História O bebê do Malfoy - Drarry - Capítulo 28


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Amor, Drarry, Harry Potter, Romance, Scorbus
Exibições 595
Palavras 1.419
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Saga, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Obrigada pelo carinho que eu recebi no meu retorno. Algumas cabecinhas eu esperava, outras não. Fico feliz por isso.
Beijinhos de leite condensado sem leite ninho.

Capítulo 28 - Profeta Diário


O sol despertou todos na Toca na manhã seguinte e Harry se despreguiçou com um sorriso no rosto. Sorriso de quem tinha tido uma das melhores noites de sua vida. Esticou os braços e não sentiu seu companheiro ao seu lado na cama o que estranhou rapidamente pois Draco sempre era o último a levantar. Sua preguiça aliada ao seu sono infinito era uma coisa que Harry sempre quis saber como funcionava.

 O moreno vestiu uma camisa e uma calça e saiu do quarto para procura-lo.

 “Bom dia, senhora Ministra.” Harry brincou com Hermione enquanto a menina passava carregando Narcisa no colo.

“Bom dia, senhor auror chefe de férias.” Hermione respondeu no mesmo tom bom humorado. “Pansy ainda está dormindo e Draco está lá fora com os meninos. Bem, ele está acordado e Scorpius e Alvo ainda não se mataram, então isso é uma boa notícia. Ele recebeu uma encomenda de poções ressuscitadora de plantas que encomendou com Neville e está empenhado fazendo-as e os meninos estão o ajudando, com exceção de Alvo que está do outro lado do jardim jogando bola com Hugo. Eu tentei acordar Pansy, mas você sabe, ela é a cópia fiel de Draco até na hora do sono.”

“Hermione, não importa quantos anos se passem, você sempre adivinha o que eu vou perguntar.” Harry disse, depositando um beijo na testa da filha sonolenta no colo de Hermione.

“Oh, Harry, o seu modo de pensar que é meio óbvio demais.” A castanha disse, descendo os degraus.

“O de todos para você é óbvio demais.” Harry disse, acompanhando Hermione até o primeiro piso.

Jorge estava sentado na janela, tomando uma xícara de café com o Profeta Diário em mãos.

“Ron, eu mandei você ajudar Draco no jardim, por que não foi?” Hermione perguntou para Ron, que enfiava um torrada com ovos mexidos na boca.

Ele fez um gesto com as mãos, e Hermione colocou Narcisa numa cadeira. “Madrinha vai fazer seu mingau.”

“Oh, não se preocupe, Hermione.” Senhora Weasley surgiu com uma bandeja em mãos. “Eu já preparei o café da manhã dela e da irmã dela.”

“Da mini Malfoy?” Rony perguntou fazendo uma careta.

“Ronald Weasley, responda o que eu perguntei, por que não está ajudando Draco com as crianças no jardim?” Hermione perguntou, dando a tigela de mingau para Harry.

“Malfoy consegue se virar muito bem com todos eles sem a minha ajuda.” Ron respondeu, enchendo a boca com mais torradas e ovos.

“Você não tem jeito, Ron.” Hermione disse, enquanto colocava um pouco de geleia de ameixa nas torradas.

Harry ouvia tudo com um sorriso bobo no rosto. Narcisa comia todo o mingau de aveias com bluberry que Molly tinha feito com tanto carinho.

“Pessoal, pessoal!” Jorge exclamou, deixando a xícara apoiada na janela, chamando a atenção de todos à mesa. “Vejam essa notícia no Profeta Diário.”

Jorge entregou o jornal nas mãos de Hermione e todos as cabeças se viraram para a garota que arregalou os olhos ao ver uma pequena manchete no fim da página.

“Oh, por Merlin! O Ministério está sendo ameaçado.” Ela disse horrorizada, entregando o jornal para o menino da cicatriz.

“Ameaças são pichadas nas proximidades do Ministério bruxo.”

Depois da campanha de sucesso que a primeira Ministra mulher do Ministério da Magia, Hermione Jean Weasley, fez para aderir a confiança dos que votaram nela para ocupar o cargo máximo usando o nosso herói, o menino que sobreviveu, Harry Potter, auror chefe, parece que a gangue procurada a alguns meses voltou a atacar. Nesta manhã, foram fotografadas pichações de ameaças ao lado do prédio subterrâneo.

As pessoas, principalmente as que moram nas proximidades, estão assustadas. Uma família bruxa foi encontrada morta. Pai, mãe e tia do jogador de Quadribol, Estelo Patonga, acordaram em meio a labaredas que tomavam conta da casa e quando saíram em busca de socorro, foram mortos pela maldição Imperdoável. O jogador que chegaria hoje com sua equipe, depois de uma vitória no campeonato europeu, ficou desolado. Outras famílias também temem represálias.

“Hermione...” Harry disse, assustado com o que acabara de ler. Aquilo aconteceu bem debaixo do seu nariz. “Hermione, você foi comunicada?”

“Não!” A garota gritou, indignada, e Narcisa arregalou os olhinhos assustada. “Ninguém me avisou nada, nenhum bip, nenhuma coruja. Como não avisam a Ministra da Magia sobre algo desse porte. Pessoas mortas, Harry, mortas.”

“Eu sei, eu também não fui comunicado.” Harry disse, dando a tigela de mingau para a Rony. “Sei que estou de férias, mas isso é muito grande para simplesmente me ignorarem.”

**

“Tomem cuidado, queridos.” Senhora Weasley disse enquanto Hermione subia na vassoura atrás de Harry.

“Tomaremos.” A castanha respondeu quando a vassoura foi ganhando altura.

Draco entrou correndo dentro de casa quando viu Hermione no alto da vassoura com Harry.

“Para onde eles foram?” Draco perguntou confuso. “Harry me disse que só iria resolver algumas coisas depois do almoço.”

Draco viu Pansy aparecer na escada coçando os olhinhos, ainda sonolenta e correu para pegá-la.

“Uma família foi morta.” Jorge disse para Draco. “Capa do Profeta Diário.”

“Morta?” A voz não era de Draco e sim de Gina que vinha descendo as escadas com suas pesadas olheiras e sua barriga de um mês e meio de gestação despontando.

“E eles ficaram sabendo pelo jornal? Ninguém os informou sobre o assunto? Ela é a Ministra e ele o auror chefe, eles tinham que ser informados.” Draco protestou, quase errando o último degrau.

“Malfoy, eles já estão indo.” Rony disse, dando o mingau de Narcisa.

“Eu concordo com Malfoy, é um absurdo ninguém ter comunicado a morte de uma família. Isso é incompetência. Posso confirmar para vocês que eles terão a cara de pau e falar que tentaram se comunicar e não conseguiram.” Gina disse, se sentando perto do irmão Rony, comendo uma fatia de torta de melado. “Logo a família do Patonga. Bem, tivemos um pequeno desentendimento quando eu jogava no time das Harpias de Holyhead, mas nada que me levasse a odiá-lo, sabe?”

“E como sabe que é a do Patonga?” Draco a questionou, vendo que ninguém tinha citado o nome de nenhum envolvido.

“Eu deduzi, bem, a família dele tinha sido ameaçada a uma semana atrás. Saiu na coluna de esportes.” Ela explicou, se embolando um pouco no meio da frase.

“Eu não leio a coluna de esportes.” Draco respondeu, dando de ombros e sentando a loirinha para lhe dar o mingau.

“Eu me lembro dessa briga, estava recém casado com Hermione, mas pelo que eu me lembro, não foi uma pequena briga como você está dizendo. Vocês chegaram a duelar com varinhas e detidos por alguns dias.” Rony lembrou, fazendo a irmã corar.

“Bem, mesmo assim não tenho motivos para odiá-lo.” Ela disse, se servindo de outro pedaço de torta. “E uma família, isso é um absurdo. Eu quero que prendam quem está fazendo isso, até para eu mesma me sentir mais segura, estou gravida.”

“Vamos trocar de assunto, até porque as meninas estão aqui e eu não as quero expostas a esses assuntos.” Molly pediu.

“Tem coruja chegando.” Jorge informou sentado da janela. “E pelo emblema parece ser do Ministério.”

 “Hermione ou Harry?” Rony perguntou, apreensivo também.

Mas a coruja parou perto de Draco e a loiro desamarrou a carta de sua pata.

Ele ofereceu um pedaço de torta de melado, mas a coruja virou a cara e levantou voo.

Draco abriu a carta e viu que estava direcionada a Harry.

Todos olhavam para ele com curiosidade quando o loiro abriu e fechou a carta.

“Uma carta avisando sobre o ocorrido. Mas é estranho, está endereçada com a data de ontem.”

“Oh, querido!” Senhora Weasley disse, dando mingau para Pansy depois que a garotinha desastrosamente deixou cair uma boa quantidade no seu pijama. “Você acha que ela pode ter sido interceptada no caminho?”

“Existe uma grande possibilidade disso ter acontecido.” Draco avisou, pensativo.

Seus pensamentos não puderam perpetuar até achar a peça que faltava pois, assim que Gina se levantou, Alvo e Scorpius adentraram a sala apressadamente.

“Mãe,” o moreninho chamou Gina. “Para onde papai foi com tia Hermione?”

“Problemas no Ministério.” A ruiva respondeu, chamando o filho para perto dela com um leve abrir e fechar de mãos.

“E grave para terem saído tão rápido.” Scorpius comentou, o que fez Draco olha-lo furiosamente.

“Você não deveria estar repousando?” Draco perguntou, ignorando as palavras do filho. “Suba agora e coloque as pernas para o alto, estão muito inchadas.”

Draco observou Scorpius abaixar a cabeça e murmurar. “Vou chamar Olin para me fazer companhia no quarto.”


Notas Finais


Confusões?
Sim, confusões!


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