História O Amor Supera. . . - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 1.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um história apaixonante, que vai te fazer pensar e repensar na vida, vai fazer você delirar em busca de capítulo.

Capítulo 1 - Um


Fanfic / Fanfiction O Amor Supera. . . - Capítulo 1 - Um


Nem conseguir dormir direito essa noite, por ansiedade. Levantei cedo e fui para o banheiro, tomei banho e escovei os dentes sair e coloquei meu novo uniforme.

Hoje eu vou para a minha nova escola com as minhas melhores amigas.

Só de lembrar dou pulinhos no meio do quarto, essa escola é demais, além dela ser enorme tem vários gatinhos, não que eu tenha ido lá ou nada mas...

Parei de pensar quando ouço minha mãe bater na porta dizendo para mim me apressar se não vamos nos atrasar, acordo para a vida e saio do quarto.

Desci e meus pais me esperavam já na mesa tomando café, sorri.

-Bom dia.-cumprimentei dando um beijo no rosto de cada um.

-Bom dia querida!-disseram em uníssono.-Ansiosa?-continuou minha mãe sorrindo.

-Muito.-eu disse sentando na mesa e me servindo.-Bom dia Vera.-falei para a empregada quando ela veio me servir o suco.

-Bom dia querida. A casa vai ficar vazia quando você ir.-ela disse meio triste.

-Oh Vera, não fica assim. Eu sempre estudei em internato!-eu justifiquei olhando para ela com um meio sorriso.

-Sim, mas eu amo quando chegam as férias!-ela diz sorrindo e pisca um olho para mim, eu levanto e a abraço.

-Eu também.-sussurrei no ouvido dela e nós duas gargalhamos, lhe dei um beijo estalado na bochecha e me afastei dela e voltei a sentar.

Meus pais nos olharam sem entender e nós nos olhamos cúmplices.

Vera é mais que uma empregada para gente, ela é da família, foi minha babá e agora é nossa governanta, mas se ainda cuida de mim. Amo muito ela.

Vera saio e nós voltamos a tomar nosso café conversando e rindo.

Minha personalidade é bem fácil de se lidar, não sou de fazer confusão, sou um pouco romântica e sonhadora, sonho com o meu príncipe encantado, mas quem não sonha?

Mas como todo ser humano tenho minhas quedas, então se quiser me ver brava discuta se eu estou certa, não que eu seja prepotente ou algo do tipo, eu só afirmo alguma coisa se eu tiver certeza.

Todos dizem que eu sou meiga e doce - e eu sou - e que pareço uma bonequinha pela minha delicadeza, mas isso è pela minha forma física.

Bom, eu sou ruiva natural com o cabelos longos e liso com ondulações nas pontas, tenho a pele bem branca, olhos azuis claros, não sou muito alta, um corpo razoável.

È eu realmente pareço uma bonequinha!

Eu tenho só 15 aninhos.

Eu tenho três amigas de infância,a gente é inseparável, a Fernanda, a Bianca e a Alerrandra.

A gente sempre estudou juntas em colégios internos e como a gente vai entrar para o ENSINO MÉDIO vamos para outro maior, eu estou super ansiosa!

A Bianca é a mais responsável da gente é ela que sempre cuida da gente quando estamos mal.

A Fernanda é nossa assanhadinha,a garota só tem a minha idade e já ficou com os meninos do nosso colégio inteiro, os mais gatinhos é claro.

Já Ale é a mais acuada de nós três,ela é mais fechada no mundo dela mas quando está só a gente ela se abre, ela sempre nos apóia sem julgamento.

Todas as meninas são lindas, a Ale é a nossa morena de olhos azuis.

A Bianca é uma verdadeira britânica com suas madeixas castanhas na altura do ombro, tem a pele branca mas não o quanto a minha, a meninas as vezes me chamam de Branca de Neve.

A Fernanda é a que tem o corpo mais bonito de nós, dona de um corpo cheios de curvas sem exageros mas também ela é brasileira, veio para o Londres bebé com os pais, ela é a nossa loirinha de olhos cor de mel, é um pouco mais alta que eu.

Pouca coisa!

Então depois do café fomos para escola e eu nem preciso dizer que eu estou morrendo de nervosismo, eu já mandei mensagem para as meninas e elas disseram que estavam à caminho.

-Chegamos querida!-meu pai avisou e eu praticamente pulei do carro fazendo eles gargalharem.

-Calma querida, a escola não vai fugir!-minha mãe brincou e eu tentei me acalmar.

-Desculpe-murmurei ficando ao lado deles e respirei fundo e entramos na escola.

Na frente do colégio estava repleto de adolescente, Fernanda não mentiu, está cheio de gatinhos, dei um leve sorriso por esse pensamento.

Adentramos nos portões da escola e uma mulher já nos esperava, falou com meus pais e nos acompanhou o que acho que é a diretoria.

Chegamos a recepção da diretoria e a mulher nos mostrou a porta.

-Querida, vamos só falar com o diretor meras formalidades, você pode ficar aqui que a senhorita vai lhe entregar seu uniforme e horário escolar, tudo bem?-meu pai me informou com a voz firme e eu assinto e eles entram na sala logo depois.

-Eu me chamo Débora e sou a secretária do senhor Winter.-a moça se apresentou e estendeu a mão com um sorriso amigável que eu retribuo.

-Prazer, bem acho que você já sabe meu nome mas mesmo assim, me chamo Esther Maldonado.-eu disse meio envergonhada e ela sorriu pra mim.

-È um prazer senhorita, o seu uniforme já está em seu quarto e aqui está o seu horário.-ela disse indo até sua mesa e me entregando uma folha que eu dei uma leve olhada e logo fiz uma careta com a quantidade de aulas. -Você se acostuma!-ela me tranquilizou.

-Na verdade eu nunca acostumo, na minha outra escola não era diferente.-eu disse em tom de brincadeira e ela deu uma leve risada e eu dei de ombros sorrindo.

-Bom, eu irei lhe mostrar a escola e lhe levar a seu quarto.-ela disse e eu abri um largo sorriso e concordei com a cabeça.-Então vamos.-ela disse me dando passagem e saímos da recepção entrando em um corredor.

-Você sabe se minhas amigas chegaram?-perguntei à ela depois de alguns minutos andando.

-Se você se refere a suas colegas de quarto..-ela disse séria fazendo suspense e eu fiquei apreensiva.-...elas já estão no quarto.-ela completou com um sorriso no rosto e eu soltei um suspiro de alivio.

Eu não quero ficar sozinha.

Estávamos passando por um corredor, mas isso não é surpresa já que essa escola só tem corredor.

Enfim, Débora já me mostrou o refeitório, a minha sala e outras áreas, como piscina, jardim e outras áreas de lazer.

Ela mostrou o corredor que leva para o dormitório masculino, onde nenhuma garota poderia ir, nunca pode, mas sempre as meninas vão, não que eu tenha ido mas a Fernanda já foi inúmeras vezes.

Eu já estava cansada de andar mas segundo ela já chegaríamos no meu quarto, só faltava me mostrar onde ficava meu armário, ela disse que os armários ficavam todos no mesmo corredor, desde primeiro à terceiro ano.

E nossa, ela não mentiu, o corredor era enorme com vários armários nas paredes com números e cadeados em todos.

-O seu è o armário número 30- Débora disse me entregando uma chave e parando no meio do corredor, a chave tinha um chaveiro com o número do meu armário.

Eu caminhei pelo corredor à procura do armário, e parece que a ordem é de la pra cá.

Achei!

Eu sorri e caminhei até o armário que era na cor roxa, gostei.

Mas algo me impediu de chegar até ele, porque ouvir alguém gritar:

-SAI DA FRENTE!-eu olhei para o lado mas não deu tempo de sair do lugar, pois um cara que vinha em minha direção praticamente me atropelou e eu cair no chão com tudo com ele em cima de mim.

-Ai-grunhi de dor ao tentar mexer meu corpo.

Meu cabelo estava cobrindo meu rosto e o cara tirou a mão da minha cintura e limpou meu rosto dos cabelos e arregalou os olhos.

-A.Meu.Deus.-o cara disse me encarando-Você está bem?-ele me perguntou parecendo realmente preocupado.

Eu não conseguir responder porque além de eu está meio tonta pela queda, o moço que me atropelou é muito bonito, ele tem os olhos verdes e profundos que me encaravam arregalados, a pele branca mas não muito e os lábios carnudos.

Eu devo está encarando ele de forma estranha porque ele me olhou confuso.

-Moça eu te machuquei?-ele continuou perguntando assustado.

É eu sou uma idiota mas eu posso culpar a pancada por isso. Eu bateria na minha testa se eu pudesse.

È, e ele ainda estava em cima de mim e estava me esmagando.

-Você ainda está...em cima...de mim.-eu finalmente disse, fraco mas disse.

-Oh, perdão.-ele disse ainda com os olhos arregalados e saio de cima de mim limpando a roupa. Eu gemir ao tentar me levantar e o idiota finalmente se tocou.- Desculpe. -ele disse se abaixando e estendendo a mão, eu revirei os olhos e aceitei a mão dele.

-Ah meu Deus, você está bem senhorita?! -Débora apareceu do meu lado super preocupada e me ajudou também a levantar.-Você é louco garoto?Quase mata a menina! Ah meu Deus os seus pais vão me matar!-ela disse passando a mão nos cabelos e me avaliando de cima abaixo.

-Calma Débora eu estou bem! Só minha cabeça que está doendo.-eu disse ainda apoiada no desconhecido passando a mão na minha cabeça e fazendo careta.

Realmente está doendo.

-Desculpa, eu vinha encontrar uma pessoa e era importante.-o cara se justificou.

-È, e atropelou a menina!-Débora disse ainda brava.-Vamos leva - la para enfermaria! -ela disse puxando meu braço.

-Não precisa, eu estou bem.-eu disse esquivando - me dela.

O desconhecido me segurava pelos braços e eu olhei ele de cima a baixo e semicerrei os olhos começando a avaliá-lo.

Ele estava usando uma calça jeans preta rasgada nos joelhos e com um sapato branco e uma regata preta que dava de se perceber seus músculos por ela e uma tatuagem que eu não conseguir identificar, que estava presente em seu peito.

Minha mãe sempre diz que essa mania de avaliar os outros é feia.

Ele percebeu e me olhou torto e confuso.

-Ela realmente está bem?-ele perguntou para Débora e eu bufei impaciente.

-Eu estou bem. Pode me soltar!-eu disse irritada e ele revirou olhos e me soltou, eu dei um passo psra trás, mas acabei vacilando e quase caio mas ele é mais rápido e me segura.-Pensando bem, eu não estou bem.-eu disse encarando aquele par de olhos verdes e depois não vi nada, tudo escureceu e eu desmaiei, mas foi nos braços dele.

Que bom!


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Começo de pastagens: 18-10-2016

Beijos!


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