História O Assassino E A Suicida - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Senhora Shermansky
Tags Amor Doce, Drama, Romance
Exibições 22
Palavras 1.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Dia De Fazer Boas Ações


Fanfic / Fanfiction O Assassino E A Suicida - Capítulo 1 - Dia De Fazer Boas Ações


Eu ficarei acordada durante a noite. E sejamos honestos, não fecharei meus olhos... E sei que posso sobreviver! Vou andar através fogo para salvar minha vida.

Lucy On


  Gotas da chuva fria batem em meus machucados me fazendo sentir dor, a brisa fria da madrugada faz eu me sentir desprotegida... O medo está caminhando comigo. A cada passo que dou uma lágrima rola pelo meu rosto. Ainda não posso acreditar que ele fez isso comigo! Por que? 
  Não sei para onde vou, só sei de onde eu vim e não quero voltar para minha casa! 
  Levanto meus olhos e vejo que estou num beco sem saída... Não sei aonde estou! Olho em volta e percebo que tem algumas pessoas se aproximando de mim... Quem são eles?

 


??? – Uma loira? Acho que está perdida garota! 
??? – Por que não te ajudamos? Você deve estar perdida!

 


   Por um momento pensei que eles eram boas pessoas... Mas me enganei! Eles se aproximam de mim com um sorriso malicioso em seus rostos e começam a querer tocar em mim. Eu tento fugir mas não adiantava, então fecho meus olhos e dou um grito, um grito de desespero misturado com um pedido de ajuda... Alguém aí me escuta? Alguém pode me ver? Uma tragédia está prestes a acontecer e ninguém vai vim me ajudar? 


   Socorro!


  Ainda de olhos fechados ouço um barulho que me fez sentir um frio na minha espinha. Abro meus olhos devagar, vejo um garoto que parece ter minha idade brigando com os dois garotos que tentaram me agredir... Lágrimas caem pelo meu rosto mesmo sem permissão, sinto minha garganta seca e meu coração bate tão rapidamente que parece que vai sair para fora! Eu tento reagir mas as minhas pernas não se movem! Por fim sinto uma dor em minha cabeça e tudo se apaga.


Yudi On


    O som alto da música percorria todo o salão. As pessoas dançavam e se divertiam como se não houvesse amanhã. Mas mesmo assim eu não conseguia me animar, justo hoje que está sendo minha despedida! Resolvo ir pro bar e pegar alguma bebida, graças a multidão de pessoas que se encontravam na pista foi um pouco demorado chegar em meu destino. 
  Pedi ao barman uma Tequila, assim que minha bebida chega vou ao encontro do meu irmão. Novamente entro na multidão que  dançavam freneticamente, demorei mais do que imaginei mas por fim cheguei ao meu destino. Meu irmão estava sentado em uma mesa conversando com nossos amigos.


Kanji – Vai com calma Yudi... Amanhã será o grande dia! Você não pode exagerar.
Yudi – Na verdade... Não sei nem o que estou fazendo aqui! Nada me anima.
Kanji – Eu acho melhor você ir para casa. Tem que descansar, para amanhã! Eu vou embora daqui a pouco também.
Yudi – Eu vou agora! Te vejo em casa...

   Fui em direção da saída sem ao menos meu irmão responder. Hoje era a última noite que eu poderia aproveitar, amanhã é meu primeiro dia de aula. Mas o problema é que essa escola é interna, só vou sair de novo nas férias! 
  Pensando nisso resolvo andar um pouco pelas ruas. Mesmo com essa chuva fria e com o horário a rua está com muita movimentação. Me sinto estranho, tenho um pressentimento ruim... Passo na frente de um beco e vejo uma movimentação estranha, acho que é somente um casal e continuo andando. Então ouço um grito de uma garota... Sem pensar duas vezes vou correndo até lá. Então pude ver dois garotos tentando violentar uma moça... Sem pensar duas vezes vou para cima deles e começo brigar com os dois. A garota mal se movia, seu rosto mostrava medo e desespero. Ouço um grito abafado olho para a garota, ela estava desmaiada e um dos garotos estava rindo com um pedaço grande e longo de metal em sua mão... Eu não queria ter que fazer isso, mas eles pediram.

 


[...]

 


   Eu havia levado aquela jovem para um parque que ficava próximo ao beco e tinha deitado a mesma na grama. Finalmente a garota abre seus olhos, seu corpo está totalmente ferido. Assim que ela olha para mim a mesma leva um grande susto e se afasta.


Yudi – Calma, eu te salvei... Você tá bem?


   A garota faz que sim com a cabeça. Eu me levanto e começo a andar para fora do parque.


Lucy – Espera... Por que me ajudou?


Eu me viro lentamente e olho para seus olhos azuis e por fim falo.


Yudi – Hoje é meu dia de fazer boas ações! 


  Deixo a garota no parque e vou para casa. Seu corpo ferido não saia dos meus pensamentos, aqueles caras mereciam o que eu fiz com eles. Assim que chego em casa vou para o meu quarto e tomo um bom banho. E assim eu finalmente deito em minha cama, minha última noite aqui! Olho para o meu quarto (que já está quase vazio, afinal metade das minhas coisas estão na escola) e volto a pensar na garota... Será que ela está bem? Pensando nela acabo me entregando ao mundo dos sonhos.
  Na manhã seguinte acordo bem cedo e faço minha higiene matinal. Vou para a cozinha e encontro Kanji e Usui.


Usui – Bom dia filho!
Yudi – Kanji vamos? Quero chegar cedo na escola!
Usui – Não vai se despedir filho?
Yudi – Não... Kanji estou na garagem te esperando.

  Vou direto para a garagem... Odeio o Usui! Eu jamais irei perdoar o que ele fez para nossa família quando Kanji e eu ainda éramos pequeno.
  Kanji logo chegou na garagem e subiu na moto. Finalmente eu vou estar livre dessa casa! Não demorou muito para chegar na escola, assim que chegamos Kanji desceu e foi ver nosso quarto, enquanto eu fui guardar a moto na garagem. 
  Saindo da garagem vejo de longe uma pessoa que jamais pensei ver de novo... Aquela garota! Ela estava andando com um garoto de cabelo vermelhos, ela estava com uma blusa de moletom cinza e uma calça Jens. Tenho certeza que ela queria esconder os hematomas. Não entendi muito bem o motivo mas começo a ir em sua direção... Eu precisava saber se ela estava bem! Mas infelizmente eu perdi a mesma no meio da multidão, então começo a procurar pela escola. Fui em todas lugares: salas, jardim, porão e então resolvi ir para o terraço... Não foi uma boa ideia! Tinha uma mulher que aparentava ter idade e um homem, eles estavam conversando até notarem minha presença.


Shermansky – Posso saber o que o rapaz faz aqui?


  Ela me olhou com raiva, mas pude perceber que seus olhos estavam cheios de lágrimas. Ela começou a vim em minha direção e eu não sabia o que fazer.

Shermansky – Me responda o que está fazendo aqui?
??? – Eu que pedi para ele te procurar Tia! Eu não estava te encontrando.

Essa voz... Eu conheço essa voz! Me viro e pude encontrar a garota loira que eu estava procurando. Ela sorria de forma amigável e foi até mim, colocando uma de sua mão em meu ombro.

Shermansky – Bom... Sinto muito rapaz! E obrigada por ajudar minha sobrinha! Vamos Lucy precisamos conversar.

  A senhora sai do terraço com o homem e a garota que parece que se chama Lucy foi atrás deles.


Yudi – Espera... Por que me ajudou?
Lucy – Hoje é meu dia de fazer boas ações! 

  Falando isso ela vai ao encontro dos dois...


Notas Finais




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