História O Anjo do Passado - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias A Feia Mais Bela, Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 3.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Meninas, seus comentários me inspiram. Então tentei fazer um capítulo grande, então espero que gostem. Leitores antigos obrigada e novos, sejam muito bem-vindos.

Capítulo 9 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction O Anjo do Passado - Capítulo 9 - Capítulo 7

[Letícia Cody]

- É Aqui? – Fernando perguntou-me desligando o carro.

- Sim, muito obrigada mesmo.

- Sem problemas... – Comecei a abrir a porta para sair. – Não espera! – até me assustei com o jeito apressado que disse.

- O que? – Ele não me respondeu. Deu a volta no carro e abriu a minha porta, estendeu o braço para eu descer. Sorri boba para ele. – ah Fernando, obrigada não precisava. – Ele riu para mim e sentir meu rosto ruborizar.

Abrir a porta de trás para pegar meu filho que estava dormindo tranquilo no banco do carro, mas fui interrompida por uma mão grande no meu ombro.

- deixa que eu pego ele deve ser pesado

- Já estou acostumada

- não me diga que você consegue carregar ele

- só porque sou pequena e ele tem quase a minha altura – perguntei de vertida – saiba que as baixinhas são mais fortes e mais bravas.

- disso eu não tenho dúvida – exclamou prendendo o riso

- está dizendo que eu sou explosiva – ele continuava a prender o riso resolvi entrar na brincadeira – Olha você nem me conhece eu sou calma e muito paciente – disse “explodindo”

- calma – desse rindo – eu só quero ser cavalheiro, deixa que eu te ajudo. Sabe por que o cavalheirismo não existe mais como antigamente?

- porque os homens se acham demais para ser gentil com uma mulher?

- não! – falou e fez um gesto com dedo – ele está enfraquecendo porque as mulheres não permitem que sejamos gentis.

                Tirou o cinto do Ângelo e pegou ele caminhando em direção a minha casa eu fiquei parado do lado do carro. 

- Você vai vir abrir a porta? - perguntou já distante olhei para eles e Angelo sorrindo. Moleque! Ele estava acordado esse tempo todo. Aproximei-me deles com a chave na mão abrir a porta e entrei logo depois entrou Fernando caminho à sua frente o levando até o quarto do meu pequeno, chegando lá o moreno colocou Ângelo na cama e eu me pus a tirar a roupa e o sapato dele mesmo sabendo que ele estava acordado, mas não queria que Fernando soubesse e falando nele está no vão da porta observando tudo. Depois de terminar fui saindo do quarto e vi os olhos de Ângelo aberto e silabei silenciosamente “você é maligno”, apaguei a luz e fechei a porta.

- Então você quer alguma coisa? Água, suco, café alguma coisa de comer?

- Não obrigado, já tenho que ir estou de férias mas sei que você trabalha amanhã.

- tudo bem.

- como você vai fazer amanhã, eu quero dizer, sem o carro?

 Eu não entendi muito bem ele estava puxando assunto ao mesmo tempo que queria ir embora.

- na verdade eu não sei, geralmente quando eu viajo eu conto com a Carol, mas parece que não vou poder fazer isso dessa vez.

- você viaja amanhã?

- sim

- e o Ângelo?

- fica com a Carol ele gosta muito porque ela o deixa fazer tudo que ele quiser e.

- quando você volta?

- na sexta à noite ou no sábado eu já estou aqui.

- nossa!

- sim – Sorrindo sem mostrar os dentes um para o outro e continuamos ali parados no meio da sala quando ele se virou para ir embora eu falei:

- Espera... Você está bem?

- porque todos estão me perguntando isso?

- Eu... Só quero saber, hoje de manhã você estava tão diferente.

- como?

- não sei, Alegre agora Você parece triste como se estivesse sobrecarregado...

- Eu estou bem – me cortou e falou com certa firmeza na voz - desculpa eu não... É melhor eu ir embora.

 Eu o acompanho até a porta

- seja inteligente falei.

- o que disse?

 - Há... Há três tipos de pessoas; as sábias que aprendem com os erros dos outros, as inteligentes que aprendem com os seus próprios erros, E as negligentes que não aprendem nem com seus próprios erros e nem com os erros dos outros. – ele ficou me olhando aturdido

- está dizendo que eu errei?

- não só que, tudo que acontece conosco é para o crescimento então se você estiver passando por algo saiba que é por algum motivo – Ele sorriu nasalado sarcasticamente.

- queria saber qual é o propósito de sofrer por amor! – falou enquanto andava rumo ao carro, ele entrou e saiu me deixando plantada na porta da minha casa. Então era isso, Márcia não te conheço, mas você só pode estar louca. Entrei e tranquei a porta quando virei encontrei o Ângelo andando de fininho com copo de leite nas mãos arqueei a sobrancelha e cruzei os braços ele saiu correndo com as suas perninhas pequenas e entrou no quarto fechando a porta e eu gritei “escova os dentes” e ele lá de dentro respondeu “tá bom”.

[Segunda-feira]

                Aqui estou eu no aeroporto para uma viagem de quatro dias que para falar a verdade não estou nem um pouco animada diferente do que a Coral pensa.

                “Obrigada por ter vindo”. – disse

                “Eu sabia que iria precisar de mim hoje”.

                “E como...”

                “Sério que bateram seu carro?”

                “Sim, hoje é um dia daqueles”.

                “Tia, a minha escola já passou”. – Angelo falou, mas não ouvimos. Carol estava nos levando.

                “Mas, pensei que hoje você estaria de ressaca na cama de...” – não completei por conta do Angelo.

                “Tia a minha escola!!!”

                “Mas, como você pra casa ontem?”

                “Fernando, nos levou”.

                “Ui, de noite só os dois... Rolou algo?”

                “Caro, por favor.”

                “Que? Há, o Omar me disse por que ele ficou daquele jeito ontem...”

                “Márcia!”

                “Isso, como sabe?”

                “Ele me disse”.

                “Ele te disse uma coisa assim tão íntima?”

                “Não foi bem isso, foi mais como um desabafo segundos antes dele ir embora”.

                “Que horror”.

“Pois é...”

“TIA A MINHA ESCOLA!!!” – Angelo gritou.

“Angelo! Não grita”.

“Mas, você não param de falar um instante de homens Vish... Já passou minha escola há um século.”

“Meu Deus Carol, é verdade.”

Demos a volta e deixamos Angelo na escola.

“Então... Vai ficar uns dias sozinha com o Mark é?!” – falou sigestiva.

“às vezes eu penso que você é pervertida sabia?”

“e eu que você deve ter feito algum voto de castidade sem eu saber.”- revirei os olhos.

                “Mas, é sério amiga, já que você tem que ir, pelo menos aproveita... Nem que seja u pouco”.

                “Vou pensar no seu caso”.

                Chegamos à empresa e as horas passaram muito rápido, eu peguei um taxi e fui para casa terminar de arrumar minhas coisas e a Carol pegou o Angelo, ele queria ir comigo para o aeroporto.  E aqui estamos nós, todos nós.

- Tia, a mamãe está bem? Ela está rindo sozinha. – ouvi Angelo cochichar para Carol.

- Eu estou bem sim. – Ouvi ser anunciado meu voo.

- Você vai sozinha? – Carol perguntou.

- Não, o senhor Mark está andando por aí.

- Ele vai de voo comercial?

- parece que sim. Vem aqui filho. – ele se aproximou de mim. – Obedeça a sua tia Carol, não fique sem blusa quando estiver frio, coma direitinho, escove os dentes e nada de dormir sem tomar banho e acorda direitinho sem dar trabalho, se arrume e vai para a escola, faça suas tarefas e...

- “Acorda direitinho sem dar trabalho, se arrume e vai para a escola, faça suas tarefas”... Tá bom mãe, já decorei isso... E Não é para dormir tarde e blá, blá, blá, blá, blá...

- Tudo bem... Carol você...

- Há não, mas ladainha não, para mim não. Já sei de tudo. – ouvi a ultima chamada para o meu voo.

- Tchau meu amor. – levantei meu filho nos braços e o abracei com muita força.

- Tchau mãe, faça um boa viagem e volte logo. – ele abaixou os olhos e vi uma lágrima solitária.

- meu amor, não chora, mamãe vai voltar e então vamos ficar muito tempo juntos e brincar e sair. Está bem? Eu te prometo.

- Ok mamãe. – Beijei seu rosto, ele beijou o meu, peguei minhas malas e fui em direção a sala de embarque.

[Fernando Torres]

[Terça-Feira]

As cortinas fechadas deixando meu quarto escuro, sem comida para comer, sem vontade de assistir nada, nem de sair, nem de viver, fiquei deitado na cama sem querer levantar. Por que ela fez isso comigo? Eu não sou grudento e tenho certeza que não a sufoco, minha alma livre de fotógrafo foi apagada por uma lembrança mal enquadrada. Nunca fui de ficar na “Bad” por uma nada, mas a Márcia ela é diferente, o Omar e outras pessoas a desaprovam, mas eu amo ela e não tem ninguém que consiga tirar ela da minha cabeça e do meu coração.

- Será se você pode me explicar por que você está assim? – Omar chegou ao meu quarto parecendo um furacão, não sei exatamente como ele entrou no meu apartamento.

- Que raios está fazendo aqui? Como você entrou?

- Isso não importa, mas eu estou aqui para te tirar daqui.

- Mas, quem foi que te disse que eu quero sair? Vai embora.

- não, Fernando ela não merece isso. Esta acabando com você mesmo. – continuei deitado na mesma posição, de cara nos travesseiros.

- Você fala como se eu estivesse me drogando ou algo parecido.

- Você nem se alimenta direito, desde ontem você comeu algo?

- não sinto fome.

- onde está seu espírito livre?

- cometeu um crime e foi preso.

- Você não fez nada para merecer isso, foi ela, ela que...

- para! Não quero ouvir você falando mais mal dela.

- Não estou falando mal, só a verdade, você precisa...

- Eu preciso que você vá embora, agora!

- Mas...

- Mas, nada. Vá! – Joguei um travesseiro nele e ele foi.

[Quarta-feira]

- Eu não acredito que você ainda está nessa cama.

- e eu que você está aqui.

- Você comeu alguma coisa?

- Não te interessa.

- Para de ser criança Fernando, você vai ficar mesmo aí até ela voltar para você, se é que ela vai voltar.

- dá para você me deixar em paz, não estou te incomodando em nada, se liga você na percebe que quero ficar só?

- Eu sou seu amigo e me preocupo com você e isso que você está fazendo é ridículo.

- olha quem fala, o homem que toda a noite tem uma mulher diferente na cama.

- Vê se sou eu que estou parecendo um pirralho pirracento que não quer nem comer. Quando você se sentir mal ou ficar doente nem adianta me procurar.

- Não estou pedindo sua ajuda seu médico de araque. Que saco! Vai embora, respeite meu momento Omar.

- Fernando. – Ele sentou na borda da cama. – o que tá acontecendo com você?

- Você nunca se apaixonou, não vai saber como eu estou me sentindo.

- tenta me explicar que eu juro que tento entender. – sorrir de canto para ele e toquei sem ombro, Omar era um amigo verdadeiro um para todas as horas.

- quem sabe depois amigo, não quero explicar nada, só me deixa tá?

- Tudo bem, se não tem outro remédio, mas pelo menos me prometa que vai comer.

- Não tenho fome. Vai embora vai. – ele saiu inconformado. Quando fiquei sozinho na escuridão do meu quarto e na solidão me desabei a chorar por um bom tempo até que ouvi meu celular tocando avisando que era uma mensagem, mas fiz pouco casa, mas aí ele tocou de novo e de novo até que vencido pelo cansaço eu resolvi ver quem era.

“Fernando, como você está?”

“Quero falar com você”

“Responde”

“Estou só e preciso de um amigo”

Estranhei, todas mensagens era de um número na qual eu não conhecia, fiquei indeciso se ia responder ou não.

“Nando, estou sentindo que você não está bem”.

Resolvi responder, vai que era ela?!

“Quem é por favor?” – digitando...

“hehehe esqueci que estava com o telefone da minha tia e que você não tem o número dela”

“Tia?” – digitando...

“hehehe sou eu Nando, Angelo”. – Não sei por que, mas meu coração ficou feliz mesmo que fosse só um pouco.

“Como conseguiu meu número?” – digitando...

“Peguei no telefone da minha mãe sem ela saber.”

“Tudo bem, não tem problema” – digitando...

“Você está bem? Na segunda minha mãe falou que ficou preocupada com você por que você estava mal. Você está doente?” – Sorri um pouco com a inocência dele.

“Eu estou bem, sim, não se preocupe me problema é de coração” – digitando...

“Ai meu Deus, você vai morrer do coração?

“hahaha não, não é isso é uma coisa que quando você crescer você vai saber, eu espero que não, mas provavelmente vai”. – digitando...

“Está sofrendo por amor?”

“Como você sabe?”

“A mamãe também falou algo sobre isso, não fica zangado com ela”.

“Não eu não vou, mas você não deveria estar na escola ou estudando ou algo parecido?” – digitando...

“Já estou em casa tentando fazer meus exercícios de matemática, mas eu a odeio”.

“Também não sou muito fã, mas se esforça que você vai conseguir”. – digitando...

“O que você está fazendo?”

“Estou em casa, de férias do trabalho” – Não iria dizer a ele que estou em uma pseudo-depressão por amor, poderia acabar com algum momento de amor que ele poderia viver.

“O que você faz?”

“Sou fotógrafo proficional” – digitando...

“Uau, adoro esse negócio de tirar foto e vídeo e essas coisas.”

“Isso é maravilhoso pode ser um diretor ou um produtor” – digitando...

“Pode ser, mas agora vou jantar... Cereal, não conta para a mamãe, mas quando vamos nos ver?”

“hahaha tudo bem, não conto. E eu não sei quando podemos nos ver, quem sabe quando a sua mãe chegar”. – digitando...

“Tudo bem, tchau”.

“Tchau, obrigado por ter mandado mensagem, me sinto muito bem”.

“Sério? Vou mandar mensagem sempre então hehe”.

“Pode mandar, tchau”.

“Tchau”.

                E nessa noite depois de muitos dias eu dormir bem, mas ainda não sentia fome.

[Quinta-feira]

Quando Omar chegou a meu apartamento eu já estava andando pela casa e tinha tomado banho, mas nada de comer.

- estava até pensando que não viria hoje.

- que bom que você até está com um humor melhor e um amigo de verdade nunca desiste do outro. – nos abraçamos de lado como dois homens desengonçados.

- estou sim, ontem recebi umas mensagens de uma pessoa que me deixou muito feliz.

- Ela te mandou mensagem?

- Não, foi o Angelo.

- Você gosta desse garoto?

- sim, eu gosto, não sei o que me liga a ele, mas eu o aprecio muito. Depois que nos falamos eu fiquei mais feliz.

- Isso é ótimos, mas por favor come alguma coisa e faz quantos dias que não faz a barba?

- eu gosto dela assim?

- está pensando que é Bruce Wayne? Que pode ficar de roupão e de barba andando pela casa e mesmo assim ficar bonito?

- Não é que... Espera aí, você acha o Bruce bonito?

- Não, tá me estranhando é?

- foi você que disse.

- Bom, você já está bem.. estão eu vou embora, vou sair hoje?

- nossa que novidade! Quem é a de hoje?

- Uma aí que você não conhece. Eu já vou, como algo, por favor, e faz essa barba.

- Até amanhã. – ele foi embora e eu continuei sentado no sofá zapeando canais.

[Sexta-feira]

Troquei mais mensagens com Angelo e ele novamente me fez sorrir e me sentir bem. Quis até dar uma saída, mas no fundo meu coração ainda estava doído.

- hoje eu não vou aceitar um não como resposta, você vai sair comigo e nesse lugar você vai gostar de ir.

- Tudo bem. – ele me olhou estranho.

- sério?

- sim, eu estava mesmo querendo sair um pouco.

- te espero então, mas tira essa barba.

- não estou vendo se posso ficar tão bonito como o Bruce Wayne. – gargalhei e ele ficou sem graça.

                Depois de vários minutos estava pronto e com a minha vaidade em alta.

- E a barba continua...

- Deixa de ser chato, eu a aparei. Para onde vamos mesmo?

- Vamos logo, não vou te falar.

- tudo bem, vamos.

                Saímos cada um em seu carro. Eu o segui. Até que chegamos a uma casa muito bonita e pela janela vi algumas pessoas lá dentro. Surpreendi-me em ver que não era nem uma boate.

- Vamos entrar ou vai ficar aí? – Omar perguntou.

- Vamos! – sair do carro e logo caminhamos até a porta e alguém a abriu e me surpreendi em ver que era a Carol, mas ela não parecia muito feliz em mi ver.

- Entrem meninos. – Nós dois entramos e vi Carol puxar o Omar e cochichar algo, não me importei por que vi Angelo todo feliz correndo pela casa com uns meninos.

- Fernandooo!

- OI. – Peguei ele no ar e o segurei nos meu braços e eu abraçou meu pescoço. – estou muito feliz de te ver, você me alegrou muito esses dias.

- de nada, amigos são para isso. Já viu? Minha mamãe voltou.

- Er... Não, onde ela está?

- Ali conversando com o meu professor de matemática, Natan.

- hum... Vou lá. – o soltei e Angelo voltou a correr com seus amigos. Olhei bem para o “casal” conversando e percebi que Letícia estava totalmente sem vontade de continuar naquela conversa. Resolvi agi. Me aproximei dele.

- Oi amor, como foi aquela reunião? – Letícia me olhou surpresa totalmente aturdida como se perguntasse o que eu estava fazendo. O tal Natan olhou para mim confuso e um pouco enraivecido.

- Er... Ela teve começo... Meio e... Fim.

- isso é bom, bom ter reunião que segue essa ordem.

- O que ele é seu? – Natan perguntou.

- Namorado. – respondi antes dela.

- Pensei que estava solteira.

- sabe o que é? É que, estávamos brigados, mas agora já voltamos. – sentei do lado dela no sofá passando o braço pelo seu ombro, ela segurava um copo de suco na mão.

- ér... É melhor eu ir embora, me desculpa não queria interromper. – ele se levantou

- não espera isso não é verdade. – ela se levantou segurando o braço dele

- Não precisa mais mentir para mim, eu já vou.

- Mas... – ele foi embora. – Qual é a sua?

- A minha? Eu te salvei?

- me salvou?

- sim, de longe dava para ver que você enjoada com essa conversa.

- sim, isso é verdade, mas não precisava fazer isso. Natan é uma pessoa boa. Tadinho dele.

Parei para pensar um pouco.

- é desculpa você está certa, prometo que falo com ele depois.

- Tudo bem. – se sentou cansado novamente ao meu lado.

- como foi a viagem?

- cansativa e chata.

- e você como está?

- vou indo... – olhamos um para o outro

- cadê o Natan?

- ele teve que ir embora. – Lety falou.

- Vamos jantar então.

                Depois de organizar todas as crianças que eu descobrir que os outros eram sobrinhos da Carol, de depois de jantarmos sentamos e conversamos um pouco banalidades até que deu a hora de irmos embora. Acompanhei Lety a Angelo até em casa. Ela colou ele para dormir e veio até mim na sala.

- Eu o amo, mas finalmente ele dormiu. Estou tão cansada.

- você quer que eu vá embora?

- Não está tudo bem.

- Amanhã você trabalha?

- Não, Deus me livre amor meu trabalho, mas quero descanso e agora estou de férias.

- isso é muito bom.

- poderíamos marcar para sair.

- isso seria ótimo. – ficamos alguns segundos nos olhando e com um silencio de morte. Não sei o que deu em mim, mas me aproximei dela aos poucos e ela também se aproximou de mim, e aos poucos nossos lábios foram se tocando e sentia o doce gosto de sua boca. Segurei sua cintura e ela agarrou no meu pescoço e aprofundamos o beijo, pedi passagem com a minha língua e ela deu. Ficamos naquele beijo gostoso até eu não lembrar mais de nada.


Notas Finais


Obrigada por ler.
:)


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