História O bebê do Malfoy - Drarry - Capítulo 30


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Amor, Drarry, Harry Potter, Romance, Scorbus
Exibições 917
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Saga, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Triste esse...

Capítulo 30 - Explosão


Draco já tinha se revirado naquela cama umas quinhentas vezes. Uma pequena moreninha reclamou no meio da noite de ter tido um pesadelo e Harry a acolheu no meio deles. Para Harry era fácil dormir com pouco espaço, afinal, cresceu dentro de um armário de vassouras. Já para Draco, dividir uma cama era um desafio, dividir com o acréscimo de uma criança era pior ainda.

Cedeu, aquilo era missão impossível. Se enrolou no roupão de Harry e desceu até o andar de baixo. Lembrou da cadeira de balanço dos Weasley, e mesmo tendo a odiado num primeiro instante, agora ela parecia ser bem convidativa.

Se acomodou ali, balançando seu corpo para frente e para trás bem lentamente. Seus olhos já estavam pesando e o sono começou a abraça-lo como uma nuvem macia de algodão. Mas Draco tinha o sono muito leve, onde até um simples vento era capaz de o deixar alerta. O problema era que se fosse um vento que o tivesse despertado ele só teria fechado os olhos novamente para outra tentativa, porém, o que o acordou realmente foram passos correndo em sua direção, junto deles tinha um corpo magro que ostentava uma vasta cabeleira ruiva.

Ele se levantou rapidamente, seus olhos fitando Gina, que corria em direção a casa, sempre olhando para trás, como se alguém a tivesse seguindo.

Draco estreitou os olhos para tentar mirar e tentar enxergar alguém, entretanto, a escuridão que se abatia por entre os arvoredos impedia que ele enxergasse até um gigante se esse estivesse escondido ali.

“Draco?” A mulher perguntou, tentando inspirar e expirar profundamente para acalmar a respiração. “O que faz aqui a essa hora?”

“Eu faço a mesma pergunta, Weasley.” Draco indagou, cruzando os braços e levantando a sobrancelha, já desconfiando de qualquer palavra que a outra viesse a dizer. “No meio do arvoredo a essa hora, e ainda volta correndo como se estivesse fugindo de algo ou alguém.”

Gina encarou os olhos de Draco por alguns segundos. Sua expressão era nula. Mas foram somente alguns segundos mesmos, pois em seguida, ela se jogou na cadeira de balanço e começou a abanar o rosto com as próprias mãos rapidamente, no mesmo ritmo com que se balançava. Seus olhos se encheram de água e suas palavras falharam com o crescente choro.

“Draco, eu... não sei. Senti que alguém me seguia lá e vim correndo para casa o mais rápido que... que eu pude.”

Draco sacou a varinha, ficando atento a qualquer barulho a sua volta. “O que você estava fazendo no arvoredo, Weasley?” Ele insistiu, já que a ruiva havia ignorado essa pergunta.

“Eu estou grávida, você sabe, e senti desejo de comer as maçãs do vilarejo vizinho, então eu fui lá e...”

“Cadê as maçãs?” Draco a interrompeu. Gina não o convencia, e a voz irritante dela não a ajudava em nada.

“Eu...” Ela olhou para as próprias mãos. “Eu não as peguei, você sabe, corri.”

“Não, Weasley, eu não sei de nada.” Ele afirmou.

Olhou rapidamente para o lado quando ouviu um barulho, mas foi apenas barulho de folhas sendo arrastadas pelo vento.

“Vamos por partes, você assegura que foi seguida por alguém, correto?” 

Ela meneou a cabeça para cima e para baixo, um pouco mais calma que antes.

“E era um homem ou uma mulher?”

“Eu não sei.” Ela respondeu, encarando os olhos do loiro em seguida. “Você é um auror agora para me interrogar?”

“Não sou auror, Weasley, mas sou casado com um e muito bem casado, diga-se de passagem, já o vi interrogando várias pessoas e a minha pergunta não é bem uma pergunta de auror. Até sua mãe lhe faria essa pergunta.” Draco respondeu, dando de ombros para a ruiva, um sorriso vitorioso escapando dos seus lábios, ruborizando suas bochechas.

“Eu também já fui casada com Harry, Draco, tive três filhos com ele e fomos muito felizes.”

“Fui, tive, fomos... Passado, não é?” Draco disse, um ar pensativo e debochado. “Estamos tentando averiguar o presente e o assunto aqui não é Harry. Está escondendo algo, Ginevra?”

“Se você não quer acreditar em mim, não acredite, Malfoy.” Ela ralhou, impondo autoridade na voz. “Eu não tenho culpa se você sabe que o Harry fica balançado com a minha presença e isso te incomoda. É amor mesmo ou é só o seu sangue veela que o faz ficar com você?”

“Harry balançado com você?” Draco simulou uma risada. “Querida, ele está com tantas preocupações que até o vento balança ele. Para você vê que o vento e você não faz muita diferença, quer dizer, o vento é mais útil no fim.”

“Draco, eu não vou discutir com você pela sua insegurança.” A mulher afirmou, ficando vermelha de raiva as palavras do loiro. “Eu sei que tem alguém aí fora e eu não vou ficar aqui, esperando ser achada. Mas pode deixar, se algo acontecer com você eu consolo Harry.”

“Isso é uma ameaça, Ginevra?” Draco perguntou pausadamente, mostrando desprezo pelo nome da garota.

“Não, Malfoy, isso é um alerta. Eu te avisei, tem alguém aí fora.” Ela voltou ao assunto inicial.

“Estranho, a um minuto você estava tremendo de nervoso, chorando, e agora está em pé, tranquilamente me falando que tem alguém aí fora.”

“Você me tira do sério, Draco.” Ela gritou com o loiro.

“E você não me convence.” Ele disse num tom sereno, arqueando uma sobrancelha para ela.

Gina voltou a se sentar, contemplando o céu estrelado da noite. Minutos depois, ainda com Draco em pé, fitando outro lugar que não onde ela estava, ela mirou os arvoredos. Uma impaciência tomando conta do seu corpo. Seus dedos tamborilavam no braço da cadeira, cadeira que se balançava de forma descoordenada.

Quando Draco desistiu de ficar ao lado de fora, vendo que Gina não ia sair antes dele, se virou para entrar na Toca.

Mas coisas aconteceram muito rápido para ele se dá conta de onde tinha se perdido. Uma forte explosão atingiu o arvoredo de frente a Toca. Gina entrou correndo, passando por ele desesperada. Draco a acompanhou quando um tremor de medo atravessou sua espinha. A casa inteira parecia ter acordado com o barulho.

Draco ouviu o choro de Pansy chorando alto no quarto e o de Lily se sobrepondo ao dela. Mas o que mais o preocupou foi um grito agudo de Scorpius, um grito de dor, um grito alto que feriu ele, mesmo não tendo sido atingido.

Draco correu, subindo os degraus de dois em dois. Seu coração acelerado conforme seu desespero aumentava. Hermione estava na porta do quarto quando essa foi aberta.

A cama de Scorpius tinha sangue e seus olhos estavam desfocando quando Draco observou o filho desmaiar olhando para Alvo.


Notas Finais


Eu avisei :/


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