História O baile de máscaras. - Capítulo 3


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Exibições 9
Palavras 652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas :3
Espero que gostem.

*LEIAM AS NOTAS FINAIS*

Capítulo 3 - A floresta


Fanfic / Fanfiction O baile de máscaras. - Capítulo 3 - A floresta

Lembro-me como se fosse ontem em que o sonho de um acampamento perfeito se tornara o nosso pior pesadelo.

10/03/2015, terça-feira.

  Depois de doses de tranquilizante, enfim consigo entrar na sala.

– Você está pronta? – Pergunta a detetive com um tom compreensivo.

– Estou.

– Nome e idade?

– Gracielly, 18 anos.

– Conte-me o que aconteceu esse final de semana.

– Eu não consigo contar com todas essas pessoas me olhando. – Digo enquanto viro o meu rosto para olhar os dois policiais e outro detetive.

– Tudo bem. Vocês poderiam nos dar licença?

– Claro. – Diz os dois policiais.

– Mas.. Eu estou nesse caso também. – Diz o detetive.

– E se ela não falar, como vamos descobrir o que aconteceu? – Diz a detetive.

– Tudo bem, mas me conte tudo depois. – Diz ele. – Enquanto isso vou pesquisar mais sobre o caso. – Diz ele enquanto me encara, me fazendo sentir um calafrio.

– Pode começar. – Diz ela quando o detetive fecha a porta.

– Bom, meus amigos e eu estávamos pensando em viajar, passar um tempo longe de várias coisas, inclusive qualquer aparelho eletrônico. Sem nada, nem mesmo um telefone.

– Prossiga.

– A gente tinha pensado em ir para algum hotel Fazenda, mas como já fizemos isso no outro verão nós decidimos acampar. – Falo com os olhos cheios de lágrimas. – A culpa é minha. – Encaro os olhos dela.

– Como assim a culpa é sua?

– Eu escolhi aquele lugar, mas, mas eu não sabia que isso tudo ia acontecer.

– A culpa não é sua minha querida. – Diz ela enquanto acaricia o meu cabelo. Viro o rosto impedindo que ela me toque mais. Isso me deixaria mais angustiada.

– Eu conheci ele pela internet. Pode não parecer, mas lá até tem área. – Digo a encarando.

– Conheceu quem?

– A floresta. Foi na internet que vi que tinha área, então pensei que era seguro.

– Continue.

– Eu contei a eles sobre a floresta, e eles se interessaram. Acordamos cedo no sábado para pegar estrada. Pegamos o carro dos meus pais... – Sou interrompida pelo detetive ao abrir a porta.

– Detetive Martha, temos um problema.

– Que problema?

– O número indicado pela testemunha está incorreto.

– Como assim incorreto? – Digo.

– A mulher que atendeu disse que não tem nenhuma filha chamada Jennifer e desligou o telefone.

– Acho que me confundi, me desculpa. São vários números.

– Tudo bem. Tente se lembrar do número de seus pais. – Diz a detetive.

– Vou voltar la pra fora, enquanto isso vou tentar ligar novamente para a mulher educada que desligou na minha cara. - Diz o detetive enquanto abre a porta para sair.

– Continue Gracielly. 

– Meu irmão dirigiu, eu sentei ao lado. Vitória, Jennifer e Diego foram no banco traseiro.
   Chegamos na floresta acho que umas 12:30, estava um ar tão bom. Era incrível a floresta, tinha um riacho maravilhoso. Encontramos um campinho perfeito para armar as barracas, então decidimos armar logo. Quando já estava tudo pronto, Jennifer, meu irmão (Davi) e Vitória foram procurar lenha, Diego e eu ficamos lá. Algumas horas depois Davi chegou totalmente assustado. Eu perguntei o que houve, ele disse que as meninas foram urinar e não voltaram mais. Ele foi procurar e não achou nenhuma, por isso voltou. Acreditou que elas já teriam voltado.
Nós fomos procurar Jennifer e Vitória. Depois de horas e horas procurando encontramos Vitória desesperada. Ela disse que um cara seguiu elas duas, acabaram se separando. Ficamos bem assustados, mas mesmo assim decidimos procurar Jennifer. Ela era nossa amiga, não poderíamos deixar ela. Já estava escuro quando decidimos voltar para o campo em que estava as barracas para descansar um pouco. Logo cedo iríamos voltar a procurar ela. Quando chegamos as barracas nossos passos foram interrompidos por um grito..

Continua...















   


Notas Finais


Espero que tenham gostado ❤. Próximo capítulo é a continuação da história de Lucas*u*.
Beijos :*


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