História O amor nasce nas coisas simples. - Capítulo 10


Escrita por: ~ e ~MdsSchilling

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Tags Alexvause, Amor, Animais, Cavalos, Golfinhos, Orangeisthenewblack, Piperchapman, Vauseman
Visualizações 186
Palavras 3.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olhaaaaa o hotzinhooooooooo uehuehuheue
eu disse que voltaria.
Bom, infelizmente não sei quando vou voltar a att, mas aproveitem o cap.

Antes de tudo, eu quero esclarecer que sim, esse cap tem um pouco do cap4 ( se não me engano) da Fic A garota do Calendário. uehuehhehue
e agora sim... boa leitura. Xoxo <3

Capítulo 10 - "Amor?"


Fanfic / Fanfiction O amor nasce nas coisas simples. - Capítulo 10 - "Amor?"

POV ALEX

Piper fechou a porta do apartamento, e forçou meu corpo contra a parede, minhas mãos percorreram a lateral do corpo dela, parando na bunda e apertando com toda a minha força. O gemido dela foi abafado por meus lábios, que invadiram sem pedir permissão, que exploraram com volúpia cada cantinho. Estremeci quando a perna direita dela fez pressão entre suas pernas. Eu estava tão excitada quanto ela.

Um beijo. Um único beijo acendeu nossos corpos. Um único beijo foi preciso pra nos fazer perder o controle, e deixar qualquer coisa que chamaríamos de racional de lado.

— Nossa, como eu queria fazer isso. — Suas mãos envolveram meus seios. — Preciso de você nua, Alex. — Ela apertou os dois seios ao mesmo tempo, me fazendo gemer baixinho.

Sem hesitar, ela tirou a perna do meio das minhas, as mãos ágeis alcançaram a borda da minha blusa preta do The Police, retirando o sutiã e a blusa junto. Antes que eu pudesse pensar, ela abriu os botões da minha caça jeans e me invadiu. Invadiu meu espaço intimo, me roubou o ar naquele instante, eu ofeguei. Bem ali, sentindo ela tocando a umidade que ela havia provocado em mim.

Sua língua percorreu todo o caminho do espaço entre os seios ao pescoço, parando em minha orelha, me mordendo.

Um dedo longo entrou profundamente, e outro o seguiu. Tão bom. Minha cabeça caiu para trás e bateu na parede.

Ela pressionou a mão mais fundo, os dedos encaixando no ponto certo, o polegar talentoso girando ao redor do centro da minha excitação, me levando a um limbo prazeroso.

— Precisava tanto de você, Piper. — sussurrei enquanto o prazer me dominava.

Ela tirou a mão de dentro de mim e abaixou minha calça e a calcinha. Chutei-as para longe enquanto desabotoava sua calça, tirando-a assim como com a blusa, e o resto das peças. Tudo fora deixado ali mesmo perto da porta do apartamento.

Em um movimento rápido, Piper estava com as mãos na minha bunda e eu tinha as pernas ao redor de sua cintura.

— Segure nos meus ombros, vou te levar pro quarto. — Fiz o que ela pediu. E ela me levou até seu quarto, eu não tive tempo de observar nada nele. Fui jogada na cama, seu corpo caiu sobre o meu.

Os olhos azuis invadiam os meus, intensos, carregados de desejo.

-Indo rápido demais? – Os olhos tinham tanta intensidade, por Deus, estavam quase pretos.

-Não. – Minha voz saiu fraca. – Eu preciso te sentir, Piper.  

Seus lábios encontraram os meus, os dedos voltaram a me invadir, fundo. Ela foi mais fundo do que qualquer outra pessoa já foi. O prazer e a dor lado a lado, me levando a me contorcer e encerrar o beijo. Seus movimentos rápidos, em tempo quase que cronometrado.

Piper desceu os beijos do meu pescoço até meus seios, usando mais força para enterra-los dentro de mim ainda mais fundo. O polegar não parava de brincar com meu clitóris.

Era tão bom ter Piper dentro de mim, me preenchendo totalmente com tudo o que faltava desde que eu a vira pela primeira vez.

Ela tirou e meteu de novo. Seus lábios encontraram os meus e eu suguei sua língua, devorando sua boca, seu beijo, como uma mulher faminta diante de comida.

—Eu senti tanta ânsia por isso, você também? - Ela tirou os dedos mais uma vez e entrou completamente.

Ofeguei e acenei com a cabeça, tão perdida de desejo que só conseguia focar na sensação entre as coxas, e as de seus lábios em meus seios, o prazer se acumulando intensamente no fundo do meu ventre enquanto ela movia seus dedos para dentro e para fora.

Tirou os dedos, seguido por um novo movimento afiado para dentro. Para fora, e então, me penetrando de novo. Mordiscou a ponta do meu mamilo, me causando uma dorzinha excitante.

Mordi o lábio quando uma espécie de raio passou por mim, meu corpo esquentando e vibrando por todos os poros. Mais uma vez que aqueles dedos me invadissem eu iria sucumbir. Daria tudo a Piper, exatamente como ela queria.

O orgasmo explodiu através do meu corpo, o prazer jorrando em todas as direções.

Os lábios de Piper grudaram nos meus, me prendendo em seu beijo. Sua boca impediu que meu grito saísse. Mordi seu lábio quando o último vestígio de nossa paixão diminuiu e desacelerou.

Nossa pele estava escorregadia de suor e revestida de alegria. Compartilhamos o ar, respirando ofegantes no rosto uma da outra com a testa colada, selando a ligação que sentíamos desde o início.

— Vamos te limpar. Não estou nem perto de terminar o que comecei. — Ela me segurou e nos levou até o banheiro, do outro lado do quarto.

— Ainda bem, porque eu quero você de novo. — anunciei, deixando beijos por todo o seu rosto.

Piper me olhava de cima em baixo, captando cada pedacinho do meu corpo, memorizando todos os detalhes em sua mente.

Bati em seu ombro.

— Já para o chuveiro, pervertida.

Dei alguns passos em sua direção e coloquei as mãos sobre seu ombro. Pressionei a testa na dela, depois me inclinei e ali mesmo beijei. Ela era quente, familiar e tudo de que eu sentia falta na vida que eu queria, mas que tive medo de ter. E agora, eu darei tudo, e farei de tudo e mais um pouco, para ter.

 

Já no chuveiro, ela passou longos minutos lavando meus cabelos.

— É tão bonito. — Seus olhos seguiram a espuma que deslizava pelos fios até o piso de cerâmica e para o ralo.

Enquanto eu terminava de enxaguar o cabelo, ela ensaboou as mãos.

— Então você é o tipo de mulher que põe a mão na massa? — Balancei as sobrancelhas para ela.

— Você não sabia. Mas agora sabe. — Ela colocou as mãos em meus ombros e massageou. Foi divino. Os dedos apertaram cada nó de tensão, antes de passar, sedutoramente, sobre meu peito e os seios. Ela me virou e pressionou minhas costas contra seu corpo. Pude sentir os seios dela rígidos contra minha pele. Em seguida, segurou meus seios, esfregando os polegares e os indicadores nas pontas eretas. Meus mamilos se contraíam e vibravam a cada toque delicioso de seus dedos, até ficar eriçados, eretos.

Gemi e me apoiei nela, fechando os olhos.

— Eu acabo de descobrir que tenho um efeito ótimo sobre você.

Suas palavras preenchiam o ambiente de maneira tão espessa quanto o vapor ao nosso redor, contribuindo para a sensação inebriante. Piper os tocou até que eu estivesse ofegante, gemendo e remexendo os quadris, inquieta.

— O que você quer? — Ela lambeu a linha do meu pescoço enquanto continuava aquela doce tortura em meus seios, agora hipersensíveis.

— Quero seus dedos dentro de mim. Por favor. — implorei descaradamente.

— Se incline para frente, meu amor. Segure no suporte de toalha. Levante essa bunda gostosa pra mim.

Segurei o suporte acima da minha cabeça, na parede do chuveiro. Era do mesmo tipo que encontramos em quartos de hotéis sofisticados, onde as toalhas ficam longe do jato de água, mas convenientemente posicionadas de modo que o hóspede não tenha que deixar o calor do chuveiro sem se cobrir. Nesse caso, era um apoio perfeito para eu me agarrar.

Piper alinhou os pés a meu lado, pressionando os meus levemente para fora. Segurou meus quadris, inclinando-os do jeito que queria. Esperei, com a respiração presa na garganta.

A excitação zumbia ao meu redor, como um enxame de abelhas furiosas, a expectativa e o conhecimento de que seria arrebatada por seus dedos, me trazendo sensações tentadoras e proibidas.

Piper acariciou meu traseiro. Habilmente, esticou minha carne, me abrindo por trás, e colocou a ponta dos dedos em minha entrada.

— Você quer isso, Alex? Quer que eu te coma com força?

— Sim, Piper. Faça amor comigo.

Amor? — ela perguntou, pressionando um centímetro para dentro. Tentei apertar as coxas para forçá-la ainda mais. Mas com uma mão me segurou, só permitindo que eu me movimentasse quando ela quisesse.

— Sim, amor.

Com um movimento dos quadris, seus dedos da mão esquerda cravaram nas laterais do meu corpo antes que os dedos da mão direita me penetrasse fundo... e forte a ponto de fazer meus dentes baterem.

Segurei o suporte, abalada por seu movimento. Eu não conseguia respirar nem me mover. Nunca tinha me sentido tão preenchida por uma mulher. Quando ela se afastou, quase chorei, necessitando que seus dedos ficasse dentro, perto de mim.

— Não vá... — ofeguei.

— Estou bem aqui. — Uma de suas mãos encontrou a minha no suporte e me segurou. Então, ainda com a direita ela meteu novamente. — Me sinta, amor. Estou bem aqui. Com você.  Eu sou uma parte sua.

Uma sensação de vibração se espalhou a partir do ponto em que ela me dominava, como asas de borboleta batendo por todo o meu corpo. Provocando, fazendo cócegas, criando ondas de prazer de dar água na boca. Foi incomum, único, diferente de qualquer experiência sexual que já tive antes.

— Vou gozar — falei, perdendo a capacidade de me expressar. O prazer levou meu corpo, a mente e o subconsciente para uma jornada da qual eu não desejava mais voltar.

Ela girou os dedos dentro de mim, me obrigando a ofegar. Ela tirou-os e enfiou de volta, com força e intensidade, girando-os novamente.

Gritei, perdida no transe mais uma vez. A eletricidade quente passou por cada orifício, buscando uma saída, uma maneira de expelir a excitação reprimida.

Ela me comia com estocadas longas e consistentes.

Nesse momento, Piper passou o braço que antes se apoiava no suporte, ao redor da minha cintura, como se soubesse que eu estava perto demais do orgasmo. Ela tirou os dedos, e pressionou meu corpo contra seus dedos, que atingiu um ponto muito profundo, dividindo e alargando o tecido dentro de mim. Perdi o controle. O orgasmo me sacudiu. Me balançou fisicamente, me fazendo convulsionar , como se estivesse sendo eletrocutada. Meu interior apertou seus dedos e ela mordeu a junção entre meu ombro e o pescoço. Pontadas de dor me atingiram, acrescentando querosene a um fogo que já estava fora de controle.

Ela me provocou um orgasmo atrás do outro, até eu perder as contas de quantas vezes cheguei ao limite. Tudo o que eu sei é que, quando ela finalmente parou de me comer, a água estava gelada e nós duas tremíamos. Piper lavou meu corpo lânguido com a água fria, depois me enrolou na toalha, enquanto eu me levantava e me apoiava nela. Não havia muito mais que eu pudesse fazer. Ela me fodeu com seus dedos divinos até que eu perdesse a noção. Meu cérebro já não enviava mais sinais para os membros. Tudo simplesmente parou de funcionar.

Piper passou uma mão na minha cintura e me tirou do chuveiro, uma vez que já havia secado a maior parte do meu corpo. Então puxou as cobertasque estavam sujas de antes, e jogou-as no canto. Pegou uma coberta limpa no armário, me colocou na cama e se aconchegou em mim. Seu corpo estava colado ao meu, a umidade do chuveiro nos mantendo unidas, de um jeito que eu nunca estive antes. Silvye nunca me fez me sentir assim, eu nunca cheguei a ser a passiva na vida, hoje, Piper tirou todas as minhas forças. Mas teria volta. Ah se teria.

Ela soltou um suspiro quente contra meu pescoço.

— Eu não quero te perder.

Fechei os olhos e passei seu braço em volta de mim, entre meus seios nus. Sua mão ficou perto dos meus lábios, então beijei seus dedos.

— Você não vai. Porque eu não vou a lugar algum, Piper. — sussurrei.

— Jura? — Seu tom era desamparado, porém forte.

— Juro. — Eu queria que ela soubesse que era importante. Que qualquer momento com ela era especial.

Com essas palavras, envolvida no calor de seu abraço, deslizei para a terra dos sonhos.

POV ALEX OFF


— Acorda, Piper. — ouvi, logo antes de sentir o formigamento quente quando a mão da Alex encontrou a pele nua da minha bunda.

—Me deixe dormir mais um pouco. Meu mau humor matinal vai te assustar se eu não dormir mais um pouco. – Minha voz soou manhosa. Puxei o edredom sobre a cabeça e voltei para meu esconderijo acolhedor.

Senti o colchão afundar, me prendendo. Alex puxou o cobertor de cima da minha cabeça e fez uma manobra ninja, juntando minhas mãos no alto e as segurando. Ela se inclinou e me deu um beijo molhado, lento e tão profundo que meus dedos se curvaram.

A área entre minhas pernas começou a esquentar e pulsar. Meu Deus, a mulher sabia beijar. Ela puxou o cobertor para baixo e cutucou meu mamilo, primeiro com o nariz, em seguida sugando a ponta com a boca.

— Eu senti tanta vontade de fazer isso ontem, mas você me deixou com zero de energia depois daquele banho. – O tom de voz safado dela.

 — Agora sim. Esse é o jeito certo de acordar uma mulher que odeia acordar cedo demais. — falei, com um gemido baixo e o tom brincalhão.

Ela me recompensou com uma sucção profunda.

— Vou me lembrar disso da próxima vez, amor. Se eu fizer você gozar, seu humor vai melhorar? — Sua língua tocou a ponta do meu mamilo de tamanho pequeno/médio enquanto brincava com ele. Os dedos da outra mão apertavam e acariciavam o outro seio.

Concordei com a cabeça, em silêncio, perdida demais na sensação que ela despertou, uma chama lenta que me deixou fraca e incapaz de falar.

Ela riu contra meu seio.

Era impossível negar. Com sua boca e seus dedos adorando meus seios, eu não podia deixar de concordar com qualquer coisa que ela quisesse.

— Sim, sim! — gemi.

Sua cabeça se moveu do meu peito até as costelas, mordiscando ao longo do meu abdome, até que ela estava lá. Bem ali, dando-me tudo o que eu queria e mais.

Mordida.

Apertão.

Chupada.

Lambida.

Segui por um redemoinho de tesão enquanto ela acariciava meu centro de prazer com a língua, até que eu me desmanchei. Meu corpo se curvou, as mãos voaram até seus cabelos para segurá-la contra minha carne úmida. Ela gemeu enquanto me devorava, perdida no momento tanto quanto eu. Possivelmente ainda mais, a julgar pela forma como mergulhou dois de seus dentro de mim. Intercalando em movimentos sincronizados entre a língua e os dedos, um vai e vem fundo, a dança que sua língua fazia sobre meu clitóris. Eu estava no limite.

Meu corpo estremeceu, me tirou as forças. Um sorriso safado surgiu nos lábios dela quando soltei seus cabelos negros. A visão de tê-la entre minhas pernas era algo que eu nunca esqueceria.

—Seu humor melhorou? — Alex perguntou, travessa.

Minha barriga roncou de fome. Fome de comida. Antes que eu respondesse.

— Pelo jeito, ainda não. — Ela completou.

Deu de ombros. Aquele sorriso travesso ainda estava ali. Os olhos verdes me encarando, o corpo nu sobre o meu.

Deus, aquilo era tudo que eu pedi pro senhor. Mesmo que eu nunca tenha pensado que seria capaz de amar alguém pro resto da vida, com Alex, eu senti que poderia passar mais de uma vida com ela, sem me enjoar, sem querer fugir, sem querer esperar o dia de amanhã pra dizer que amo ela.

— O que está pensando? — Perguntou-me curiosa.

Descobri que te amo demais, descobri em você minha paz. — Alex riu.

— Achou mesmo que eu não reconheceria essa música, Piper? — Continuou rindo.

— Não é porque eu cantei uma música pra você, que não seja o que eu estou sentindo. Pois saiba você, que eu realmente te amo, e amo muito. — Puxei-a para um beijo. Um beijo calmo, cheio de sentimento e sensações.

—Eu também amo Você.

—Mesmo? 

—Mesmo! Agora vai tomar um banho,  que o café da manhã já tá na mesa.

— Só vou pro banho se você for comigo. — Não dei tempo para ela me responder, apenas caminhei até a porta do banheiro. — Vai ficar ai? — Empinei um pouco minha bunda para trás.

Alex correu até mim, me abraçou e entrou no chuveiro comigo.

Quem disse que tomamos banho? Ela me levou ao orgasmo até que eu perdesse a força de ficar de pé, assim como eu fiz com ela na noite passada.

Depois fomos tomar café da manhã. Já era quase 10 horas da manhã.

— Eu não acredito, você fez salada de frutas? Eu amo salada de frutas no café da manhã, amor.

—Fiz. Sua avó me contou que você gostava, então comprei algumas frutas lá mesmo antes de vir.

—Falando nisso, o que te fez vir atrás de mim?

—Conversei com dona Lucia, ela me abriu os olhos para algumas coisas. Sem contar que eu esperava te encontrar aqui, mas cheguei e você não estava. Sua avó tinha me passado o número da Polly, e ela me disse que você estaria no bar. Cheguei lá, te vi nos braços daquela mulherzinha.

—E me salvou. Ruby foi inconveniente demais. Pedi pra que ela parasse mas ela não o fez.

—Meu deus Piper, eu achei que você estivesse realmente gostando daquilo. Mas ai a Nicky me disse que viu você dando um fora nela antes, mas ela não te deu ouvidos, naquele momento eu voltei a pensar, e meu sangue subiu. Quando me dei conta, já estava colocando ela contra parede, eu estava louca pra socar a cara dela.

—Mas não o fez, não valia a pena.

—Afinal, quem era ela? —Alex tinha os olhos avaliativos sobre mim.

—Ela trabalha na padaria da esquina. Eu vou lá ainda só porque os donuts de lá são os melhores que tem aqui por perto, do contrário não iria mais. Ela sempre tentou algo comigo, mesmo na época em que eu estive com o Larry, mas eu sempre escapei com sucesso. Dessa vez, eu não tive escapatória, não achei que ela agiria daquela forma comigo, se negando a me soltar. — Bufei.

—Mas passou, vem cá. — Alex me abraçou. Eu ainda não conseguia acreditar no que aconteceu na noite passada, nem que ela estava aqui comigo agora.

Meu telefone tocou no chão perto da porta. Me desvencilhei do abraço da Alex, e fui até lá pega-lo.

Era Suzenne.

— Oi, Su. Que saudade de você, minha mãe. — Eu a chamava assim, pois ela fora como uma mãe pra mim.

— Piper, minha filha, eu preciso da sua ajuda. Ele voltou pra cá, e nada faz ele se acalmar, eu não sei mais o que fazer, ele só conseguiu dizer seu nome, estou com medo dele não sair do pânico.

— Dê o telefone pra ele, agora Suzenne. —  Meu coração acelerou de zero a mil em um segundo.

Pude ouvir a respiração agitada dele no outro lado da linha.

— Tristan meu amor, sou eu, a Piper. Tá me ouvindo, sou eu, a Piper. Tristan.

—Pi-piper, é-é você mes-mesmo? — Percebi sua respiração acelerada diminuir. Mas não o suficiente para acalma-lo.

—Me escuta meu amor, eu estou indo ai, tá bom? Você consegue aguentar até eu chegar ai?

—Si-sim.

—Tá bom, eu estou indo. Eu amo você, Tristan. Eu já tô indo.

Desliguei o telefone, e corri pro meu quarto, vesti uma calça jeans e uma blusa preta sem estampa, a primeira que vi pela frente.

Alex me olhava sem entender nada, enquanto eu amarrava meus cabelos.

— Se veste Alex, eu te explico no caminho. Quero que vá comigo, pode pegar uma roupa minha se quiser, por favor, só seja rápida. — Fui até o banheiro.

Alex vestiu a roupa dela do dia de ontem, mais rápido do que eu imaginava, e saímos. 


Notas Finais


A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAAARRR, QUEM É TRISTAN, KATHARINA, E A SUZENNE? QUE QUE ESSAS PESSOINHAS SÃO NA FIC, Q O QUE ELAS SIGNIFICAM PRA PIPER?????
FICA AI O QUESTIONAMENTO. EUHEUHEHEUHUE
(Eu tinha postado sem corrigir, mas agora já o fiz. Haauahaua sorry aos que leram ainda sem estar corrigido)


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