História O atendente - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Selena Gomez
Tags Pedro Guilherme Cavalari
Exibições 45
Palavras 980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


finais!

obs: o uso das gírias nesse cap é pra passar realmente como é que o pedro vive e tals.

ps: ESPERO ter narrado o jogo corretamente kajsja caso tenham algum erro, PODEM ME CORRIGIR!

Capítulo 2 - 0.2 - Corinthians x Palmeiras


Fanfic / Fanfiction O atendente - Capítulo 2 - 0.2 - Corinthians x Palmeiras

Pedro Guilherme, - Osasco.

Tudo pronto para o início da partida. A saída pertencia ao Palmeiras, que estava na primeira posição com  sessenta e quatro pontos enquanto nós - corinthianos - estávamos na sétima posição com quarenta e oito pontos. O goleiro Fernando Prass fica á direita defendendo um gol de tobogã. Cássio, o monstro do Corinthians, á esquerda defendendo o gol do portão principal. O árbitro acertou os últimos detalhes, confere o cronômetro e apita. 

O jogo deu início na Arena Corinthians. 

-Vai pra cima timão. - assim como eu, toda torcida gritava incentivando o time. - Não consigo nem dizer, tudo o que eu sinto. Eu só sei que até morrer, coringão estarei contigo. 

Logo a posse de bola é toda nossa. Balbuena domina na zaga central e toca curtinho com Vilson. Vilson solta a bola na esquerda com Fagner. Fagner acelera e faz o toque com Romero no círculo central. Ele ultrapassa a linha que divide o gramado e trabalha com Marquinhos Gabriel pela meia esquerda pertinho do bico da grande área. Marquinhos Gabriel gira pra cima do marcador e inverte a jogada da esquerda para a direita para o apoio do Lucca. Lucca, parte pra cima da marcação, ganhou, foi pro fundo, tentou o levantamento, houve o desvio do jogador do Corinthians e é escanteio para o Palmeiras pela direita.

- Nossa meu, como assim? - grito frustado. - Ah, vai tomar no seu cu. 

- Oh meu, cala a boca Gui! - Alisson me dá um peteleco na cabeça. - Cê tá dando piti e o jogo nem começou ainda. 

Mando-lhe o dedo do meio e ele devolve. Eu bebo o restante da cerveja, jogo a lata num lixeiro que tinha próxima a arquibancada em que eu estava. O jogo continuava disputado, competitivo pros dois lados. Tanto a gaviões da fiel quanto a mancha verde seguia eufórica dando total suporte ao seu time. 

- Contra todo ditador que no timão quiser mandar. - um membro da torcida organizada grita. 

- Os gaviões nasceram para poder reivindicar. - o coro repete.

- Os direitos da fiel que paga ingresso sem parar. - um outro membro da torcida organizada continua. 

- Não temos medo de acabar. - repetimos em uníssono.

- Corinthians joga eu vou estar lá. - Alisson gritou. 

- Nossa corrente é forte e jamais se quebrará. - continuamos em coro. 

- Pelo corinthians, com muito amor. - todos juntos. - Até o fim, ga - vi - ões fiel.

...

Encaminhamos pro segundo tempo e nada de gol. O jogo continuava disputado, Lucca havia sentido a coxa e sendo substituído por Léo Jabá. Cássio conseguiu defender três gols vindo de Gabriel Jesus. Nós continuávamos gritando loucamente dando força para o timão. 

- Eu sou, dá gaviões eu sou, Corinthians joga eu vou e ninguém vai me segurar. - cantamos em coro. Uns usavam percussões e outros batiam palmas, fazendo o itaquerão estremecer com nosso grito. - O, o, o, todo poderoso timão. O, o, o, todo poderoso timão. 

E lá vem o Palmeiras. O silêncio da torcida era estarrecedor. Gabriel Jesus pegou a bola no meio de campo, passou pelo o Léo Jabá, driblou o Marquinhos Gabriel. Gabriel Jesus vai chutar... CHUTOU! Nós fomos a loucura quando a bola foi pega por Romero que já lança para Fagner, Fagner vem com a bola dominada invertendo o jogo. Ele dribla Arouca, passa por Tchê Tchê e deixa Vitinho no chão. A bola foi rolada para Balbuena na entrada da grande área, driblou T. Santos e vai de cara no gol... 

Nós colocamos a mão em nossas cabeças e ficamos apreensivos. Balbuena passou por João Pedro que o derruba, Léo Jabá corre em direção a bola, a arranca de João Pedro e passa por Matheus Sales, chuta com força de peito de pé e a bola passa por Fernando Prass, marcando o primeiro gol do Corinthians aos vinte cinco minutos do segundo tempo e parte pro abraço.

- GOL PORRA! - grito. Toda torcida se levanta das cadeiras da arquibancada e começa a gritar. - Corinthiano maloqueiro e sofredor, graças a deus. - ergui as mãos pra cima. 

...

Acabou o jogo. Fomos esvaziando a arena comemorando a vitória do Corinthians por dois á zero. Um de Léo Jabá aos vinte cinco minutos do segundo tempo e outro do Romero aos quarenta e dois do segundo tempo. Saímos da arena, fomos pro estacionamento e procuramos pelo carro de Alisson. 

- Tiw, eu tô morto. - termino de beber a cerveja que havia comprado no início do segundo tempo. Ela estava quente e desceu queimando na minha garganta, eu fiz uma careta ao sentir o gosto da cerveja quente. - Amanhã é dia de trampo. 

Entramos no carro. Fui na frente com Alisson e Gustavo foi atrás com a namorada. Jogo a lata de cerveja pela janela do carro, passo o cinto em volta do meu corpo e ajeito o boné na minha cabeça. 

- Só de pensar em ficar atendendo ligações á tarde toda... - Gustavo reclamou, fazendo uma cara de preguiça. 

- Ai meu chegas, vamo curtir que a noite é uma criança. - digo esfregando as mãos uma na outra. 

- Porra, Guilherme. Cê não tava cansado agora meu? - Barbara, namorada de Gustavo, me deu um peteleco. 

- E ainda estou, Babi. - respondo rindo. - Mas, é o seguinte... Amanhã é dia de trampo e hoje é domingo. Não arranca pedaço curtir um pouquinho, né?

- Vai você e o Alisson que é solteiro. - rolou os olhos. - Gustavo e eu vamos pra casa. 

Alisson sai cantando pneu do estacionamento e ouvimos Gustavo reclamar. Dou risada, coloco a mão no bolso e tiro de lá uma bala de hortelã, abro-a e levo-a até a boca.

- Ninguém mandou você se amarrar, Gustavo. - digo rindo e recebendo outro peteleco de Barbara.


 

 


Notas Finais


Esse foi o POV do Pedro. Ou seja, os dois ''prologos'' foram postados!! Os capítulos maiores virão em breve.
Perdão os erros!!!

Espero que gostem!!

PS: NÃO SOU CORINTHIANA!


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