História O bebê do Malfoy - Drarry - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Amor, Drarry, Harry Potter, Romance, Scorbus
Exibições 761
Palavras 2.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Saga, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Que? Sério? Segunda temporada depois de todo esse tempo? Que ridículo!
Bem, eu nunca deixei a fic por completo, eu tenho uma continuação do Scorbus dessa a todo vapor (ou quase isso), mas o desenrolar da história lá acabou me fazendo retornar a cá. Eu pensei em continuar essa Drarry lá mesmo, mas nao faria sentido pois muitos não acompanharam ela, mas acompanharam essa.
Mesmo aos que não voltarem a acompanhar, obrigada pelo carinho da primeira temporada.

Capítulo 27 - Segunda temporada - mansão Malfoy


Segunda Fase

 

Quase quatro anos depois...

 

Draco ajeitava os últimos detalhes na mala. Ia passar as férias na Toca com Harry e as crianças a pedido de Hermione, aproveitando o fato de que Alvo e Scorpius tinham sido liberados pelo colégio devido a gravidez do loirinho e que Rose e James estariam passando as férias escolares na casa dos avós.

Hermione, como Ministra da Magia, escalou seu amigo, chefe dos Aurores, para um período de férias. E, apesar de não existir mais uma ameaça do nível de Voldemort, os atentados eram frequentes e deviam ser evitados, o que preocupava Harry a níveis alarmantes.

“Pai!” O grito agudo de Pansy chamou a atenção de Draco, que largou a mala e desceu correndo as escadas da mansão dos Malfoy (que ele recuperou, junto com parte da sua herança num processo no Ministério, onde Hermione, já como Ministra designou que mesmo sendo deserdado, Malfoy não tem irmãos, então a herança é legalmente dele.).

“Narcisa, solta o cabelo da sua irmã agora.” Ele gritou, tentando abrir os dedos de Narcisa, que estavam fechados fortemente em volta dos cabelos de Pansy.

“Ela não quer brincar comigo.” Narcisa reclamou enquanto Draco a levava para o cantinho do castigo.

“Mas ela não é obrigada a brincar com você, pequena.” Draco explicou.

“Eu não quero sujar meu vestido.” Pansy disse, enquanto pedia para Draco a pegar no colo. Coisa que o loiro fez de imediato.

Narcisa cruzou os braços. “E eu vou ficar aqui?”

“Se você pedir desculpas a sua irmã, você pode sair.” Draco disse, colocando Pansy de volta ao chão.

A loirinha levantou o queixo com altivez de uma Malfoy, e esticou a mão à espera do pedido de desculpas da irmã.

“Eu não vou pedir desculpas a ela.” Narcisa disse, torcendo o nariz para o braço esticado da irmã.

“Então você vai ficar aí até a hora que eu decidi te tirar.” Draco disse, pegando na mão de Pansy. “Vou subir com a sua irmã e eu quero que você fique pensando no que fez.”

Narcisa se jogou no chão e começou a tirar o laçarote vermelho que Draco tinha colocado em seus cachinhos pretos.

“Narcisa Hermione Malfoy-Potter, não se atreva a fazer isso.” Draco disse, soltando a mão de Pansy e correndo para perto da outra que esfregava o vestido no chão.

“Mas eu não estou fazendo nada.” Narcisa respondeu, lançando longe o laçarote.

“Então meus olhos estão me enganando? É isso, Narcisa?” Draco perguntou, encarando firmemente a filha.

“Eu quero o meu pai.” A morena gritou antes de começar a chorar.

“Mas eu sou o seu pai.” Draco gritou com a garota.

“Eu quero o meu pai Harry, eu não quero você.” Narcisa disse, socando o chão como protesto.

Draco coçou a cabeça, bagunçando o seu engomado cabelo. “Eu quero o meu pai Harry, eu quero o meu pai Harry.” Ele repetiu, tentando levantar a filha do chão, mas Narcisa se jogou novamente. “Você só sabe repetir isso?”

“Ele não me deixa de castigo.”

“Claro que não. Você só faz pirraça quando está comigo.” Draco reclamou, exausto. “E quando ele chega do trabalho é só beijos e abraços. Não tem que dá comida, não tem que colocar no banho, não vê suas travessuras. Assim, até eu seria o melhor pai do mundo.”

“Mas a Pansy passa o dia inteiro sem ganhar um castigo.” Narcisa observou, suspirando repetidamente.

“Mas Pansy se comporta. É você que está sempre a puxar o cabelo dela.”

“Ela é chata. ‘Pan, vamos brincar na lama? Não, papai Dray disse que não podemos sujar o vestido.’ ‘Pan, vamos pular do sofá? Não, papai Dray disse que não podemos bagunçar o penteado.’ Sempre a mesma chatice.”

“Já que você quer uma aventura, que tal irmos lá para cima e vocês duas me ajudam a arrumar a mala?” Draco perguntou, tentando empolgar a filha de espirito aventureiro.

“Ótima ideia, papai.” Pansy exclamou, empolgada. “Assim não nos sujaríamos e brincaríamos ao mesmo tempo.”

“E você, Narcisa?” Draco perguntou esperançoso.

“Não, eu só saio daqui quando o papai Harry chegar, e ele que vai arrumar o meu cabelo.” A moreninha resistiu.

“Quer saber, eu desisto. Vocês irão com o pai de vocês para a Toca e eu ficarei aqui.” Draco disse, triste com o comportamento da filha.

“Não pai, eu quero que você vá.” Pansy disse, abraçando Draco, que pegou a filha no colo e a levou para o segundo andar da mansão com ele. 

“Narcisa tem os padrinhos dela lá, tia Hermione e tio Ron. Eu não terei ninguém. Sempre que nós vamos, só Narcisa é paparicada. Você sabe pai, você sabe.” Insistiu a loirinha, tentando persuadir o pai.

“Mas seu pai Harry estará lá com você e seus irmãos, Al e Scorp. E Hermione também gosta muito de você.” Draco explicou, ajeitando o laçarote verde que havia colocado nos platinados cabelos da filha.

“Mas tia Hermione também prefere Narcisa, e tio Ron sempre cochicha algo sobre você quando olha para mim. E meus irmãos só dão atenção para o bebê na barriga do Scorp.”

“Você é muito esperta para uma menina de três anos.” Draco observou, vendo a desenvoltura da filha.

“Quase quatro, papai. E eu sou uma Malfoy, e nós, Malfoy, sempre estamos à frente em relação a outras pessoas. A única diferença é que eu sou a primeira Malfoy que não possui sangue puro.” 

Draco sorriu. Se via tanto na filha Pansy. “Você e sua irmã são as primeiras Malfoy a não terem sangue puro.”

“Às vezes eu acho que Narcisa não tem o sangue de um Malfoy correndo nas veias.” Pansy exclamou quando Draco a sentou na cama.

“Mas tem, e ela é sua irmã e eu não gosto dessa rivalidade entre vocês duas.”

“Desculpa, pai.” Pansy disse, abaixando a cabeça.

Draco suspirou. “Eu vou tentar convencer seu outro pai a deixar você ficar comigo, está bem?”

Pansy sorriu e Draco se apaixonou pelo sorriso pequeno e brilhante da filha, sorriso que realçava suas bochechas e faziam seus olhos azuis acinzentados brilharem em meio a sua branca e pálida pele.

*xyz*

Harry parecia não querer conversar enquanto socava as roupas de Draco e Pansy dentro de uma mala transfigurada. Seu semblante estava cansado. O menino que sobreviveu tinha passado o dia orientando seu substituto que o cobriria nas férias, tudo que ele queria naquele momento era dormir, mas dormir era tudo o que a sua família não o permitia fazer.

A pequena Narcisa estava agarrada a perna de Harry. Seus cabelos estavam soltos, o moreno não os quis pentear, sempre achou mais bonita a filha com os cachinhos pretos soltos ao vento. Já Pansy, diferentemente de Narcisa, não ligou muito quando o pai chegou do trabalho, ao contrário, subiu no colo de Draco e ali ficou. Depois começou um choro silencio quando Harry a proibiu de ficar em casa com Draco.

“Eu não quero essa rivalidade nem entre as meninas nem entre você e Narcisa, Draco.” Harry murmurou irritado. “Cadê Alvo, Scorpius e o amigo dele?”

O loiro deu de ombros e começou a embalar Pansy para acalma-la. “Eles já foram para a Toca pela passagem de Flu e eu não vou para lá, Potter.” Draco murmurou no mesmo tom de irritação.

“Você vai para a Toca sim, Draco. Essa discursão não está em pauta.” Harry disse, parando para respirar e ajeitando os óculos em seu rosto.

“Você não pode me obrigar a ir. Droga!” Draco gritou e o choro de Pansy se tornou mais audível.

“Não grita com o meu pai!” Narcisa disse para Draco. “Ele não está gritando com você.” A moreninha rosnou.

Draco levantou a sobrancelha para a filha. “Quantas vezes eu já não lhe disse que não é para se intrometer na conversa de adultos?”

“Eu só não gosto quando você grita com o meu pai.” Narcisa disse de mau humor.

“Eu também não gosto quando você grita com o meu pai Harry.” Pansy choramingou, ainda deitada com a cabeça no ombro de Draco.

“Vem comigo, um minuto só.” Harry pediu. “Deixe Pansy com Narcisa.”

Draco deixou Pansy em sua cama e uma Narcisa marrenta em pé o encarando e seguiu com Harry para o jardim.

“Fala para mim, o que está acontecendo para você não querer ir para a Toca? E não me diga que foi Narcisa pois eu sei o que ela apronta e sei que isso é muito pouco para o seu ego Malfoy de ser.” Harry disse, acariciando a cabeça do loiro que repousava sobre seu ombro.

“Eu não gosto dos Weasley.” Draco mentiu, apertando o corpo de Harry contra o seu.

“Talvez do Ron você realmente não goste, Ron também não facilita em nada essa aproximação.” Harry disse, meneando a cabeça.

“Viu, entende porque eu quero ficar?” Draco disse com um semblante inocente.

“Eu ainda não terminei.” Harry disse. “Ron também não facilita em nada essa aproximação, mas vocês dois parecem gostar dessa relação. Vocês possuem uma competição saudável, tanto que até Hermione já não liga tanto para as brigas que vocês tem de um em um minuto.”

Draco expirou no peito de Harry e não deteve um sorriso sadio.

“Talvez você esteja com medo de Gina.” Harry disse, sussurrando de um modo sexy no ouvido de Draco.

O loiro cravou as unhas nas costas do outro que gemeu.

“O fato dela estar grávida e viúva me deixa assustado.” Draco disse, beijando a orelha de Harry.

“Collin morreu a três semanas, você acha que ela partiria para o ataque com tanta rapidez?” Harry perguntou, retribuindo o prazer com uma lambida na orelha do seu companheiro.

“Eu não confio naquela Weasley, Harry. Ainda mais sabendo que ela já foi casada com você.” Draco disse, desviando o olhar enciumado, preocupado e triste para uma das flores do seu jardim.

O loiro já estava prestes a dar um passo para trás quando Harry fechou a mão e segurou com força o seu membro. “Mas ela não tem isso e é disso que eu gosto.”

Draco não teve tempo para raciocinar e compreender o que estava acontecendo. Harry lançou um feitiço sobre o chão e as gramíneas ficaram macias e convidativas para um sexo ao ar livre.

“Harry, as meninas podem aparecer aqui a qualquer momento, até parece que você não conhece suas filhas.” Draco indagou.

Ele queria fazer o que estava prestes a acontecer. Harry já o vinha pedindo a muito tempo e ele sempre se esquivava do garoto, mas hoje não teria jeito.

O moreno estava sexy, seu cabelo comprido e cheio e seus lábios vermelhos indicavam que Draco não teria escapatória. 

Harry lançou um feitiço silenciador seguido de um feitiço de invisibilidade, o mesmo que Hermione usou quando os caçadores sentiram o cheiro do seu perfume.

O moreno se ajoelhou de frente ao seu amado e tirou de dentro de cueca do loiro um membro querendo enrijecer. Harry sorriu, e colocou o pênis meio mole todo na boca, fazendo Draco arfar de prazer.

O loiro sempre ficava enlouquecido com a visão do moreno o engolido por inteiro.

Harry tinha essa mania e esse estranho prazer em torturar o outro com a boca. Ele o tirou de dentro por alguns segundos só para observar o já duro pênis de Draco e voltou a engoli-lo por inteiro.

“Seu guloso.” Draco sussurrou por entre um gemido.

Pode sentir Harry rir com o boca cheia.

O moreno se levantou e beijou a boca de Draco de um jeito manhoso, meio pidão.

Draco o deitou na grama macia e invadiu a boca do moreno com vontade.

Harry já estava entregue, revirava os olhos a medida que o outro distribuía beijos e mordidas pelo seu pescoço.

“Você realmente acha que suas filhas não vão se matar nesse meio tempo?” Draco perguntou, enquanto invadia a bermuda de Harry a procura do membro do outro.

“Malfoy e Potter quando querem conseguem se unir por um bem comum e eu sei que elas amam nos ver juntos.” Harry disse, suspendendo o corpo para facilitar a retirada da sua bermuda.

Draco distribuiu beijos pela barriga peluda do seu amado, o sentindo contrair ao toque de seus lábios.

Sua boca alcançou um de seus passatempos prediletos, mas não se demorou muito ali. Não era isso que ele queria naquele momento, não era isso que Harry queria naquele momento.

Uma breve chupada e sua língua deslizou até localizar um chamativo e piscante anus. Draco encostou a língua e o moreno uivou de prazer, o mesmo prazer que ele sentia.

As mãos de Harry se emaranharam nos lisos fios de cabelo do loiro e pressionaram sua cabeça no meio de suas pernas, quase o sufocando.

“Eu quero, Draco.” Os lábios de Harry sussurraram.

Draco sacudiu a varinha e um lubrificante veio em sua direção. O espremeu no dedo indicador e rodeou o ânus do moreno.

Harry reclamou um pouco de dor, estava a tempo sem levar dedadas do seu amado.

Draco lubrificou um pouco mais e Harry engoliu o dedo dele.

Esse procedimento se repetiu até Draco conseguir penetrar os três dedos no outro.

Harry se masturbava, suas pernas estavam sobre os ombros de Draco e sua boca só arfava.

Draco posicionou seu corpo sobre o corpo de Harry e começou a penetra-lo calmamente. Apesar dos protestos de Harry o pedindo para parar, o loiro foi colocando centímetro a centímetro dentro do outro.

“Ainda quer que eu tire?” Draco perguntou, parado em cima do outro, se acostumando com a pressão que o ânus recém desvirginado de Harry fazia em seu pênis.

O moreno meneou a cabeça negando, e movimentou o quadril enquanto seus agíeis dedos ainda masturbavam a si próprio.

Draco começou a se movimentar, entrando e saindo de dentro do seu amado que urrava a cada estocada que recebia.

Draco gozou minutos depois de Harry.

Seu corpo caiu sobre a grama macia pelo feitiço e Draco suspirou aliviado por ter conseguido concretizar a transa, pois minutos depois duas cabecinhas, uma delas com laçarote verde, apareceu no jardim, olhando para todos os lados.

Draco cutucou Harry para mostrar as pequenas de mãos dadas chamando por eles.

Harry não teve muito tempo para desfrutar da sua primeira vez. Levou os dedos ao ânus apenas para apreciar o estrago que o outro tinha feito, arrebentando suas pregas, que por sinal, ainda doía. Depois movimentou a varinha limpando a si e a Draco.

Os dois se vestiram rapidamente e Harry ainda tomou os lábios do loiro por mais uns instantes.

“Ainda duvida que eu possa te trocar pela Ginevra?” Ele perguntou, manhoso.

“E como ela vai desfrutar desse rabo maravilhoso?” Draco perguntou.

Harry balançou a bunda como um cachorrinho quando Draco lhe deu um palmada.

Ambos riram e já estavam extasiados, prontos para partirem para um segundo round quando vozes os trouxeram para a realidade.

“Ciça, eu acho que eles não estão aqui.” Pansy disse com o semblante amedrontado, de costas para eles. “Acho melhor voltarmos, se eles souberem que estamos aqui podem até brigar com a gente.”

Narcisa revirou os olhos. “Eu os vi pela janela. Mas depois eles sumiram.” A moreninha disse, coçando a cabeça confusa. “E não se preocupe, Pan, eu tenho uma varinha, e não deve ser difícil usar.”

“Mas essa varinha é de brinquedo, papai já disse isso milhões de vezes.” Pansy disse, ainda com medo, se escondendo atrás da irmã.

“Essa não, essa é do papai Dray, ele esqueceu no quarto.” Narcisa disse, apontando a varinha para frente.

Harry e Draco que observavam até onde as meninas podiam ir, ficaram assustados quando a pequena disse que a varinha era verdadeira.

O moreno desfez o feitiço que os protegia e Draco tomou rapidamente a varinha das mãos da filha, o que fez Pansy dá um pulo para trás, completamente assustada.

“Onde vocês estavam?” Narcisa perguntou, sem se abalar por ter feito coisa errada.

Draco apontou para um lado e Harry para o outro.

“Vocês brigaram e estava cada um em um lado?” Pansy perguntou confusa.

“Olha, não troquem de assunto. Quantas vezes eu já disse para vocês para não pegarem nossas varinhas?” Draco brigou, mostrando a varinha dele que estava em posse de Narcisa.

“Eu não sabia que ela tinha feito isso, pai.” Pansy se esquivou, fazendo uma coisa que ela raramente fazia que era pedir o colo de Harry.

“Eu precisava me defender.” Narcisa respondeu, fixando seus olhos nos olhos de Draco.

“E o que uma menina de três anos ia fazer com uma varinha para se defender?”

“Eu tenho quase quatro anos.” Narcisa respondeu.

“Mesmo que tivesse oito, eu não quero nenhuma das duas brincando com uma varinha de verdade, é perigoso, não é, Harry?” Draco disse.

“Oh, sim, muito perigoso. Quando vocês fizerem onze anos terão suas próprias varinhas.” O moreno disse, tentando entusiasmar as meninas.

“Não vejo a hora disso acontecer.” Narcisa disse, revirando os olhos.

“Eu quero uma varinha branca igual a de Scorp.” Pansy disse animada ao se lembrar da varinha de 28 centímetros, meio flexível feita a partir de chifre de unicórnio. Uma varinha rara e totalmente invejável.

“Mas saiba que é a varinha que escolhe você e não você que escolhe a varinha.” Harry disse, ao ver o sorriso bobo da filha.

“Então eu vou torcer para que uma dessas me escolha.” Pansy disse, ainda animada.

“Venha, vamos entrar.” Draco disse, pegando Narcisa no colo. “Temos que ir para a Toca antes de meia noite e rezarmos para que o irmão de vocês não tenham se matado nesse meio tempo.” O loiro disse.

Harry segurou Pansy com um braço só e entrelaçou sua mão a de Draco, enquanto entravam na Mansão.  


Notas Finais


Sim, quando eu disse que ia continuar, postei um capítulo quase idêntico a esse, eu realmente só fiz algumas modificações.
O próximo?
No máximo em 15 dias.
Beijos de cajá!


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