História O Assassino Do Celo - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Tags Exo, Investigação, Kaisoo, Kpop, Medo, Policial, Romance, Serial Killer, Suspense
Exibições 11
Palavras 1.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello People!

Estou trazendo mais um capítulo de OAC. Espero que goste e consiga fazer uma boa leitura.
Desde já perdoe meus erros de gramática. Não tenho um bom quociente de inteligência, hihi. Mas eu continuo tentando apesar das grandes dificuldades.
Até o final
✌💕

Capítulo 4 - Suicídio


Fanfic / Fanfiction O Assassino Do Celo - Capítulo 4 - Suicídio


— Desperdicei? Mas o que a morte do Chen tem haver com o caso killer?


— Isso foi uma pergunta, ou você sabe de algo Kyungsoo? Hm?

• • • 



— É claro que foi uma pergunta Minseok.
Por que? Sou suspeito agora?


— Falaremos disso depois que eu falar com o senhor JongIn. Você pode esperar lá fora? Eu quero ficar com ele a sós.


— Espere na varanda Soo, terminaremos rápido aqui e você poderá conversar tudo com Minseok. – Disse JongIn me olhando firme nos olhos.


— E então? Como foi?


— Como foi o que Kyungsoo? Eu fiz as perguntas padrão, o que você achou? Que eu ia traumatizar seu amigo? Sair o acusando? Eu sou profissional.


— Quero saber se ele é suspeito Minseok. – falei já perdendendo a calma.


— Não, seu amigo tem um álibi, eu liguei e bate. Mas eu não posso lhe dar informações deste caso, já que você também estará sobre investigação. Venha vamos eu lhe dou uma carona.


— Carona? Para onde?


— Você escolhe, só quero conversar, fazer, perguntas, você sabe. O de praxe.


— JongIn? Podemos terminar nosso assunto depois? – Perguntei a JongIn antes de entrar no carro com Minseok.


— Claro Soo. Faça a coisa certa. E vemos mais tarde. – Falou ele positivamente.


– Para minha surpresa, Minseok foi bem profissional comigo, não me acusou de nada, mas é claro, eu era um suspeito. Perdi o caso do assassino do celo, e agora não poderia falar sobre o assassinato do Chen. Eu não contei nada. Disse que não sabia de nada. Mas eu não tinha um álibi. Eu estava no trabalho e foi o que eu disse. Que na hora provável da morte de Chen, eu estava no trabalho sozinho. Falei só a verdade. Mas não poderia me envolver nessa. Minseok teria que descobrir o que Lay fez, percebendo que eu não tinha nada a ver com a morte de Chen ou poderia achar que eu sou um cúmplice.

•••



— Já se passaram três dias e você não me deu nada Kyungsoo!

— Eu disse para você Lay, não vou matar Baekhyun. Não sou assassino, não pedi que você matasse Chen, você fez isso porque quis. E eu deveria entregar você, não estou fazendo isso porque você quer me incriminar.

— Você pode ter certeza Kyungsoo? Se a polícia vir atrás de mim, eu vou entregar tudo que tenho contra você. A gravação de você e eu conversando no carro sobre como matar Chen. Suas digitais no cinto e suas roupas, você não confia em seus colegas para descobrir a verdade?

— Não. Não confio no sistema que temos aqui em nossa pequena cidade. Acho que poucos trabalham bem, eu fui um dos que mais trabalhou nos últimos três anos, e sei bem que equipe temos.

— Então, eu lhe aconselho a matar Baekhyun logo e então ficaremos quites.
Afinal, você já esta desfrutando do meu trabalho sujo, já esta nos braços de JongIn. Eu notei sua distância Kyungsoo. Sei que você é JongIn estão juntos.

— Sim, é verdade estamos voltando devagar. Mas não esta sendo fácil para mim esconder tudo isso dele. – Tive que mentir que JongIn não sabe de nada para protegê-lo de Lay.


— Mais um dia! É o tempo que eu lhe dou, enquanto isso, podemos nos divertir como sempre, você gosta disso? – Perguntou Lay, já acariciando meu corpo.

— Lay, não tenho cabeça pra isso agora.

— O que? Você pretende me renegar? Me deixar? Depois de tudo que eu fiz pra você ter tudo e ser feliz, você me nega seu corpo? Me nega seu desejo? É isso que eu recebo por ser bom com você.

— Lay, eu realmente não posso mais fazer isso. – Lay se descontrola e parte para cima de mim, tentando me beijar e em seguida com raiva a me socar de qualquer forma. Tentando se livrar da dor e da agonia que o tomava. Mas eu não poderia intimida-lo, isso poderia deixa-lo com mais raiva e eu não sabia o que Lay faria se ficasse descontrolado a tal ponto.

— Kyungsoo! Por favor durma comigo está noite, não me deixe nesta mansão sozinho. Tudo que fiz, foi para te ver feliz, eu quero ver você feliz com JongIn.

— Lay, ouça o que está dizendo, não tem coerência. Você quer que eu viva feliz com JongIn. Mas quer que eu continue com você. E quer que eu mate o homem que seu pai ama. Fazer isso, não trará sua mãe de volta. E nem fará seu pai ficar próximo a você. Ele não gosta de você como deveria. Você mesmo disse que ele nunca ficava com você e mãe. Ele não é correto, não desconte isso sobre Baekhyun.


— Mais um dia, Kyungsoo! É seu prazo. E saia daqui, suma! Quero ficar sozinho.

— Você tem bebido demais Lay. Quando conheci você. A bebida te deixava alegre, agora você se deprime. Eu espero que se cuide. Eu vou embora.

— Vá! Saia! Suma! Suma! Suma daqui Kyungsoo. – Disse-me Lay aos prantos, embriagado e muito alterado.


•••


— Soo, o que vai fazer? Está noite se esgota o prazo que Lay lhe deu.

— Ah, JongIn. Eu realmente não sei... Me abrace eu preciso de seus braços, preciso de você.

— Claro Soo, estou aqui, vamos pensar nisso juntos.

Tam! Tam! Tam!
Batem na porta fortemente!

— Aqui é a polícia! Abra a porta Kyungsoo!

— O que? Soo?

— Calma! Eu vou abrir!

— Abra logo esta porta Kyungsoo!

— Estou me vestindo, já vou abrir! – Digo me vestindo apressadamente e em seguida abro a porta.

— Kyungsoo, você esta preso pelo assassinato de Chen, e um policial vai ler os seus direitos.

— Soo?

— Esta tudo bem JongIn.
Na delegacia descubro que Lay se matou, deixando uma carta explicando o suicídio. Dizendo que fez por mim. Como prova de seu amor. Que eu estava certo, e que seu pai não iria mudar, nem sua mãe voltaria. Mas que devia contar a verdade. A verdade em questão era a última mentira de Lay. Que eu havia matado Chen. Ele deixou as provas que me incriminam e uma carta.

— Lay esta morto Kyungsoo! – Disse Minseok.
Parece que as pessoas na sua volta, estão morrendo mais do que quando você buscava assassinos aqui no trabalho. No seu ex trabalho. Você perde seu distintivo e agora será julgado neste caso de assassinato. Suas digitais e sangue do Chen foram encontradas nas provas que Lay deixou.


— Você quer me contar algo em sua defesa?

— Não, farei isso com um advogado! Mas quero minha ligação. Para JongIn?

— Não. Quero que ligue para Baekhyun. O homem casado com o pai de Lay.







Notas Finais


Então, gostou?
Espero que sim.

Que mistérios rondará a morte de Lay?
Por que Soo quer falar com Baekhyun?
Onde está o assassino do celo afinal?

Estas e outras respostas nos próximos capítulos.

Obrigada por ler, espero que você volte.
Tenha uma saúde mental em dia!

✌💕


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