planos, uma criança que sonhava, e não nenhum desses sonhos me trariam até aqui.

-Eu sou um caso perdido! -falei sentando no banco ao lado de Pablo, tenho uma piada interna dessa frase com ele

-Sim, você é! - disse ele com um sorriso debochado - como você está?

-Estou meio triste - respondi pegando o cigarro da mão dele, olhei de longe as crianças brincando enquanto dava uma tragada, aqui é o nosso ponto de encontro, na praça, para fumar

-Normal, vindo de você! - ele disse.

Conheço Pablo desde criança, ele é meio que meu parça, além do mais, é ele que arruma drogas e me chama para as melhores festas. Ele tem problemas com a família, já que ninguém aceitou e não aceita o fato dele ser gay, esse foi um dos motivos para se torna um drogado, pelo menos é o que ele diz.

Meu celular toca

-Fala! - disse atendendo

-Lauren Jauregui Thompson? - perguntou uma voz masculina

-Não! É Lauren Jauregui quem está falando?

-Sou o policial Clark, estou no Hospital Central, e teve a entrada agora de uma senhora chamada Rosie, e bom... tenho a informação de que a senhorita é neta dela, correto? - ele disse com uma calma irritante

-Correto! Já estou a caminho - falei e desliguei o celular levantando rapidamente - merda mil vezes merda!

-O que foi? - perguntou Pablo

-Minha avó... ela está de novo no hospital! Estou indo - disse rápido e fui para o ponto de ônibus em direção ao Hospital Central!

Espero que ela fique bem! Espero que fique tudo bem! Não gosto de hospitais, tenho traumas...

(...)

Minha avó se foi!!

Isso mesmo, ela morreu, simplesmente morreu! O policial não falou no celular, mas quando eu cheguei no hospital, ele disse que ela teve um ataque cardíaco. Eu estou péssima, depois de tudo que eu passei, quando eu achei que mais nada podia piorar nessa merda de vida, ai que regassa tudo!

O pior é que eu não tenho ninguém, normalmente nessas horas tem que ter alguém te consolando e abraçando, mas não, eu não tenho ninguém, pra variar né. Eu queria ligar para alguém, contar o que aconteceu, falar que doía, mas não tem ninguém, ninguém que eu podia contar, ninguém que se importa.

-É melhor você se acalma menina - disse o policial, nem lembro seu nome, estou em choque, ela estava reagindo bem aos remédios.

Então senti uma dor mais forte, rápida, devastadora, senti minha alma se rasgando. Eu não aguento mais! 


Notas Finais


De sua opinião. Continuo?


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