História O atendente - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Selena Gomez
Tags Pedro Guilherme Cavalari
Exibições 19
Palavras 724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


finais!!!

Capítulo 4 - 0.4 - Nós nunca vamos saber se não tentarmos


Fanfic / Fanfiction O atendente - Capítulo 4 - 0.4 - Nós nunca vamos saber se não tentarmos

- Osasco? - Andrew vociferou. - Você só pode  zoando com minha cara. Não é normal uma pessoa querer trocar Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, Barra Tijuca, uma casa fodidamente linda, por uma casa na Zona Oeste de São Paulo. - revirou os olhos. Andrew se jogou no sofá, passou a mão nos cabelos, me olhou e cruzou seus braços. 

- É bom conhecer novos ares, And. - tento argumentar com o cabeça dura do Andrew. Ele me olha, faço um biquinho fofo e Andrew passa a mão no seu rosto, indo parar em seus cabelos. - Por favor, And. Sempre fui uma ótima amiga.

Andrew colocou a mão no seu queixo, arqueou suas sobrancelhas e respirou fundo. Olhou para um ponto especifico da sala, digo, para a parede branca. Ele pareceu pensativo. Cruzo meus braços, comprimo meus lábios e abaixo a cabeça, segurando o riso. 

- Por que de uma hora pra outra você resolveu querer ir embora pra Osasco? - perguntou sem me olhar. Continuava com sua mão no queixo e olhando fixamente para a parede branca. - Você nasceu e se criou aqui, Rafa. Sua vida tá aqui em errejota. 

Eu sei, And. - ando até o mesmo, me aninho ao seu corpo e logo ele abre aquele sorriso que eu tanto amo. Leva suas mãos macias ao meu cabelo e os afaga carinhosamente. - Mas eu quero conhecer novos ares, novas pessoas, sair um pouco da caos que é o Rio. 

- Acha que em Osasco vai ser diferente? - olhou-me pensativo. Agarro seus braços em um abraço, olho pra ele e sorrio. 

- Nós nunca vamos saber se não tentarmos. - respondo-o confiante.

Dia seguinte...

Pedro Guilherme, Osasco.

O meu relógio marcava pouco mais de cinco e meia da manhã. Eu já estava de pé para ir trabalhar. O caminho da minha casa até a linha telefônica onde eu trabalhava era quase uma hora de pé e quarenta e cinco minutos de ônibus, me arrumei o mais rápido o possível, tomei um café, me despedi da minha mãe e da Giulia e sai de casa rumo ao ponto de ônibus.

O clima em São Paulo estava bem convidativo, nem tão frio e nem tão quente. Estava um clima equilibrado e gostoso o suficiente. Passo pela rua, cumprimento as poucas pessoas que estavam acordadas limpando ás frentes de suas casas e não demoro muito á chegar no ponto de ônibus, cumprimento as pessoas que estavam lá, me sento no banco, pego meu celular e ponho meu fone de ouvido á espera do ônibus.

Rafaela Dias, Barra da Tijuca.

Como de costume, dormimos no sofá como sempre fazíamos quando assistíamos filme. Saio cautelosamente do abraço de Andrew, para não acorda-ló, o cubro, calço minhas havaianas e desligo a tv. Espreguiço-me, bocejo e vou em direção a cozinha. No caminho, saio apanhando algumas peças de roupas que Andrew havia jogado no chão e levo para lavanderia. Entro na cozinha, ponho as roupas em cima de uma cadeira e olho pro relógio de parede. 

- O que eu tô fazendo acordada ás cinco e meia da manhã? Devo estar doente, só pode. - digo zombando de mim mesma, pego as roupas e coloco na divisória que ficava na cozinha que era a lavanderia. Volto para a cozinha, sento-me na mesa e fico olhando através da janela de vidro o céu ensolarado do Rio de Janeiro. 

Havia duas xícaras em cima da mesa, pego uma, coloco uma boa quantidade de café. Aquele cheiro de café delicioso invadiu as minhas narinas, inalo-o com maior prazer e beberico o primeiro gole daquela delícia. Levanto-me, vou até a sala, pelo meu notebook e volto pra cozinha, ligo-o e espero iniciar.

- Caiu da cama? - ouço a voz gostosa de Andrew, uma rouquidão misturada com sono. Olho para ele, que estava coçando sua nuca, com os olhinhos quase fechado e os cabelos bagunçados. 

- Acho que sim. E você? O que faz acordado á essa hora? - beberico meu café novamente e abro uma página no google assim que o computador inicia. 

- Me deu sede. - ele encosta no balcão e pega água do filtro mesmo. - O que tu tá fuçando ai? - abraçou-me pelos ombros e depositou um beijo na minha cabeça.

- Passagens pra Osasco... - digo e Andrew me ''desabraça''


Notas Finais


curtinho, só p n ficar sem att

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