História O Amor Supera. . . - Capítulo 15


Escrita por: ~

Exibições 17
Palavras 3.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes de qualquer coisa, algo para você refletir.

"A Arte da vida
É o amor.
Quem não ama,
Não vive,
Apenas existe."

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Capítulo 15 - Quinze


Fanfic / Fanfiction O Amor Supera. . . - Capítulo 15 - Quinze

Rick Styles

Esses dias passaram voando, que nem vim.

Depois do que houve na festa da escola, o principal assunto foi eu e Esther, por mim eu não cheguei a me preocupar e sim por ela, eu sei que para ela deve está sendo difícil lidar com tudo isso.

Não vou dizer que me arrependo, se pudesse faria tudo de novo, mas eu sinto por a Esther está sendo difamada. Sim, difamada, porque a minha pequenina não chega nem perto das palavras abusivas que Júlia gritou para os quatro cantos do mundo ouvir.

Falando na diaba, pensei que ela sairia do meu pé depois do que aconteceu, até gostei, porque assim ela me deixaria em paz, mas não, pelo contrário, ela chegou a me procurar para dizer que me perdoaria, eu ri da cara dela e só á ignorei.

Pelo amor de Deus, essa garota não cansa de se humilhar?

Júlia não está sofrendo por mim, só está com o orgulho ferido por ter sido trocada por outra, não que eu e Esther temos...

Mesmo ela afirmando que Esther é só mais uma das inúmeras garotas que já peguei, eu sei que isso está longe da verdade, eu me sinto diferente em relação à ela, não posso negar, ela me atrai e ao mesmo tempo me encanta de uma forma estranha.

Outra prova disso é que eu nunca me importei com sentimentos de garota nenhuma, mas com Esther eu não suporto a idéia de vê-la sofrendo, de fazer - lá sofrer, de ser o motivo do seu choro e de ver ela se machucando.

Mas isso não quer dizer que eu estou gostando dela, como Renan insiste em dizer. A Esther só inspira em mim um espírito protetor, além do mas ela é muito linda.

Cheguei a pensar a procurar por ela, mas toda vez que a via ela estava com uma expressão dura e fechada, então decidir esperar a poeira abaixar um pouco.

Hoje já é segunda e estou chegando na escola com o meu carro depois de um final de semana chato em casa.

Digo chato, porque minha mãe mesmo não indo trabalhar leva o trabalho para casa, clientes seus ligam no meio das refeições ou quando estamos juntos.

Minha mãe mesmo sendo de família rica sempre quis ter sua independência, então montou com ajuda do meu pai seu próprio escritório de advocacia.

Mesmo depois do meu nascimento ela não parou de trabalhar, e depois do divórcio passou a trabalhar mais, mas eu não reclamo, é até bom não ter ela sempre no meu pé.

E ela me dar todo o carinho que um garoto de 18 anos precisa e me dar espaço, não fica fazendo muitas perguntas e me deixa quieto no meu quarto.

Estacionei na minha vaga no estacionamento e saio do carro com meus óculos escuros no rosto e já de uniforme.

Passei por a entrada da escola para ver se via a Esther, não sei porquê mas eu estou com muita saudades daquela ruiva, depois do que aconteceu na festa nunca mais nos falamos ou tivemos algo mais quente, e eu devo admitir que eu estou começando a me viciar em seus lábios e pele macia.

Cheguei a entrada e parei no portão e fiquei conversando com alguns seguranças, sou amigo de um deles, sempre que quero sair do colégio sem ser visto ele me ajuda, em troca dou lhe os números das mais gatas.

Ele é um cara de no máximo 22 anos e boa pinta, muitas meninas vem até aqui só para se insinuar para ele.

Uma vez ele me disse que Júlia queria ficar com ele, mas ele não quis por minha culpa, eu lhe disse que não tinha problema nenhum, eles se pegarem e o filho da mãe ficou bem animadinho. Mas ele nega seu interesse a mais.

-Então você e a Júlia não tem mais nada?-ele perguntou interessado demais.

Desconfio seriamente que ele tenha se apaixonado por Júlia, porque ele sempre pergunta por ela.

-Já disse que sim. Você não soube o que aconteceu na festa?-perguntei olhando para ele com um sorriso de deboche.

-Soube, mas achei que só fosse boatos.-ele disse e deu de ombros.

-Pois saiba que é a mais pura verdade. Agora você pod...-parei de falar ao olhar para a frente do colégio e ver Esther descendo de um carro linda como sempre.

Seus cabelos soltos balançavam com o vento, se misturando com os pequenos raios de sol da manhã os tornando mais vermelhos e vivos, com o seu uniforme proporcional ao seu corpo,até um pouco curto mas ela fica linda assim, com as meias brancas na altura dos joelhos, deixando a imaginação dos homens levemente aguçadas.

Sua expressão parecia preocupada e brava ao ver Beto ali perto, ele a via e foi até ela. Esther tentou furgir, mas ele à segurou pelo braço, pensei em interferir mas Max segurou meu braço.

Olhei para sua mão no meu braço e depois para seu rosto com uma cara sem entender e irritada por sua intromissão.

-O que você está pensando em fazer? Ir até lá? E falar o que ?-perguntou sério ainda segurando meu braço.

Bufei e suspirei irritado.

-Sim, eu iria falar com aquele imbecil e coloca-lo em seu lugar. Olha! Ele está á segurando a força, e pode está à machucando.-falei apontado eles já com raiva e preocupado.

-Espera, se ele fizer mais alguma coisa você interfere.-falou e eu tirei sua mão do meu braço com raiva mas não saio do lugar, só cruzei os braços e assistir a cena à pouco metros de mim.-Vai por mim,eu sei do que estou falando. Pelo que me disse a pequena...-parou ao ver meu olhar ameaçador e rio.-A Esther...-deu ênfase e eu voltei a olhar para eles.-Pelo que disse a Esther está chateada com você, se você for lá vai sair de vilão na história.-ele disse sério parado ao meu lado também olhando para eles.

E ele tem razão,Esther quando está brava não ouvi ninguém e pode ser bem cruel.

Beto começou a falar com ela com uma cara de culpado, mas minha pequenina pareceu não se importar pois sua expressão era debochada e cínica. Eu sorri por ver minha ruivinha sendo tão confiante assim.

Trocaram mais algumas palavras e Beto pareceu dizer algo que mexeu com ela, pois ela tirou o sorriso debochado do rosto e ficou séria e com uma cara de que quem iria chorar, dei um passo para a frente mas Max segurou outra vez no meu braço.

-Espere!-ele disse e apontou com a cabeça para eles, bufei e fiquei quieto.

Esther pulou no pescoço do Beto e os dois se abraçaram, aquilo me afetou.
Descruzei os braços, ele rodou ela em seus braços e ela rio.

-Eu disse para esperar.-Max afirmou sorrindo.

Virei para ele emburrado.

-Pelo visto ver a Esther com o Beto não lhe agradou em nada Rick.-debochou rindo.

Fingir uma risada e ele caio na gargalhada.

-Não enche o saco Max.-eu disse paciência.

-Pelo visto essa menina mexe mesmo com você meu amigo, eu nunca te vi assim.-constatou rindo.-Será que é o primeiro amor?-ele perguntou com uma voz e narrador de filme e rio.

-Até você? Já basta o Renan enchendo meu saco com essa história, então fica quieto!-pedi irritado e passei a mão nos meus cabelos.

-Isso só comprova que eu não estou errado.-ele disse rindo e eu perdir resto de paciência que eu tinha.

Lhe lancei meu pior olhar e sair dali pisando duro sem olhar para atrás, só ouvindo seu riso agudo para atrás.

Fui para minha aula e tentei esquecer daquela fedelha que está me tirando do sério mesmo sem saber.

🕛🕧🕐🕜🕑🕝🕒🕞🕓🕟🕔🕠🕕🕡🕤

As aulas passaram bem,logo depois que cheguei Renan chegou e começamos a conversar,não contei nda do que houve porque não queria mais um enchendo o saco. Júlia mais uma vez tentou fale comigo e eu deixei ela falando sozinha.

Depois da aula fomos almoçar no refeitório, tentei não procurar por Esther com o olhar, mas não conseguir me conter. E ela não tinha chegado, não adimiro, Renan é sempre um dos primeiros a chegar por ser esfomeado, e seu tenho que vir junto.

Sentamos em uma mesa mais para o fundo e começamos e conversar e comer em paz,ele me contou como foi o final de semana e eu contei que passei a maior parte do tempo no meu quarto.

-Sabe do que estamos precisando?-ele perguntou com uma cara de perda.

-Não, o quê ?-perguntei comendo minhas batatas.

-Mulher.-ele disse com segundas intenções e eu rir confirmando.

Depois daí Renan só falou o quanto estava ruim na seca. Eu só confirmava porque minha cabeça estava em uma certa ruiva e em como matar um cara que não à deixa em paz.

Depois do almoço fomos para o nosso quarto e eu tomei um banho e coloquei outro uniforme limpo. Durante o banho decidi que iria procurar Esther e como não teríamos aula pela tarde vou aproveitar para resolver esse assunto.

Deixei Renan dormindo no quarto e fui até o mural ver em qual aula Esther está,  e por sorte é de educação física.

Caminhei para o fora da escola e fui até o ginásio. Cheguei ao ginásio e parei na entrada procurando por Esther com o olhar.

Ela estava no bebedouro tomando aguá e rindo com as amigas, fiquei à observando por um instante, ela estava usando uma roupa para malhar mostrando um pouco demais de seu corpo, barriga e coxas que eu tento almejei apertar.

Sacudir a cabeça e entrei no ginásio atraindo o olhar das meninas ali presentes que começaram a suspirar e me chamar e se abanar.

-Ah, meu Deus eu queria que nessa sala tivesse homem de verdade como esse!-ouvi uma a voz dizer cheia de malícia.

Não sei o quê é mas essas novinhas são bem ousadas.

Estão esperando um homem de verdade acabarem com ela. Mas não pode ser eu, porque estou em outro plano.

Esther não tinha me visto ainda mas logo percebeu todo o alvoroço de suas colegas de classe e olhou em minha direção, parecendo surpresa com minha presença.

Parei na sua frente e disse que queria falar com ela, e como já esperava ela não quis nem me ouvir e saio andando me deixando lá parado com cara de bocó. Ela só pode está testando minha paciência.

Fui até ela e segurei pelo braço com certa força, não para à machucar mas...

Esther como sempre foi impetuosa e língua afiada, ameaçou chamar o professor e eu só rir confirmando.

O professor dela foi meu professor de Educação Física até o ano passado e como eu era um dos seus melhores alunos e bem popular nos tornamos amigos, ele não é muito tão mais velho que eu, já até saímos para festas no fim de semana, mas depois que eu entrei para o terceiro ano e ele foi substuido por outro professor, agora nos falamos pouco.

Começamos a nos falar e trocar cordialidades, Esther ficou chocada pelo o professor não ter dito nada e tentou se soltar outra vez, inutilmente.

Então ela apontou o óbvio para o professor e ele só disse que eu poderia levar Esther para conversar e voltou a dar sua aula. Esther ficou com o queixo no chão, mas assim continuou teimosa em não querer falar comigo.

Então tive que colocar ela sobre os ombros e sair dali ouvindo seus xingamentos e reclamações, bateu nas minhas costas mas eu nem sentir,com aquelas mãos macias e pequenas. Acusou suas amigas por está só rindo e não à ajudar.

Saio do ginásio e vou andando para a área da piscina ouvindo cada palavrão que eu nunca pensei que essa garotinha poderia conhecer,e ela fez questão de não esconder cada palavra.

Mandei ela ficar quieta e ela ficou mais furiosa ainda e me deu um beliscão na minha barriga, pela dor e surpresa acabei soltando suas pernas e ela caio no chão, fiquei preocupado, com medo dela ter se machucado e fui correndo lhe ajudar, mas a des...Esther levantou rápido meio mancando de um pé e saio correndo feito louca pelo jardim, quem já tinha perdido a paciência era eu.

Corri atrás dela e estava quase a pegando, mas ela desviou o caminho e foi para trás da escola. Conseguir a alcançar e a peguei pela cintura a colocando novamente nos ombros, dessa vez até um pouco agressivo. Eu estava tão bravo que nem me importei na hora.

Camihei a passos duros até a parede mais próximo e a coloquei no chão e segurei em seus pulsos com força a prensando na parede com o meu corpo.

Minha respiração estava ofegante e meu coração batia de forma descompensada, nossos rostos estavam tão próximos que nossas respirações se encontravam. Quentes.

Vi seu olhar de medo e respirei fundo algumas vezes tentado me acalmar e suavizei um pouco o aperto em seus pulsos e olhei em seus olhos tentando entender.

--Por que você é tão teimosa? Por que simplesmente não me ouvi sem fazer todo essa novela?-perguntei tentado controlar a voz.

Ela me olhou nos olhos confusa, olhei para sua boca entre aberta e estava tão vermelha e pequena, avancei em sua boca com fome.

Ela pareceu surpresa e relutante à principio e não retribuio, forcei minha boca na sua e soltei um de seus pulsos colocando minha mão na parede e com a outra apertando sua cintura.

Ela demorou mas logo me beijou de volta com o mesmo fervor, mas como sempre com ela, um beijo com carinho e delicadeza.

O nosso beijo era de desejo e saudade. Eu estava sentindo falta desses lábios pequenos e macios, desci minha mão para sua coxa e a apertei e com a outra levei para sua nuca puxando de leve seus cabelos, Esther me puxou pela camisa para mais perto e a com a outra acariciou meu rosto, passando os dedos por a minha barba por fazer.

Sua língua procurava a minha e a minha a dela, parecia que cada um conhecia bem cada canto da boca do outro,que fazia sempre aquilo, que sabia o que cada um queria e precisava.

Me afastei dela mordendo seu lábio inferior e puxando para mim. Abri os olhos e olhei sua expressão: ela ainda estava de olhos fechados e a boca entre aberta com a respiração acelerada, seus lábios estavam vermelhos e inchados.

Que visão maravilhosa!

Minha respiração também não estava diferente, meu peito ainda descia e subia freneticamente. Voltei com a mão para a sua cintura e rocei meu nariz na sua bochecha.

Esther abriu os olhos bruscamente e tentou se afastar de mim, mas eu não saio do lugar e ainda solto um gemido de reprovação.

-Você não queria conversar?-perguntou retoricamente com a voz amarga e espalmou as mãos no meu peito e tentou mais uma vez me afastar de seu corpo.

-Ainda quero.-eu disse com a voz baixa beijando sua bochecha e trilhando beijos até seu pescoço.-Você vai me ouvir?-perguntei com a voz mansa contra a pele de seu pescoço e ela arfou.

Ela só confirmou com a cabeça e eu me afastei para olhar nos seus olhos com um largo sorriso e ela revirou os olhos.

Lhe dei um último selinho e quando me afastei ela estava com cara de nojo.

-Eu sei que você não viveria sem meus beijos.-eu disse convencido e ela revirou os olhos bufando.

Me afastei dela sorrindo e ela continuou com a cara fechada.
Agarrei sua mão, mas ela logo soltou e cruzou os braços.

-Eu posso andar muito bem, sem segurar sua mão!-exclamou passando na minha frente e eu dei risada.

-Você já foi mais gentil Esther!-falei andando atrás dela.

Esther só deu de ombros sem olhar para trás.

-Se vamos conversar, vamos fazer longe das pessoas. Não quero que ninguém me veja com você.-disse de forma amarga e infantil caminhando na frente, sem me esperar.

Eu gargalhei da sua forma infantil e ouvir ela bufar.

-Eu deveria me sentir ofendido!-fiz drama com a mão no peito.

Ela não deu importância e continuou a andar.

Por um momento esqueci completamente a raiva que eu tinha até ali, esse é o efeito Esther em mim.

Alcancei ela e parei ao seu lado, mas a pequenina continuou com a carranca.

Andamos até um banco - ali mesmo atrás da escola - embaixo de uma árvore e sentamos nele, ela bem longe de mim, é claro.

Esse banco parece que foi colocado estrategicamente para adolescentes se pegarem, eu mesmo já vim aqui com a Júlia e outras garotas. Um banco já desgastado pela chuva e de alunos que levaram bolo e, descontaram no pobre banco.

-Pode começar.-ela disse irritada olhando para frente e de braços cruzados.

Ela estava encostada no banco como uma criança birrenta que acabou de ter sido chamada a atenção depois de uma travessura descoberta, com bico e tudo. E eu só ri.

Já eu estava sentado olhando para frente com as mãos cruzadas na frente do corpo, um pouco nervoso por sua frieza.

-Você deve está pensando que eu não me importo com você, porque não vim antes falar sobre o quê aconteceu.-falei devagar e esperei sua reação. Ela se mantinha do mesmo jeito.- Eu sabia que você estaria furiosa e descontaria sua raiva em mim.-falei e dei um sorriso ao lembrar da sua mão na minha cara na última vez que eu deixei essa ruiva brava e ela revirou os olhos.-Me desculpa se eu te fiz pensar que eu não me importava, Esther.-falei agora sério olhando para seu perfil.- Mas eu me importei sim, e muito. Eu sinto muito por você está na boca do povo e nas mentes desses porcos de forma tão suja,eu sinto muito por ter acontecido aquilo com a Júlia e,saiba que eu e ela não temos nada sério, quer dizer, não tínhamos. Mas para falar a verdade, a Júlia estava merecendo aqueles tapas!-falei com humor e pude ver uma sombra de um sorriso em seu rosto, mas logo ela tratou de esconder.- Me desculpe por ter sido um idiota e ter deixado todos nos verem juntos e...-nem terminei de falar e ela me olhou finalmente, com cara de ofendida e indignada,falei besteira!- Não, não é que eu tenha vergonha de você ou algo do tipo, mas sim porque não queria que você passasse por algo como o quê houve.-deixei claro e ela respirou aliviada e voltou a sentar como antes.- Mas mesmo com tudo o quê aconteceu, eu não me arrependo,  me arriscaria do mesmo jeito, não sei o quê é, mas seus beijos me viciaram e cada vez eu quero mais e mais...-falei com calma e com a voz um pouco rouca ao lembrar dos seus lábios macios nos meus e passei a mão nos meus cabelos.

Respirei fundo e esperei por sua reação. Esther virou de lado e me olhou sem expressão nenhuma.

E meu coração acelerou e apertou no peito ao ver a minha pequena ruiva tão distante e fria assim.

Mas no canto do seu olho esquerdo eu vi uma lágrima descer e molhar sua bochecha.

E eu fiquei sem entender e minha respiração se acelerou.

Por que ela faz isso? Por quê age com toda essa frieza e agora mexe com meu coração só com uma mísera lágrima?



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