História O Apocalipse dos Deuses - Capítulo 16


Escrita por: ~

Exibições 8
Palavras 2.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


People, Hello!!!
Desculpem a demora do capítulo mas é porque ocorreu vários imprevistos, meu celular queimou, eu não estava com o pen drive, onde estão as cópias de segurança dos capítulos, comigo, e além do mais, eu estou tendo que estudar muito para o SARESP.
Ah… eu achei que seria melhor eu não começar a parte Fogo no capítulo 17, e sim aumentar essa parte até o capítulo 25, pois muitas coisas, de extrema precisão para o começo da próxima parte. ainda não estão certas e definidas, como por exemplo o que aconteceu com Hefesto.
Obrigado pelas views, comentários e favoritações, assíduos leitores.

Boa Leitura!!!

Narrador: Ártemis

Capítulo 16 - What Did We Do?


Fanfic / Fanfiction O Apocalipse dos Deuses - Capítulo 16 - What Did We Do?


Acordo com a luz do sol batendo de relance em meu rosto. Estou deitada no chão e coberta por um lençol, está um pouco frio, mas não me importo. Olho para o meu quarto, ele está escuro, mas ainda consigo vê-lo por causa de um feixe de luz que vem da janela sobre a minha cama. Meu quarto está totalmente bagunçado, roupas e sapatos do closet por ele estão espalhados, gavetas estão abertas e seu conteúdo pelo chão está jogado. 
Apolo está sentado na minha cama, que está toda bagunçada, ele parece estar pensando consigo mesmo coisas muito importantes, pois até algumas palavras como "eu não devia ter feito isso", ele está pronunciando. Ele para de dar muita importância para o que estava pensando quando percebe que estou acordando, ele olha diretamente para mim com seus lindos olhos azuis, e diz:
- Bom dia, minha luz do sol!!! Dormiu bem?
Ele se levanta da cama. Não sei o motivo, mas ele só está usando uma cueca box preta. 
- Bom dia!!! – Respondo. - Dormi sim. E você?
- Nem consegui dormir ontem. 
- Por qu… – Paro de perguntar quando sento-me no chão e percebo estou sem minhas roupas, apenas estou usando roupas intimas e sobre elas, a camisa branca de botões de Apolo, ela é um pouco comprida e cobre até uns três dedos da minha coxa, dos sete botões, apenas cinco estão abotoados. 
Apolo estende a mão e me ajuda a levantar. Já de pé pergunto:
- O que nós fizemos?
- Não sei, não me lembro muito bem. Acho que a gente deu uns amassos por aqui, aqui e aqui. – Ele aponta para o closet, para a cama e para o chão. 
- O engraçado é que eu não lembro de nada que aconteceu ontem. 
- É uma pena, porque foi muito bom. 
- Se foi tão bom assim, podemos fazer de novo. 
Dou um sorriso malicioso. 
- Oi?
Empurro-o, ele cai deitado em cima da luz do sol na cama. 
- Ai. – Ele fala baixo. 
Subo na cama, fico apoiada com os joelhos sobre ela. Coloco um joelho do lado direito e o outro no lado esquerdo de Apolo, me inclino para perto dele, seguro seu rosto com minhas mãos e começo a beijar sua boca. Ele segura a camisa e começa a desabotoa-la. Faltam três botões quando ele para. 
- Por que você parou? – Pergunto. 
- Está um pouco frio. 
- Eu sei, deve ser por causa do ar condicionado. 
- Você poderia aumentar a temperatura, deixar mais quente. 
- Você que pediu. 
Começo a arranhar seu pescoço de leve. E volto a beija-lo. 
Agora faltando um botão ele para. 
- Por que você parou de novo? – Pergunto. 
- Você tem muita iniciativa. 
- E…
- Gosto de pessoas com iniciativa. 
Ele segura minha cintura e nos troca de lugar usando seu peso, agora ele está sobre mim. Nossos corpos estão colados, minha pele toca a dele, me fazendo sentir seu calor, é um calor bom, gostoso e viciante. A luz do sol reflete em seus olhos, fazendo-os parecer brilhantes safiras. Seu beijo é doce e como seu calor, é gostoso e viciante. Meu corpo está necessitando cada vez mais de Apolo, de seu calor, não acredito nisso, mas eu acho que estou necessitando de seu amor. 
 

Apolo está deitado ao meu lado. Minha cabeça está apoiada sobre seu peitoral e minhas mãos estão sobre seu abdômen. Seu braço envolve meu pescoço. Ele beija minha testa. 
- Nunca vou te deixar, minha luz do sol. – Apolo olha para mim com aqueles olhos maravilhosos. 
- Eu sei que você não vai, eu sinto que você nunca mentiria para mim. 
- Sobre isso eu tenho que te falar uma coisa… 
- Depois você fala. – Silencio-o com um beijo. - Eu vou descer.
Ele retira seu braço do meu pescoço. Retiro a parte do lençol que me cobre e me levanto da cama. Vou andando em direção a porta abotoando a camisa que estou usando. 
- Você vem? – Pergunto. 
- Já vou, minha luz do sol. Pode ir na frente. 
- Ok. Se quiser fazer alguma coisa enquanto isso, pode pedir pro Conts. 
- Tá, eu já estou indo, só vou ao banheiro. 
- Tá bom, eu vou estar lá em baixo. 
Giro a chave da porta, destravando-a, seguro a maçaneta e abro a porta. Saio do quarto e encosto a porta. 
Ando pelo corredor até chegar na escada e começo a desce-la. 
Enquanto desço a escada, vejo Atena terminando de meditar sentada no chão. Ela, ainda com seu livro aberto sobre o colo, olha para meu rosto e desce os olhos até minhas pernas e ergue uma sobrancelha. Ela volta a ler o livro e escreve alguma coisa em um caderno, que está aberto do seu lado. 
Continuo descendo a escada, mas agora devagar. 
- Bom dia, irmã!!! – Digo. 
Atena me olha novamente de cima a baixo e levanta a sobrancelha de novo como se estivesse dizendo " Sério que você fez isso?!".
- Bom dia! – Ela quebra o silêncio. 
Sorrio e termino de descer a escada. 
Atena fecha o livro, olha para mim e aponta para mim. 
- Por que motivo você está usando isso assim? – Ela pergunta 
- O que? – Sigo seu dedo e percebo que ela está falando da camisa. - A camisa?
- Isso, a camisa. O que você está fazendo com ela assim?
- Assim como?
- Toda desabotoada e sem uma calça ou qualquer coisa do tipo. 
- Aff, qual o problema em mostrar um pouco. 
- Espera, essa camisa não é nossa. 
Ela se levanta do chão, fecha o caderno e o põe junto com o livro em cima da mesa.  
- Não é mesmo. 
Ela vira de costas. No momento exato que Apolo, só de cueca começa a descer a escada. Faço sinal para ele parar, aponto para ele, passo o mesmo dedo indicador nas minhas coxas e faço sinal para ele subir. 
Ele sobe correndo. 
- De quem é essa camisa? - Atena pergunta. 
- É minha. – Pelo jeito Apolo entendeu o recado, pois agora ele está usando uma calça jeans. Ele desce a escada e para do meu lado. 
Atena se vira e olha para nós. Apolo está com seu braço sobre meus ombros e eu estou abraçando sua cintura. 
Atena o olha de cima a baixo. 
- Tá bom. Se foi você que ela escolheu, não posso fazer nada. – Ela diz. 
- Vai ser tão fácil assim?! – Pergunto sem acreditar. 
- Uhum. – Ela faz que sim com a cabeça. 
- Sem discussão, briga, ameaças. Nada? 
- Sim. 
- Justo hoje que eu estava querendo discutir. 
- Ah, desculpem-me por tudo que fiz a vocês. – Ela diz. 
- Oi?! – Falo surpresa, sem acreditar no que acabei de ouvir. 
- Foi o que você ouviu, eu estava errada, me desculpem e aproveitem seu romance. – Atena diz. Não entendo muito bem essa loucura dela, mas tá bom. 
- Atena, pode parando com essa chantagem. – Compreendo o que ela está tentando fazer. Ela está usando de seus jogos mentais para me fazer voltar atrás. 
- Eu acho que ela não está tentando fazer nada, minha luz do sol. – Apolo interfere. 
- Viu, você que está com paranóia. 
- Ok. – Cedo. 
Atena vai em direção a cozinha, abre a porta e a atravessa. 
- Se eu conheço minha amiga, se ela aceitou é porque ela está sendo sincera. Principalmente porque ela é muito egocentricista. 
- Apolo, você não conhece minha irmã como eu conheço. Pelo simples motivo dela ser assim, tão egocentricista, que eu acho que tem alguma coisa errada. É raro ela aceitar que está errada, ceder a alguma coisa ou pedir desculpas. E agora ela chega aqui, assume que estava errada, pede desculpa e cede ao nosso amor. Você não acha que tem alguma coisa errada?
- Acho que não. – Ele responde. 
- Tá, mas eu vou ver isso. – Digo. - Agora vamos, porque temos que nos arrumar para daqui a pouco, pois é o discurso do décimo sexto ano de desaparecimento da filha de Urano e Gaia. 
- Está pronto o café da manhã. – Atena grita da cozinha. 
- Já estamos indo. – Digo. 
Seguro a mão de Apolo e ele entrelaça seus dedos nos meus. 
- Vamos começar? – Pergunto. 
- Nós já começamos. – Apolo beija minha testa. 
Andamos de mãos dadas até a cozinha. Lá sentamos nos banquinhos giratórios no balcão. 
Atena está de costas pegando alguns ingredientes na porta esquerda da geladeira de duas portas. Ela coloca-os sobre o balcão de sequoia, que está no meio da cozinha, onde estamos sentados Apolo e eu. Ela agacha, abre as portas dos armários que estão sob a grande placa de granito preto que forma a bancada e a pia e retira de lá três canecas de porcelana branca e as coloca sobre a esteira do balcão. 
- Conts, sirva-os por favor. – Ela pede. 
- Sim, Atena. – Conts responde. 
Ao lado da esteira, várias máquinas saem do balcão, uma cafeteira, uma máquina de chantilly, entre outras. 
- Como que vocês gostariam seus cafés? – Atena pergunta. 
- Eu gostaria de um eu gostaria de um chá preto quente com pouco açúcar e algumas gotas de limão. – Peço. 
- Sim, senhorita Ártemis. – Conts responde. 
- Conts. – Digo. 
- Ah sim, Ártemis. – Ele se corrige. 
- Por favor, Conts, para mim, um capuccino com as mesmas medidas de café, chocolate e leite, com cinco gramas de açúcar e chantilly, já adoçado. – Atena pede. 
- E você, Apolo, vai querer o que? – Pergunto. 
- Ah… eu desejo um café com leite, mais café do que leite, e sem açúcar, por favor. – Ele responde. 
Fico parada observando as canecas passando pela esteira de baixo das máquinas. Os pedidos vão sendo preparados um a um. Primeiro o açúcar é adicionado, o chá preto quente e cinco gotas de limão, ao final uma colher de café é colocada dentro da caneca. 
- Primeiro pedido pronto. – Conts avisa. 
Uma continuação da esteira aparece do meu lado do balcão e sobre ela o meu chá passa e para na minha frente. Retiro-o de cima da esteira, mexo-o com a colher e observo os pequenos flocos de açúcar se dissolverem no chá quente. 
Os outros dois pedidos estão prontos, Atena e Apolo retiram as canecas de cima da esteira, que é guardada para dentro do balcão. 
- Obrigado, Conts. – Atena agradece. 
- De nada. – Ele responde. 
Atena abre novamente a geladeira e um armário, retira de lá, frios, margarina, pães e cereal e os coloca sobre o balcão. 
Abro uma das gavetas do balcão e retiro uma faca. Pego duas fatias de pão de forma, passo nelas margarina e entre elas coloco alface, cebola, tomate, cenoura e pepino. 
Antes que eu terminasse meu lanche, Atena coloca algumas azeitonas fatiadas dentro dele. 
- Experimente assim, você vai gostar. – Ela me diz.  
- Vamos ver. – Digo e mordo o sanduíche. 
Na realidade com a azeitona o sabor ficou um pouco mais salgado e diversificado. 
- Até que não é ruim. – Digo. 
- Eu sei, azeitonas sempre melhoram tudo. – Ela diz. 
Olho para Apolo, ela está calado, longe, saboreando seu café. 
- Senhoritas e senhor, vocês estão atrasados para o compromisso do meio dia. O discurso do desaparecimento está marcado para daqui a meia hora. – Conts avisa. 
Olho para o relógio, faltam apenas meia hora. 
Atena e eu tomamos rápido nosso café da manhã para podermos nos arrumar. 
Nossa correria faz com que Apolo volte a realidade. Ele olha para os lados e foca seu olhar em nós. 
- Você vem? – Pergunto para ele na correria. 
- Já estou indo. – Ele diz pegando nossas canecas e colocando-as sobre a pia. 
- Pode deixar Apolo. – Atena diz. - Eu pedi pro Conts organizar e lavar tudo. 
- Vamos. – Pego seu pulso. - Licença. 
- Toda. – Atena diz. 
Puxo Apolo e o levo até a sala. 
- Eu acho melhor você ir se trocar. – Ele diz. – Depois nós nos vemos lá no evento. 
- Você pode tomar banho aqui. – Digo. 
- Acho melhor não. Eu nem deveria estar aqui. 
Ele anda em direção a porta e a abre. Ele olha de novo para mim, vira de costas e vai embora. 
Fico paralisada. Não consigo me mover, apenas consigo ficar surpresa pelo que ele disse. 
- Vamos logo. – Atena diz. 
- Eu já vou. 
Atena passa na minha frente e sobe as escadas correndo. 
 


Notas Finais


Recapitulando:
• A PARTE TERRA, QUE ESTAVA MARCADA PARA TERMINAR NESSE CAPÍTULO, FOI EXPANDIDA ATÉ O CAPÍTULO 25.
• TALVEZ OS CAPÍTULOS DEMOREM EM MEDIA UM DIA A MAIS PARA SEREM PUBLICADOS, POIS EU ESTOU EM SEMANA DE PROVAS FINAIS.
Obrigado pela compreensão.
E antes que eu me esqueça, a música desse capítulo é da Anitta com a participação do Jhama, "Essa Mina É Louca".
Até o próximo capítulo.
Calma, quase esqueci de falar, talvez vocês não estejam entendendo e se perguntando, "Qual era a grande revelação que ele estava falando?" e tal, na realidade vocês só vão entender quando o Predador, que é um caçador de monstros, tipo Van Helsing, aparecer. Mas já adiantando, a revelação tem a ver com o que Apolo fica falando, tipo: "eu não devia ter feito isso." Isso ocorre porque ele está ali para fazer uma coisa muito trágica.
Mas não pensem muito nisso, tudo vai ser exclarecido ao decorrer da fic.
E por favor não parem com as views, comentários e favoritações.
Obrigado.
Tchau


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...