História O bar da Roni (imagine) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Personagens Originais
Tags Bar Da Roni, Lana Parrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Roni, Roni's Pub
Visualizações 110
Palavras 3.433
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Essa one shot foi criada para Evil Regals que, assim como eu, estão sedentos e animados aguardando a nossa Roni. É claro que já criaram pensamentos, porque Evil Regals não são criaturas puras. KKKKK
Então criei esta história, livre de shipps, livre de polêmicas, apenas sexo, se deliciem com seus pensamentos. Pois essa história foi feita pra isso. Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Andando pelas ruas de Seattle, sinto a vontade de ter pelo menos oito olhos, para dar conta de olhar cada loja. Todas muito convidativas, eu pararia e olharia cada uma delas, porém hoje é nosso último dia de viagem, e voltaremos para casa com estilo.
 Na Roni's pub eu e meus amigos vamos brindar a viagem que foi maravilhosa, com muita aventura e bagunça.
 Meus amigos, Juliet, Gabbe, Gabriel, Cas e Martin fazem algazarra na rua, porém eu me encontro olhando para as lojas que não acabam mais. O som que sai através do fone parece estourar meus tímpanos, mas eu já não me importo mais. Quero apenas tomar alguns drinques - o máximo que puder - e depois dormir, pois a viagem será longa e exaustiva.
  Se não fosse minha atenção em todas as lojas, teríamos passado direto, apesar de ter um enorme cardápio com drinks etc. Sem falar na placa neon que destacava o nome do bar. 
  - Cas, aqui! - Chamei Cas, pois ele está mais próximo a mim. Ele não parece entender, então apontei e ele soltou uma exclamação.
  - Gente, aqui! - Repassa Cas, e eu solto uma risadinha quando nossos amigos berram na rua um "uhul!" Eu rio é de nervoso! Pra que toda essa gritaria?
  Às vezes, não me encaixo nesse grupo, em momentos de bagunça, como esse, por exemplo, tudo o que eu faço é ficar no meu canto, ouvindo minhas músicas preferidas. Eles comemoram tudo, tudo mesmo! Porém somos unidos, nos conhecemos à muito tempo e mesmo com as diferenças, consigo aproveitar com meus amigos.

  Entramos no pub, e está cheio, hoje é dia de banda ao vivo. Olho ao redor, procurando alguns acentos e observando o ambiente. - Juliet achou esse lugar no Google, e vimos que tem ótimas recomendações. - as luzes não são fortes, e há luzes coloridas espalhadas pelo bar, o holofote está bem acima da banda. Não é exatamente meu estilo de música preferido, mas é ótimo para uma noite nublada e fria de sexta-feira.
 Chegamos até o balcão, onde uma mulher nos atende com um sorriso. Eu rapidamente paro de olhar para o ambiente e foco na mulher. Se não fosse pela blusa de uma do Guns N' Roses que ela está usando, seria pelo seu sorriso. Eu a estudo por um momento, e em seu cabelo habitam cachos redondos, e no castanho, luzes dão um brilho aos cachos, lindo. A jaqueta de couro completa o visual, e sim, ela está magnífica. Eu imagino que se pudesse olhar para todo o seu corpo, a calça e os sapatos não decepcionariam também.
  Fiquei boquiaberta por algum tempo enquanto observava a mulher, pareciam ter durado minutos enquanto eu a avaliava e, com toda certeza, a aprovava. Mas não demorou muito.
 - Boa noite, o que vão querer? - Sua voz sai, me deixando surpresa com a sensualidade que ela esbanja. 
 Segurei um sorriso quando pensei - VOCÊ, eu vou querer você! - me conti, quase que contorcendo meu rosto. 
  - SHOT! SHOT! SHOT! - Respondem meus amigos, fazendo barulho.
 Reviro meus olhos. A mulher atraente dá um sorriso tímido para mim, e então serve meus amigos com a dose, para mim o mesmo. Viro a minha sem exitar.
 Meus amigos pedem mais um pra cada. Mas eu não quero ficar louca tão rápido. Aguardo minha vez e então peço: 
 - Uma kriptonita, por favor?
 - Hm, é a controlada da turma? - pergunta a mulher, com seu sorriso encantador e a sobrancelha arqueada.
 - Parece que sim. - Faço um biquinho, pensativa. Ela é tão linda, está deixando meus pensamentos embaralhados. - Me desculpe pelo barulho que eles chegaram fazendo. Eu tento parar eles, mas não é fácil.
 A mulher dá uma risadinha. - Não precisa se desculpar. Todos os dias eu sou obrigada a ouvir gente gritando, música alta e ruim...
  - Não gosta da música que está tocando? - A banda estava tocando um cover de "Believer", do Imagine Dragons.
 - Hmm, é boa! Sou bem eclética, porém... Viu minha blusa? Gosto dos clássicos. - ela sorri, puxando levemente a blusa para que eu possa ver.
 - Devo dizer que Guns é uma das minhas bandas preferidas. E a sua blusa foi uma das primeiras coisas que vi. - Me permiti um sorriso. - Mas a banda e a música estão ótimos! - dou uma pausa quando a bartender me entrega a bebida nas mãos. Beberico, deliciando de minha bebida. - Até logo... - pauso novamente, percebendo que nem ao menos sei o nome da mulher com a qual passei minutos conversando.
 - Roni. - Ela sorri, simpática.
 - Dona do bar! - Sorrio e me viro, indo até meus amigos.

Gabbe e Martin estão se beijando, e parece que a bebida está fazendo ambos se soltarem, pois é evidente que eles iriam transar assim que tivessem a chance, se não houvesse companhia, talvez até mesmo nessa mesa. 
 Dou uma golada na minha Kriptonita. - Eu poderia transar nessa mesa também... - Olho para o balcão. Roni retribui meu olhar, e eu volto a olhar meu copo, sorrindo. 
 Gabriel e Juliet aproveitam a música, eu posso observar minha amiga dançando desengonçada no pequeno espaço para dança.
 - Você quer fazer alguma coisa? - Pergunta Cas, com o rosto próximo ao meu ouvido.
 - Só quero beber e ir pra casa... - suspiro. - Não estou com toda essa animação. 
 - Eu posso te animar. - Cas leva a mão até minha coxa,
 - Cas. Para.
 - Que? Você não quer? Não é por isso que viemos pra essa viagem em pares?
 - Não, acho que não.
 Cas faz um biquinho, de birra.
 - Hey, você está ficando alto; somos amigos. Melhor não fazermos isso, ok?
 - Tudo bem. - Responde, de birra. Ele tira a mão de minha perna, levando a mesma até a nuca e a coçando.
 - Aqui tem muita gente bonita, por que não vai conhecer as pessoas? - Sugiro. Ele me encara, sério. - Eu senti vontade de rir com a expressão dele.
 - Você vai ficar sozinha?
 - Sozinha? - Sorrio. Levo meu olhar até a dona do bar, que está tomando conta da minha noite. - Claro que não! 
Cas sai. Espero meu amigo chegar até a pequena pista e me levanto e... WOW! Eu não percebi que estava tonta desse jeito!

 - Olha quem está de volta! - Fala Roni quando me vê se aproximar.
 - Meus amigos já acharam companhia pra passar a noite... Me dá mais uma Kriptonita, por favor?
 Roni sorri e começa a preparar minha bebida, sem nada dizer. Quando termina, me entrega e se apoia no balcão, frente a frente comigo. Olhando seu rosto tão de perto, eu tenho que me segurar para não a beijar ali mesmo. Ela é perfeita! - E você não está acompanhada? - Ela dá mais uma vez o seu sorriso que embaralha minha mente.
 - Bom, estou aqui com você, certo? - Dou uma golada em minha Kriptonita.
 - Então... eu sou sua companhia? - Pergunta Roni, lentamente.
 Eu me ajeito na cadeira, roçando uma coxa na outra. Não sei se olho para seus olhos que encaram os meus, em sua mão, que desliza pelo balcão, contornando a minha, ou em responder sua pergunta. Ela sabe que toda essa sedução está mexendo com a minha cabeça.
 E então, interrompo o momento, me dando conta do quão idiota eu sou por ter esquecido uma coisa tão óbvia. 
 - Eu não te disse o meu no...SHIII - Roni me interrompe, tocando meus lábios com seu indicador - Gosto do mistério. - Ela pisca pra mim. 
 Esse efeito me causa uma sensação gostosa, e eu posso ter certeza que se minha calcinha já não estiver molhada, agora com certeza está.
 - Você é muito linda, Roni. - Sorrio para ela, observando o seu sorriso se formando.
 - Obrigada! E você também. - Ela deixa seu dedo indicador correr pelas costas de minha mão, e eu acompanho com o olhar.
 - Você está atendendo toda essa gente sozinha? - Pergunto, tentando parecer curiosa, e não louca para a tirar dali e ir para um lugar mais calmo.
 - Eu não daria conta de tudo isso sozinha. - Ela suspira. - Aquele é o Will, ele é quem me salva em noites cheias como essa.
 - Eu acho que... - me aproveito da aproximação de Roni e me inclino para frente, me aproximando mais de seu rosto, deixando os mesmos se tocarem. Então, sussurro em seu ouvido. - Você dá conta de qualquer coisa.
 Ela sorri, me olhando nos olhos quando volto a me afastar.
 - Felizmente, eu acho que Will dá conta disso aqui por um tempinho. Seus amigos se importariam se você saísse?
 Olho ao redor, todos estavam na pequena pista de dança, tocava uma música lenta e todos dançavam com seus pares. Cas ja estava com a língua enfiada na boca de uma garota desconhecida. Me permiti um sorriso. - Eu tenho certeza de que eles não se importariam.
 Ela se afasta sem nada me dizer, cutuca o braço de Will, e quando ele a olha, ela abre seu sorriso encantador e fala algo para ele, que balança a cabeça positivamente.
 Ela se aproxima mais uma vez, passando por mim e saindo de trás do balcão e eu posso finalmente a observar como queria.
 - Roni?
 - Sim?
 - Já disse o quanto você é linda?
 Ela sorri, se aproximando e me dando um rápido abraço. Eu retribuo, sentindo o forte contato quando nossos braços se tocam. Ela desliza sua mão pelo meu, e então segura minha mão.
 - Vamos?
 - Me tire logo daqui. - E ela logo atende.

 Observo em silêncio enquanto Roni destranca a porta que fica ao lado do pub, e logo me dá espaço para entrar. Eu observo o novo ambiente e ela fecha a porta atrás de nós.
  - Aonde estamos?
  - No escritório e na dispensa do pub.
  - Hmm, que importante!
  Roni ri, mas logo para, empurrando meu corpo contra a parede do corredor.
  Eu a olho atentamente, sentindo meu corpo em chamas, desejando por mais contato. Então a puxo pela cintura e lhe lançando um beijo. Inicialmente delicado, e ela retribui. Lentamente insiro minha língua e ela aceita de bom grado, aumentando a intensidade do beijo. E que beijo!
 Ela para por um momento, se concentrando na outra porta, ela abre e eu observo o novo cômodo, que tem um sofá, no canto há um pequeno armário e uma mesa de escritório desorganizada. Eu fecho a porta atrás de mim, e logo Roni volta a se aproximar, acariciando meus braços. Ela tira minha jaqueta.
 Essa é minha hora de tomar o controle e eu dou um selinho em Roni, logo descendo e destruindo beijos pelo seu pescoço. Minhas mãos deslizam pelo seu corpo sinuoso. Me fazendo gemer baixinho contra seu pescoço.
 Roni joga a cabeça para trás, me dando maior espaço, e eu chupo ali, sentindo seu gosto novamente.
  Eu desço o zíper de sua jaqueta de couro, podendo sentir melhor o corpo quente de Roni sob minha mão, mesmo por debaixo da blusa.
  Eu seguro a barra de sua blusa, porém quando vou levantá-la, Roni me impede. E eu entendo de cara.
 - Quer que eu te coma com essa linda blusa? Então é o que vai ter. - Olho para ela e pisco. Me divirto ao vê-la fechar os olhos, se controlando.
 Me ajoelho de frente para Roni, deslizando minha mão até o zíper da calça jeans, esta não me impede, então desço a mesma até seus pés.
  Sorrio ao observar sua calcinha. Eu gostei ainda mais de Roni quando vi que sua roupa íntima era fofinha, apesar do visual rebelde. É rosa, com um lacinho da mesma cor, mas em tom mais claro. - Sorrio.
 Roni desliza uma mão sob meu cabelo, apressando o contato entre meu rosto e seu sexo, porém eu gosto de provocar. E eu acaricio suas coxas, subindo e descendo com minhas mãos até chegarem em sua virilha. Então eu afasto o tecido, deixando o sexo de Roni exposto e entregue a mim.
 Eu roço meu rosto ali, podendo sentir seu cheiro gostoso, inspiro. Meu nariz toca seu clitóris quando pressiono seu sexo com meu rosto, o tocando com minha língua, deslizo pela extensão do mesmo. Tocando brevemente sua entrada com a ponta de minha língua até chegar em seu clitóris. Roni tem a pele macia e lisinha. Deliciosa e molhada, eu perco o controle.
 Me pondo de pé à sua frente. Eu a tomo em meus lábios novamente, eu chupo sua língua com adoração, e posso ouvir seu gemidinho quando o faço.
 Minhas mãos estão sob sua bunda, maravilhosamente redonda e durinha. E eu a aperto enquanto beijo sua boca.
 - Me chupa nesse sofá. - Roni fala, sua voz já não passa de um sussurro.
 Caminhamos até o sofá durante o beijo e eu a coloco delicadamente sentada ali. Me abaixando novamente à sua frente, fico entre suas pernas.
 Arranho levemente sua coxa, deixando uma leve marca rosada. Desço minhas mãos até seus pés, então tiro seu salto, o colocando cuidadosamente de lado. Dou um beijo em sua perna, e faço o mesmo processo em sua outra perna, subindo com mais beijos até chegar novamente à sua coxa.
 Retorno a atenção ao seu sexo, olhando com atenção sua calcinha, agora bagunçada sob sua vagina.
 Levo minha mão até seu quadril, puxando a calcinha para baixo, a deixando finalmente livre. Jogo a calcinha no ao meu lado.
 Estou salivando e sedenta por Roni. Eu levo uma mão até seus grandes lábios, abrindo mais seu sexo para mim, e eu ouço Roni suspirar.
 Deslizo novamente minha língua pela extensão de seu sexo, chegando ao clitóris e o chupando com vontade. Posso observar Roni contrair a barriga, sorrio para mim mesma. Então levanto minha mão livre, posicionando dois de meus dedos em sua entrada. Invisto na primeira estocada e Roni solta um gemido como aprovação. Lentamente crio meu ritmo, os enfiando por completo em seu sexo. E eu posso senti-la se contrair com mais uma chupada em seu clitóris.
 - Você é muito gostosa, Roni! - sussurro, com a voz carregada de desejo. Eu já não mais conseguia me afastar dela, e eu desejava uma bebida muito mais valiosa que as do seu bar. - Eu quero que você goze na minha boca, Roni. - Eu olho para seu rosto, mas ela não me vê, pois sua cabeça está jogada para trás, ela emite mais um gemido. - Goza pra mim? - Peço, lhe chupando o clitóris mais uma vez, com força. Eu aumento a velocidade das estocadas, acrescentando mais um dedo. Roni começa a rebolar para mim, e eu já estou apenas uma poça, de tão molhada.
 Eu levo uma mão até seu seio, deslizando a mesma por baixo da blusa, e descubro que Roni está sem sutiã.
 Chupo novamente seu clitóris, e eu vejo Roni se contraindo, eu desço meus lábios, dessa vez chupando tudo o que consigo, sinto os lábios de seu sexo molhado por sua excitação e pela minha saliva deslizar em minha boca, e então, com um gemido consideravelmente alto, Roni goza. Arqueando seu quadril para cima. Eu a chupo, tomando todo seu líquido para mim.

 Roni se ajeita no sofá, se arqueando até seus lábios encontrarem os meus, e eu a beijo, compartilhando de seu gosto magnífico.
 - Deliciosa. - Falo, dando fim ao beijo e me levantando.
 - Tira essa roupa - ordena Roni, sua voz carregada de autoridade.
 Eu levanto minha blusa, meus olhos estão grudados aos de Roni, mas logo mudam a direção, quando Roni desliza sua mão até seu sexo, e lentamente brinca com seu clitóris, fazendo movimentos circulares, me observando.
 Tiro meu salto, meio desajeitada, por estar sem apoio. Abro minha calça jeans, descendo a mesma e a calcinha até meus pés e as deixando ali no chão. Me aproximo alguns passos de Roni enquanto tiro meu sutiã. Roni me observa atentamente enquanto se masturba, mas logo se levanta do sofá, chegando até mim.
 Ela se abaixa um pouco, sua língua quente causa arrepios em meu corpo quando vem de encontro ao meu pescoço, e ela o chupa. É a minha vez de gemer.
 Roni desce sua boca até meus seios, ela toma um com sua boca experiente, fazendo movimentos circulares no mamilo. O outro ela aperta com cuidado, até que ela o chupa também. E assim ela intercala por algum tempo. O barulho de suas chupadas tomam conta do ambiente, e então ela para. Me empurrando até a mesa desorganizada, Roni me senta ali, tomando minha boca rapidamente, e logo se abaixando. Ela passa a língua pela minha barriga quando o faz.
 - Agora é a sua hora de me servir uma bebida. - Ela pisca pra mim. Seu rosto está corado, devido a excitação. Mas eu eu só consigo sorrir para ela. Linda demais.
 Roni não exita em me devorar. Sua língua já toca meu sexo causando impacto, e ela chupa meu sexo, fazendo barulho.
 A olhando de baixo eu posso ver a imagem graciosa que é esta mulher maravilhosa com os olhos fechados enquanto me degusta. Eu posso observar seus lábios carnudos de cima, uma leve cicatriz, que a torna ainda mais charmosa. 
Sua língua desliza pelo meu sexo, e enquanto aperto a quina da mesa, com a outra, entrelaço meus dedos em seu cabelo macio.
 Roni penetra seus dedos em mim, fazendo um movimento de vai e vem rápido, Quando seus lábios chegam ao meu clitóris, ela o chupa. Uma. Duas. Três vezes. Eu já estou me desmanchando em sua boca, laçando minha cabeça para trás e gemendo descontroladamente, sinto meu corpo se contrair, e Roni penetra ainda mais rápido seus dedos. Eu gozo para ela, enquanto dou leves puxadas em seu cabelo.
 Ela se levanta após me lamber mais algumas vezes, limpando meu sexo sensível.
 - Gostosa, é você! - Ela sorri, e não há formas de não responder a esse sorriso quase que imediatamente. Roni é contagiante.
 Eu deslizo minha mão até a entrada de sua blusa, e desta vez Roni me dá espaço para finalmente a libertar da blusa do Guns N' Roses.
 - Linda blusa. - Eu alogio, a jogando no chão, e observando os seios de Roni. - Meu Deus, Roni! Você é maravilhosa! - Digo com sinceridade.
 Ela sorri e segura minha mão, me levando novamente ao sofá. Ela me deita com cuidado, se sentando por entre minhas pernas, nossos sexos tão próximos que seria um desperdício se não se tocassem. Eu aproximo mais meu corpo do seu, e meu corpo é invadido por um novo nível de excitação quando sinto meu sexo, novamente molhado, tocar o seu, também molhado.
 Começo a rebolar lentamente, os grandes lábios de Roni roçando os meus nos fazem delirar. Roni e eu rebolamos, fazendo o sofá ranger baixinho, mas nada comparado ao barulho que era nossos gemidos em uníssono.
 Roni se segura às costas do sofá, e eu, deitada. Seu sexo pressionando o meu, me faz delirar. E eu gozo, soltando um gemido alto. Roni goza em seguida, jogando seu corpo para cima do meu.
 Eu a abraço pela cintura. Minha mão livre deslizando pelas suas costas nuas. Eu poderia ficar ali para sempre, com seu corpo quentinho em cima de mim. Sua pele é deliciosamente macia, seu corpo é extremamente cheiroso.
 Ela me beija mais uma vez, e eu a beijo com intensidade. Uma despedida.
 - Obrigada pela companhia maravilhosa.
 - Não há de quê. - Roni sorri. - Infelizmente, precisamos sair daqui.
 - Sim, meus amigos devem estar me esperando. Amanhã tenho que viajar de volta para casa.

 Roni se levanta, e me ajuda a levantar, me puxando de leve. Pegamos nossas roupas espalhadas pelo escritório e nos vestimos rapidamente e em silêncio.
 - Então quando voltar a Seattle, não exite em vir ao pub.
 - Melhor pub de Seattle. - Sorrio, e Roni ri.
 - A gente se vê. - Diz Roni, ainda sorrindo.
 - A gente se vê. - Retribuo, lhe dando um último selinho e saindo pela porta.

 Entro novamente no pub, e meus amigos estão sentados e surpreendentemente controlados. Todos estão me esperando, mas não me perguntam onde eu estava, pois ficou óbvio demais quando Roni entrou no bar. E eu não me importei.
 Eu não sabia quando voltaria a vê-la, mas isso era certo. Eu a veria de novo.
 E esse foi o fechamento perfeito da melhor viagem que já fiz na vida.



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