História O Batman no ponto de vista de Bruce Wayne - Capítulo 3


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Categorias Batman
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Dr. Thomas Wayne, Martha Wayne, Personagens Originais
Tags Alfred, Batman, Bruce, Coringa, Gotham, Wayne
Exibições 9
Palavras 535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Lembranças


 E ali estava eu, preso em um lugar que muitos nem sabiam que existiam, não tinha mais conhecimento do que eu estava passando, nem eu sabia na verdade. Não sabia em que data estava, não sabia qual era o dia da semana muuto menos o mês, as vezes me levavam para fora, Ra’s me chamava, para treinar, ele me encinou muita coisa, à como lidar com a  dor, disse que quanto mais você tenta vence-la mais ela se alimenta de você, que o único jeito se vence-la é simplesmente não ligar, não se importar. Já com o ódio, disse que o tratava de maneira repulsiva, que o ódio move muita gente e é um excelente combustível, principalmente para chegar a paz.

 Ele me ensinou a lutar, vários tipos de luta, algumas que eu nem conhecia, me ensinou como os criminosos pensam e como eu deveria pensar, me deu uma nova interpretação do mundo ao próprio mundo, comecei a ver como as coisas funcionam e porque elas tem que funcionar, algo incrível, você se sente bem e foi o que aconteceu comigo.

Passou muito tempo, ganhei mais maturidade para lidar com tudo que me assombra, as vezes passava muito tempo em minha cela, certa vez percebi que não estava sozinho, Olhei para o teto e vi um morcego, comecei a encara-lo, pensei em falar alguma coisa mas logo lembrei que era um morcego e não iria entender o que eu disse, mas eu o ecavarava, admiriva sua grande não sei o que, aquele morcego foi a prova que meu “tratamento” deu certo; quando eu era criança, estava brincando com meus pais na parte lateral da casa, era pique-esconde, minha mãe começou a contar e eu corri para me esconder dela, até que tropecei e caí em uma caverna, quando notei, fiz barulho suficiente para acordar muitos morcegos de seu sono, todos voavam sem uma direção, por mais que minha perna estivesse doendo, ficava em pé olhando e com medo, fiquei tão focado que não vi a gritaria que minha mãe estava fazendo, por um momento apenas as trevas me interessavam, até que vi um pedaço de corda e voltei à luz. Aquilo me marcou, penso nisso até hoje e isso sempre está na minha cabeça, principalmente naquele momento, eu olhava o morcego como se ele tivesse algum significado para mim, eu pensava que não, mas ele tinha.

 Era o fim do meu treinamento, Ra’s vivia dizendo que eu era o melhor diciplo da liga das Sombras, dizia que nos dois iríamos mudar o mundo juntos, fazendo do mesmo algo melhor.

Era minha finalização, tinha que realizar uma última ordem do meu mestre, mal sabia eu o problema que isso iria dar, a ordem era matar um homem, um homem que roubou uma galinha, um ladrão, me recusei a fazer isso, pois ele deveria ser entregue a justiça e julgado, eu não poderia fazer isso, seria algo pavoroso, então por causa disso nunca completei meu treinamento.

Fui jogado para fora, não tinha nada, não sabia para onde ir, andei por duas noites até achar uma aldeia, lá consegui um carro e fui para a cidade, a procura de um avião para me mandar de volta à Gotham 



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