História O Apocalipse 14 - Capítulo 1


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Palavras 1.035
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, bem, essa minha primeira fanfic que estou fazendo sozinho, então não exija muito de mim, se eu escrever algo errado por favor corrija-me. O tempo de lançamento entre cada capítulo vai variar MUITO, porque eu tenho um ArtBlock fodido, mesmo.
Bom, espero que goste e boa leitura <3

Capítulo 1 - Tragédia


Fanfic / Fanfiction O Apocalipse 14 - Capítulo 1 - Tragédia

Lecce, Itália, 2007

Um experimento para a cura do câncer de pulmão resultou em um vazamento de gás tóxico:

– Doutor Williams! – Dizia um dos principais enfermeiros da pesquisa com com uma expressão de desespero e derrubando tudo ao seu caminho. – Temos que sair daqui o mais rápido possível!

– De nada irá adiantar, o gás se espalhará a uma distancia extremamente grande, meu caro. – Respondeu o doutor sem nenhuma esperança de sair dalí vivo, ele estava pronto para morrer, esperando com paciência.

– Mas doutor! Se você vai ficar, eu vou, posso me salvar e resgatar todos!  – Retrucou o enfermeiro com um ar de esperança e cara de bravo.

O enfermeiro saiu correndo e começou a desasselerar, quanto mais perto da porta ele ficava, mais bêbado e tonto ele parecia estar. Quando ele finalmente colocou a palma de sua mão esquerda na porta ele desmaiou e começou a desintegrar.

Williams começou a tremer ao ver a cena de seu funcionário e amigo desaparecendo, membro por membro sendo desintegrado. As partículas de seu
corpo voavam para o alto até sumir.
Só havia uma coisa que Williams não entendia, como ele poderia estar vivo? Teria algum motivo que ele não saberia ao certo. Ele saiu do laboratório e nenhum animal havia sofrido algum dano ao gás, porém as nuvem estavam ficando esverdeadas e quanto mais ele andava, mais partículas de pessoas ele via voando alto e desaparecendo no céu.

Até que em frente de uma casa o doutor viu um garoto chorando com uma blusa cinza e calça jeans azul, ele até pensou que era uma alucinação:

– Ei, garoto! – Disse o doutor com cautela para que o menino não se assustasse mais do que ele. – O que você faz sozinho?

– Não se aproxime de mim! – O menino estava mais nervoso do que um cão com raiva. – Eu estou com medo…

– Não se preocupe rapaz, não vou machucá-lo, pelo contrário, vim te ajudar. – O doutor tremia como uma gelatina, sentia um suor frio descendo sob sua camisa social azul. – Qual é seu nome pequeno?

– Me chamo Enrico moço. – Respondeu o menino esperançoso e com um brilho nos olhos.

– Prazer Enrico, sou Williams. Pode me chamar do que quiser. – Disse o doutor que já não estava mais tão assustado. – Então Enrico, quantos anos você tem?

– 10 anos, tio, vou fazer 11 dia 14 de outubro. – Respondeu ele com uma inocência.

– Quem diria! Também faço aniversário dia 14 de outubro! Vou fazer 36 anos. – Comentou o doutor animado.

"Seria essa a causa de estarmos vivos  nesse momento?" – Pensou o doutor intrigado com a situação.

Tucson, Arizona, 2016

Aproximadamente 1 ano e 4 meses depois do vazamento de gás na Itália, o gás finalmente chegou aos Estados Unidos.

Alex estava em sua casa jantando com seus pais, eram aproximadamente 7:00 PM, era dia 15 e Alex havia acabado de fazer 18 anos e na semana seguinte iria ir ao bar com seus amigos. Sua mãe estava levando o prato sujo de porcelana no qual ela havia comido seu jantar, quando do nada ela cai no chão e a luz do sol se pondo, que entrava pela janela ficou verde. O pai de Alex que estava ao lado dele desmaiou em cima do prato, fazendo com que o mesmo quebrasse em vários pedaços. O pai de Alex estava sangrando e desaparecendo e sua mãe já havia metado do seu corpo desintegrado.

Alex pegou seu celular e começou a ligar para todos os seus contatos, nenhum deles atendia as ligações, até que um deles atendeu:

    "– Alo?!

     – Alex?! É você?! Ah, que bom que você está bem, eu estou desesperado, meus pais sumiram! Todo mundo sumiu!

     – Eu sei! Eu estou indo aí pra sua casa ver o que está acontecendo, Em.

     – OK, venha rápido, eu não quero ficar sozinho…"

Alex saiu correndo de sua casa para ver Em que parecia estar chorando na ligação, ele pegou a Colt M-1911 de seu falecido pai, ele a guardava em um cofre junto de dinheiro, mas dinheiro não servia para mais nada, pois não era mais preciso comprar as coisas.

Quando Alex chegou na casa de Em, o mesmo estava chorando com a AK-47 de seu antigo tio, ele estava fazendo força para segurá-la, Em não era tão alto para sua idade, ele tinha apenas 1,67 de altura, tinha cabelos curtos e castanhos claros seus olhos eram cor de mel. Já Alex tinha um cabelo loiro, olhos castanhos esverdeados, era bem forte e tinha pouco mais que 1,75 de altura. Alex deixou o amigo se recuperando por um momento e foi ligar a televisão para ver os noticiários, vai que ele encontrava algo sobre oque havia acontecido, até que ele encontrou um canal que seu programa era filmado do Havaí, onde o gás não havia chego:

    "– Há alguns anos não se tem mais notícias da Europa e da Ásia. Parte da Africa e das Américas também estão ficando sem notícias, poderia ser uma espécie de praga que está contaminando o mundo e fazendo com que as pessoas morram? Eu tenho medo, não deveria dizer isso mas, não quero perder minha vida… Eu sou Amanda Wilson e você está assistindo o HavaíNews."

   – Parece que não é só aqui que isso está acontecendo. – Comentou Alex com os braços cruzados olhando fixamente para a televisão. – Eu acho melhor a gente não ficar parado aqui só olhando o mundo morrer, temos que fazer algo, vamos impedir que o mundo inteiro morra. Nós vamos viajar.

   – Espera, como? Nenhum de nós sabe dirigir. – Respondeu Em quase desistindo de viver.

   – Você não sabe andar, não? Pegue sua arma e oque você precisar e vamos logo. Nós nem vamos precisar de muitos recursos, podemos parar em alguns shoppings e pegar as coisas lá.

   – Está bem, mas vamos esperar amanhecer para partirmos, já está tarde, vamos dormir – Respondeu Em com uma cara de cu indo para seu quarto. E assim começa a jornada da Dupla Super Demais.
 

   (Continua!)


Notas Finais


Então, gostou?
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Tem alguma teoria para o próximo capítulo?
Espero que tenha gostado <3


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