História O Amor Se Fez Presente - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gustavo Stockler (Nomegusta), Kéfera Buchmann
Personagens Gustavo Stockler, Kéfera Buchmann
Tags Gustavo Stockler, Kéfera Buchmann
Visualizações 55
Palavras 1.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, n me matem
POR FAVOR!!!!

Capítulo 38 - Desculpa Minha Princesa


Anteriormente


Ele se levanta e vem até mim, da um beijo na minha testa e vai embora. Fiquei alguns segundos apenas olhando para saída, ainda pasma pelas coisas que eu acabei de ouvir. O Garçom chegou com os pratos e eu pedi para ele embrulhar e colocar para a viagem eassim ele fez, deixei uma ggorjeta para ele e fui pagar a conta.

..........

Sai do elevador já tirando o salto,  abri a porta e joguei o mesmo no chão e a bolsa no sofá,  fui para cozinha e coloquei as quentinhas no balcão, peguei um prato, talher e um como com suco de uva. Coloquei a comida no prato e fui para sala, liguei a tv em um canal qualquer e comecei a comer, alguns minutos depois começou uma série policial, no começo me pareceu bem legal mas quando mostrou o corpo da vítima um enjôo tomou conta de mim. Me levantei o mais rápido possível e corri para o banheiro,  coloquei todo o meu almoço para fora, ainda fiquei um tempo sentada no chão do banheiro para ter certeza que não colocaria mais nada para fora.

Eu devo estar ficando doente, ou... Não, eu não posso estar... Não depois do que aconteceu,  eu... Será? 


Alguns Anos Antes


Já era umas 22:50pm e eu estava aqui ainda, de frente para o espelho,  admirando ela, a minha barriga, a minha Alice.  Minha barriga já tava bem grande, sete meses,  daqui a pouco essa pequena vai parar de fazer a festa na minha barriga pra fazer aqui fora. Solto um sorriso involuntário quando sinto ela me chutando, ela fazia isso quase todos os dias, e quase todos os dias era como se fosse a primeira vez. 

Ké: Ei minha pequena, a mamãe não ver a hora de ver o seu rostinho.

Zeiva: E a vovó também, não se esqueça de mim princesa. - Minha mmãe entra no quarto e coloca a mão na minha barriga para sentir o chute da neta - Acho que essa menina vai gostar de futebol,  só vive chutando - Disse e eu ri com o ccomentário dela.

Ké: Eu não duvido nada - Ela ri e continua analisando a minha barriga - Mãe? 

Zeiva: Oi? 

Ké: Acho que a Alice quer bolo de chocolate. 

Zeiva: A Alice, sei... Mas eu to sem a massa aqui. 

Ké: Você não quer que a sua netinha linda, a pequena Alice, fique com vontade. Mãe,  ela é só um bebê, tadinha dela.

Zeiva: Você não use a minha neta para me fazer chantagens.

Ké: Eu? Usando a Alice? Pra te chantajear?  Mãe! Que tipo de mãe a senhora acha que eu sou? 

Zeiva: Sei... Mas como eu disse, não te massa, quer ir ver se tem algum lugar aberto? 

Ké: Você quer filha? - Digo olhando para a minha barriga, Alice da um chute em forma de sim - É mãe, ela quer.

A gente ri e ela vai procurar a carteira e a chave do carro enquanto eu vou pegar um casaco para mim. Chamamos o elevador e fomos para o carro, passamos pelo porteiro, o seu Alberto, Beto para os mais íntimos. 

Beto: É hoje? - Diz ele se referindo a Alice

Ké: Que nada seu Beto, ainda falta tempo, hoje ela só quer uma pedaço de bolo.

Beto: Essa menina gosta de bolo, né? 

Zeiva: É ela e a mãe. 

Seu Beto ri e abre o portão,  saimos para a caça de um lugar aberto e que venda bolo, de preferência de chocolate. Achamos um posto de gasolina ainda aberto e tinha bolo, bolo de chocolate, enquanto minha mãe abastecia o carro eu ia comprar o bolo.

Já era pouco mais das 23hr quando a gente foi embora.  As ruas estavam vazias e a noite fria, o sinal abriu, olhei para a minha mãe e uma luz forte atrapalhou a minha visão. Sinto o impacto e involuntariamente coloco as minha mãos na minha barriga, na tentativa de proteger a minha filha. Tudo começa a girar e a ficar escuro. 

(......)

Acordei com uma luz forte no meu rosto, senti um líquido quente descendo pelo meu rosto. A claridade me incomodava,  tentei me mover mas não consegui, o desespero começou a tomar conta de mim.

Xxx: Fique calma, eu sou a Doutora Sandra, você se lembra do seu nome?

Ké: Kéfera,  Kéfera Bachmann. 

Dr. Sandra: Kéfera,  você sofreu um acidente de carro, esta muito ferida, nós vamos te levar para a sala de cirurgia.

Ké:A minha filha.

Dr. Sabrina: Nós vamos fazer o possível para salvar as duas. Podem cedar. 

E tudo volta a ficar escuro.


Zeiva Narrando


Haviam acabado de levar a Ké para a sala de cirurgia, eu sai apenas com alguns arranhões no rosto por causa dos vidros e um braço quebrado, mas a Ké saiu totalmente machucada, eu estava preocupada com ela e com a Alice. Liguei para o Matheus, ele e a Ké são amigos e ele ainda é médico, ele disse que já estava a caminho e que não demoraria a chegar. Eu passei por alguns exames para ver se estava tudl bem mesmo, mas a todo momento perguntava se já tinham alguma notícia da minha filha.

Já haviam se passado horas, Matheus tinha chegado antes de eu terminar o raio-x. Ele tentou saber de alguma notícia, mas foi em vão. Descobri que o motorista do outro carro também estava no hospital e que ele estava tomando soro para limpar o sangue. O desgraçado estava bêbado. Achei um jeito de descobrir em qual local do hospital ele tava, quando cheguei ele tinha a maior cara de pau.

Zeiva: VOCÊ- Disse apontando para ele - SE ALGUMA COISA DE RUIM ACONTECER COM A MINHA FILHA OU A MINHA NETA, VOCÊ VAI SE VER COMIGO. SEU DESGRAÇADO. 

Tentei partir para cima dele, mas alguns enfermeiros me impediram, fui levada para outro lugar do hospital masa minha vontade era de matar aquele desgraçado. Matheus tentava a todo custo me acalmar mas não estava dando certo,  eu queria notícias da minha filha e não um copo de água. 

Xxx: Parentes de Kéfera Bachmann. 

Zeiva: Eu - Me levantei da cadeira - Eu sou a mãe dela.

Xxx: Eu sou a Doutora Sabrina,  médica da sua filha.

Zeiva: Como ela tá? 

Dr. Sabrina: A sua filha teve uma hemorragia interna devido ao impacto do veículo, ela se encontra estável agora mas...

Zeiva: Mas?

Dr. Sabrina: Tivemos complicações durante a cirurgia,  sua fiha entrou em estado de coma. 

Coma. Minha filha, em coma. Sinto as lágrimas descerem com força pelo meu rosto, um nô na minha garganta e uma intensa vontade de gritar, mas ainda faltava uma coisa. Minha neta.

Zeiva: E... E a minha neta? 

Dr. Sabrina: Nós tentamos fazer uma cesariana de emergência mas a sua neta não sobreviveu ao acidente. Eu sinto muito.

Deixei o desespero tomar conta de  mim e as lágrimas descerem soltas, Mateus me puxou para um abraço, olhei para ele e vi que ele também chorava, certamente se lembrando da primeira vez que a Alice chutou foi com ele. A minha neta.


Três dias depois


Três dias. Três dias se passaram e nada dela acordar. Eu fico aqui no hospital o tempo todo esperando ela acordar.  Os médicos falaram que os sinais vitais estavam bem e que eles não sabiam o porque dela ainda não ter acordado. 


Kéfera Narrando


Era tudo num tom rosado, parecia um quarto de princesa,  com detalhes em amarelo,  um berço branco com uma cadeira também branca ao lado. As paredes tinham desenhos de borboletas voando e alguns poucos detalhes em azul, para representar o céu. 

Escuto um barulho,  um choro.  Olho ao me redor e não vejo ninguém.  O berço.  Nele tinha uma criança,  uma menina linda, ela chorava descontroladamente,  comecei a me desesperar, eu não sabia o que fazer. Vejo ela finalmente abrir os olhos, tinham um tom de castanho cor de mel, eram lindos. O choro parou no momento em que ela olhou nos meus olhos, um sorriso se formou na boca dela, ouvi ela soltar um leve gargalhada, sorri e involuntariamente coloquei a mão na minha barriga. Ela não estava ali, minha Alice não estava ali. Olhei novamente para a bebê, ela tinha uma fita branca no braço. Alice. Aquela era a minha filha. 

As lembranças do acidente começaram a vir na minha cabeça, as lágrimas começaram a dominar o meu rosto. Eu tinha perdido, eu tinha perdido o meu bebê,  a minha pequeba Alice. Peguei a peque no colo, ela continuava olhando nos meus olhos, parecia querer ler o que se passava na minha cabeça. 

Ké: Desculpa pequena, desculpa a mamãe, ela não conseguiu ficar com você,  ela foi fraca, mas ela te amou muito, amou mais você do que ela mesma. Desculpa minha princesa. 

Ela voltou a chorar, parecia ententer tudo o que eu falava.  Me permiti chorar junto com ela por alguns segundos, mas depois comecei a cantarolar uma canção de ninar para ela, que depois de muita insistência, dormiu.  Coloquei ela de volta no berço, arrumando o pequeno cobertor sobre o corpo dela, fiquei ali apenas analisando ela. Dei um beijo na testa da minha pequena e fechei os olhos, deixando um lágrima cair dos meus olhos

Abro os olhos e não estou mais no quanto rosa e sim em uma totalmente branco. Escuto o bipe de algum aparelho ao meu lado. O berço não estava lá.  A minha pequena não estava lá.  A minha Alice se foi, para sempre.


Dias Atuais


Não. Eu não estou grávida. Isso não é verdade,  é só uma virose e nada mais


Notas Finais


Eu minha defesa, eu chorei escrevendo o capítulo.
E a conversa com Gusta sai no próximo capítulo, nesse caso amanhã
Agora me falam, o q vcs acharam?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...