História O Babá do meu Irmão - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hoseok, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Obdmi, Rap Monster, Suga, Taegi
Visualizações 19
Palavras 2.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me desculpem pelos erros...
Boa leitura!

Capítulo 1 - 001 - Ele era diferente


Fanfic / Fanfiction O Babá do meu Irmão - Capítulo 1 - 001 - Ele era diferente

001.1

 

Seguro o celular com firmeza no bolso do casaco, tentando acalmar meu coração ao máximo. A sensação angustiante preenche meu peito, partindo meu coração em cem mil pedacinhos ao sentir a mão sobre meu ombro. Respiro fundo me preparando para ser abordado da pior maneira possível, meus olhos se fecham quando viro para encarar quem ousa me deixar nesse estado de pânico, meus sensores entram em alerta para decorar cara traço do ser no qual eu teria que descrever para a polícia.

 

Afinal, eu iria ser assaltado em plena avenida principal após ser perseguido por dois quarteirões inteiros, parabéns Park Jimin!

 

Quando finalmente abro os olhos consigo ver os fios avermelhados.

 

- VOU TE MATAR HOSEOK! - Grito com ele assim que o encaro, quase levando minhas mãos até seu lindo pescoço e matar ele ali mesmo, no meio da rua e quando ele estivesse se debatendo eu jogaria pão naquela face insuportável para atrair os tão indesejáveis amiguinhos dele.

 

Os pombos.

 

Hoseok odeia pombos. Na verdade, ele tem medo.

 

- Não vejo a necessidade de gritar meu nome no meio da rua, o que foi? - questiona assim que coloco a mão no  peito, verificando se minha pessoa continuava viva depois daquilo.

 

Talvez não.



 

001.2

 

Nunca pensei que fosse sentir tanta raiva do Hobi Hyung na minha vida, depois de andar o caminho todo em direção a escola sem proferir nenhuma palavra em direção ao mais velho, ele apenas sumiu quando atravessamos o portão.

 

Isso significa que ele ficou com raiva de mim também, mas eu tinha meus direitos. As aulas antes do intervalo passaram rapidamente, não vi Hoseok em nenhuma, alias, ele é da turma 3 e eu da 1, então isso seria meio difícil mesmo.

 

No intervalo o mais velho me puxou pelo braço, me arrastando até o banheiro masculino onde ele entrou junto comigo em uma cabine e nos trancou. Não vou dizer que não me assustei, porque eu estaria mentindo com a maior cara de pau do mundo, mas Hoseok logo me tranquilizou após soltar uma única sílaba.

 

- Tae. - disse lentamente se jogado contra a “parede” de ferro da cabine.

 

- O que ele fez agora? - coloquei as mão na cintura, me senti igual a minha mãe, impondo a autoridade que eu nunca vou ter. - Ele pegou outro na sua frente?

 

Era um costume isso acontecer, - Não a parte de eu e Hoseok estarmos dentro de uma cabine trancada no banheiro masculino. - Taehyung tem uma tara estranha que consiste em  sempre se atracar com alguém nos locais que Hoseok circula, e o coitado do meu amigo tem uma queda-, não, uma queda não, o Hyung praticamente se joga de um precipício por Kim Taehyung.

 

Eu sempre disse ao Hyung, com todas as sílabas e algumas vezes até desenhei em uma folha para que ele entendesse. “Esqueça Taehyung, ele só quer brincar com você”. Porém, contudo, entretanto, todavia, Hoseok nunca vai deixar de ficar babando pelo Taehyung… Babando e chorando, porque ele sempre pega o mais novo beijando algum colega de turma por ai.

 

Então Hoseok Hyung começou a chorar, se lamentando por “amar” uma pessoa tão idiota que não vale nada, além de ficar zoando com ele e tirando proveito da sua ‘paixonitezinha de ensino médio.

 

Claro que eu não iria deixar meu melhor ali chorando horrores, peguei em seu pulso abrindo a cabine. Minha intenção era realmente tirar Hoseok dali, contudo ao abrir a portinha de metal o que eu encontrei foi a pior coisa que poderia acontecer… Com Hoseok, ÓBVIO!

 

Fingi uma tosse seca, chamando atenção de Taehyung que encarava o amiguinho dele como se dependesse da boca do outro para viver; minha tosse chamou atenção dos dois e foi ai que puxei Hobi comigo até a pia que havia ali, um pouco mais próximo dos dois que nos encaravam atônitos. O aperto no meu braço livre foi a deixa de Hoseok, dizendo e me alertando.

 

Ele estava com medo, é claro, Hoseok é assim.

 

- Aqui, Hyung. - Apontei o balcão ao lado da pia, o mais velho encostou ali e eu fiz um sinal com as mãos para que ele sentasse. Peguei alguns papeis e lhe entreguei para que limpasse seu rosto. - Vai ficar tudo bem, sim? - Hoseok assentiu passando o papel pela bochecha molhada. - Que tal sorvete depois da aula? - Sorri fazendo um carinho singelo na coxa dele.

 

Escutei os passos ecoarem pelo local, o moreno saiu do banheiro e Taehyung entrou na cabine em que estávamos antes.

 

-Jimin, Jimin… - Escutei o risinho sair do fundo de sua garganta. - Já pensou em ser ator? - murmurrou.

 

- Não.. - Sorri ladino. - Acho que posso tentar, quem sabe não faço um Drama com a Hyuna? - A gargalhada dele soou alta o suficiente.

- Ok, vamos sair daqui. - disse descendo do balcão. - Sua mãe vai voltar hoje? - questionou.

 

Suspirei, minha mãe adoeceu nos últimos dias e ainda não havia melhorado, dormi no hospital ontem e hoje pela manhã fui obrigado por uma mãe hospitalizada a vir para a escola. Hoseok sabia muito bem disso, almocei dois dias seguidos na casa dele, o resto do tempo eu ia em busca de um emprego de meio período.

 

- Vai, mas não pode voltar a trabalhar ainda.

 

- Porque você não fica no lugar dela? De toda forma não deixa de ganhar dinheiro seu burro! - Deu um peteleco na minha testa, fiz careta sentando no lugar em que ele estava antes.

 

- É uma boa ideia, vou perguntar onde é a próxima casa e conversar com a mãe. - Paro para pensar. - Acho que não é difícil. - murmuro. - Acho bom o Taehyung aprender a parar de escutar as conversas dos outros logo. - Falo antes de levantar e sair logo do banheiro acompanhado do meu amigo.


 

001.3

 

Coloco meus fones de ouvido e saio da escola, depois de me despedir do meu melhor amigo, tendo a total certeza de que ele iria diretamente para casa. Deixamos o sorvete de hoje  para outro dia, porque hoje meu trabalho seria na casa dos Jeon, segundo minha mãe a mãe do pequeno Sung era sua amiga, e eu conhecia seu filho por que ele passou um dia na minha casa.

 

Isso foi um alívio para mim, pelo menos eu não iria começar meu “novo emprego temporário” com o pé esquerdo.

 

Toco a campainha e escuto um “Já vou” alto vindo de dentro da casa. Fiquei nervoso, posso admitir, claro que fiquei.

 

- Boa Tarde, sou Park Jimin, filho de Park Jisoo. - disse assim que a mais velha abriu a porta, ela era loira e aparentemente bem nova pra ser mãe de um menino de 4 anos e de um adolescente de 16 anos, mas segundo minha mãe elas tinham a mesma idade.

 

- Omo, você é o filho da Jisoo? - confirmo com a cabeça sorrindo levemente. - Me chamo Jeon Jiwoo, como está sua mãe?

 

Mordi o lábio inferior pronto para começar meu discurso. - Me desculpe por isso, minha mãe está doente e não posso deixar de lado seus remédios… então eu vim aqui ficar com o Sung enquanto ela não pode. - Completo tenebroso, quase cuspindo meu coração fora caso ela dissesse um não.

 

- Não fique assim, ela vai melhorar, anjo. - sorriu reconfortante e abriu espaço para que eu pudesse entrar na casa. Minha primeira visão foi da sala extensa, consegui capturar rapidamente Sung sorrindo enquanto ele brincava com o irmão mais velho que permanecia de costas para mim.

 

- Sung olha quem veio cuidar de você hoje. - escuto a mãe dos dois dizer animada quando o mais novo encontra seu olhar com o meu e correm em minha direção.

 

- JIMIN HYUNG! - grita me abraçando com carinho.

 

Pego o pequeno nos braços e distribuo beijos em todo seu rosto fazendo ele rir e me abraçar mais forte.

 

- Jungkook, pode ir, Jimin vai ficar com seu irmão por hoje. - Jiwoo disse andando para o outro lado da sala, na porta da cozinha.

 

O moreno levantou do chão concordando com a cabeça e foi ai que eu percebi ser o mesmo menino de hoje mais cedo no banheiro com Taehyung e Hoseok. Cogitei em segurar seu braço e perguntar o que Taehyung queria fazendo Hoseok sofrer desse jeito, mas simplesmente ignorei o vendo subir e logo em seguida descer as escadas para sair sem dizer nada.

 

001.4

 

- Hyung… sua mamãe está dodoi? - perguntou Sung enquanto eu estava sentado na ponta se sua cama fazendo carinho em seus cabelos. Seu modo de falar era sonolento pois já eram seis e meia da noite.


 

- Sim… Mas ela já está em casa e vai melhorar pra voltar a cuidar de você. - disse vendo que seus olhos já estavam fechados. - Boa noite, Sung.

 

Sai do quarto do mais novo pegando minha mochila na sala, porém na hora de me despedir a mãe do pequeno a mais velha segurou uma de minhas mãos e depositou um cartão de crédito e um papel com alguns números escritos.

 

- Acredito que o limite não seja muito alto, mas use para o que sua mãe precisar. Eu confio nela. - Disse levando uma de suas mãos até meu outro braço e fazendo um carinho ali.

 

- Não…

 

- Nada disso, aceite, sua mãe já fez muito mais do que isso por mim. - sorriu confortante.

 

001.5

- Não Hoseok! PUTA QUE PARIU DE QUATRO! - Esbravejo andando de um lado para o outro na calçada da casa dos Jeon.

 

Já era noite e eu queria sair logo dali, Hoseok Hyung prometeu que viria me buscar de carro para irmos comer uma pizza ou sei lá o que.

 

- ‘Mano onde você ‘tá? - perguntou deixando o ar sair fazendo chiado na ligação.

 

- Hoseok, se fosse assim eu tinha ido até o ponto com as minhas próprias pernas, eu teria pego um ônibus, eu teria ido pra casa, eu estaria na minha cama AGORA! - Grito.

 

- Uhum, ok, agora para de reclamar e me diz o número da casa que eu já estou na rua.

 

- ‘PRA QUÊ VOCÊ QUER O NÚMERO DA CASA SE EU ESTOU PLANTADO AQUI NA CALÇADA? - grito pelo celular vendo Hoseok afasyar o celular do ouvido através do vidro do carro.

 

- ENTRA LOGO E PARA DE RECLAMAR SEU PORRA! - Bufo pisando duro até chegar na porta do carro quando outro carro me distrai parando atrás do carro de Hoseok Hyung.

 

Olhp de soslaio vendo Jungkook descer do carro e andar até a calçada completamente enfurecido.

 

- VAI SE FODER JUNGKOOK! - a voz de Taehyung me fez direcionar o olhar para Hoseok que encarava a cena sem entender. - Desde quando você é assim?

 

- Eu sou o mesmo, você que virou essa merda. - bufou e logo em seguida estirou o dedo para Taehyung dentro do carro.

 

Olhei para Hoseok outra vez.

 

- Vai ‘pra casa. Eu pegp um ônibus depois… - me afastei vendo Taehyung acelerar o carro. - Vai atrás dele, é sua chance.

 

Jungkook sentou na calçada puxando os cabelos com força enquanto soluçava, np mesmo momento Hoseok saiu atrás do TaeMonio e eu andei até o “Caracol Jungkook” sentado na calçada.

 

Parei colocando as mãos nos bolsos da calça jeans que usava e observei ele sussurrar coisas que não conseguia entender.

 

- Concordo, Taehyung realmente virou uma merda. - disse e ele me olhou de baixo. Sorrio sem mostrar os dentes e enclino um pouco a cabeça. - Sua mãe não vai gostar disso ai. - apontei a argolinha brilhante que enfeitava seu nariz.

 

- Não me importo com isso. - sussurrou enquanto me sentava ao seu lado abraçando meus joelhos. - Odeio o Tae hyung.

 

- Eu também odeio ele. Acho que temos gostos parecidos. - o moreno soltou um riso baixo concordando.

 

Ficamos ali por alguns minutos olhando a rua vazia, lembrei de Hoseok. Será que eles iriam se acerta e o meu melhor amigo teria coragem de dizer todas as verdades para aquela obra do Satanás que ele diz gostar. As vezes carros passavam por nós mas o silêncio continuava até Jeon o quebrar.

 

- Park Jimin… - disse lentamente quebrando meu pensamento.

 

- Sim? - o olhei rapidamente, voltando meu olhar parar o chão em seguida.

 

- Não era nada, só tive a curiosidade de saber seu nome seria com a minha voz.

 

Gargalhei e o moreno me encarou. Coloquei a mão em frente a boca com medo de estar sendo muito fora de hora. - Que curiosidade estranha, Jeon Jungkook. - Foi sua vez de rir, me fazendo sentir aquecido por um segundo e deixar minha curiosidade aflorar. - O que aconteceu com você e o filho de Satanás?

 

- Vamos dizer que ele tenha entrado na merda e resolveu se drogar.

 

- O QUE? - O encarei pasmo

 



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