História O Anjo Da Paz e O Anjo Da Guerra - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Aria, Arné de Lebre, Eden de Órion, Haruto de Lobo, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Kouga de Pégaso, Ryuho de Dragão, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Ofiúco, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Sonia de Escorpião, Souma de Leão Menor, Yuna de Águia
Tags Anjos, Drama, Saint Seiya Omega, Suspense, Universo Paralelo
Visualizações 30
Palavras 3.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Meus amores eu não tenho nada a dizer, SEM COMENTARIOS! Apenas leiam

Beijoss

E não deixem de acompanhar, pois, inúmeras outras reviravoltas vão acontecer!

FIQUEM LIGADOS!!!!!

E até a próxima!

Capítulo 24 - Perdendo Aquilo Que Não Se Pode Regressar


Saori P.O.V  

 

 

Pela manhã, no dia seguinte....  

 

 

   A brisa suave e meio gélida adentra o quarto, e como se conseguisse passar por debaixo da coberta, toca em minha pele exposta, fazendo -me sentir calafrios. Os primeiros raios do dia adentram o quarto pelas janelas abertas, iluminando o local e dando uma pequena sensação de calor.  

   Ainda de olhos bem fechados, e bem sonolenta, ao despertar aos poucos de meu sono começo a sentir o ambiente em minha volta. De olhos fechados, consigo sentir o corpo de Seiya contra o meu. Após aquela noite eu a dorme dentre teu braços e sobre teu peito. No meio da noite fui acordada por este, ele me vestia suavemente, por conta do frio da noite, porém, logo em seguida voltamos a adormecer na mesma posição de antes, acabando por acordar de tal modo  

 

Saori: Bom... Dia... – Sussurrei com um sorriso nos lábios timidamente, abrindo aos poucos os olhos  

 

   Como estava com a lateral do rosto deitada sobre o peitoral de Seiya acabo por colocar a mão sobre o mesmo, acariciando -o  

 

Saori: Bom dia dorminhoco! – Exclamei ao notar que ele não responderá, foi aí que percebi que algo não estava certo  

 

   Ao colocar a mão sobre o peitoral de Seiya a sentir ser envolvido por algo gélido e molhado, molhando assim minha palma da mão.  

   Por uma razão, desconhecida para mim, a preocupação toma -me por completa, e eu subo meu olhar em direção ao rosto de Seiya.  

 

Saori: AAHHHHHA!! – Um grito de horror e espanto escapa por minha garganta, fazendo -me erguer -me e sentar sobre a cama, distanciando -me de Seiya  

 

   De olhos fechados, da boca de Seiya jorra Sangue  

 

Saori: Q-Querido... – Sussurro ao levar ambas as mãos em frente ao boca, porém, noto que as mesmas estão tingidas de vermelho, assim como minha camisola. A procura da fonte de tal quantidade de Sangue, e noto que não é só dá boca de Seiya que jorra Sangue mas também de peitoral exposto, que possui três cortes fundos. - *Soluços* - As lágrimas começam a escorrer por minha face, molhando minhas bochechas. O que aconteceu? Quem fez isto?  

Seiya: Sa...Sao....~  

Saori: Seiya! – O ouço murmurar algo, e pulando sobre ele coloco minhas mãos sobre teu peito, tentando estancar o sangue – Seiya por favor mantenha -se acordado! – O vi abrir os olhos com dificuldade – ALGUÉM! POR FAVOR ME AJUDEM! SOCORRO!  - Gritei olhando para a porta, voltando em seguida meu olhar para Seiya – Querido por favor fiquei comigo! – Passei uma de minhas mãos sobre teu rosto e noto que tua pele já está gélida – O que aconteceu? – Indago a ele – EII!! SOCORRO! – Grito novamente olhando para a porta, quando algo chama minha atenção. Com muita dificuldade Seiya coloca uma de suas mãos sobre a lateral de meu rosto, chamando -me a atenção  

Seiya: De....Descul....Desculpa.... – Disse num tom sofrido e baixo  

Saori: A culpa não é sua.... – O encarei nos olhos, sorrindo forçadamente enquanto as lágrimas não cessavam  

 

  É então que a Porta é aperta com força, chamando minha atenção. Sonia e Shun, braço direito de Seiya, entram ofegante no recinto. E ao encarar tal cena correm até mim e Seiya  

 

Shun: Meu Deus o que houve aqui? – Shun se aproxima pelo lado da cama aonde Seiya está deitado, completo dois dedos sobre o pulso de Seiya, chegando se até onda obtinha pulso e em qual velocidade ele batia  

Saori: Eu... eu não sei!  - Disse entre choro – Quando acordei ele estava assim! – Meus soluços não cessam  

Sonia: Saori... Saori calma! – Ela tenta me acalmar  

Shun: Seiya meu amigo, por favor fique com a gente! Fique vivo! – Ele rasga o lençol sobre a cama e coloca sobre o peito de Seiya – Sonia corra e chame o Ryuho! Peça pra ele trazer o kit de primeiro socorros! Rápido, vai!  

Sonia: Certo! – Rapidamente Sonia some por de trás da porta  

Saori: Shun.... Por favor... Salve ele! – Vagarosamente Seiya seca minhas lágrimas e eu apanho a mão dele  

Shun: Eu tentarei Saori... – Ele coloca uma das minhas mechas atrás da minha orelha, me olhando sofrido  

 

   Então, enquanto esperávamos pelo regresso de Sonia, trazendo Ryuho consigo, balbuciando algumas palavras Seiya nos contou que, quando levantou da cama, pouco tempo depois de vestir eu e ele, caminhando pelo quarto, sem conseguir dormir, ouviu a porta ser aberta e pensou ser algum serviçal, porém, ao se aproximar foi apunhalado, por alguém que não conseguiu ver o rosto. Caindo inconsciente no chão logo em seguida, ele não sabe como foi parar deitado na cama, no entando, Shun disse, o possível motivo de que eles tenham colocado Seiya na cama, após golpeado  

 

Shun: Para que aparecesse que foi você Saori, a golpear o Seiya! - Com uma voz um tanto tremula Shun me encara, e com o frio que percorrer meu corpo nesta hora e acabo por entender o que se passa 

 

   Alguém, que não faço a mínima ideia de quem seja, deseja que este tratado de Paz que foi feito entre Lyzion e Avalon seja desfeito. E nem um motivo melhor, para desfazer tal tratado, quanto um dos Soberano atentar contra a vida do outro. Eu acabo por congelar ao pensar em tal ideia, porem, ela me parecia a mais correta neste instante, alguém, esta disposta a sacrificar o Seiya para colocar Avalon e Lyzion, novamente, frente a frente, no campo de batalha.  

 

Seiya: N...não vou deixar.. Qu..que isto aconteça...! - Resmungou Seiya  

Saori: Querido... - Eu apertei tua mão ao vê –ló encarar –me nos olhos  

Shun: Seiya, evite falar! - Recomendou Shun, fazendo Seiya o encara –ló  

Seiya: Shun... meu amigo.... Tire Saori daqui.... - Os dois se entreolharam e Shun entendeu aonde Seiya queria chegar  

Saori: O que? - Indaguei – Como assim, eu não irei a lugar algum! - Exclamei ao fitar os olhos de Seiya, e ele, sorrindo forçadamente passou a mão em meu rosto  

Seiya: Vai sim.... - Murmurou a mim 

 

   Quando pensei em retrucar, Ryuho, aprendiz de Shun na Medicina, entrou no quarto acompanhado de Sonia. E correndo em nossa direção, ele ajudou Seiya, cuidando dos primeiros socorros sozinho, enquanto Shun foi ate ao closet e voltou a mim com uma capa branca, colocando –a sobre mim  

 

Saori: O que esta fazendo? - Perguntei, no instante em que ele me puxou para fora da cama, me fazendo sair de cima desta. Sua expressão era serena porem tristonha  

Shun: Sonia, preciso que tire sua Majestade daqui! - Ele pediu olhando diretamente a Sonia  

Sonia: O que? Por que? - Ela parecia sem entender o motivo, assim como eu  

Shun: As pessoas no Reino podem achar que foi Saori que fez isto ao Seiya, sabe lá o que o Parlamento e Conselho faram a ela!  

Sonia: Mas não foi ela!  

Shun: Sim, mas acho difícil de que eles acreditem nisto!  

Saori: Não! Eu não posso deixar o Seiya! - Exclamei – E se eu fugir vão achar mesmo que fui eu!  

Shun: Sim, mas estará na segurança de teu Reino!  

 

   Virei –me em direção ao Seiya e o vi  fazer um sinal para que se aproximasse. Engatinhando sobre a cama, eu me coloquei ao lado dele.  

   Ele deslizou uma das mãos sobre meu cabelo antes de me puxar para perto, para então selar teus lábios nos meus. O beijo foi profundo, gelido e molhado. Foi molhado devido ao fato das minhas lagrimas não cessarem.... para mim, foi um beijo de Adeus... um beijo doloroso.... e triste  

 

Seiya: Saiba que eu te amo... - Ele sussurrou a mim  

Saori: Eu também o amo..... - Sussurrei de volta, não contendo as lagrimas  

Seiya: Fico muito feliz... ao ouvir isto... sair de teus lábios – Ele enxuga minhas lagrimas – Agora.. Va!...  

Saori: O que? - Disse tristonha  

Seiya: Não suportaria... que algo acontecesse com você... por minha causa...  

Saori: Seiya não... - Acariciei teu rosto, tendo ele beijando minha mão em seguida, numa dolorosa despedida  

Shun: Leve –a daqui agora se a quer bem! - Disse Shun a Sonia que assentiu com a cabeça  

Sonia: Vamos! - Ela agarrou meu braço, puxando –me para fora da cama  

 

   Enquanto Sonia ia me guiando para fora do quarto, em direção a porta, vi Shun correr em direção a Seiya, para ajudar Ryuho no atendimento, e antes que pudesse alcançar a porta, os meus olhos se entrelaçaram, nos de Seiya e mesmo de longe, pude notar que teus lábios se movimentaram, me dizendo, em silencio, o teu Adeus a mim, em forma da mais doce frase... "Saiba, eu sempre a amei e sempre vou ama –lá, até mesmo após a morte..." 

 

   E assim, Sonia e eu deixamos o quarto....  

 

 

 

Kouga P.O.V  

 

 

   Como de costume a esta hora do dia, estou retornando de meu treino, que tenho pela manhã, quase todo santo dia. Porem, hoje pela manhã, algo não de costume aconteceu, já faz algum tempo que toda manhã acordo com pesadelos estranhos..... pessoas correndo e gritando.... fogo ao meu redor... e sangue em minhas mãos... De alguns dias pra cá, tenho tido o mesmo pesadelo, esta não é a pior parte, toda vez que os tenho, acordo com uma coceira horrível nas costas, já as cocei tanto que estão até feridas com alguns arranhões.  

   Caminhando distraído pelos corredores, como meus pensamentos focados em tais assuntos só pego de surpresa, e trazido a realidade a força quando algo passa rapidamente por mim, tomando minha devida atenção. Correndo na direção oposta em que sigo, com tua afiada lamina na cintura esta Sonia, atrás de si, puxando pelo pulso, e guiando por dentre os corredores, está uma jovem mulher, não pude ver-lhe o rosto, pois o capuz branco não lhe encobri só o corpo, como o rosto também. Porem, algo fica em evidencia, tuas vestes, debaixo do manto estão manchadas de sangue, tingindo o branco da seda para vermelho rubro.  

 

Kouga: Mas o que? - Indago –me ao sentir uma súbita coceira nas costas, e ao passar as mãos levianamente sobre as mesmo, enquanto vejo as duas se afastarem, sumindo pelos longínquos corredores, consigo aliviar a coceira insistente  

 

......Ate que....  

 

   Quando enfim, volto a me virar, para seguir até meu quarto, um servo ofegante vem a mim, barrando –me em minha caminhada  

 

Kouga: Ei o que houve? - Pergunto analisando a expressão deste, que se mostra um tanto alterado e cansado, certamente me procura a um bom tempo  

Servo: Senhor... - Ele toma folego antes de me encarar nos olhos – O teu pai...~  

 

   Mal o deixo terminar tua fala e passo correndo pelo o mesmo, indo rapidamente em direção ao quarto de meu pai. Por algum motivo algumas sensações ruins tomaram meu corpo por completo no instante em que o servo pronunciou o meu Pai, e por algum motivo, a jovem de roupas manchadas de sangue me trazem maus pressentimentos.  

 

.................. 

 

   Quando enfim alcancei o quarto de meu pai, senti como se algo estivesse perfurado meu peito. Haruto e Ryuho estavam de pé ao lado da cama do meu pai, conversando sobre algo que não me chamou a atenção, pois meus olhos se voltaram para apenas um único lugar, o leito de meu pai.  

   Travesseiro... colchão... almofadas... lençóis e fronhas... todos banhos com sangue, tingidos pelo rubro do mais puro sangue, que parecia não ter parado de jorra, já que tingira praticamente a cama toda.  

 

Haruto: Kouga... - A conversa e murmurinhos de ambos cessaram quando me viram adentrar o quarto em passos cálidos e vagarosos, caminhando sem expressão a até a beirada da cama de meu pai  

Ryuho: Kouga você não deveria~ - Ryuho tenta me tirar do local, mas permaneço aonde estou  

Kouga: O que aconteceu aqui... - Perguntei sem quais quer sentimentos na voz, tentando não me alteras  

Haruto: Kouga você precisa intender qu~ 

Kouga: O QUE FOI QUE ACONTECEU AQUI??? - Minha tentativa de me manter inalterado foi pelo cano, Podia sentir o fervor me roer os osso  

Haruto: Atentaram contra a vida de teu pai! - Ele confessou e meu olhar foi de encontro a ele, fitando a expressão tristonha que Haruto mantinha no rosto  

Ryuho: Haruto! - Ryuho tentou repreende –ló  

Kouga: Quem? - Respirei fundo para não gritar novamente com meus prestigiados amigos  

Ryuho: Nós não sabemos ainda... - Disse Ryuho nem um pouco feliz com tal fato 

Kouga: Aonde meu pai está...? - Minha voz caio em vacilo, era possível ouvir a minha vontade de chorar nela   

Ryuho: O senhor Shun e eu o levamos para Enfermaria! - Mal acabara de ouvir o que precisava da boca de Ryuho e saio em disparada, deixando o quarto para trás, a caminho da Enfermaria do Palácio 

 

 

 Na Enfermeira....  

 

 

Kouga: Pai!! – Foi a primeira palavra que pulou da minha garganta quando cheguei a entrada da Enfermaria  

Shun: Kouga... – Shun está acompanhando de outros Doutores, que juntos, estão ao redor de uma maca, na qual está meu Pai, estirada sobre esta  

 

   Shun se afastou da maca, a me observar de longe  

 

Shun: Kouga... Você não deveria estar aqui... – Disse ele num tom que me soou triste  

 

   E eu, não lhe dando atenção, avancei rumo a maca de meu pai, porém, fui barrado por Shun, que utilizou os antebraços para parar -me, pois tuas mãos estavam tingidas de vermelho, do sangue de meu Pai.  

 

Seiya: Kouga..... – Por de trás de Shun avistei meu Pai erguer levianamente uma das mãos, ao sussurrar meu nome  

Kouga: Pai! – Conseguindo driblar Shun, passo pelo mesmo, aproximando -me de meu Pai, assim apanhando com ambas as mãos a mão estendida dele – Pai... – As lágrimas reagiram com minhas emoções e deixaram -se escorrer por meus olhos  

Seiya: ......... – Com um forçado sorriso por de trás da máscara transparente de oxigênio, ele sorri pra mim, deslizando tua gélida mão sobre meu rosto – Sabe... – Disse ele, como o som abafado pela máscara – Eu estava pensando.... no dia em que lhe encontrei.... – Por algum motivo eu não consigo sorrir de volta, meu rosto só mostra dor – Você... esquecido e abandonado.... deixado para trás... Por aqueles que temiam teu dom... – Ele continua a forçar o sorriso – Se tornou a maior bênção que poderia ter..... – Não pude negar as lágrimas, que desciam por meu rosto desenfreadamente – Kouga... meu amado filho..... – Murmurou a mim  

Kouga: Pai! – Chamei por ele – O senhor... o senhor foi a única coisa boa que aconteceu a mim..  – Ele continua a encarar -me com lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios – Você nunca desistiu de mim... mesmo quando vim morar no Castelo, porém não queria ser Príncipe.... o senhor nunca me deixou só.... nunca desacreditou em mim... sempre me guiou – As palavras saiam em meio a soluços meus, que choro convulsivamente – Então... Pai por favor.... – Como minha mão sobre a dele, que se encontra contra meu rosto – Por favor.... Não me deixe agora.... – Ele sorrio, e com a outra mão,  tirou, com bastante esforço, a máscara, aproximando -me dele, para que sela -se os lábios sobre minha testa, num beijo carinhoso  

Seiya: Shun... – Ele chamou por teu fiel amigo, que se aproximou -se de nos  

Shun: Sim, meu caro amigo... 

Seiya: Eu... Seiya Ogawara, décimo segundo Rei de Avalon.... Nomeio Kouga Ogawara.... o Décimo terceiro Rei...  Rei da Terra da Fênix de Fogo... meu único... Herdeiro... e...  Ele acaricia meu rosto com o dedão da mão –  E amado Filho...!  

Kouga: Pai não... o Senhor vai se recuperar... eu tenho certeza... – Minha voz Jessica trêmula e meus soluços pioravam  

Seiya: Kouga... Seja um Rei justo e honesto... Um Rei que colocará o Povo em primeiro lugar... Me deixara muito orgulhoso  

Kouga: Pai... Não.... 

Seiya: E acima de tudo.... Saiba.... Nã... Foi Saori... que...~ - A tua voz começou a falhar e ele começou a tossir bastante, deixando tua boca se manchar de Sangue  

Kouga: Pai! – O desespero me consome – Pai não....  

Shun: Tirem ele daqui! – Ordena Shun, ao me puxar pelo braço em direção a guardas do Castelo que adentraram a sala. Ele me pegam pelos braços, guiando -me para fora  

Kouga: Pai! Não! – Eu me debati – Me soltem! – Me debatendo, antes mesmo de meu pai ter a boca coberta pela máscara ele gesticula com os lábios, tuas últimas palavras para mim, palavras sem som mas com muitos sentimentos, segundos antes de me tirarem por completo do lugar  

 

   Fui escoltado até meu quarto. E com guardas em meu quarto foi imposto que eu não deveria deixar meus aposentos, ordens de Ikki, que ao saber sobre o ataque sorrateiro que meu pai sofreu resolveu reforçar a guarda do Castelo e colocar guardas em frente ao meu quarto, medida tomada para evitar uma atentado contra a vida do futuro Rei, ou seja, eu...  

   Sentado sobre a cama, deslumbrando a luz do sol, que adentra meu quarto pela janela aberta, fico a pensar sobre tudo o que se ocorreu hoje. Porém, quanto mais penso sobre tudo, mas sinto meu peito se estreitar e minhas lágrimas molharem meu rosto, “Por que...?” A pergunta que faço a mim mesmo, “Por que isto teve que acontecer... Por que o meu pai?”  

   O dia, que parece uma tortura para mim, passa lentamente, junto ao tempo, e quanto mais eles passam, mais fico apreensivo, afinal, não tiver a notícias de meu Pai desde que o vi pela última vez. E todas vez que lembro de tal cena, me vem na memória suas últimas palavras, emitidas sem som, para mim  

 

*TOC TOC*  

 

Kouga: Entre! – Gritei da cama, ao ouvir o som de batidas na porta  

 

   Timidamente a porta é aperta, revelando Shun, que ao adentrar o cômodo caminha calmamente em minha direção  

 

Kouga: E então.... Como ele está....? – Me mostro ansioso e apreensivo  

Shun: Kouga.... eu... eu sinto muito... - Diz tristonho  

Kouga: Não.... - Eu o encaro com os olhos arregalados - Não pode ser... - Sem rodeio as lagrimas voltam a correr, uma após a outra - Não.. Ele não... - Levei um das mão sobre a boca, tentando abafar meu choro, em vão - Qualquer um menos ele... - Serrando a mão, que permaneceu sobre o colchão, pego com força os lençóis da cama, ao olhara para cima, e junto com a brisa que entra no quarto e balança meu cabelo, vem as ultimas palavras de meu Pai, sussurradas a mim pelo vento.... "Eu te amo, Filho!".....  

 

 

 

................... 

 

 

 

Continua......  


Notas Finais


COMENTEM MEUS ANJOS!!!!


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