História O bebê do Malfoy - Drarry - Capítulo 29


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Amor, Drarry, Harry Potter, Romance, Scorbus
Exibições 527
Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Saga, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ei, só de ler Gina já sabemos que não é algo bom.

Capítulo 29 - O fator Ginevra


Já estava anoitecendo quando Harry havia se jogado no sofá com um copo de firewhisky enquanto Hermione passava lentamente algumas folhas na mão, as retirando de dentro de uma pasta. Pansy, sua pequena loirinha, se distraia com os dedos de Lily enquanto Narcisa tentava, de modo falho, pentear os cabelos ruivos da irmã mais velha que a repreendia a cada puxão de cabelo.

“Harry, deve ter alguma coisa errada.” Hermione murmurou. Sua expressão abatida, a testa franzida e uma sobrancelha levantada na direção de Lily que havia acabado de reclamar novamente do puxão de cabelo recebido da irmã mais nova. “Não temos nenhuma pista de quem esteja fazendo essas ameaças. Como pode?”

Ele engoliu lentamente a bebida, sentindo-a queimar sua garganta. “Eu não sei, Hermione. É estranho e humilhante para mim como auror chefe. Eu sei que deveríamos mergulhar de cabeça nesse caso, mas são tantos problemas. Só o fato do meu enteado estar grávido do meu filho já me ocupa muito tempo.”

“Eu estava pensando, talvez seja alguém do Ministério querendo o meu lugar.” Ela respirou fundo e encostou as costas no sofá. “Você sabe, desde que eu virei Ministra, muitos rostos se viraram para mim.”

“Mas alguém ali dentro teria coragem de matar uma família?” Harry perguntou, mesmo já sabendo da resposta. “Hermione, eu mandei uma equipe de aurores para as redondezas, para investigar o caso, procurar pistas, vê se alguém sabe algo sobre isso e possa dar informações. Precisamos começar por algum lugar.”

“Do que estão falando?” Gina perguntou, descendo de mãos dadas com Hugo, seu sobrinho.

Harry se levantou, encarando a ex mulher. “Problemas no Ministério.”

“Ainda sobre o caso do Patonga?” Ela perguntou, soltando a mão de Hugo que correu para os braços de Hermione, sua mãe, que prontamente o cobriu de beijos.

“Não o resolvemos ainda.” Harry respondeu nervoso, fitando o alto das escadas a procura de Draco. “Você sabe, temos que juntar pistas primeiro.”

“Tanto tempo casada com um auror, como eu ia esquecer?” Gina disse, se aproximando de Harry. “Ai!”

Harry a segurou, pouco antes da ruiva alcançar o chão. “O que aconteceu?” Perguntou preocupado.

“Não sei, fiquei tonta de repente, me senti fraca.” Gina murmurou, apoiando a cabeça no ombro do moreno. “Estou me sentindo tão mal esses dias.”

“Acalme-se! Isso não fará bem ao bebê, essa sua fraqueza.” Harry disse, segurando a mulher com delicadeza.

“A janta está pronta. Lily, suba para chamar... os meninos.” Draco anunciou, suas palavras falhando ao vislumbrar seu marido abraçado a ex mulher. “Harry?”

“Draco?” Harry perguntou, ajudando Gina a se sentar no sofá. “Bem, eu estava ajudando Gina, ela... ela quase caiu no chão, se sentiu fraca.”

“Venham com papai.” Draco chamou as gêmeas que ficaram solitárias depois que Lily subiu para chamar os irmãos, ignorando uma explicação desnecessária de Harry. “Vamos lavar as mãos para jantar.”

“Papai não vai lavar a mão?” Pansy perguntou, seguindo o pai Draco.

“É, você sempre faz papai Harry lavar as mãos antes de jantar.” Narcisa observou, sorrindo quando percebeu que Harry as seguia eles em direção ao banheiro.

“Ei, amor.” Harry chamou enquanto Draco matinha as mãos de Pansy em baixo da torneira para tirar o sabão. “Ela ia cair. Pergunte as nossas filhas, elas viram.”

“Eu não acredito que você vai ter coragem de colocar as nossas filhas no meio disso tudo.” Draco perguntou encarando Harry.

“Então pergunte a Hermione, ela estava lá, ela viu.” Harry insistiu.

“Não, Potter, eu não vou perguntar nada a ninguém, eu sequer pedi uma explicação sobre o caso.” Draco disse, entregando Pansy a Harry para ele secar as mãos da filha, coisa que ele sempre fazia quando estavam em casa.

“Pai, você chamou papai Harry de Potter.” Pansy percebeu, os fios loiros caindo sobre os olhos.

“E você só chama papai Harry de Potter quando fica bravo com ele.” Narcisa disse, tristonha.

“Eu não estou bravo com o pai de vocês.” Draco esclareceu, dando Narcisa para Harry secar as mãos da filha. “Por que minhas pequenas não vão indo para a mesa? Avisem que nós já estamos indo e que eles podem começar a jantar sem a gente.”

Narcisa, que estava no colo de Harry, deu um beijo no pai antes de ir para o chão, correndo atrás de Pansy que tinha disparado na frente.

“Ei... Anjo?” Harry chamou o loiro, que estava triste, lavando as próprias mãos. “Olha para mim. Eu estou falando a verdade, ela estava fraca e...”

“Harry, eu não critiquei você por tê-la ajudado, critiquei?” Draco perguntou, mostrando estar insatisfeito sim com a situação, mesmo falando o contrário. “Eu sei que ela vai ficar fraca umas quinhentas vezes esse mês para se jogar em cima de você. A culpa não é sua, é dela e é ela que me incomoda.”

“Dray, tenta entender o lado dela. Ela está grávida, Collin morreu a menos de um mês. Imagina se fosse você?” Perguntou quando Draco ignorou seus olhos.

“Você acha mesmo que eu iria procurar Astória ou um dos meus antigos clientes se isso acontecesse comigo?”

“Não, quer dizer, nunca sabemos o que podemos fazer num momento de fragilidade.”

Draco voltou a olhar nos olhos de Harry, dessa vez, uma sobrancelha estava levantada encarando o garoto. “Você acha que eu seria capaz de me jogar em cima das pessoas, essa baixaria que sua ex está fazendo?”

“Não, Dray, não distorça as minhas palavras.” Harry pediu, segurando as mãos do loiro as suas. “Só te peço para ter paciência com ela. Ela confia em mim e eu gostaria que você fizesse o mesmo.”

“Eu vou ter paciência, Harry, mas saiba que essa terá um limite e saiba também que quando esse limite chegar eu vou voar no pescoço dela.” O loiro avisou, simulando apertar o pescoço de Harry antes de descansar a cabeça no seu ombro. “E o caso do Ministério, a quantas anda?”

“Hermione e eu estamos preocupados. Não temos nenhuma pista sobre nada, nem um fio de cabelo, digital, nenhum lugar de partida, só a coruja interceptada, mas corujas não falam. Eu mandei alguns aurores para lá, para vigiar o local, mas eu sei que eles não atacarão lá novamente.”

“E você não recebeu nenhuma ameaça? Nem Hermione?”

“Nada. Quer dizer, Hermione diz que muitos lá dentro não gostam dela por ela ser Ministra, mas não podemos sentar todos e interrogar sem provas.”

“Mas Harry, uma família morreu.”

“Eu sei, Draco.” Harry suspirou. “Imagine que possa ter sido coisa de ex-comensal? Iam rapidamente desconfiar de você, afinal você é um ex-comensal. Você acharia certo te interrogarem por isso?”

“Se fosse necessário...” Draco respondeu.

“Não, Draco, não seria certo.” Harry disse, tristonho.

Harry ia começar a explicar para Draco porque aquilo não era certo, mas foi interrompido por alguém que batia na porta. 

“Filhos, vocês estão bem?” A voz de Molly apareceu de forma curiosa do outro lado da porta.

“Estamos bem, senhora Wealey.” Draco respondeu. “Já estamos indo.”

“Estamos esperando vocês, não demorem.” Molly anunciou, seus passos se afastando em seguida.

“Melhor irmos, Harry, depois conversamos melhor sobre isso.”

Harry aquiesceu.


Notas Finais


Odeio essa vermelha insossa.


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