História O Amor Supera. . . - Capítulo 13


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Palavras 1.295
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Treze



Domingo. Graças ao meu bom Deus.

Dormir até tarde e coloquei uma roupa simples e desci para tomar café da manhã com meus pais.

-Bom dia.-eu disse sentado do lado esquerdo do meu pai.

-Bom dia querida.-papai respondeu sorridente.

-Bom dia.-ela respondeu meio seca e distante.

Estranhei,mas fiquei quieta.

Mamãe estava muito calada e toda hora estava me lançando um olhar desconfiado e desafiador,troquei um olhar com meu pai e ele parecia não está entendo assim como eu.

-Algum problema mamãe?-resolvi finalmente perguntar com cautela.

Ela terminou de beber seu café devagar me olhando nos olhos e ela está começando a me dar medo.

-Nenhum querida.-ela disse sorrindo e repousando sua xícara na mesa.-Sabe o que é engraçado?-Mamãe perguntou com um ar sombrio ainda olhando para xícara e depois nos olhou,negamos com a cabeça já assustados e ela sorriu de lado.-Que hoje de manhã quando Vera foi fazer o café da manhã ela encontrou dois pratos com tortas de limão atrás do balcão. Que estranho,não?-ela falou e eu senti o sangue sumir do meu roto e abri a boca com a surpresa.

Agora lascou.

Mamãe nos olhou esperando uma resposta e nenhum de nós conseguimos falar nada,então ela continuou:

-Muito estranho,já que nenhum de nós aqui estava comendo torta ontem à noite escondindo,não é verdade?-nos encarou sorrindo.-Eu quero uma resposta!-rosnou com raiva.

-Claro...-papai começou com a voz fraca,mas limpou a garganta e continuou.- Claro que não Clarisse.

-Não me façam de idiota!-disse tentado se manter calma.-Eu sei muito bem que você encobriu a Esther ontem à noite e ainda a ajudou a comer a torta!-disse com raiva com um tom um alto.-Estou mentindo?

Papai suspirou e passou as mãos nos cabelos.

- Não,não é mentira.-olhei para ele na hora com um olhar acusador.-Eu e Esther estávamos comendo torta ontem à noite. Mas não foi nada demais,não precisa exagerar Clarisse,ninguém vai morrer por causa disso.-papai disse cansado.

-Exagero?-Mamãe repetiu indignada começando a ficar vermelha e ficou de pé.-Isso não é exagero e sim preocupação com a minha filha,você acha que fazendo o que ela quer está a protegendo? Pelo contrário, e eu tenho que ser a bruxa da história e colocar freio nos dois!-ela disse furiosa e respirou fundo.- Você não sabe o que eu sentir quando eu tive minha única filha nos meus braços sem respirar?-Mamãe disse mais calma e com lágrimas nos olhos e saio da sala de jantar.

Me sentir triste e baixei a cabeça,papai veio até mim e se agachou na minha frente levantando meu rosto.

-Ei,meu amor,não fique assim! Sua mãe as vezes é exagerada de mais.-ele disse sorrindo para mim e eu funguei e ele me puxou para seus braços.- Oh,minha pequena,sua mãe não disse isso para te magoar e sim a mim,por não está naquele dia com vocês!-ele disse passando a mão nos meus cabelos e eu sentir lágrimas molharem meu rosto.

Papai se afastou e limpou minhas lágrimas com os dedos e sorriu,tentei sorri e ele beijou a minha testa e levantou.

-Vou falar com ela.-ele disse eu assentir.

Papai saio me deixando sozinha.

Muitas vezes ouvir meus pais brigarem por mim,mamãe o culpa por está trabalhando ao invés de está com a família quando eu fui para o hospital.

Não conseguir comer mais nada,então levantei da mesa e fui ver se papai já tinha acalmado a fera.

Subi as escadas e fui até o quarto deles,dei duas batidas de leves na porta e esperei.

Papai logo abriu e saio com uma cara não muito boa.

-E aí?-perguntei sussurrando.

Ele só negou com a cabeça e se afastou da porta.

Entrei no quarto fechando a porta atrás de mim e mamãe estava sentada na sua cama virada para uma janela que dava para o jardim da frente.

-Mamãe.-chamei e ela não respondeu e nem se mexeu.

Me aproximei com cautela e parei ao seu lado.

Ela tinha uma expressão sofrida e vazia ao mesmo tempo.

-Mamãe me desculpe por comer torta escondido,eu prometo que nunca mais faço isso!-eu falei já que ela ficou em silêncio e nem levantou o rosto para me olhar.- Eu até nem gosto mais de torta de limão. Quem gostava de torta de limão? Porque eu mesma não gosto.-falei tentado descontrair o ambiente mas mamãe não demonstrou nenhum pingo de humor.

Mamãe finalmente me olhou e seu olhar era de dor.

-Você não entendi Esther,o problema não é você comer ou não torta.-ela disse com a voz transbordando emoção.- E sim o medo que eu tenho de você ter outra crise e essa seja mais grave que a outra e você...-Não conseguiu terminar por conta de um soluço que escapou de seus lábios.

Me ajoelhei no chão e a abracei apertado também chorando.

-Tá tudo bem mamãe,eu não vou morrer.-eu disse devagar transmitido todo meu amor e passando minha mão nas suas costas.

Mamãe chorou mais um pouquinho e eu me afastei dela e enxuguei suas lágrimas com minhas mãos,ela também enxugou as minhas e rimos em meio a tantas mãos.

-Eu prometo não desobedecer a senhora mais e levar meu pai junto.-eu disse sorrindo e ela também retribuiu.

-Espero.-ela disse e beijou minha testa.

-Papai ficou triste com o que a senhora disse.-eu disse séria e ela também ficou e suspirou.

-Peça que ele entre.-pediu.

Lhe dei um beijo na bochecha e sair do quarto.

Meu pai estava do lado de fora e me olhou com expectativa preocupado e sorri e ele soltou um suspiro aliviado.

-Ela quer falar com o senhor.-sussurrei feliz e ele sorriu e entrou no quarto.

Fui para o meu quarto feliz por tudo está bem de novo.

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Depois do almoço eu falei com as meninas pelo telefone e depois desci até a área da piscina onde meus pais já esperavam com carnes assando e petiscos para gente.

A gente sempre que podemos passamos a tarde de domingo na piscina conversando e comendo carne assada o dia inteiro.

Mamãe já estava devidamente preparada com seu maiô preto passando protetor solar no meu pai.

Já eu coloquei um biquíni azul marinho,nada que chame muita atenção.

Eu queria ter o corpo da minha mãe,depois de me ter continua em forma,com um corpo cheio de curvas,bumbum na medida certa e seios também.

Realmente eles fazem um casal bonito,e nasceu essa patinha feio igual à mim,brincadeira,eu não me desprezo tanto assim.

Sou bonito do meu jeito e eu gosto disso.

Passei protetor e pulei na piscina.

Eu amo esses momentos em famílias como esse,mesmo só a gente.

Papai ligou o som em uma música legal e trouxe um pouco de carne para mim e depois puxou minha mãe para dançar.

Meu pai nunca foi bom dançarino,eu sempre brinco com ele dizendo que se ele fosse dançarino passaríamos fome.

Eles dançavam em descompasso com a música e eu só ria.

Saio da piscina e me junto à eles nessa dança maluca. Eu mais rio do que danço.

Papai percebeu que eu estou rindo dele e parou de dançar e se aproximou.

-Então você está rindo do seu pai senhorita Esther?-perguntou sorrindo de lado e eu neguei com a cabeça com uma cara de medo.

Papai avançou sobre mim e me colocou sobre os ombros,eu gritei e pedi ajuda a mamãe que só ria,papai começou a correr comigo e mamãe veio atrás.

Papai também agarrou na cintura da mamãe fazendo todos nós caímos o bolo na grama.

Rimos muito e papai nos puxou para deitar em seu peito. Ele beijou nossas testas e disse:

-Eu amo vocês!

-Eu também amo vocês.-Mamãe falou baixinho escondendo o rosto do sol no peito do meu pai.

-Amo muito.-completei e rimos outra vez.

É momentos como esse que torna a minha vida mais feliz,é momentos como esse que eu espero ansiosamente para que chegue todo final de semana.



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