História O assassino moderno - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Assassin's Creed
Exibições 13
Palavras 1.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Este é o primeiro capitulo, lembrando que a história é contada em primeira pessoa, como um flashback do dylan.

Capítulo 1 - Como tudo começou


Lá estava eu no meu auge, havia lutado tanto para chegar até lá que quase não lembrava mais o motivo, via a cidade apagada mas as pessoas acessas em uma multidão unica que não parava de gritar e aclamar por justiça, eu era a justiça que eles precisavam, eu era apenas um garoto que viu seus pais morrerem, que foi criado por um assasino.mas aquilo iria mudar, eu estava predestinado a fazer aquilo e do topo do cristo redentor eu me joguei. Não sentia nada além do sentimento de justiça que foi pregado em mim 5 anos antes. Naquele momento comecei a me lembrar de tudo oque aconteceu comigo.

Eu tinha 13 anos quando tudo aconteceu, meu pai era politico um candidato perfeito que queria o bem para o povo muitos o invejavam e muitos o amavam eu o amava e esperava um dia ser como ele um homem do povo, um homem de palavra.
Minha mãe era a primeira dama ela havia deixado o trabalho de fotografa logo que me engravidou, meu pai nos sustentava
Com o emprego de vereador mas naquele ano ele era candidato a prefeito do rio de janeiro,
Eu me lembro do dia como se fosse ontem, , nós estavamos saindo do cinema, entramos no carro correndo pois estava chovendo muito.dentro do carro do meu pai, não conseguia ver a rua por causa de tantas gotículas de água que se formaram no vidro da janela. De longe eu conseguia ver uma luz clara e evidente que era um carro, no início parecia normal mas depois começou a se aproximar tão rapido que ele passou correndo por nós e parou o carro na nossa frente, meu pai deu uma freiada tão brusca que se eu não estivesse de cinto provavelmente teria voado pela janela.meu pai se virou e olhu em meus olhos
- corra dylan corra o mais rápido que puder -eu olhei para minha mãe ela também olhava com os olhos cheios de lágrimas.             
-vá para algum beco, esconda-se nós vamos voltar para te buscar. -assim que ela terminou de falar um homem pegou ela e outro abiu a porta do lado do meu pai e o levou.eu abri a porta do carro e fui correndo até um beco mais proximo.me escondi atrás de uma lata de lixo, achava que ali ninguém ia me achar.ouvi barulho de tiro foram uns 5 tiros e depois o carro que parou a gente saiu correndo em alta velocidade. Fiquei ali na chuva durante uns bons mintos não contei o tempo mas passava das 23 horas quando um homem encapuzado desceu do predio do meu lado ele parou na minha frente e eu fiquei tao assustado que não sabia oque fazer.o homem tirou o capuz e olhou diretamente ns meus olhos, ele parecia ter uns 30 anos de idade, tinha o cabelo bem curto dos lados e um pouco mais alto em cima, rinha uma barba rala mal feita.ele me jogou um casaco de lã
-toma, esta muito frio . Você tem alguem na sua familia que possa ficar com você?

Eu pensei na hora sobre aquilo,não tinha ninguém da minha família que eu era apegado meus avós moravam nos estados unidos não tinha tios nem ninguém que ficasse comigo.
-não, na verdade não..
.-tudo bem... Você pode confiar em mim.eu vi oque aconteceu com seus pais nao vou te machucar, só quero que venha comigo até minha casa.
-não vou com você meu pai disse que nao devia falar com estranhos.
-acredite em mim garoto...sou sua unica chance...vai ficar aqui na chuva a noite toda? Você pode pergar pneumonia. -olhei para o homem e não via nenhum tipo de maldade, via sinceridade em seu olhar e em suas palavras.
-tudo bem, vou com você. Ele disse pra mim seguir tudo oque ele fizesse. E logo chegariamos na casa dele.
Nós saimos do beco e seguimos na rua até uma curva a esquerda lá tinha um carro que eu reconheci na hora.
  Era um camaro preto fosco. simplesmente o carro que eu mais adorava com a cor que eu mais amava.
Ele abriu a porta do carro
-vai entra.
-pera ai? Esse é o seu carro?
-sim..entra logo não temos muito tempo.
Entrei no carro dele e logo em seguida ele entrou.
-o camaro é o meu carro favorito.-eu disse.
-é legal não é?-Ele respondeu.
Nós seguimos a estrada em direção reta.
-você viu oque aconteceu com meus pais?
-ele ficou calado durante um tempo.
-não sei como dizer isso a você mas...seu pai..e sua mãe... foram mortos.
  se eu desconfiava que isso tinha acontecido? Claro que sim mas mesmo tentando me segurar, eu chorei.
-com quem eu vou ficar agora?-ele parou o carro.
-vamos, essa é a minha casa.te conto tudo lá dentro.-ele morava em uma casa bem discreta, era verde, ficava em uma rua da qual não me lembro o nome.
Assim que entramos pude perceber que por dentro não era tão discreto assim.tinha uma escrivaninha com um computador e o sofá na frente de uma tv de 50 polegadas.isso era normal agora o fato de que tinha cabos e uma montueira de fios, pedaços de eletrônicos, sacos de lixo cheios de placas de computador e sacos de doritos no chão.
-senta ai no sofá. -eu me sentei e ele se sentou do meu lado.
-o seu pai..ele nnca falou nada sobre ter um irmão?
-algumas vezes minha mãe falava com meu pai sobre um tal de victor fischer.eu achava normal, menos pelo fato de que ele tinha o mesmo sobrenome que o meu.
-esse tal de victor ai. Sou eu...eu sou irmão do seu pai, sou seu tio.     
num momento uma pancada de coisas fazia sentido, todos os dias que meu pai saia de casa pra ir falar com esse tal de vitor, ele ia falar com meu tio e eu nem fazia ideia.
-vou ter que cuidar de você, pelo menos durante algum tempo.-disse victor.
eu não tinha parado pra pensar nisso com quem eu iria ficar? Com o meu novo tio que eu nem sequer tenha certeza que é meu parente? Parecia a minha unica escolha.
-como vou ter certeza que você é meu tio de verdade?-perguntei.
ele foi até um quarto e logo voltou com um retrato na mão.
-esse aqui sou eu e esse é seu pai . Eu tinha 13 anos e o seu pai 14 anos nesse dia, era o meu aniversário.
a foto era bem antiga mas dava pra ver bem que era uma daquelas festas antigas de aniversário. Realmente era meu pai, ele ja tinha me mostrado outras fotos dele quando era mais jovem, mas nunca tinha visto o victor junto dele.
-é, realmente é meu pai.
- bem... acho que você nao vai poder voltar a escola tão cedo pois esses caras que pegaram seus pais com certeza estão atrás de você. Eles não iriam deixar só você.
-ok..-eu não gostava muito da minha escola nova, eu tinha amigos na minha escola antiga mas nessa nova escola parecia que todos me olhavam como se eu fosse um alien ou algo do gênero, talvez pelo fato de que eu nao tenho tantas roupas coloridas (a maioria são pretas) ou porque sou filho de um político, as pessoas acham que só porque você é politico você é ladrão, isso é algo completamente errado, meu pai não era ladrão     Será que era por causa disso que eles mataram meus pais? Talvez sim talvez não, mas naquela noite eu prometi a mim mesmo que eu iria encontrar que pegou meus pais e... e... como uma criança pode pensar em matar alguém? Não sei.mas de qualquer forma eu só queria matar quem fez isso e vingar minha familia.
-tudo bem victor...
-já está bem tarde garoto, oque acha de ir dormir?
-olhei no relógio ja passava das duas da manhã.
-tudo bem...
Ele me mostrou minha cama que era um beliche em um quarto com uma escrivaninha vazia.deitei no beliche de cima e dormi de tanto sono que ja estava, meus pensamentos me deixam dormir qua do eu quero, o problema é que eles me atacam nos meus sonhos
   Sonhei com o assasinato de meus pais o sonho era completamente em preto, , não via nada, mas conseguia ouvir os tiros e o carro correndo até que uma luz apareceu no meio do nada.ela veio até mim e de repente eu acordei.
-acorda já é de manhã.-disse victor.
eu me levantei da cama ainda tentado colocar os meus pensamentos em ordem. Eu fui até a cozinha onde victor estava preparando o café. Ele sentou na cadeira com uma xicara de café na mão.
-gosta de café?
-adoro.-ele me serviu uma xicara.o café tinha um gosto bom fazia eu me lmbras dos cafés da minha mãe.ele ligou a tv e colocou no jornal.estava passando a reportagem sobre o desaparecimento do candidato a prefeito carlos fisher.(meu pai.).eles não sabiam que eles tinham morrido . só sabiam que tinham desaparecido.e não tinham ideia de um possível culpado.victor deichou a xicara dele em cima da mesa e foi até uma gaveta no seu quarto, ele voltou com uma pasta cheia de folhas.
-vamos ver... aqui!- Ele apontou para um homem que tinha uma simbolo de uma coisa vermelha na sua foto que eu nao entendi se era um x ou uma cruz.-esse cara pode ter sido quem matou seus pais! Preciso verificar isso hoje no trabalho.- disse victor.
- mas esse cara nao é o prefeito?
- Sim é ele, eu acho que ele matou seus pais para continuar no cargo, sem um candidato forte as pessoas votariam nele e ele continuaria como prefeito.
-faz sentido.-respondi um pouco triste de tanto ouvir a frase " matar seus pais"



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