História O amor mudou minha vida - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Banda Fly (Fly Br), Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Caíque Gama, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Nathan Barone, Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Tags Drama, Musica, Romance
Exibições 11
Palavras 711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Os primeiros capítulos vai ter um pouco de drama por conta da história. Mas espero de todo coração que vcs gostem ☺

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction O amor mudou minha vida - Capítulo 3 - Capítulo 2

Acordo com a cabeça latejando de dor, abro os olhos e sinto a enorme claridade, fechei os olhos outras vez e as abro devagar para me acostumar com a luz. Estou no meu quarto, minha cabeça dói muito, bebi demais. Levantei e fui ao banheiro, confesso que levei um grande susto quando vi meu reflexo no espelho, olhos inchados, olheiras, feição cabisbaixa e debilitada. Tirei a roupa que fedia a bebida e me joguei no chuveiro com água gelada.

Depois de um longo banho, sai do banheiro e vesti qualquer roupa, me olhei no espelho a procura de algo que fizesse eu acredita em um dia melhor, mas só encontrei o reflexo da minha solidão. Desci as escadas da grande casa. Não quero ficar aqui, não posso, vai ser pior.

Sai de casa e fui pra rua, onde eu moro é um condomínio, as casas são umas do lado das outras, típico americano. Na casa da frente vejo o rapaz de ontem e... droga, ele está vindo aqui, virei e tentei andar rápido, mas não adiantou muito.

- Ei! – ele disse entrando na minha frente, me parando – é Lauren, certo?

- Certo – falei encarando ele – O que você quer?

- A propósito, meu nome é Arthur – ele falou sem mais nem menos. Olhei pra ele com o olhar de “idai?”, ele sorriu – vim saber se você está melhor!

- Que Isso, não se preocupe, estou bem. Não tá vendo meu sorrisão? Então. Eu estou bem cara, bem pra caralho. Você nem imagina o quão bem eu estou – falei forçando um sorriso. Ele ficou me encarando sem expressão

- Lamento pela sua avó! – ele disse por fim

- Tá! – revirei os olhos com tédio – era só Isso?

- Bom... Sim! – ele pareceu ficar sem graça, mas mesmo assim ficou parado na minha frente me olhando feito bobo.

- Se você me der licença e sair da a minha frente, vai ser bem mais fácil pra mim continuar meu caminho – ele saiu me dando passagem. Então continuei meu caminho sem rumo e nem olhei pra trás. Acabei indo ao cemitério onde a parte da minha família estava, fui aos dois túmulos e me veio a grande culpa. Lívia, a lápide já diz tudo: morreu sem nem viver! Me ajoelhei e coloquei minhas duas mãos nos velhos túmulos

- você faz tanta falta mãe, sabia? Vocês deviam ficar aqui, eu que devia ter morrido, talvez ia ser bem fácil. Eu amo muito vocês, não sei oque vou fazer com a minha vida agora, queria tanto vocês aqui comigo nesse momento – chorei, não aguento mais chorar parece que é só isso que seu fazer, chorar e chorar.

[...]

Depois de ter fumado umas com Pablo, voltei para casa, ver oque eu iria fazer. Nossa, minha cabeça ainda dói muito, mas também nem faz tanta diferença, tudo dói. Chegando na minha casa vejo homens carregando caixas com coisas minhas para dentro de um caminhão.

- O que é isso aqui? Essas são minhas coisas cara – gritei praticamente – é uma invasão? – perguntei a um dos homens

- O meu trabalho é carregar essas caixas dona, eu não sei de nada – ele falou – mas tem uma senhora lá dentro mandando em tudo, talvez ela possa te ajudar...

Entrei em casa, vi uma mulher em pé anotando sei lá o que...

- Ei você! – falei

- Sim?

- Sim o caramba! Você é a responsável por isso? Pode me explica oque está havendo aqui?

- Lauren Jauregui Thompson? – perguntou a moça

- Em carne e osso, como pode bem ver. E você quem é?

- Sou assistente social. Carmen – Ela respondeu, a calma dela me irrita

- Está bem Carmen, mas o que você quer com minhas coisas mesmo? – perguntei apontando para as caixas que estavam no chão...

- Bom como a senhorita tem 17 anos ainda, é menor de idade... Então não poderá morar aqui sozinha. Entramos em contato com um membro da sua família e você vai morar com seu pai na Florida – Ela falou sorrindo

- O QUE?

Como assim, vou morar com Will?! Ah não, não, não, eu odeio aquele homem. Deus porque tudo isso? Todo mundo morto já não é o bastante? Que droga de vida! Definitivamente odeio o Will, ele não é meu pai. 


Notas Finais




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